Partilhar é também comunicar

A terminar o ano escolar, a Escola do HSM recebeu a visita do professor Paulo Torcato que nos trouxe os nossos amigos robots para a última atividade deste ano letivo. Foi uma tarde muito divertida e cheia de desafios de programação.

 

O Tiago do Museu da Água falou-nos dos 4 monumentos do museu e dos antigos contadores de água ao ar livre.

A Evelina e a Ana trouxeram-nos, do Pavilhão do Conhecimento, uma atividade cheia de magnetismo. Explorámos o comportamento dos ímans e ficámos a saber que existem ímans artificiais e naturais como o óxido de ferro que os soldados encontraram em Magnesia. Construímos um carro com um comando muito especial! Foi uma tarde cheia de atrações.

Também nós participámos na Semana da Criança do Departamento de Pediatria em colaboração com as educadoras. Fizemos um cartaz para a exposição temporária, onde divulgámos o nosso trabalho. Contámos uma história da Carochinha, cantámos e distribuímos brinquedos pelas crianças do internamento. E, no Dia da Criança, dinamizámos atividades numa festa da pediatria aberta a todas as crianças, profissionais e suas famílias.

O valor de um sorriso…

Viagem à pintura de Jhieronimus Bosch – Museu Nacional de Arte Antiga

Partimos à descoberta da pintura As tentações de Santo Antão, com 500 anos, do famoso pintor holandês. Explorámos alguns pormenores desta famosa pintura como a sua técnica e as figuras que tão bem retratam a sociedade da época.

Irina mostra o tríptico As tentações de Santo Antão aos alunos e professores

Alunos e professores

Concluímos a atividade observando Homem Árvoreum desenho do mesmo artista. A cada um foi proposto pintar esse desenho sem esquecer a mensagem de Bosch de que “A floresta está-nos sempre a ver”!

Alunos a desenhar

Obrigada, Irina, por nos teres proporcionado esta Belíssima Viagem!

Gira-Flor – Clube EducaçãoTecnológica da E. B. I. da Bobadela

Ao vivo e a cores recebemos os nossos amigos do CET da E.B.I. da Bobadela. Com as explicações e apoio preciosos dos jovens alunos e professores, montámos um gira-flor.

Alunos e professores do CET Bobadela ensinam a fazer um gira flor aos alunos do hospital

 

 

Aluno constroi um gira flor

 

 

 

 

 

 

Digam lá se não ficou o máximo?!

Aluno constroi um gira flor          Aluno constroi um gira flor          Aluno mostra o gira flor em funcionamento

Agradecemos aos professores Carlos e Vitor e aos alunos Derry, Yasmin, Beatriz, Bruna e Daniela esta tarde tão divertida e colorida!

Aluna mostra o gira flor em funcionamento

Linguagem Código 2 – Academia Código Júnior

Nesta sessão aprendemos que através da programação desencadeamos ações – os eventos. Aprendemos a programar/atribuir funcionalidade a algumas teclas, por forma a criarmos um código personalizado para permitir à nossa bolinha e à nave espacial teimosa atravessarem um labirinto.

Alunos, animadora e professoras com tablets

Jogo no ecrã da sala

Não foi fácil, mas conseguimos. VIVA!!!! Estamos todos de parabéns!

Obrigada, Sofia e Isabella, por nos proporcionarem mais esta sessão!

Jogo da Glória  – Teleaula Escola Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão

Finalmente realizámos o jogo da Glória de Cultura Geral por videoconferência com a escola do CMRA. Partilhando o “tabuleiro no ecrã”, lá fomos avançando jogo fora, tentando acertar no Quiz de Questões e no Quiz de Imagens sobre Portugal, que nos iam calhando.  O jogo foi renhido e divertido com avanços e recuos de parte a parte acabando os nossos amigos de Alcoitão por levar a melhor, estando por isso de parabéns. Aproveitámos ainda o momento para conversar um pouco e rever antigos amigos.

