Água e ar também são património

No dia mundial da ÁGUA, que se celebra anualmente a 22 de março, a Escola do Departamento de Pediatria do HSM realizou uma videoconferência com a Evelina do Pavilhão do Conhecimento para nos falar deste bem tão precioso.

Falámos sobre a importância da água como património a proteger, realizámos várias experiências, respondemos a um quiz sobre o tema e demos algumas sugestões para poupar água.

Alunos em videoconferência fazem experiências com água

Alunos em videoconferência fazem experiências com água

Alunos fazem experiências com água

A Sandra e o Tiago trouxeram do Pavilhão do Conhecimento um conjunto de experiências com o AR.  Falámos sobre pressão e gravidade e a sua influência… no nosso planeta e também fora dele!

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Património produzido, património divertido

Basquetebol em TeleAula

Por videoconferência com o Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela, construímos uma tabela de basquetebol.

Alunos em TeleAula

Alunos e professoras constroem tabela de basquete

Alunos em TeleAula

Pormenor de construção da tabela de basquete

Pormenor de construção da tabela de basquete
No final, registou-se em vídeo a alegria dos 3 pontos.
E agora, um desafio ao IPOLFG: Que tal encestarmos ao desafio?

Houve ainda tempo nesta TeleAula para uma atividade bónus: um desafio matemático.


Qual o vosso resultado? A nossa aluna Vera já o resolveu… e bem! Está de parabéns!

Let’s Play Colours para a HOPE

O congresso anual da associação sem fins lucrativos HOPE (Hospital Organisation of Pedagogues in Europe) vai este ano ter lugar na Polónia. Através da plataforma eTwinning recebemos um convite para um projeto que desafia os nossos alunos a prepararem trabalhos para serem expostos no congresso, usando apenas as cores azul, verde e vermelha.
Os trabalhos já seguiram por correio.

O Almada voltou

O serviço de educação da Fundação Calouste Gulbenkian voltou ao nosso convívio e trouxe novamente consigo o convidado José de Almada Negreiros.

À luz do que tinha acontecido na primeira sessão desta oficina, também desta  resultou um um vídeo iluminado.

Agradecemos a todos a colaboração. Sem ela, este património não se constituiria nem seria tão divertido.

Navegar pelo Património

Espetáculo de luz negra

Uma equipa do Serviço Educativo e Cultural do Bairro dos Museus, Museu do Mar Rei Dom Carlos, deslocou-se à nossa escola de hospital para apresentar uma peça de teatro de luz negra baseada na Lenda da Boca do Inferno, uma das lendas mais emblemáticas de Cascais.

Depois do espetáculo, pudemos manipular os fantoches e perceber como e de que são feitos, trocámos ideias com os manipuladores/atores e, ainda, recebemos de presente um peixinho vermelho que será a mascote da nossa escola.Alguns alunos em cadeira e em cama ouvem os manipuladores de marionetas

Nos bastidores, os atores com as marionetas

Duas marionetas de cores garridas e fluorescentes falam uma com a outra

As mediadoras culturais ensinam os alunos a manipular as marionetas

Uma mediadora cultural oferece uma marioneta, um peixe vermelho, a uma aluna

Senhor polvo

Na segunda visita do Museu do Mar Rei Dom Carlos, a Eugénia e a Rita dinamizaram uma atividade educativa sobre uma das espécies marinhas mais pescadas nas águas do mar de Cascais, o polvo.

Aprendemos algumas características interessantes da morfologia deste animal e desvendámos alguns dos seus segredos: tem o sangue azul, é solitário e um engenhoso artista da camuflagem e apresenta três corações e nove cérebros.

Pudemos tocar num polvo verdadeiro comprado na feira de Cascais, observá-lo com o auxílio de lupas e saber os seus hábitos de vida e o modo como é pescado pelo ser humano.

Ouvimos a história Uma Música para Dançar, de Eugénia Soares Lopes, ilustrada com pinturas de Adriana Pardal, que fala de um polvo e dos seus companheiros no fundo do mar.

