Viajando por histórias especiais!

Histórias de Amor

No projeto Mitologia estivemos a explorar as belas histórias de amor da mitologia. A história mais apreciada pelos nossos alunos foi uma das lendas mais conhecidas da mitologia grega, a de Eros e Psiquê.
Eros era filho da deusa do amor, Afrodite, uma imortal de beleza enorme. Psiquê era uma mortal, filha de um rei importante.
Psiquê e as suas duas irmãs eram muito belas, capazes de despertar a admiração de qualquer pessoa. As irmãs de Psiquê casam-se mas ela não, apesar de ser a mais bela das três. Os seus pretendentes tinham medo da sua beleza.
Consultando os oráculos, os pais da jovem entristeceram-se pelo destino da filha. Foram aconselhados a deixar Psiquê num alto de um rochedo vestida de noiva, para ser desposada por um terrível monstro!
Assim, Psiquê foi deixada no alto do rochedo e um vento muito forte, Zéfiro, soprou e levou-a para um local mágico. Psiquê acabou por descobrir que o marido que lhe estava predestinado, Eros, afinal era extremamente carinhoso.
O marido de Psiquê exigiu uma condição que não podia ser quebrada: ela nunca poderia ver o seu rosto. Eros não queria que ela o amasse só por causa da sua beleza. Psiquê aceita e promete não quebrar o desejo do marido.
Mais tarde, Psiquê vai visitar a casa dos pais. O reencontro gera a felicidade dos pais e a inveja das irmãs. Elas acabam por convencer Psiquê a quebrar a promessa.
Em casa, quando a noite chega, Psiquê acende uma vela e procura ver o rosto do marido. Ela fica totalmente encantada pela beleza do marido. Eros ao ver que ela tinha quebrado a promessa, abandona-a.
Sozinha e infeliz, Psiquê cai num sono profundo. Ao vê-la tão triste e arrependida, Eros, que também sofria com a ausência da amada, implorou a Zeus que tivesse misericórdia deles.
Com a concessão de Zeus, Eros usou uma de suas flechas, despertando a amada, transformando-a numa imortal e levando-a para o Olimpo.
A partir daí, Eros e Psiquê nunca mais se separaram. O mito de Eros (o amor) e Psiquê (a alma) retrata a união entre o amor e a alma.


Um livro especial…

Um menino especial teve uma manhã especial com um livro ainda mais especial…
Este livro conta a história do Pinóquio e foi criado pela equipa Pimpolina para ser explorado por crianças hospitalizadas.

Dia da Mãe

Aqui fica o nosso mimo para o Dia da Mãe…


Sismos, circuitos e robótica

Com a Sandra e o Ricardo do Pavilhão do Conhecimento fizemos de conta que éramos sismólogos. Falámos dos sismos no mundo, das escalas, dos vários tipos de falhas e ondas e simulámos como é que elas se formam.
Por fim, construímos um sismógrafo e registámos as nossas vibrações.
Foi uma tarde tremenda!


Numa outra sessão, a Sandra trouxe os Little Beats.

Explorámos e construímos vários circuitos e, no final, conseguimos produzir movimento, luz e sons.

Aqui estão alguns dos nossos circuitos, um leão colorido que era diferente dos outros e ainda uma macaca animadora de festas e DJ em part-time.

O professor Paulo Torcato trouxe a Nicole e o Alex para mais uma sessão de robótica. Tivemos a sala cheia… com alunos dos 6 aos 18, de várias nacionalidades (portugueses, angolanos, guineenses, são tomenses, cabo-verdianos e ainda ingleses ) com orientação em português e inglês. Desta vez, a nossa tarefa foi desmontar e montar o robot.