Slide com perguntas

Ecrã com o jogo da Glória

Semana da Criança

Entrada do Hsopital com balões e jornal de parede com mensagens

Ser Criança comemorou-se no HDE numa semana muito intensa de atividades, visitas amigas, muita magia e animação. De 27 de maio a 01 de junho, os núcleos educativos do hospital organizaram, com o apoio dos parceiros de sempre, uma semana com atividades que fizeram a delícia das crianças mas também dos adolescentes e dos adultos.

Começámos com uma animada aula de culinária com o Chef Louis que veio do Museu da Criança falar-nos de alimentação saudável. E foi também com a sua saudável loucura que nós aprendemos e rimos, rimos muito!

Cozinheiro com mesa de alimentos             Alunos           Alunos e cozinheiro      

Foi com grande entusiasmo que recebemos a proposta da atividade Histórias Animadas trazida pelo nosso parceiro, o Departamento de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian. Observámos animais fantásticos existentes em peças do Museu, imaginámos e desenhámos o nosso próprio animal com base nos sons que ouvíamos e com ele criámos uma história que resultou numa pequena animação. Foi muito divertido ver o produto final do nosso trabalho, um filme!

Animador mostra imagem com animal                   Alunos criam os seus animais                 Animadora faz sons com materiais                             Animais no retroprojector

Viajámos também pela História  na Minha Aventura pela História de Portugal que nos proporcionou o Museu da Criança e de forma divertida percorremos as diferentes Dinastias e falámos das personagens mais importantes de cada uma delas. E houve torneios e lutas, bailes, viagens de caravela e tudo o que a imaginação nos permitiu.

Alunos observam personagens vestidas como nobres               Alunos observam personagens vestidas como nobres e crianças             

O Museu da Marioneta trouxe-nos a proposta de realizar um fantoche de espuma e claro que ninguém se negou ao desafio, pusemos mãos-à-obra e os resultados estão à vista! Ufa, trabalheira boa e divertida!

                Alunos criam um fantoche              Alunos com os seus fantoches

Recebemos a visita da mascote da Brisa, o Brisinha, que nos veio falar de segurança e prevenção rodoviária e que nos ensinou uma canção… sim, porque a cantar também se aprende!

  Mascote Brisinha        Animadora da Brisa com os alunos a observar

E por falar em cantar… cantar e dançar foi a proposta das Histórias de Musear do grupo KAÔ, trazido pela  Fundação Calouste Gulbenkian, com os poemas de Eugénio de Andrade em “Aquela nuvem e outras”. Que bom foi relembrar canções que ouvíamos às nossas avós e que se perderam no tempo e que, quando começamos a cantar, como por um passe de magia, regressam à memória!

                 Animadora do Kaô interage com aluno               Alunos e animadoras do Kaô

 Animadora do Kaô com adufe e aluno                            

Os alunos da Casa Pia de Lisboa, apresentaram uma peça de fantoches As cores do arco-íris, que nos contou uma história muito interessante sobre o que nos faz diferentes mas, no fundo, iguais. Presentearam-nos também com a surpresa de pinturas faciais e assim apareceram umas caritas transformadas em Homens-aranha, piratas, leões e até a Hello Kitty.

  Alunos da Casa Pia e do Hospital               Alunos da Casa Pia e do Hospital              Alunos da Casa Pia no palco e alunos do Hospital

 

Do Museu de Lisboa a proposta foi em Azul e Branco. Carimbámos e pintámos azulejos seguindo o modelo dos muitos que podemos encontrar em diferentes palácios de Lisboa, como no Palácio Pimenta.

Alunos fazem carimbos azuis Desenhos de azulejos criados pelos alunos

 

 

 

 

 

Para fechar a semana em grande, recebemos a visita da Mascote do Pirilampo Mágico trazida pela FENACERCI que nos veio oferecer o seu livro Voar com o Pirilampo Mágico com uma linda dedicatória do autor, Rogério Cação, e que espalhou magia por onde passou.