Ficámos a saber que o mar se encontra poluído com plásticos e microplásticos que destroem a vida marinha e que contaminam as praias e a nossa alimentação num ciclo assustador.

Por fim, divertimo-nos com jogos de adivinhas e de descoberta de objetos escondidos num simulacro de uma grande rocha, o Apalpário. Ainda houve tempo para aprendermos a técnica do papel marmoreado, com a qual vamos pintar os nossos polvos de cartão.

Os alunos ouvem a Rita a contar uma história

Um aluno observa um polvo com uma lupa

Um alcatruz, armadilha em rede, e o Apalpário

As mediadoras culturais mostram um alcatruz

Simulacro de rocha com buracos e objetos dentro para os alunos adivinharem

Aluna coloca papel de aguarela num tabuleiro com água

Exemplos de papel marmoreado

Fernando Pessoa

A equipa do Serviço Educativo da Casa Fernando Pessoa, Cátia e Teresa, visitou a nossa escola para dar a conhecer alguns aspetos da vida e obra de Fernando Pessoa.

Através de uma conversa animada e com a ajuda de fotografias, ficámos a saber pormenores interessantes da vida atribulada do nosso Poeta de bigode, óculos, e chapéu.

Gostámos de saber que teve “amigos imaginários” (heterónimos) e que o menos conhecido deles, criado aos 6 anos de idade, se chamava Chevalier de Pas a quem escrevia cartas. A sua paixão por Ofélia e como se conheceram foi a parte melhor!

Busto de Fernando Pessoa

Aluna na cama brinca com o busto de Fernando Pessoa

Mediadora cultural mostra livro com a foto de Ofélia

Navegando pelo projeto TeleAula

No mundo da construção

No dia 28 de fevereiro, com os alunos da EBI da Bobadela, os nossos alunos construíram um cesto de basquetebol. Foi uma atividade que provocou muitos sorrisos, principalmente para os nossos alunos mais habilidosos!

Muitos cestos foram marcados!!!

Materiais para construção de cesto de basquete Construção do cesto de basqueteCesto de basquete de mesa - resultado final

Explorando construções antigas

No dia 7 de março, em parceria com os alunos da escola do Hospital de Santa Maria, viajámos pelos mais belos castelos de Portugal:

  • Castelo de Guimarães
  • Castelo de Santa Maria da Feira
  • Castelo de Tomar
  • Castelo de Almourol
  • Castelo de Porto de Mós
  • Castelo de Lisboa
  • Castelo de Marvão
  • Castelo de Silves

Uma descoberta do nosso património que nos deixou com muita  vontade de viajar no nosso país.

Alunos à volta da mesa na escolinha Mapa de Portugal com imagens dos castelos

Visitas de estudo pelo património

Na Escola do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria, para além do trabalho escolar realizado com cada um dos nossos alunos,  continuamos a ter umas “visitas de estudo” bem interessantes.

Claro que nestas visitas, ao contrário do que acontece nas escolas regulares, nós não nos deslocamos, abrimos as portas da nossa sala e do nosso computador a quem gosta de nos visitar.

A Sandra, em mais uma sessão do Projeto Ciência faz bem à Saúde,  trouxe-nos do Pavilhão do Conhecimento uma mala cheia de experiências: construímos máquinas de rabiscos, fizemos explosões de cores, vimos foguetões e submarinos em funcionamento, alterámos a nossa percepção com lentes prismáticas e até fizemos uma espetada de balões! Foi uma tarde muito bem passada 🙂

Sandra, do Pavilhão do Conhecimento, com a sua mesa de materiais

Alunos do HSM a fazerem espetadas de balões Aluno com lentes prismáticas

Num outro dia, a Sandra fez uma videoconferência connosco a partir do Pavilhão do Conhecimento com uma proposta de gastronomia molecular.

Dedicámos a nossa sessão a fazer caviar azul, verde e vermelho 🙂 Foi bastante divertido!

