Projeto de Aproximação ao Livro e à Leitura

O grande imitador
A receita da bruxa
O solar

No âmbito do Projeto da Aproximação ao Livro e à Leitura, partimos dos livros Uma mão cheia de rimas para primos e primas e O livro das rimas traquinas de José Jorge Letria, desafiámos os nossos alunos a escolher algumas ilustrações (acima), de Pedro Cavalheiro e Luís Manuel Gaspar, respetivamente, e a darem largas à imaginação! Deste desafio resultaram trabalhos muito interessantes.
  • Versão em vídeo do nosso aluno Alécio
  • Versão do nosso aluno Sérgio 
“Para meninas traquinas que não deixam a chucha…”

  • Versão do nosso aluno Ricardo
“A grande flor da Neide”

  • Versão da nossa aluna Jaíne
“O circo”

Da imagem fizemos conversa, da conversa fizemos escrita, da escrita fizemos leitura.

“A maior flor do mundo”

Depois de visionarmos o filme de animação “A maior flor do mundo” sobre o conto homónimo de José Saramago, contámos a história à nossa maneira.

O Afonso, à luz da Ciência e da Literatura (conteúdos letivos abordados nas disciplinas de Ciências e de Português), escreveu o seguinte texto:

O ambiente é a união entre os seres vivos e o meio que os rodeia.
Neste conto, o espaço onde decorre a ação é uma floresta com muitas árvores e várias espécies vegetais e animais como, por exemplo, um escaravelho, borboletas e flores coloridas. Há também uma aldeia, a Vila Flor, que tem uma pequena urbanização em construção, Urbanização das Flores, onde vivem famílias, assim como a personagem principal, o Tiago, com os seus pais, o João e a Maria.
O narrador, chamado José, é participante e um cientista que anda a observar e a tirar apontamentos sobre o meio ambiente que o rodeia.
Para serem da mesma espécie os indivíduos devem reproduzir-se entre si e originar descendentes férteis, por isso as personagens da história pertencem a espécies diferentes. Umas são mais importantes do que outras. Umas interagem bem com o meio ambiente, outras mal. O narrador apenas observa, não faz mal à natureza.
O Tiago e o pai João fazem mal à natureza. O pai arranca uma árvore que dava sombra a uma flor que viviam em cooperação, o que vai dar origem a uma alteração na vida da flor. O Tiago apanha um escaravelho e mete-o numa caixa, tirando-o do seu habitat.
Escaravelho, borboletas e seres humanos deviam viver em cooperação mas, neste conto, os humanos destroem os ecossistemas, arrancando árvores o que leva à desertificação do planeta.
Se um habitat é um local com condições adequadas para uma espécie viver, encontro vários como a floresta com um rio à volta, muitas árvores verdes que dão sombra à vegetação rasteira e a flores. Nesta floresta, ouve-se o som de pássaros e do vento a passar entre as árvores.
A vila é um outro habitat diferente, castanho, azul, verde e tem casas baixas com jardins para os humanos. Um habitat pode ter vários nichos ecológicos, por exemplo, na floresta, o escaravelho vive junto ao solo do qual retira o seu sustento para sobreviver e a borboleta mais junto das flores. O solo, as flores, uma árvore são espaços mais pequenos na floresta onde estas espécies vivem, por isso são nichos ecológicos.
A ação do conto passa-se quase toda na Floresta do Tiago que se encontra rodeada por um rio – um ecossistema aquático.
O Tiago é uma personagem valente porque salvou a flor de ser morta pelo calor excessivo do Sol, os fatores abióticos. A flor precisava de água, um outro fator abiótico, para sobreviver. O Tiago vai ao rio buscar água na concha da sua mão vezes sem conta e deita-a no solo onde estão as raízes da flor que começa a beber e a acordar aos poucos. Ganha vida e cresce até ficar gigante.
O Tiago é um herói, porque foi corajoso, pensou no sofrimento da flor e percebeu que a natureza deve ser tratada e protegida pelos humanos.
Por fim, ele deitou-se junto da sua amiga que agradece, oferecendo-lhe uma pétala para se tapar, enquanto dorme um pouco.
As pessoas da Urbanização, quando o Sol nasce, juntam-se para olhar a flor grande que os cumprimenta no horizonte. A verdade é que nunca, mas nunca mais, fizeram mal à Floresta do Tiago, porque aprenderam a lição: devemos respeitar as outras espécies (vegetais e animais) e viver em cooperação com elas.