Mascote do Pirilampo Mágico com aluno        Mascote do Pirilampo Mágico com aluno     Mascote do Pirilampo Mágico com aluno com livro

Mascote do Pirilampo Mágico com aluno e livro

Mascote do Pirilampo Mágico com aluno no corredor

 

 

 

 

Chegámos assim, ao fim de mais um ano letivo. Como tudo passou tão rápido! Resta-nos agradecer publicamente a todos os nossos Amigos e Parceiros e outros com quem nos cruzámos, que tão gentilmente nos apoiaram e enriqueceram o nosso trabalho. Sem eles não teria sido possível animar os nossos QUERIDOS ALUNOS!

Obrigada, AMIGOS, e até para o ano!

Academia Código Júnior / Brisa / Casa Pia de Lisboa / CET da E. B. I. da Bobadela  / Fenacerci – Pirilampo Mágico / Fundação Calouste Gulbenkian / Museu da Criança / Museu de Lisboa / Museu Nacional de Arte Antiga / Museu da Marioneta

A importância de bem comunicar

A sala com os mediadores culturais a dinamizarem a atividade e os alunos a ouvirem nas suas secretárias.

A Andreia, o Rui e o Ricardo, do Museu Calouste Gulbenkian, vieram visitar-nos e ofereceram-nos uma tarde inesquecível repleta de conhecimentos, Arte e diversão.
Diz que disse, assim se chamava a atividade em que descrevemos um elefante ao Ricardo que o desenhou segundo o nosso ponto de vista, à semelhança do que faziam os antigos marinheiros quando regressavam de terras e mares nunca dantes navegados. Sim, que em tempos idos, não havia telemóveis nem máquinas fotográficas ou de filmar, por isso os desenhos que encontramos em livros e objetos de decoração são fruto do que alguém dizia que tinha visto.
O resultado foi estranho: o elefante tinha algo de elefante, mas não era um elefante! Ora vejam:

Desenho a carvão de um elefante com uma tromba muito pequena como uma cobra, orelhas com o formato de folhas de papel, chapéu de coco, dentes curvados para cima e óculos.

Percebemos que devemos ser mais precisos e exatos nas descrições que fazemos e nas palavras que utilizamos, pois podemos ser mal interpretados.
Desenhar o caquesseitão, segundo a descrição que aparece no livro de Fernão Mendes Pinto, Peregrinação, foi um trabalho difícil mas muito divertido!

do tamanho de uma grande pata, muito pretos, conchados pelas costas, com uma ordem de espinhos pelo fio do lombo do comprimento de uma pena de escrever e com asas da feição das do morcego, com pescoço de cobra e uma unha, a modo de esporão de galo na testa, com rabo muito comprido pintado de verde e preto, como são os lagartos desta terra

Pintura de um aluno: uma espécie de ave castanha e bico cor de laranja, com altos no dorso e cauda curva e levantada.

Pintura de um aluno: animal de quatro patas com rosto indefinido, parecido com um leão.

Desenho de uma aluna: uma espécie de ave sem asas de várias cores como um arco-íris.

Desenho a carvão de uma aluna: uma espécie de ave com corpo redondo e espinhos no dorso e cauda de cavalo. As asas parecem umas barbatanas.

Pintura de um aluno: uma espécie de ave com cauda de cão, espinhos no dorso e com várias cores.

Realizámos uma visita de estudo à Casa das Histórias Paula Rego, Bairro dos Museus, numa parceria entre o Serviço Educativo e a escola  do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, no âmbito do projeto O museu vai ao hospital.

Neste caso, fomos nós ao museu para observarmos e estudarmos in loco a tapeçaria A batalha de Alcácer-Quibir e alguns quadros desta enigmática pintora chamada Paula Rego. Foram tantas as histórias que escutámos e tantas as interpretações que fizemos!