A mente conta muito

Quando não podemos fazer de conta …que alguma coisa nos passa ao lado

A Psiquiatria da Infância e Adolescência, ou Pedopsiquiatria, é uma especialidade médica que se dedica à prevenção, diagnóstico e intervenção de perturbações emocionais e comportamentais de crianças e adolescentes, tendo como principal objectivo a promoção de um desenvolvimento psicoafectivo adequado.
As doenças mentais nem sempre se veem e, também por isso, muitas vezes não são compreendidas, sendo mesmo estigmatizadas e estigmatizantes. Não nos esquecemos que são doenças que a todos nós podem afetar, podendo ser tão incapacitantes como qualquer outra doença, limitando ou impossibilitando o normal da vida.
Existe no Hospital Dona Estefânia um Serviço de Pedopsiquiatria com o qual trabalhamos há muitos anos e onde muitos e muitos jovens já conhecemos!
Dedicamos esta publicação a todos estes alunos que connosco trabalharam, a todos os outros que por lá passaram e não chegámos a conhecer e a todos os profissionais de saúde que com eles trabalham diariamente com tanta dedicação e carinho.
A atividade de apoio escolar desenvolvida no âmbito desta especialidade, tal como noutras, desenvolve-se em modo de apoio indireto e/ou de apoio direto ao aluno, por vezes na unidade de internamento, outras vezes na nossa sala de trabalho. A manutenção de alguma rotina escolar e o apoio individualizado aos conteúdos curriculares procuram não só contribuir positivamente para o tratamento mas também contribuir para a reintegração escolar no pós-alta.
Das atividades de apoio direto ao aluno resultam produções muito interessantes de que vos queremos dar conta. Perguntarão os leitores: Porque lhes dão este destaque? Ao que respondemos: Porque de outro modo não as distinguiríamos de entre quaisquer outras! Aqui fica o registo de alguns momentos de trabalho destes jovens.

Desenhando e pintando – autorretrato

Exercitando a matemática

Desenvolvendo estratégias – o jogo do semáforo

Construindo um jogo matemático para a multiplicação

“Rir é o melhor remédio”, e coletivamente ainda mais

Jardinando na horta pedagógica

Cadernos diários digitais, que têm muito que contar

Nem tudo o que parece é

Nem tudo o que parece é ou nada é o que parece foram os motes para esta atividade de fim de tarde, sempre na senda do faz de conta.
Esta atividade centrou-se na fotografia macro e de detalhe, utilizando algumas das trinta e quatro fotografias do kit do Laboratório de imagens, A Ciência em fotografia, passou pelo visionamento / interpretação de ilusões de ótica, pela leitura do livro Oh! de Josse Goffin e culminou com um trabalho / jogo coletivo de escrita e de pintura à moda dos artistas surrealistas.
Aqui fica o power point para aqueles que quiserem experimentar descobrir o mundo microscópico que nos rodeia e algumas partidas que os nossos olhos nos podem pregar.

Deixamos também o poema coletivo que fizemos a brincar com metáforas criadas a partir de frases construídas por dois grupos diferentes. Ficou uma espécie de monstro Frankenstein.

O que é um coelho preto e branco? É um cantor com cara de castor.
O que é um vestido de noiva branco? É um astronauta a aterrar na Lua.
O que é um fato de banho curto? É uma bailarina a rodopiar na areia.
O que é um cão muito mau? É um professor a ensinar os alunos.
O que é um calção roto? É um gorila a andar de bicicleta.
O que é um grande splash? É uma estrela no mar.
O que é o cesto vermelho da avozinha? É um morango muito bom.
O que é um objeto aborrecido? É um computador que fala sozinho.
O que é uma pulga saltitona? É um cão que foi passear com a dona.

A professora Sónia contou-nos a história Oh! cheia de surpresas que não tinha texto mas apenas imagens que escondiam outras imagens. O Rúben contou a história criando outras personagens e procurando fazer rimas diferentes das da professora. Foi muito divertido!
Fica aqui um breve registo do nosso trabalho de pintura.

Quanto ao projeto Correspondência escolar, divulgamos uma notícia no jornal online do agrupamento de Escolas D. Dinis – Santo Tirso, onde poderão encontrar fotos dos nossos parceiros correspondentes e alguns dos nossos trabalhos enviados:
https://aeddinforma.wordpress.com/

Desejamos a todos um ótimo 3º período!