A TeleAula aquece corações/”Quentinhas e boas”

Faz de conta que temos frio…

Apesar do verão de São Martinho este ano chegar bem quentinho, nós decidimos aquecê-lo ainda mais e na Sala de Apoio Escolar fizemos um magusto!!! Contámos com a presença de alunos de várias enfermarias e ciclos de ensino e das Educadoras de Infância.
Como não tínhamos brasas, nem fogueiras, trouxemos uma velha Patusca! Depois de várias tentativas, com o quadro elétrico a “ir abaixo”, decidimos recorrer ao microondas do Serviço de Adolescentes… e finalmente lá conseguimos. O “bolinho da caneca”, confecionado no momento, também não faltou, assim como um chá quentinho. Pelo meio, e para quem não aprecia o sabor destes petiscos de outono, fizeram-se cartuchos em origami e crucigramas!

Faz de conta que estamos perto…

Este ano temos mais um parceiro para as TeleAulas. Tão perto ficámos da cidade do Porto! Iniciámos ligações por videoconferência com o Hospital de São João e até com o Joãozinho já falámos! Fica aqui o registo desses momentos.

E porque gostamos de manter velhas amizades, continuamos com os nossos parceiros do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e com a EBI da Bobadela.

Como se formaram os fósseis

E se fossemos a Natureza ao longo de milhares e milhares de anos?
Imaginámo-nos no lugar da Natureza e fizemos de conta que os nossos minutos e horas se transformavam em milhares e milhares de anos.
A fossilização é o conjunto de fenómenos físicos e químicos que permitem a formação de um fóssil. Habitualmente, os seres vivos, quando morrem, entram em decomposição e desaparecem. Para se tornarem fósseis, é preciso que não sejam ingeridos por outros animais e não fiquem expostos aos agentes erosivos como o vento e a chuva.
Os processos de fossilização são os seguintes:

Mumificação ou conservação – por exemplo, os insetos preservados em âmbar, uma resina fóssil viscosa que, ao escorrer pelo tronco da árvore, matou e aprisionou gafanhotos e mosquitos, como se viu no filme “Parque Jurássico”. O gelo também pode conservar durante milhares de anos o esqueleto ou mesmo os corpos inteiros de animais.
Exemplo de um colar feito com âmbar

Moldagem – As partes moles do ser vivo desaparecem totalmente, deixando gravado na rocha um molde geralmente das suas partes duras como, por exemplo, conchas, dentes e ossos. A parte exterior da peça dura desaparece, deixa gravada, nas rochas que a envolveram, a sua forma. É o que se chama de molde externo.
Se os sedimentos penetram no interior da parte dura, quando esta desaparece, resta apenas o molde da parte interna. É o molde interno.
Imitámos estes dois processos com conchas, plasticina, óleo e gesso.

Os materiais
Os materiais
A moldar com ajuda
A amolecer o barro
A moldar plasticina
A pincelar com óleo
A fazer o gesso
Molde de um futuro fóssil
A pressionar a parte externa da concha
A pressionar a parte externa de uma concha
Os moldes alinhados

Mineralização – a matéria orgânica que constitui o ser vivo é substituída por minerais. É o exemplo dos esqueletos de dinossauros que, a fingir, retirámos dos bocados de rocha e da folha que colocámos diretamente no gesso.

A folha ficou “desenhada” no gesso

No estudo da dinâmica externa da Terra, fiquei a conhecer algumas rochas e os minerais por que são constituídas. A identificação dos minerais é fundamental para a classificação das rochas, por isso estudei as suas características: cor, brilho, traço, dureza, clivagem e a reação com os ácidos. Observei estas características nos minerais trazidos pela professora Sandra. Também observei os dez minerais constituintes da escala de Mohs. Gostei de observar a reação do ácido clorídrico sobre o calcário – a efervescência, o que significa que este mineral reage a ácidos.

André Martins

Os 10 minerais
A escala de Mohs
O diamante, o rei dos minerais
Observação individual de cada mineral
O traço que permite avaliar a cor do mineral
Observação da cor que o traço deixa na placa de porcelana
Observação da efervescência – reação provocada pelo ácido

Deuses e travessuras

Dia Mundial da Alimentação

Sendo a alimentação equilibrada e saudável uma temática cada vez mais pertinente para trabalhar com os alunos, no dia 16 de outubro, explorámos os hábitos a ter na nossa vida neste âmbito. 
Os nossos alunos, fazendo de conta que eram nutricionistas, construíram a roda dos alimentos e elaboraram um prato saudável.

Projeto TeleAula

Retomámos no dia 21 de outubro o Projeto TeleAula com a Escola do HSM. Para primeira TeleAula, os nossos alunos fizeram de conta que eram cientistas e construíram uma “Lavalamp”. A partir desta experiência, explorámos as densidades, as misturas homogéneas e heterogéneas e soluções. 

Projeto Mitologia

Finalmente… 10 anos depois do fim da Guerra de Tróia, o nosso herói chega à sua terra.
Foi assim, entre muitas histórias fantásticas, que os nossos alunos descobriram como Ulisses conseguiu resistir a todos os perigos e encantos e voltar a Ítaca onde reencontrou a sua casa e a sua família.

Halloween 

No dia 30 de outubro comemorámos o Halloween. Um dia cheio de travessuras e doçuras!!!! Por um dia esquecemos os hábitos alimentares aprendidos no Dia Mundial da Alimentação.

A fazer de conta que éramos cientistas… e músicos!

Com o projeto O Robot ajuda!, o professor Paulo Torcato convidou-nos a participar na Code Week 2015. Superámos os desafios e, no final, todos recebemos um certificado internacional.
Também tivemos sessões em que montámos um robot e o programámos para que ele começasse a “sentir”. Foi muito divertido!


Através da Ciência faz bem à saúde, tivemos a primeira ligação deste ano letivo ao Pavilhão do Conhecimento e fizemos de conta que éramos eletricistas. Experimentámos vários tipos de circuitos elétricos e construímos uma máquina de rabiscos muito criativa.

Na visita ao hospital, a Sandra e a Marta trouxeram-nos um microscópio onde pudemos observar células animais e células vegetais. Descobrimos algumas diferenças entre elas e tentámos perceber como funcionam. Que grande ” complexicôndria”!!!

Já tivemos a primeira teleaula deste ano letivo com a Escola do IPO e fizemos de conta que éramos cientistas. Falámos de misturas, soluções, densidades… enquanto construíamos um Lavalamp.

E ainda fomos surpreendidos com um concerto de clarinete e flauta. Obrigada professora Cristina Ribas… adorámos!