Criámos desenhos de animais imaginários assim como um animal coletivo que foi gravado em linóleo com uma goiva e, depois, impresso numa prensa. Todos ajudámos a Joana, a mediadora cultural do museu, nesta tarefa que se revelou muito difícil!

Aprendemos sobretudo algumas regras e recomendações para visitar o espaço do museu: não falar alto, tirar fotografias sem flash, não tocar nas obras expostas e respeitar as opiniões de cada um.

Uma aluna faz sulcos numa folha de linóleo com uma goiva, enquanto os outros a observam atentamente.

A mediadora cultural, Joana, mostra o produto final do trabalho realizado pelos alunos: uma gravura que representa um animal imaginário em vermelho.

Uma fotografia do grupo em frente a três quadros de grandes dimensões de Paula Rego.

Novas parcerias…

Novas parcerias!

O projeto TeleAula tem mais uma parceria!

Pela primeira vez, os nossos alunos realizaram uma teleAula com uma turma do 7.º ano, da Escola Básica de São Vicente Paulo, do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira.

Através de um jogo de adivinhas e de pequenos mistérios, os alunos conheceram-se e divertiram-se muito.

Aqui ficam alguns exemplos:

Ora adivinhem lá!!!!

“O que é, o que é? O que faz o nadador para bater o recorde?”

“Qual é a coisa, qual é ela, que tem escamas e não é peixe, tem coroa e não é rei?”

Jogo da glória de adivinhas

Realizadores por um dia…

Os alunos tiveram a oportunidade de construir uma história animada!

Esta atividade desenvolvida com a Fundação Calouste Gulbenkian revelou-se uma experiência que deixou os alunos e os pais encantados.

Através da construção de um animal imaginário e da escolha dos sons mais adequados, os alunos tiveram a oportunidade de fazer um pequeno filme e aprender um pouco sobre o mundo da realização.

Mãos de aluno com animal imaginário impresso Materiais para criar animais imaginários retroprojecção de animais imaginários retroprojecção de animais imaginários

Comunicar e animar

Neste 3.º período, já tivemos, na Escola do HSM, várias atividades com os nossos parceiros.

O Tiago do Museu da Água conduziu-nos ao mundo maravilhoso da água. Falámos deste bem essencial que vale mais do que ouro e do que cada um de nós pode fazer para ajudar a preservar…

Tiago com professoras, educadoras e alunos

Tiago com professoras, educadoras e alunos

Alunos com cartões de um jogo de memória sobre a mesa

Alunos com cartão de um jogo de memória e cartões sobre a mesa

A Evelina do Pavilhão do Conhecimento ensinou-nos a Matemática do Sapato. Podemos medir o nosso pé, multiplicar o valor por 5, somar 28 e dividir o resultado por 4 e vamos encontrar o número do nosso sapato. Fizemos chinelos em miniatura para porta-chaves.

Mesa com sapatos e materiais de trabalhos manuais

Professora, alunos, Evelina e mesa com materiais de trabalhos manuais

Mesa com materiais de trabalhos manuais

Evelina e mão de aluno com porta-chaves em forma de sapato

Tivemos a visita da Andreia, da Margarida e da Sofia que vieram do Museu Calouste Gulbenkian para nos “animar”. A partir de imagens de obras do museu, tentámos identificar e descobrir os sons de alguns animais e seres fantásticos. Depois, construímos os nossos animais fantásticos a partir dos sons de algumas partes dos seus corpos. Por fim, demos cor e vida a cada um deles… Foi uma animação!

Animadoras do Museu Calouste Gulbenkian mostram imagem a alunos

Alunos a desenhar

Aluno com ferrinhos (insturmento) e aluno a manipular um retroprojector

Animadoras do Museu Calouste Gulbenkian, alunos e professora com pandeireta

Tivemos a visita do professor Paulo Torcato que nos trouxe os nossos amigos robots. Conseguimos ensiná-los a desenhar um quadrado e o número 2, a desviar de obstáculos quando lhes tocavam ou quando os viam e ainda a encontrar determinadas cores… O vermelho foi a cor com mais sucesso. Foi, como sempre, uma tarde bem divertida!

