Momentos de diversão e luz

Com o Pavilhão do Conhecimento tivemos uma TeleAula em que fizemos impressões, vimos o arco-íris e buracos em bolas de sabão. Fizemos muitas e grandes bolas de sabão.



A Sandra trouxe-nos alguns módulos da exposição Loucamente que está agora no Pavilhão do Conhecimento. Experimentámos óculos com diferentes expressões e misturámos os nossos rostos com um jogo de espelhos. Como estávamos perto da época Carnavalesca… fizemos máscaras!



Finalmente conseguimos ter a nossa TeleAula com o IPO apesar de alguns cortes.
Falámos sobre luz e várias expressões que costumamos usar no nosso dia-a-dia. Foi divertido recordar… fez-se luz por aqui!



A luz é onda mas também corpúsculo

A luz também é partícula!

Com a nossa aluna Michaela, na sala de tratamento de hemodiálise, continuamos a estudar a luz e, como não podia deixar de ser, falámos de Albert Einstein.
Quando se fala deste cientista pensamos automaticamente na sua famosa equação E=mc2 e na sua Teoria da Relatividade, julgando dever-se a ela o seu prémio Nobel da Física em 1921. Na realidade, o prémio foi-lhe atribuído pela revolucionária interpretação do Efeito Fotoelétrico!
A nossa Michaela  estudou esta experiência e o desenvolvimento de tecnologia eletrónica que ela permitiu, ficando a conhecer muitas das suas aplicações no nosso dia a dia.
Fica aqui, de uma forma muito resumida, a explicação desta experiência (escrita pela nossa Mikas!)
Já anteriormente os cientistas tinham descoberto que uma radiação com determinada energia, ao incidir sobre determinados materiais (especialmente metais) provocava a ejeção de eletrões que poderiam criar uma corrente elétrica (Efeito Fotoeléctrico).
Então, o que introduziu de novo Einstein que lhe valeu o Nobel da Física com esta experiência? Ele introduziu a Teoria Corpuscular da radiação, interpretando o referido efeito fotoelétrico como resultado do choque de partículas de luz (fotões) com os eletrões do material sobre o qual a radiação incidia.
Qual o impacto desta experiência (efeito fotoelétrico) na nossa vida? O impacto é GRANDE. Utiliza-se, por exemplo, nos detetores de fumo, nas portas automáticas e em laboratórios para a contagem de bactérias.
Podemos pensar que ao carregarmos no botão do comando, da nossa garagem, estamos a utilizar o efeito fotoelétrico!

 A luz e os seus (en)feit(e/o)s!

Dos nossos parceiros eTwinning da Finlândia chegou nova correspondência e, entre outras coisas, uma imagem pintada por um aluno e uma fotografia muito bonitas da Aurora Boreal! Vejam lá a nossa sorte!
Pela Finlândia, auroras boreais são tema de correspondência
Fotografia de uma aurora boreal, enviada de Oulu, Finlândia

A revista National Geographic deste mês tem um artigo muito interessante sobre este tema!
Desta favorável coincidência, decorreram algumas conversas com os alunos mais fascinados por estas matérias!
Ficaram a saber que as auroras boreais são um fenómeno que decorre da atividade solar. Em alturas de maior atividade deste nosso Astro, intensifica-se o vento solar (carregado de protões, eletrões…) que em contacto com a magnetosfera terrestre (campo magnético da Terra, o nosso escudo protetor) origina a formação destes magníficos  efeitos luminosos!
As cores podem variar entre verdes e vermelhos, estando este facto  relacionado com a composição do gás que está presente e com a altitude a que se dá este fenómeno, por exemplo: o verde relaciona-se com a presença do gás oxigénio.
Ficaram, também, a saber que este fenómeno pode ser igualmente observado no Pólo Sul e que aí tem a designação de Aurora Austral.
TeleAula com os nossos parceiros da EBI da Bobadela

À semelhança dos nossos amigos do IPOLFG, fizemos uma TeleAula com o nossos parceiros da EBI da Bobadela, e mais uma vez foi um grande sucesso! Para o bom resultado final, que tanto prazer deu aos nossos alunos, muito contribuiu a preciosa orientação dos membros do Clube de Educação Tecnológica, que guiaram os nossos passos e seguiram os nossos gestos ao pormenor. Muito obrigada!
Depois da construção do Periscópio e de falarmos um pouco sobre a utilidade deste instrumento ótico, as nossas alunas mais criativas deram um acabamento final aos seus trabalhos. Fica aqui um belo registo!
Durante a pintura de um dos periscópios

Fogo e água como inspirações temáticas

O meu coração tem muitas cores

Abrimos as portas dos nossos corações, à semelhança da protagonista da história do livro No meu coração pequenino, de Jo Witek e Christine Roussey. Um livro para todas as idades que fala dos sentimentos e das emoções de uma menina que acha que o seu coração “é um tesouro que muda de cor consoante o seu humor”.
Após e durante a leitura trocámos impressões e saberes, como por exemplo: o que são as lágrimas de crocodilo? Sim, todos sabem que esta frase se refere a um choro fingido, mas como surgiu e porquê? Os crocodilos engolem a sua presa sem mastigar e, para que o possam fazer, abrem a mandíbula de tal forma que ela comprime a glândula lacrimal. Em consequência, um mecanismo semelhante ao nosso produz lágrimas. Parece que choram com piedade da sua presa, mas trata-se de uma reação física a um estímulo.

