Dias com brilho

A TeleAula com a escola do IPO foi sobre a história A girafa que comia estrelas. Assistimos a uma dramatização e resolvemos algumas fichas propostas.
Gostámos muito de conhecer a Olímpia e a Dona Margarida, já que também estamos, por vezes, com a cabeça nas nuvens!



Os alunos do 8.º ano do Colégio Cesário Verde, em TeleAula, tentaram partilhar connosco o blogue http://ticnoticias.blogspot.pt/ para utilizarmos a ferramenta http://drpeterjones.com/colorcalc/. Com esta ferramenta dá para “brincar” com as cores fazendo diferentes misturas. Durante a TeleAula a ligação da internet não permitiu acedermos ao blogue, mas deixou-nos ouvir duas canções interpretadas por estes alunos.

A Evelina do Pavilhão do Conhecimento propôs-nos a construção de um caleidoscópio a partir de missangas, tubos, espelhos e lentes. Também fizemos uns laços luminosos com LED. Foi uma tarde divertida!

Numa das sessões do Colete da Ciência, a Evelina veio acompanhada pela Benedetta Schiavone que está a estagiar no Pavilhão do Conhecimento e vive em Itália na cidade do cinema, Turim.
Trouxe-nos um pouco da história do cinema e percebemos como é importante a luz e o movimento através de teatros de sombras, zootrópios, taumatrópios, livros de girar… 
Aprendemos também que a nossa visão tem “persistência retiniana” e é isso que faz com que estes objetos nos deem as sensações de movimento.


O último Colete da Ciência foi levado para um dos quartos de isolamento. Trabalhámos a luminescência, fluorescência, fosforescência, fotoluminescência, quimioluminescência e a termoluminescência…


Como estamos em época natalícia, construímos anjos e pinheiros brilhantes para vos desejar um Feliz Natal!

À velocidade da LUZ!

A LUZ VEM DAS ESTRELAS!!

Decorreu no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, em Lisboa, nos dias 14 e 15 de novembro, a 1ª Conferência de Professores EspAciais organizada pela ESERO Portugal (European Space Education Resource Office).
O projeto ESERO é um programa educativo da Agência Espacial Europeia (ESA) que usa o espaço como contexto inspirador para a aprendizagem das ciências, tecnologias e matemática.
Muitos e importantes temas foram tratados, desde a importância da exploração espacial à vida a bordo da ISS (International Space Station), ao contacto (via Skype) com um engenheiro português que trabalha no CERN (European Laboratory for Particle Physics) …enfim dois dias com muitas estrelas e claro….muita LUZ!
Aqui fica o registo de alguns locais virtuais onde podemos viajar com os nossos alunos e partir para muitas “missões engraçadas”:

REFLEXOS DE MUITA COR

E como comunicamos com LUZ (invisível)!, ligámos no passado dia 12 aos nossos parceiros da EBI da Bobadela e fizemos a construção de um caleidoscópio! Foi uma tarde muito atarefada mas com excelentes resultados!

O material necessário, tão preciosamente preparado pelo
Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela
A montagem do prisma triangular espelhado para o interior

Os nossos instrutores do Clube de Educação
Tecnológica da EBI da Bobadela
Quatro mãos não foram demais
A colagem foi fundamental para o resultado final
Os nossos instrutores acompanharam-nos até ao final,
monitorizando sempre a nossa execução
O caleidoscópio concluído
O amoroso caleidoscópio da Bruna
Para quem se interessa pelos magníficos fenómenos da LUZ aqui fica a indicação de um local onde podem ler um resumo, muito simplificado, sobre o tema Fenómenos da luz.

E A LUZ, POR CÁ, ESTÁ EM TODO O LADO!!

Uma das nossas alunas da Unidade de Hemodiálise está trabalhar a Unidade 1 de Química – 10º ano – Das estrelas ao átomo. Com ela, estamos a explorar um vídeo muito interessante do National Geographic Channel. Por isso, aqui fica a referência para que seja visto por muito jovens que se interessam por temas do Universo.