Professor Paulo Torcato com robots e alunos

Alunos com robot e tablets

Aluno com tablet

Professor Paulo Torcato com robots, alunos e tablets

Comunicando, e bem!

Nesta comunicação destacamos três atividades propostas e desenvolvidas pelos nossos parceiros de aventuras, o Núcleo de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Academia do Código.

Diz que disse

Como comunicar a alguém algo que lhe é desconhecido? Começámos a atividade com cada um de nós a descrever ao Ricardo como era um elefante. Depois de desenhado o “nosso elefante” a partir das nossas indicações, observámos várias imagens de outros elefantes de tempos longínquos.

Animadores do Núcleo de Educação da FCG e alunos

Animadores do Núcleo de Educação da FCG mostram a figura de um animal aos alunos

Numa outra atividade, foi proposto que cada um descrevesse ao seu par uma imagem que o outro desconhecia e que teria de desenhar.

Animadores do Núcleo de Educação da FCG e alunos a desenharem

Aluna a desenhar

 

 

 

 

Finalmente, a partir de uma descrição de Fernão Mendes Pinto (Peregrinação, Capítulo XIV) dos lagartos que tinha observado, cada aluno interpretou através do desenho o que tinha ouvido.

Alunas mostram desenho do animal que criaram

O resultado destas duas atividades foi hilariante, como podem comprovar.

Desenhos dos animais que foram criados   
Desenhos dos animais que foram criados

A brincar percebemos que é importante sermos precisos na nossa comunicação ou corremos o risco de passarmos mensagens erradas ou não passarmos – de todo – a nossa mensagem!

A manhã passou num instante… agradecemos muito ao Ricardo, ao Rui, à Inês e à Andreia por nos terem proporcionado uma atividade tão divertida!

Espelho meu, espelho meu, haverá algum retrato mais belo que EU?

Foto de cara composta por metade da face de mulher idosa e metade de mulher jovem reflectida no espelhop segura pela idosa

O retrato como forma de comunicar foi o desafio lançado nesta atividade. De que modo nos representamos e representamos o outro ao longo dos tempo? Que importância tem guardar retratos de pessoas de que gostamos e registos de momentos da nossa vida? Conseguem os retratos captar a essência das pessoas retratadas e mensagens ocultas que queremos passar aos outros?

Animadora do MNAA e alunos

Através da análise dos mais variados retratos, dos mais antigos aos mais contemporâneos, tentámos responder a estas questões. Hoje a facilidade de nos retratarmos está ao alcance de um “clic” mas nem sempre foi assim. Perduram, no  entanto, as mesmas preocupações no  passado e no presente em que também são pensados todos os pormenores como a roupa, a pose, a luz, entre outros aspetos, de acordo com a mensagem que se pretende transmitir.

Animadora do MNAA e alunos

E demos connosco dedicados à tarefa  de tentar decifrar aquilo que vai para além do retrato e do que é visível, talvez aquilo que é a essência do retratado e do momento, com várias frases sugeridas e, claro, discordámos e rimos muito!

Frases (Vejam, tudo isto é meu; Queres trocar comigo, etc.) impressas em recortes de papel

De seguida, analisámos o retrato do “nosso amado” D. Sebastião e verificámos que os factos históricos são muito diferentes da mensagem que este Rei desejava passar aos seus súbditos; ao contrário da pose do retrato, a sua fragilidade era real e evidente.

Retrato de D. Sebastião

E, no final, fomos convidados a fazer o nosso autoretrato. Um agradecimento muito especial à Marta que, com o seu entusiasmo, conquistou uma plateia de ‘pequenos e crescidos’.