O Rafael, que está no 2º ano de escolaridade, elaborou o seguinte texto:

Era uma vez um menino que foi com o pai apanhar uma árvore.
O pai apanhou a árvore e debaixo dela estava uma flor que ficou sem sombra.
Nesse sítio, o menino viu um escaravelho e apanhou-o para o estudar. Colocou-o numa caixa com buracos para o escaravelho respirar. Quando chegaram a casa, o escaravelho aproveitou para fugir, quando o menino o estava a mostrar à sua mãe.
O rapaz correu atrás dele e saiu de casa sem autorização.
Andou, andou, andou e encontrou uma borboleta em vez do escaravelho. Começou a seguir a borboleta e foi ter a um sítio muito seco. Nesse sítio, encontrou a flor murcha, porque estava com muita sede. Ele decidiu salvá-la com água. Foi buscar a água ao rio e levou a água nas mãos. A flor começou a beber e a crescer imenso mas, na realidade, é impossível uma flor crescer daquele tamanho, mas aquela era mágica e ficou enorme. Regou-a muitas vezes e ficou muito cansado. Adormeceu e a flor tirou uma pétala para ser o cobertor dele.
Os pais olharam e não encontraram o filho. Foram ao bosque e viram que o filho estava a dormir ao pé da flor e levaram-no para casa.
As pessoas daquela cidade ficaram muito surpreendidas com o tamanho da flor.
A partir desse dia, a família foi sempre lá ver a flor e, se calhar, iam regá-la.

E se vocês também escrevessem o conto à vossa maneira como pede o escritor José Saramago?


Trabalho elaborado pelos alunos João Afonso e Rafael e pelos professores Sónia Bártolo e Fernando Martins 

Educação Alimentar

A Escola do Serviço de Pediatria do IPOLFG acompanha as crianças e jovens promovendo, em parceria com as suas escolas de origem, a progressão escolar e a inclusão social e educação.
A par do desenvolvimento do currículo, fomentamos atividades de caráter transversal com as quais procuramos desenvolver a cooperação, a socialização e o conhecimento.
Um dos temas que consideramos importantes é a educação alimentar. Procuramos promovê-la a partir de diferentes recursos.


No dia 16 de outubro, comemorámos o Dia Mundial da Alimentação.
Indo de encontro ao gosto de cada aluno, promovemos a confeção fictícia de uma refeição saudável, tendo em consideração o que aprendemos com a roda dos alimentos.

Os nossos alunos realizaram o trabalho tendo em consideração que devemos comer maior quantidade de alimentos pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que se encontram nos grupos de menor dimensão.


Afinal a comida saudável… pode ser muito saborosa!
Sem esquecer, que de vez em quando, podemos fazer uns excessos!!!!



Dentro do mesmo tema, também fizemos uma TeleAula com a Escola do Hospital de Santa Maria. Uma TeleAula dinâmica e muito divertida!

Nós somos o que comemos!?

Na escola do Hospital de Santa Maria, partimos do ditado nós somos o que comemos e fomos investigar!

Explorámos a Roda dos Alimentos e construímos cartazes com os alimentos que devemos consumir e com os que devemos evitar.



Moldámos em plasticina os alimentos preferidos.

Colocámos alimentos de todos os grupos no nosso prato.

Construímos o Jogo dos Alimentos que partilhámos em TeleAulas com a escola do IPO e com o Colégio Cesário Verde.


Também recebemos a visita da Glória que nos ensinou a fazer vários origamis!