Alunos e professora em videoconferência com a Sandra

Aluno deita gotas de corante num copo

Alunos deitam gotas de corante num copo

Copos com corante vermelho, verde e azul e colher com bolinhas de diferentes cores

Também visitámos, em TeleAula com a escola do IPO, alguns castelos de Portugal. Percebemos quais as suas funções e descobrimos curiosidades muito interessantes sobre alguns deles:

  • Existem castelos roqueiros… que nada têm a ver com Rock and Roll!;
  • Martim Moniz sacrificou a própria vida ficando “entalado” na porta do castelo de Lisboa
  • D. Fuas Roupinho era o nome de um alcaide no Castelo de Porto de Mós.

Foi uma bela aula de história que nos deu um roteiro interessante para visitar!

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno lê um pequeno texto em TeleAula com o IPO

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno em TeleAula com o IPO

Entre livros e museus

Entre livros e museus enriquecemos o nosso património cultural. Vejam como!

Noite dos Livros do Harry Potter

No dia 1 de fevereiro de 2018 celebrou-se mundialmente a Noite dos Livros do Harry Potter. Recebemos o Instituto de Magia Português que com alguns dos seus membros veio dinamizar com a nossa comunidade um encontro com a leitura e com o mundo do afamado personagem.

Sendo este ano dedicado ao tema Monstros Fantásticos,  tivemos  oportunidade de conhecer alguns excertos dos livros da coleção Harry Potter e de explorar alguns personagens verdadeiramente fantásticos.

Esta iniciativa teve o patrocínio da Editorial Presença, a quem agradecemos, bem como ao Instituto de Magia Português pelo seu entusiasmo e empenho.

Pássaro que voa

Recebemos Carla Madeira, tradutora, que nos veio apresentar a obra de Claudio Hochman Pássaro que voa.

Lindamente ilustrado por uma jovem de 11 anos, o livro contém, além da beleza colorida dos desenhos, a riqueza de umas dezenas de vidas contadas no seu essencial na primeira pessoa. São contos de encontros e de desencontros. Em comum – o voo – o voo de quem? o voo para onde? voo com volta, ou não? A obra, centrada na temática da migração, foi lançada em 2016 e tem estado exposta em vários locais, tendo também já sido dramatizada. Encontra-se organizada em duas partes, “Desencontros” e “Encontros”, acrescidas de um epílogo. À cabeça de cada história encontramos um nome próprio, sendo que uns se repetem e outros há que são únicos, cada qual com sua voz.

Houve lugar a voarmos um bocadinho nessas asas e a contarmos um pouco dos nossos voos, desenhando ou escrevendo.

Para saber mais pode seguir a página de Facebook Pássaro que Voa.

Agradecemos a iniciativa da Carla por nos ter dado a conhecer este livro com uma temática tão atual e com ilustrações tão inspiradoras.

O Almada está a chegar

Negreiros chegou, entre luzes e sombras, e a magia aconteceu perante os nossos olhos. Três representantes do núcleo de Educação – Escolas e outras instituições educativas – da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveram uma oficina alusiva à obra do artista dando-nos a conhecer a sua biografia, histórias e lanternas mágicas .

A Sofia envergou um colete, do próprio Almada, do qual retirou objetos – uma fotografia, um pacote de açúcar, uma mascarilha, entre outros – a partir dos quais nos explicou aspetos da vida pessoal e artística de Almada Negreiros. Vimos depois uma apresentação contendo algumas obras, como figurinos para teatro, banda desenhada, textos, escultura, desenhos e pinturas, que demonstraram bem a multidisciplinaridade do seu trabalho.

Focámos então a nossa atenção na obra A lanterna mágica e viajámos até aos primórdios do cinematógrafo e ao universo das sombras chinesas. A Margarida deu-nos a observar algumas imagens com as quais nos interpelou acerca dos seus significados (eram desenhos recortados e pintados e, mais tarde, foram fotografados em placas de vidro pintadas). Enquanto dávamos sugestões acerca daquilo que Almada Negreiros poderia ter pensado e a Andreia fazia o registo, a Margarida mostrou os materiais a que poderíamos recorrer para criar a nossa própria história – cartolinas pretas, acetato incolor e celofane colorido. Elaborámos então os quadros de sombras e transparências que foram sendo projetados e  fotografados pela Sofia.