Um lanche de várias cores

E porque o prometido é devido: qual é coisa qual é ela que mais parece uma barata amarela, consegue ser mais bonito que ela e brilha à noite como uma favela? O pirilampo, pois está claro!
· O pirilampo, assim como o seu parente vaga-lume, é um dos insetos mais conhecidos por emitirem luz – fenómeno conhecido por bioluminescência.
Alimenta-se de lesmas e caracóis.
Os pirilampos produzem luz através da oxidação de uma substância produzida pelo próprio corpo, a luciferina. Esta reação oxidante liberta energia sob a forma de luz em vez de calor. Não sabemos como os pirilampos controlam as emissões de luz, pensa-se que seja na limitação do fluxo de oxigénio às luciferinas.
As luciferinas dos pirilampos: produzem luz em tons verde-claro; nos vaga-lumes produzem em tons amarelos em vez de verde. Eta luz tem as funções de ataque, defesa, acasalamento (o pirilampo fêmea usa a sua luz para atrair um parceiro).
A fêmea do pirilampo não voa, pois não têm asas e os ovos são postos no verão em sítios húmidos (debaixo do musgo, por exemplo) e emitem um brilho fraco.

Pirilampo desenhado a carvão pelo André
Antes de lermos o livro “O lanche do senhor verde”, de Javier Sáez Castán, observámos as ilustrações, lemos o título e um aviso escrito em latim que aparece a dado momento da história. Em seguida, imaginámos duas histórias cada uma com a sua moral.


A primeira história

Era uma vez uma casa, nos anos 80, em Inglaterra, onde morava o Sr. Verde que gostava muito do seu cão da raça pugue, chamado Verdocas.
O Sr. Verde decidiu convidar os seus amigos de outras cores para um desafio: o Sr. Púrpura, o Sr. Amarelo, o Sr. Azul, o Sr. Castanho e o Sr. Preto.
Decidiram todos enfrentar o desafio e abrir a porta com as suas chaves de cada cor.
Quando passaram a porta, esperava-os uma mesa com um chapéu de sol, cheia de comida, rodeada de borboletas, o cavalo preto (do Sr. Preto), uma vaca e árvores de fruto: um mundo colorido.
Ficaram felizes a lanchar e para sempre viveram naquele mundo bonito cheio de cores.Moral da história: devemos enfrentar os nossos medos e desafios.

A segunda história

Antigamente, em Inglaterra, havia seis senhores de cores diferentes: amarelo, azul, púrpura, preto, castanho e verde.
Um belo dia, foram lanchar a casa do Sr. Verde que tinha uma porta com várias fechaduras para as chaves de cada um dos seus amigos.
Este senhor Verde convidou-os para os desafiar a abrir a porta e descobrirem o que havia para além dessa barreira: outra realidade da qual eles nunca poderiam regressar. E disse-lhes:
– Never look back!
Os amigos ultrapassaram com adrenalina a barreira do medo e deram de caras com um mundo colorido cheio de borboletas, macieiras, videiras e uma mesa coberta por um belo manjar.
Moral da história: para conhecermos algo, temos de investigar e ultrapassar barreiras, pois à partida só sabemos que nada sabemos.

De que seriam feitas as compotas de várias cores?

A verde podia ser de quivi ou de maçã verde.
A amarela devia ser de limão ou melão.
A púrpura devia ser de morango ou de framboesa.
A azul talvez fosse feita de mirtilos.
A castanha devia ser de marmelada ou de chocolate.
A preta devia ser de amora.
Comentámos a importância da diferença, da diversidade em contraste com a monotonia de um mundo fechado, sempre igual a si mesmo. Falámos de como será bom enfrentarmos os nossos medos e seguirmos em frente nas nossas descobertas e desafios, mesmo que seja difícil.


No dia do lanche, a professora Sónia contou a história para as crianças, jovens, educadoras, mães e avós. Afinal, é uma história para todas as idades!

O jogo da descoberta dos objetos presentes, alguns bem escondidos, nos cantos da escola e que aparecem na obra foi divertido. Para descobrirmos a chave, os professores Sónia e Fernando tiveram que nos ajudar com o velho jogo do “quente e frio”.
Por fim, veio o lanche com sumos e compotas coloridas, cheios de vitaminas e sabores diferentes. Realmente, comer e beber sempre a mesma cor, cansa!


Antes de começar
A professora Sónia a contar a história
O senhor Verde
O mundo colorido do senhor Verde
O chapéu de sol colorido
A agenda e a caneta para os convites
O chapéu 
A chave
A lanterna
Os objetos reunidos
As compotas e os sumos
O abafador para o chá não arrefecer