Quase a finalizar este 2ºPeríodo, não podíamos deixar de assinalar as atividades de enriquecimento do currículo dinamizadas pelos nossos queridos parceiros. A sua realização permitiu a Todos evadirmo-nos por uns momentos, do espaço e realidade pouco feliz que nos rodeia e voar através da imaginação, para “locais” mais aprazíveis, tornando crianças, jovens e adultos mais felizes. Que Bom que foi!
Projeto Museu Visita o Hospital
Museu Bordalo Pinheiro
O Museu trouxe-nos duas propostas de atividade. A primeira foi-nos trazida pelo nosso Tiago e o tema foi “Vamos criar personagens felinas”. Nesta sessão tomámos contacto com personagens famosas criadas pelo grande Bordalo Pinheiro, como o famoso Zé Povinho, o Barrigas, a Maria Paciência e os animais preferidos deste, os Gatos, com a criação do Gato Pires. O Tiago aproveitou também para abordar a Teoria das Formas, pois Bordalo explorou muito bem as formas na criação dos seus personagens, por forma a transmitir o que pretendia.


Na segunda sessão a Inês veio falar da celebre personagem satírica de critica social, criada por Rafael Bordalo Pinheiro, o Zé Povinho. Ficamos a saber que esta personagem se tornou uma figura identificativa do povo português, criticando de uma forma humorística, os principais problemas sociais, políticos e económicos do país ao longo da sua história, caricaturando o povo português na sua característica de eterna revolta perante o abandono e esquecimento da classe politica, embora pouco fazendo para alterar a situação. Cada um foi convidado a criar o seu Zé Povinho com a sua causa –“O Manguito do Zé Povinho”.

Aqui fica o registo de algumas das causas surgidas durante a atividade: Contra a Violência; Melhores Estradas; Contra a Poluição; Contra a Descriminação; Contra a Guerra; Pela Paz.


Museu da Marioneta
O Rafael, a Susana e a Isabel trouxeram-nos uma proposta que demonstrou como é possível a partir de um simples saco de papel, restos de cartolina, imaginação e criatividade, os nossos jovens criarem maravilhosas marionetas. Ficaram giríssimas!




Castelo de S. Jorge
“As Heranças que ficaram…” foi o tema trazido pela Beatriz. Com ela partimos à descoberta de vestígios arqueológicos encontrados na região de Lisboa, que nos conduziram às diversas culturas que por cá passaram até à atualidade. A saber: Fenícios séc. VII AC; Romanos séc. II AC; Muçulmanos séc. VIII; Cristãos séc. XII até ao séc. XXI. No final da sessão, jogou-se o Jogo “Qual a época correta?”; Em grupo, fomos distribuindo as imagens que a Beatriz nos mostrava tentando acertar na época correta. Foi muito divertido!



Fundação Calouste Gulbenkian
A Fundação trouxe-nos três propostas de atividade. Numa sessão, a Rita Luis e a Rita Cortez, do Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Gulbenkian, deram-nos a conhecer algumas obras expostas do artista Carlos Bunga “Habitar a Contradição”, onde podemos constatar a sua evolução como artista e os caminhos nómadas que tem seguido. A observação das suas obras levou-nos a refletir sobre o que é para nós a nossa casa e descobrimos que afinal a nossa primeira casa é o ventre da nossa mãe. Como este artista viveu em muitos países diferentes, as Ritas lançaram-nos o desafio de também nós imaginarmos ser nómadas, construir a nossa casa de sonho em barro e que esta fosse transportável, para o Bosque imaginário, que Bunga criou no CAM. Este artista recorreu a materiais provisórios, cartão, tinta e fita adesiva.

Jovens e adultos puseram mãos à obra e aqui fica o registo das “suas casas”:



As próximas duas sessões dinamizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian, foram da responsabilidade do departamento dos Jardins e Espaços Verdes. A Andreia e a Ana Pego foram as responsáveis por dinamizar uma atividade que ilustra muito bem a nossa capacidade de transformação. Partindo da história de como a lagarta se transforma em borboleta, usada como metáfora do processo de transformação, tal como a lagarta se recolhe no casulo para renascer com asas coloridas, nós podemos transformar os nossos hábitos para criar um mundo sustentável.
Muitas vezes, pensamos que o mundo está a acabar ou que somos pequenos demais para fazer a diferença, mas a verdadeira metamorfose começa de dentro para fora. São os pequenos gestos que mudam o mundo: reciclar, reduzir o plástico, cuidar de uma planta ou escolher consumir de forma consciente.
Ao adotarmos essas mudanças, deixamos de apenas “consumir” como lagartas e passamos a “voar” como borboletas, vivendo em harmonia com a natureza e garantindo um futuro mais verde e equilibrado para todos.




Na segunda atividade, a Andreia e a Dália partiram da leitura da história “A Menina que Plantava Árvores”, da autora Caryl Hart, com ilustrações belíssimas de Anastasia Suvorova. É uma história de esperança, em que o sonho de uma menina inspira uma aldeia inteira e, juntos, criam algo extraordinário. Ao descobrir que, em tempos, existiu uma frondosa floresta na montanha cinzenta, uma menina decide plantar ali novas árvores, tantas quantas conseguir…(sic)

Inspirados nesta história, o desafio lançado foi construirmos o nosso jardim/bosque, usando a técnica do EcoPrint, que consiste em fazer libertar os taninos e os pigmentos naturais que se encontram dentro de flores e folhas, utilizando o método da prensagem mecânica, para transferir esses pigmentos para o papel.

O resultado foi espetacular!

Projeto Teleaula com o Clube Tecnológico da Bobadela
Nesta sessão, as nossas amigas do Clube de Tecnologia , trouxeram como proposta de montagem, um Papagaio. O mote foi Voa Papagaio Voa . Foi uma tarde bem passada e divertida!




Projeto Os Legos também curam
A Ana e a Sofia, facilitadoras do Projeto Lego Serious Play, trouxeram-nos um kit especial da Lego para construção de personagens e histórias. Desta experiência surgiram histórias tão diversas e coloridas quanto estas peças mágicas.

Aqui fica o registo de algumas dessa tarde muito divertida e criativa..

Museu de Lisboa
Com a aproximação do Dia Mundial da Água, a Maria José do Serviço Educativo do Museu de Lisboa, veio falar-nos da importância da água no geral, e para a cidade de Lisboa em particular, e como esta se desenvolveu junto ao rio Tejo.
Falámos das antigas profissões relacionadas com a venda de água potável e recolha de águas sanitárias, por não haver água canalizada nem esgotos e muitas outras curiosidades tão engraçadas como longínquas para estas novas gerações.
E assim fomos construindo o nosso puzzle que serpenteou como o próprio rio Tejo.
No final, vizualizámos a curta metragem premiada Aquametragem https://youtu.be/jSouUsofAzg?si=3YZtnK10V4wOmksS que nos alertou para a importância de poupar água que é um bem essencial à Vida.

Páscoa
E chegada a última semana de aulas do 2º Período, aproveitámos para festejar a Páscoa com alguns pequenos trabalhos!




Bem, resta-nos desejar a todos os nossos Leitores, Amigos e Parceiros, uma Excelente Páscoa!