Composição com retratos antigos e fotos recentes

O Código

Desta vez, a Sofia e a Isabella trouxeram-nos duas atividades. Numa partimos à descoberta  de respostas para as questões: “Será que tem tecnologia?”, “Será que é programável?”. Numa outra atividade, foi necessário dar instruções (criar um algoritmo/código) para se conseguir realizar/validar a tarefa do nosso herói digital.

Animadoras da AC com alunos e tablets

Animadoras da AC com alunos e tablets

Esta segunda atividade exigiu muita concentração e precisão para levar a cabo a tarefa mas, com a ajuda de todos, em especial  dos mais pequenos, conseguimos ajudar o nosso herói digital.

Animadoras da AC, alunos e aluno no quadro interactivo

Obrigada, Sofia e Isabella!

E assim iniciámos o 3º Período, com muita comunicação e boa disposição com a operação Nariz Vermelho!

Doutores palhaços com guitarras, aluno e professora no corredor do hospital

 

 

 

 

 

Aprender a arte de comunicar

A Eugénia Alves e a Rita Jorge, do Museu do Mar Rei Dom Carlos, Bairro dos Museus de Cascais, visitaram-nos e presentearam-nos com uma bela tarde repleta de conhecimentos acerca de baleias, tubarões e alguns animais bizarros como o tubarão demónio.
Depois de sabermos os seus segredos e tocarmos nas barbas da baleia e na pele do tubarão, participámos num divertido ateliê no qual construímos um animal bizarro constituído por três partes: cabeça, tronco e barbatana caudal. Bom, o resultado ficou à vista no nosso jornal de parede!

Uma aluna toca com a sua mão num exemplar de barbas de tubarão.

A mediadora cultural mostra aos alunos um espécime de tubarão conservado num frasco em clorofórmio.

A mediadora cultural mostra aos alunos dois exemplares da pele de tubarão.

Uma aluna faz colagens em cartões para construir o seu peixe bizarro.

Em cima de uma mesa, encontram-se vários peixes bizarros construídos pelos alunos.

Uma aluna cola pedaços de papel sobre três cartolinas que se encontram unidas com ataches e formam o seu peixe bizarro.

O painel exterior, o nosso jornal de parede, que representa o mar repleto de peixes bizarros.

Continuámos a falar sobre os Oceanos e a sua importância, desta feita para elaborar, durante as aulas, um livro pessoal no qual guardámos as nossas memórias, alguns sentimentos e origamis.

Nem sabíamos que conseguíamos escrever poemas! Afinal foi fácil!

O mar é azul
E sabe a bolas de Berlim.
Cheira bem
Como as flores.

Ouve-se o som
Das ondas do mar
A tocar nos meus pés.

A água do mar
É fria,
Mas eu gosto dela.

Três livros de autor elaborados segundo a técnica de leporelo,

É o mar da Guiné
É o mar de Catchelem
Tem o azul do céu
E tem o azul do mar

Mar do meu coração
Sabe como o azul do sal
Lembras-me os meus irmãos

A água do mar
É quente e deliciosa
É tão bom estar lá com os amigos!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de baleias.

O mar é azul
Como o céu.
Sabe ao sal
Das minhas lágrimas.

Ouve-se o vento
A fazer barulho
Quando há tempestade
No mar.

Lembro-me do mar
Da minha terra,
Calmo quente e brilhante.
Que saudades eu tenho dele!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Recebemos a visita de um ex-aluno da nossa escola de hospital, Va Nancassa, para uma conversa agradável acerca do seu percurso de vida desde a vinda da Guiné-Bissau para Portugal até aos dias de hoje.
Foi interessante ouvi-lo falar dos seus momentos mais difíceis e de como conseguiu superá-los, assim como dos momentos em que a sorte e a força de vontade fizeram dele o homem que hoje é.
A sua vida profissional é surpreendente e inspiradora e adorámos ver os trabalhos que realiza no âmbito do design gráfico.
Valeu o aplauso de todos os participantes neste encontro e a frase de um dos alunos mais novos: “O Va é uma pessoa cheia de força!”.