O resultado final fica disponível para visualização com o vídeo Almada Negreiros – as nossas Lanternas Mágicas.

Agradecemos à Andreia, à Margarida e à Sofia por esta manhã tão divertida!

Painéis de São Vicente de Fora

Ficámos a conhecer mais em pormenor a obra de Nuno Gonçalves Painéis de São Vicente de Fora. Este conjunto de seis quadros encontra-se exposto no Museu Nacional de Arte Antiga e foi-nos apresentado pela Adelaide que nos trouxe também objetos incríveis que nos transportaram ao interior da própria obra  (cerca de 1470) e à época retratada, de D. Afonso V.

A Adelaide mostrou a madeira de carvalho de que os painéis foram feitos e explicou a maneira como eram misturados certos ingredientes para fazer a tinta usada – a têmpera. Até nos mostrou como os estudiosos descobriram que por baixo da pintura estavam desenhos que o artista optou por cobrir. Tentámos contar o número de pessoas representadas, um desafio interessante, e concluímos serem exatamente sessenta. E cabem todas numa superfície de cerca de dois metros de altura com diferentes larguras, entre os sessenta e os cento e vinte e oito centímetros!

Observámos cada painel e aprendemos o nome pelo qual cada um deles é conhecido e pode ser referenciado (da esquerda para a direita): Painel dos Frades, Painel dos Pescadores, Painel do Infante, Painel do Arcebispo, Painel dos Cavaleiros, Painel da Relíquia.

Para compreendermos ainda melhor a importância desta obra partilhamos duas curiosidades que demonstram o impacto que ela pode ter nos nossos dias. O cineasta Manoel de Oliveira realizou no ano de 2010 uma curta metragem Visão Poética e, mais recentemente, uma turma do 11º ano de escolaridade desenvolveu uma versão fotográfica Remake.

Agradecemos à Adelaide e ao Museu Nacional de Arte Antiga por mais esta atividade tão interessante.

Vagueando por diferentes patrimónios

Museu Condes de Castro Guimarães

Recebemos uma vez mais Ana Brás, a mediadora cultural do Museu Condes de Castro Guimarães, do Bairro dos Museus, para a última atividade deste espaço museológico neste ano letivo.

Pegando na história de família da Condessa e da sua colcha de memórias, cada um contribuiu para a construção de uma manta de retalhos, elaborada com quadrados de cartolina que se ligaram com fios de lã, em que cada retalho corresponde a diferentes tipos de património que habitam à nossa volta: material, imaterial, emocional, artístico pessoal, móvel e imóvel.

Cada um de nós tem um acervo patrimonial em casa e na sua memória. E, embora não seja de interesse histórico geral, conta a história da nossa família e de quem somos, pelo que organizámos esse acervo em formato livro com a ajuda das professoras e de alguns familiares.

E uma surpresa estava guardada para o fim: visitámos pessoalmente este Museu e tivemos o privilégio de ser recebidos pela Ana Brás que nos fez uma visita guiada ao Palácio e nos levou a cantos e recantos que estavam fechados ao público!

Ana Brás explica o que é o património cultural

Alunos e professores trabalham na manta de retalhos

Manta de retalhos que representam os vários patrimónios

Ana Brás explica como funcionava a escrita com canetas de penas

Alunos e acompanhantes na entrada do Palácio Condes Castro Guimarães

Escola Cidade dos Afetos

A enfermeira Hortênsia Gouveia, dinamizadora do movimento Escola – Cidade dos Afetos, subordinado ao tema Uma escola de afetos é uma escola de sucesso, visitou a nossa escola de hospital.

Em tom de conversa, partilhámos ideias, sentimentos, experiências sobre assuntos tão importantes como família, a criação de laços de amizade, os sentimentos que dedicamos aos nossos semelhantes e aos animais que nos rodeiam, o respeito por quem vive só e a diferença entre a família de sangue e a família do coração. A nossa maçã dos afetos está em construção e irá figurar numa exposição coletiva.