Fizemos um jogo para adivinhar sentimentos com os corações que desenhámos.

O aluno mais velho esteve a estudar os idiomatismos, na disciplina de Português. Quer ser professor, então, nada melhor do que começar a treinar a sua futura profissão. Esteve a explicar aos mais pequenos, aos pais, às mães e às educadoras o significado de “expressões com o coração dentro”. Seguem algumas frases:

Cair o coração aos pés – Não estar à espera que algo aconteça.
Do coração – De boa vontade.
Falar com o coração nas mãos – Falar com sinceridade.
Fazer das tripas coração – Esforçar-se ao máximo.
Ler no coração – Perceber os sentimentos das outras pessoas.
Não ter coração – Ser mau.
Ter pelos no coração – Ter maus instintos.
Ser um coração lavado – Ser uma pessoa com bons sentimentos. Ser um bom amigo.
Ter o coração na boca – Ficar aflito.

Entretanto, sem que ninguém previsse, apareceram na sala da escola dois atores famosos da telenovela portuguesa Jardins proibidos: Vítor Silva Costa (Alfonso Herédia) e Renato Godinho (inspetor Nuno). Conversámos, tirámos fotografias, partilhámos emoções e sentimentos.

Depois, metemos mãos à obra e escrevemos os sentimentos que moram no nosso coração.
Fico feliz, quando vejo… os meus amigos; ajudarem os outros; a minha mãe e o meu pai; a minha mãe feliz; a minha família. Quando oiço… a minha mãe; palavras bonitas; elogios; música; o mar. Quando como… chocolates, carne, bacalhau à Brás; batatas fritas; de tudo. Quando sinto… que estou quase a ir embora; amor no coração; amizade; coisas boas. Quando… vejo a minha avó feliz; tenho amigos; vou de fim de semana a casa; estou com as pessoas de quem gosto; vejo a minha mãe sorrir. Quando os meus amigos… vão a minha casa; me respeitam; gostam de mim; me apoiam; me tratam bem. 
Fico triste, quando vejo… injustiças; maltratarem os outros; as pessoas de quem mais gosto morrerem; que a minha mãe não está perto de mim; injustiças; os meus pais a discutir. Quando oiço… palavras duras e feias; asneiras; a ralharem comigo; barulhos atrás de mim; discriminação racial; coisas más. Quando como… sopa; bacalhau; espinafres verdes; cebola muito picante; peixe. Quando sinto… dor; raiva; infelicidade; falta de amizade; que sou posto de parte; a minha cabeça a ouvir vozes. Quando…estou sozinha; acordo de manhã com os pés de fora; não tenho os meus pais perto de mim; não vou de fim de semana a casa; não me respeitam; me chateio com os meus amigos. Quando os meus amigos… não me vêm ver; não ligam ao que lhes digo; não vão a minha casa; me pregam sustos; dizem coisas sobre mim que me magoam.
Um amigo especial, muito colorido, que nos acompanhou durante toda a tarde.
Em seguida, dissemos algumas palavras doces e outras amargas como, por exemplo: bonito, amizade, beijo, sol, melhor amiga, mel, simpático, filho, sorriso, amor, mãe, mar, irmão, animais, mau, solidão, agressividade, falsidade, castigo, birras, escuro, desistir, chatices, rancor, estúpido, racismo, feio, ansiedade. Descubram quais as doces e quais as amargas.
Este trabalho foi partilhado com os nossos amigos do Hospital Dona Estefânia, durante uma sessão de videoconferência. As professoras do HDE fizeram-nos um jogo sobre as emoções e as expressões.

Deixamos duas opiniões sobre a sessão: “Adorei esta aula!” e “Foi uma aula gira! Onde é que arranjaram as fotografias do jogo?”.

LUZ

Na continuação da exploração do tema “A Luz”, os nossos alunos, no âmbito do projeto TeleAula, construíram um periscópio em parceria com os alunos da EBI da Bobadela.


O material enviado pela EBI da Bobadela

Numa primeira fase, os nossos alunos tiveram que dobrar a cartolina de acordo com as indicações.

De seguida, tiveram que recortar dois quadrados nas extremidades.
Após as dobragens e recortes, os nossos alunos colaram o cartão de forma a construir um paralelepípedo.
 Numa segunda fase, os alunos voltaram a dobrar, de acordo com as indicações, os dois cartões menores.
 
 Em cada centro dos cartões menores, colaram um espelho.

Por fim, colocaram-nos num ângulo de 45 graus em cada uma das extremidades do paralelepípedo. 
Foi uma atividade de sucesso!
No seguimento desta atividade, de forma a conhecer melhor este instrumento utilizado nos submarinos, fomos explorar um livro que interessou muito os nossos mais pequenos. 
Com a exploração deste livro, aprendemos mais sobre a luz e inventámos um quebra cabeças que temos todo o gosto em partilhar.