Uma selfie com o aluno Va em primeiro plano, a professora Sónia e mais dois alunos ao fundo.

Uma semana depois, o Va voltou à nossa escola para nos dar uma lição sobre Paint.
Apresentou as funcionalidades das várias ferramentas deste programa: o lápis, a borracha, a lupa, o balde e as formas… Depois, foi pôr mãos à obra e desenhar os nossos próprios “quadros”.

Os alunos encontram-se a trabalhar diante do seu computador e o Va observa e dá instruções.

Desenho elaborado no Paint representando uma menina com formas geométricas.

 

Desenho elaborado no Paint representando uma casa rodeada por estrelas e uma árvore.

 

Um aluno muito concentrado desenha, através do Paint, uma casa com árvores sobre um fundo azul escuro.

Mitos e Ciência…

Grandes heróis na tradição e na imaginação…

Através dos nossos parceiros, Projeto Mitologia e Gulbenkian, continuámos a explorar mitos, deuses e heróis.

Em mais uma sessão do Projeto Mitologia, explorámos as aventuras de um herói conhecido de todos… Hércules!

Foi uma boa inspiração para a criação de um conjunto de deuses, nascidos da imaginação dos nossos alunos. Depois de conhecerem tantos deuses e heróis, de ouvirem as suas histórias, conhecerem as suas caraterísticas e poderes… só podiam nascer seres magníficos… cheio de capacidades e capazes de grandes aventuras.

Alunos com materiais de desenho e plasticina

Aluno desenha numa cartolina o corpo de um animal com cabeça de plasticina

Cartolina com ser mitológico de plasticina

Cartolina com ser mitológico desenhado

E um smile…

Entre fios elétricos, leds, pilhas, ímanes, fio de cobre , camarões e madeira de balsa, partimos à descoberta… com a orientação dos alunos da EBI da Bobadela e do professor Carlos Videira.

E fomos surpreendidos com um smile capaz de oscilar em função do campo magnético.

Aluno com um smile e um unsmile e materiais eléctricos para o projecto

Aluno coloca um fio num pedaço de madeira

Moldura com um unsmile e fios eléctricos pretos e vermelhos

Expressão é comunicação

Ao depararmo-nos com dois jovens com internamentos de longa duração, com a mesma idade (14 anos), oriundos do mesmo país (Angola) sem qualquer vínculo a escolas em Portugal ou ao currículo português, surge a questão: o que fazer com estes jovens?

Foi com base nesta dúvida que resolvemos potenciar uma amizade a distância baseada no trabalho das paixões de cada um deles (um que adora desenhar e outro que adora escrever poemas). E assim surgiram estas páginas de um livro que ainda está em construção… tal como a amizade 🙂

Poema e ilustração (jovem dá algo a um pedinte) sobre a bondade Poema e ilustração (uma mulher de cabelo curto) sobre a mulher Poema e ilustração (homem e mulher que se abraçam) sobre o amor Poema e ilustração (criança brinca com nariz de adulto que a segura ) sobre a criança Poema e ilustração (homens e mulher jogam voleibol de praia - o mar e o sol em fundo) sobre o mar Poema e ilustração (pessoas de mão dada) sobre amizade verdadeira Poema e ilustração (jovem na cama dorme e há uma mochila e livros e uma bola pelo chão ) sobre sonhar

Para além do apoio escolar dado diariamente aos vários jovens internados no Hospital de Santa Maria, a escola continuou a receber a visita de vários parceiros.

A Evelina e o Filipe trouxeram-nos do Pavilhão do Conhecimento o fascinante mundo das metamorfoses. Analisámos algumas borboletas e com a lupa estereoscópica vimos pormenores impossíveis de observar a olho nu… como a espirotromba! Construímos um modelo das metamorfoses da borboleta, não esquecendo os ovos, a lagarta, a pupa e, claro, a borboleta! Foi uma tarde espetacular.