Enfermeira Hortênsia com os alunos

Pasta de dentes caseira

Tendo sempre em vista a sustentabilidade do Planeta Terra, que é o património mais importante e mais precioso que temos, a professora Sónia ensinou-nos a fazer pasta de dentes caseira. Podemos, assim, reduzir embalagens de plástico que estão a matar a vida nos mares e Oceanos, além de que sabemos a qualidade dos ingredientes que utilizamos que deverão ser sem químicos conservantes.

Recipiente com a pasta de dentes

Marionetas

A Filipa e o Rafael, técnicos museológicos do Museu de Marioneta de Lisboa, visitaram-nos a fim de dinamizar uma oficina que, além de nos fornecer informações sobre as diferentes espécies de marionetas, nos ensinou a construir uma marioneta feita com espuma, tecidos, lã e bolas de pingue-pongue. Foi muito interessante conhecer a diversidade de marionetas que existem espalhadas pelo mundo, os materiais de que são feitas e as diferentes formas de as manipular.

As mãos de aluna a colar marioneta de espuma

Um aluno mostra e manipula a sua marioneta

Um aluno experimenta a manipulação de uma marioneta

Conjunto de marionetas feitas pelos alunos

O lanche dos amigos

Comemorámos o Dia de São Valentim com uma atividade educativa denominada O lanche dos amigos. Tivemos direito a um lanche que celebrou a cidade do amor, Paris, com algumas doçarias que pertencem ao património gastronómico desta cidade com bolachas francesas, palmiers, mil-folhas, croissants e, ainda, um bolo de chocolate à francesa feito pela professora Sónia (receita gentilmente cedida por uma senhora portuguesa, emigrante em França).

Ouvimos a história do livro Vem e Abraça-me de Michal Snunit, editora Vega, que nos remeteu para a linguagem dos sentimentos, ensinando-nos a importância do abraço, os diferentes tipos de abraço que podemos encontrar e sentir e o que poderão querer dizer. E, como na Natureza quase tudo se abraça, fizemos um jogo, criado pela professora, com imagens inspiradas nas ilustrações do livro, onde inventámos e filosofámos sobre quem/o quê abraça quem/o quê. Ainda houve tempo para falar da tradição portuguesa que celebra de forma preciosa o amor: os lenços dos namorados.

Por fim, abraçámos e oferecemos corações aos presentes. Ah! Queremos salientar que não foram utilizados plásticos descartáveis! O amor pelo Planeta é fundamental.

A professora lê a história para os alunos e familiares.

Uma aluna numa cama l~e o que diz o coração que lhe foi oferecido por um colega.

Um aluno joga o jogo feito com pequenos cartões amarelos e com imagens para fazer uma abraço.

A mesa com toalha dos lenços dos namorados, garrafa, bolo de chocolate, caixa com bolachas e o livro Vem e abraça-me.

Navegando por diversos mundos…

Academia de Código Júnior

Iniciámos uma parceria com a Academia de Código com a finalidade dos nossos alunos adquirirem competências no âmbito da linguagem criativa que se esconde por detrás das interfaces dos brinquedos tecnológicos.

Ao trabalhar com a Academia do Código, queremos ajudar os nossos alunos a  a aprender a programar e que, através das atividades de programação, estruturem as suas formas de pensar e aprendam a resolver novos problemas.

Apresentação da Academia do Código

Atividades de código no computador

Projeto Mitologia

Aproveitando o Dia dos Namorados, explorámos a temática da amizade partindo de diversas histórias da mitologia grega sobre os amores e os desamores dos deuses caprichosos!!!

Esta sessão teve um sabor especial, na medida em que foi partilhada com os alunos da escola do HSM, que estiveram presentes por videoconferência.

Alunos e professoras em videoconferência

Durante este mês, os nossos alunos, numa outra sessão, também exploraram as peripécias das viagens de Eneias.

Alunos explorando o mapa Imagens das viagens de Eneias

Carnaval

Este ano, o Serviço de Pediatria comemorou o Carnaval com muitas brincadeiras e piratarias!!

