Contando fevereiro e março

Teleaula com HSM

Na TeleAula com os alunos do HSM, realizámos o jogo Faz de Conta, um jogo divertido com várias atividades: mímica, desenho, adivinha, pergunta e som.
Aprendemos muito… e também nos divertimos…

Projeto Mitologia

Neste mês, explorámos a Fundação de Roma.
A cidade de Roma, que significa força, em grego, terá sido fundada, provavelmente, em 753 a.C.
De acordo com a lenda, a seguir à queda de Troia, o troiano Eneias ter-se-ia fixado junto ao rio Tibre, onde se casou com uma filha do rei Latino.
Da sua descendência, surgiram, três séculos mais tarde, os irmãos Amúlio e Numitor. Este foi afastado do trono pelo seu irmão mais novo. E para que não houvesse descendência, Amúlio fez com que a filha do seu irmão Numitor, Reia Sílvia, se tornasse numa sacerdotisa, consagrada à deusa Vesta.
Um dia, Reia Sílvia terá ido buscar água para um sacrifício a um bosque sagrado, junto ao rio Tibre, quando foi seduzida por Marte, deus romano da guerra, que a engravidou. Nasceram desta união proibida dois gémeos, Rómulo e Remo.
Amúlio, com medo que estas crianças viessem futuramente a destroná-lo, ordenou que as pusessem fora dos seus domínios, num cesto junto ao Tibre. Assim, as crianças foram abandonadas junto à colina do Palatino, onde depois nasceria Roma.
Mas o rio, em vez de as levar para o mar, levou-as para um lugar seco. Numa primeira fase, foram criados por uma loba na sua gruta e, mais tarde, foram recolhidas por um pastor chamado Fáustulo.
Rómulo e Remo, quando jovens, voltaram-se contra Amúlio, destronaram-no e mataram-no, colocando, em seu lugar, Numitor, seu avô, novo rei de Alba.
Depois, decidiram fundar uma cidade no Palatino, o local onde tinham sido salvos pela loba, a cidade de Roma.


Dia do Pai

Para o dia do pai, os nossos alunos fizeram uns lindos porta-chaves!!!

Atividades sem Conta

Tivemos uma TeleAula com a escola do IPO e, finalmente, fizemos o jogo “O mundo do faz de conta”. Apesar de termos sido derrotadas, foi uma sessão onde aprendemos a jogar.

Há já algum tempo que a Sandra do Pavilhão do Conhecimento não nos trazia estas experiências espetaculares!
Divertimo-nos muito com a lata que não cai, a mensagem secreta, a areia mágica, passar no interior de uma folha A4, as explosões de cores, encher um balão sem soprar e os foguetões!
Também tivemos uma sessão de TeleAula com a Sandra e com o Miguel.
Fizemos de conta que éramos astrónomos e, com a ajuda do Miguel, esclarecemos muitas dúvidas sobre a origem do universo, o nosso sistema solar, os eclipses, as estações do ano, a sucessão dos dias e das noites… e muito mais havia para dizer!!!!
Foi Muito Bom.

O professor Paulo Torcato tem continuado a trabalhar connosco. Alternamos sessões de programação em Scratch com a construção de robots, tanto na nossa sala como em isolamento.


Atividade não letiva também conta

As nossas (in)formações

Nos passados dias 3, 4 e 5 de fevereiro decorreu no Centro de Formação do Hospital de Dona Estefânia um curso básico subordinado ao tema Cuidados Paliativos Pediátricos.
Tivemos a possibilidade de participar e ficar mais informadas sobre esta área, tão importante para muitas das crianças e jovens que temos vindo a acompanhar ao longo de tanto tempo.
Da formação de três dias fizeram parte os seguintes pontos:

  1. Princípios gerais dos Cuidados Paliativos;
  2. Especificidades dos Cuidados Paliativos Pediátricos;
  3. Panorama nacional e internacional;
  4. Organização de serviços;
  5. Questões éticas em Cuidados Paliativos Pediátricos;
  6. Comunicação e relação com a criança e família;
  7. Controlo de Sintomas;
  8. Perda e Luto;
  9. Acompanhamento espiritual e psicossocial em Cuidados Paliativos Pediátricos;
  10. Do hospital para casa – a experiência da UMAD do Hospital de Dona Estefânia;
  11. Cuidados Paliativos Pediátricos na comunidade;
  12. Intervenções lúdico-pedagógicas em Cuidados Paliativos Pediátricos.

Saímos desta formação conscientes de que a área dos Cuidados Paliativos Pediátricos ainda é muito pouco conhecida em Portugal pelos profissionais de saúde em geral, mas que conta com uma equipa de pessoas (médicos, enfermeiros, terapeutas…) – Grupo de Trabalho para os Cuidados Paliativos Pediátricos – nomeada pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da saúde, muito empenhada em mudar o panorama nacional.
O relatório elaborado por este grupo de trabalho parece-nos de grande interesse para todos nós e poderá ser consultado na página da Associação de Cuidados Paliativos Pediátricos. 

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No dia 27 de fevereiro decorreu o 1º Encontro de Docentes Educação e Saúde – Caminhos Cruzados, promovido pelo Hospital Pediátrico Integrado/Centro Hospitalar de São João, para o qual fomos convidados pelos três professores anfitriões do evento que aí prestam funções docentes.
Foi um sábado intenso em que, depois da abertura dos trabalhos pelo Diretor do HPI e pelo Delegado Regional da DGEstE-DSRN, se ouviram educadores de infância, enfermeiros, médicos, pais, professores e psicólogos falar sobre educar e brincar, intervenção educativa em contexto hospitalar, apoio psicológico, cooperação em saúde; e sobre dificuldades de aprendizagem, perturbações do espectro do autismo, o cancro, as doenças metabólicas; bem como do projeto Comer bem para correr melhor, do Programa Educação para a Saúde e do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância.
Foi delineado um programa muito abrangente com variados pontos de interesse e contacto, nomeadamente nas áreas do apoio social, da enfermagem, da pedagogia, da pediatria, da pedopsiquiatria e da psicologia – caminhos cruzados de profissionais ao serviço da criança/jovem.

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E porque a partilha de saberes multidisciplinar e entre colegas conta, deixamo-vos um folheto de divulgação da HOPE (organização europeia de professores em hospital) e chamamos a atenção para o seu congresso anual com o tema “Migração, Multilinguísmo e Necessidades Médicas – Pedagogia para o século XXI”.