Evelina e o Filipe do Pavilhão do Conhecimento com alunos e professoras

Borboletas em caixas redondas transparentes

Alunos pintam as suas borboletas

Borboletas recortadas e pintadas

Numa videochamada, a Evelina ensinou-nos a construir um animal especial. Escolhemos o animal e conseguimos pô-lo a mexer e iluminámos o seu nariz… tudo com a ajuda de um motor, led e pilhas. Foi muito divertido!

Professora Diana com alunas e Evelina no computador

Professora Diana com alunas e Evelina no computador

Professora Diana com alunas e Evelina no computador - animais quase concluídos

Animais concluídos - Panda, porco e gato com ventoinha e nariz vermelho aceso

O professor Paulo Torcato veio acompanhado com o André e estivemos a programar os robos BOTs . Foi uma sessão muito animada, principalmente quando os programámos para os levar a passear tal como fazemos com os cães. Sim, e estes também ladravam!

Porf Paulo Torcato e alunos com BOT e tablets

Também tivemos a visita da Andreia, do Ricardo e do Rui que vieram do Museu Calouste Gulbenkian com uma proposta de atividade de outros tempos – Diz que disse!. O Ricardo, como nunca viu elefantes, desenhou um baseado nas nossas descrições. Depois foi a nossa vez de descrever e de desenhar. Por fim, com base na descrição de Fernão Mendes Pinto, desenhámos todos um “caquesseitão”… Tentem vocês também! Foi uma manhã muito bem passada 🙂

Ricardo e Rui do Museu Calouste Gulbenkian, professoras e alunos

Ricardo e Rui mostram um elefante desenhado com nariz de pessoa

Alunas a desenhar e a ver imagens

Alunos e adultos desenham e pintam as suas criações

Viagem de Esperança neste Mar que é a Vida

Frase Uma estrela vive para sempre nas nossa memórias e nos nossos corações!

“Marinheiros de Esperança”

Retrato de Fernão de Magalhães

Mapa com a rota de Fernão de Magalhães
Os nossos alunos embarcaram com os Marinheiros da Esperança, um projeto que envolve  Pediatrias do Serviço Nacional de Saúde de todo o país, e viajaram com Fernão de Magalhães na sua viagem de Circum navegação.

Aqui ficam dois dos trabalhos já realizados, esperemos que outros alunos embarquem connosco também.

Aguarela com nau de Fernão de Magalhães e mar

Desenho a lápis de Fernão de Magalhães com caravela atrás

Academia de Código

Iniciámos as atividades com a equipa da Academia de Código.

Alunos, professores e animadores da Academia

Viajámos pela evolução da tecnologia e pelo modo como ela influencia a nossa vida diária. Muito interessados e empenhados, os nossos internautas realizaram atividades interativas bem divertidas.

Alunos a utilizar tablets

Alunos a utilizar tablets

Muito obrigada, Sofia e Diogo, por nos terem proporcionado esta viagem pelo mundo tecnológico!

O Baloiço das Emoções

Neste período tivemos a oportunidade de realizar mais uma teleaula com o Clube de Tecnologia da Escola Básica Integrada da Bobadela, em que os nossos alunos  construíram um baloiço das emoções provocando um campo magnético.

Alunos da Bobadela no ecrã da escolinha

A elaboração do baloiço exigiu muita concentração, minúcia, arte e paciência dos nossos alunos na montagem do kit fornecido pelos nossos amigos.

Alunos e professora a construirem o baloiço

Com grande incentivo por parte dos alunos do Clube e seguindo à risca as indicações dadas, fomos ultrapassando as  dificuldades que foram surgindo e o resultado final valeu a pena.

Alunos e professora a construirem o baloiço e baloiço já construído

Baloiço construído

Obrigada a todos, professores e alunos do CT da Bobadela!

Estamos de Parabéns!

Imagem da Biblioteca da Escola com texto Páscoa Feliz