Professoras e educadoras mascaradas de piratas

Mosquitos, robots e o dia de S. Valentim

Aviões construídos pelos alunos

Com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento fizemos, na Escola do HSM, o nosso primeiro modelo de avião – o mosquito!

Videoconferência com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento

Primeiros passos da construção do avião

Construção do avião com instruções a partir do Pavilhão do Conhecimento

A Sandra orientou-nos e explicou-nos como funcionam e para que servem as diferentes partes do avião.

Mas, mais divertido, foi lançar os nossos mosquitos aqui na nossa escola e ver qual voava mais longe!

Aviões construídos pelos alunos

Teste de voo dos aviões

Recomeçámos as nossas sessões de O robot Ajuda! com o professor Paulo Torcato. Trouxe-nos o robot DOC e programámo-lo para cumprir várias tarefas.

Alunas e professoras com o Robot DOC

Interacção com o Robot DOC

Prof. Paulo Torcato explica o roboto DOC ao público atento

Interacção com o Robot DOC

Interacção com o Robot DOC

Tivemos TeleAula com a Escola do IPO. Apesar das peripécias informáticas gostámos muito de conhecer as histórias por trás do Cupido e do dia de S. Valentim.

Foi uma teleaula com muita alma, amor e… teimosia 🙂

Alunos em videoconferência com o IPO

Alunos em videoconferência com o IPO

Actividade da videoconferência com o IPO

Famílias e famílias

Entre o património natural e o património artístico nacionais, ficámos a conhecer melhor duas famílias especiais e, através delas, as características da subespécie Canis lupus signatus e os aspetos curiosos da pintura a óleo Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

Em defesa do Signatus

Recebemos uma ação de divulgação do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico em que nos foi dada oportunidade de desmistificar muitas das histórias que se contam sobre os lobos. A mascote Signatus veio ajudar-nos a perspetivar melhor as explicações recebidas.

A Drª Isabel Ambrósio e a mascote Signatus falam sobre os lobos

Ouvimos uma versão cientificamente atualizada da história do Capuchinho Vermelho, bem como outras informações pertinentes, e também aproveitámos para colocar as nossas próprias questões.Aluno trabalha sobre a informação aprendida a respeito dos lobos

Adorámos saber como os lobos comunicam entre si e a riqueza dos diversos sinais que usam para fazê-lo. Em família de lobos há ralhetes como nas famílias humanas!

A Drª Isabel Ambrósio lê aos meninos e à mascote Signatus uma versão do Capuchinho Vermelho

Muito obrigada à Drª Isabel Ambrósio e à mascote Signatus por nos terem dado a conhecer uma renovada visão do lobo ibérico e da necessidade de o proteger e de não o perseguir.

À descoberta de um retrato

Em 1816 não se falava em fotografia, não se falava em selfies nem em photoshop. Mandar fazer um retrato não estava ao alcance de qualquer um e pintá-lo era uma obra de planeamento, minúcia e astúcia artísticas, como tivemos oportunidade de aprender com a visita da Marta do Museu Nacional de Arte Antiga e o fantástico jogo das diferenças que nos trouxe.

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira

O pintor Domingos Sequeira demonstrou a sua mestria na pintura Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

À maneira de um fotógrafo ou de um designer gráfico dos nossos dias, também o pintor procurou corresponder às melhores expectativas do seu cliente de forma a dar a imagem de grandeza e importância que se pretendia deixar para a posteridade, trabalhando a perspectiva, a luz e cada elemento para essa valorização.

O quadro de Domingos Sequeira

O resultado apresenta-se quase como um instantâneo da vida real, com o movimento das crianças, a desarrumação dos papéis, o inusitado…

E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira, colocando aos alunos a questão: E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Com este mote lançado explorámos a pintura e, em equipas, procurámos desvendar os pormenores que a compõem e que, de outro modo, poderiam passar-nos despercebidos.

Foi entre a mascote/lobo Signatus e o pintor Domingos Sequeira, entre lobos e nobres, com duas famílias muito diferentes que aprendemos mais sobre o nosso património e lhes tirámos o retrato…