Tarde em Alcoitão

Fizemos de conta que percebemos muito sobre o amor e filosofámos à roda desse sentimento.
A professora Sónia contou-nos três histórias: O que é o amor?, O coração e a garrafa, A palavra chorar.
Então, vamos lá filosofar: o que é o amor?

O dia dos namorados.
Um sentimento bom.
Sei lá!
É a inspiração dos poetas.
É um sentimento muito forte que sentimos por quem gostamos.
É um sorriso.
É corar.
É um sentimento que sentimos pela mãe, pelo pai, pelos amigos e pelo namorado.
É o que sentimos pelos animais e pelo planeta.
É um sentimento muito forte.
É plantar uma árvore e vê-la crescer sempre juntos.

O coração e a garrafa é uma história triste. Afinal o amor também faz doer. Como disse uma mãe: “Já Camões escreveu que o amor é ferida que dói e não se sente”. É triste ficar sem uma pessoa que amamos.

Em seguida, cada um de nós tirou à sorte palavras soltas que estavam dentro de um envelope, como por exemplo: amor, mãe, ódio, raiva, família, fome, gato, pressão, solidão, sozinho, destruição, dor, partida, guerra, música, angústia, e tantas outras. Tínhamos que decidir se levávamos essas palavras para uma viagem ao futuro ou se as deixávamos no presente. Colocávamos as que queríamos levar numa garrafa que tinha um rótulo a dizer “PARA GUARDAR”. As que não queríamos levar ,eram colocadas numa caixa pequena. As palavras raiva, difícil, livros, poesia, grito, chorar e partida levantaram dúvidas e a discussão ficou acesa. No final, ainda resgatámos as palavras cidade e gato. Houve quem quisesse levar consigo palavras como sol, filho, montanha e água que não estavam no envelope.
Terminámos a nossa atividade a comer bolachas com a forma de coração e jesuítas, o bolo típico de Santo Tirso, em homenagem aos nossos colegas e correspondentes da Escola D. Dinis. 

A palavra chorar

Esta história não aconteceu ainda, mas acontecerá certamente amanhã. Eis o que conta. Nesse dia, uma velha e boa professora levou os seus alunos, em fila de dois, a visitar o Museu do Tempo Que Passou, onde estão reunidas as coisas de antigamente que não servem já, como a coroa do rei, o vestido da rainha, o elétrico de Monza. Numa pequena vitrina levemente empoeirada estava a palavra Chorar. Os pequenos alunos do Amanhã leram a etiqueta, mas não entenderam. – Senhora professora, o que é que isto quer dizer? – Trata-se de uma joia antiga. – Terá pertencido aos Etruscos?A professora explicou que, noutros tempos, aquela fora uma palavra muito usada e que magoava. Mostrou um frasquinho onde estavam conservadas duas lágrimas; quem sabe se as não terá derramado um escravo surrado pelo patrão, ou talvez um menino sem casa.

Gianni Rodari, Novas Histórias ao Telefone

Algumas frases para mais tarde recordar:

Mesmo que as meninas riam, os rapazes têm que levar sempre a palavra poesia
O que é a vida sem amor?
Tenho que levar a palavra difícil, porque tudo fácil perde a graça.
O jesuíta é um triângulo com uma capa de suspiro por cima.
Foi divertido!
Gostei de tudo!
Gostei muito dos bolinhos!

E ainda, se eu mandasse, em 2016…

Em fevereiro… só animação!

Carnaval

O Carnaval, como sempre, foi muito animado! Médicos, enfermeiros, educadoras, professoras, auxiliares da ação médica…. mascararam-se de Mínimos.  Muita alegria e animação… com muito corte, costura e colagem à mistura!

Uma mão robot engraçada!!

Em parceria com a EBI da Bobadela, os nossos alunos construíram uma mão biónica! O deslumbre era visível… Foi a nossa primeira experiência robótica!!!!

Dia Internacional da Criança com Cancro

No dia 15 de fevereiro, comemorámos o Dia Internacional da Criança com Cancro. 
Numa festa no anfiteatro, apresentada por um grande amigo do Serviço de Pediatria, Pedro Granger, visualizámos um filme sobre os Barnabés, que são um  grupo de crianças e jovens da ACREDITAR e assistimos a uns pequenos concertos com o João Pedro Pais e os Doutores Palhaços da Operação Nariz Vermelho. Com os alunos da Escola de Música do Colégio Moderno, as crianças e famílias ouviram  um concerto de música clássica. 
Foi uma tarde muito ternurenta!

Robots e o Mundo do faz de conta

Como a maioria dos nossos alunos tem estado em isolamento, levámos o professor Paulo e um robot a conhecer um sítio especial.


Estamos a construir um jogo. A partir de jogos que já conhecíamos, definimos um objetivo para o nosso jogo, construímos um tabuleiro e elaborámos as provas para cada equipa superar. Também já construímos os fantoches para tornar o jogo mais atrativo. Estamos cheios de vontade de começar a jogar ao Mundo do faz de conta!

Faz de conta que “robotizamos”

Como o Carnaval já vem perto, vamos lá Fazer de conta… que robotizamos!

…e foi isso mesmo que fizemos!
Com o Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela, construímos via TeleAula uma mão articulada! Gargalhadas não faltaram, a animação foi total. E se uns conseguiram mãos delicadas e com movimentos harmoniosos, os outros nem tanto… Mas com dedos tortos ou direitos, o resultado foi bem enquadrado na época que se aproxima.

Fica aqui o registo da nossa atividade.

Mão Robot

Robot apontador

A nossa aluna Rebeca recebeu a visita de alunos e professores do premiado Clube de Robótica da EB de São Gonçalo, de Torres Vedras. Com eles trouxeram um apontador robótico para ecrãs táteis, material muito interessante para alunos com acesso limitado às novas tecnologias, que a nossa jovem Rebeca experimentou.
Deste encontro, ficou a sementinha para uma futura, e esperamos que duradoura, amizade entre a nossa menina e os jovens do clube.
Registaram-se alguns desses agradáveis momentos, dos quais deixamos este.

Já tínhamos cá o bichinho instalado pelo HSM, o “Robot pintor”. Desta vez fizemos uma Mão Robótica e experimentámos um Robot Apontador para ecrãs táteis. O que se seguirá?