Viajantes com Arte

A visita dos museus

Farol Museu de Santa Marta

Recebemos a visita do senhor Faroleiro Santa Neto, da Direção de Faróis, que nos contou pormenores da sua vida quotidiana e profissional e nos explicou o significado dos desenhos nas divisas (braçadeiras) e nos bonés utilizados pelos faroleiros portugueses e ainda nos ensinou a fazer a continência.
A Dra. Inês Brandão e a Manuela Pereira (equipa técnica do FMSM) trouxeram consigo a maqueta do farol, alguns instrumentos mais utilizados e dois livros de registos que estivemos a consultar.
Sabiam que o único farol em Portugal com riscas azuis e brancas é o de Santa Marta? Que limpar os amarelos é uma das tarefas de faroleiro? Que a profissão de faroleiro é das mais multifacetadas que existem?

O Senhor Faroleiro Santa Neto abre a porta da escola
O Senhor Faroleiro Santa Neto fardado e a Dra. Inês conversam com uma aluna
Dois alunos, um em pé e outro em cadeira de rodas, fazem a continência com os bonés na cabeça e as divisas colocadas nos ombros
A Dra. Inês apresenta a maqueta do Farol de Santa MartaUma caixa pequena da maqueta com miniaturas de uma cama, mesa, fogão que simulam a casa de um faroleiro
A maqueta do Farol de Santa Marta vista de cima e uma fotografia antiga com os netos de um faroleiro

Centro Cultural de Cascais

As mediadoras culturais deste espaço, Mariana Pinto e Tânia Furtado, ofereceram-nos uma sessão dedicada à técnica de aguarela baseada na exposição do grande pintor português Alfredo Roque Gameiro. Esta atividade educativa deu frutos para continuarmos, ao longo da semana, a pintar e a redigir o nosso autorretrato para uma futura exposição no jornal de parede da nossa escola.

Parede da sala da escola com dois retratos a aguarela emoldurados

Alunos a trabalhar em conjunto com mães e mediadoras culturais

Aluna em cadeira de rodas a pintar com aguarela

Mão de aluna com pincel a trabalhar no seu retrato

Museu da Marioneta

Os técnicos de museologia, Filipa Camacho e Pedro Valente, dinamizaram um ateliê de elaboração de fantoches a partir de uma meia. Soubemos segredos das marionetas e a sua história ao longo dos tempos, manipulámos marionetas de todos os feitios e formas. Sabiam que a sombra tem cor?

Aluno deitado numa maca apresenta o seu fantoche já concluído
Os técnicos do Museu da Marioneta apresentam um fantoche feito a partir de um pano do pó e os alunos observam o momento divertido
Um dinossauro marioneta é manipulado pelo Pedro e uma aluna estica o dedo em direção à boca do bicho que está aberta de forma feroz
Outra marioneta manipulada pelo Pedro com uma grande dentadura abre a boca em direção a uma aluna
O Pedro ajuda um aluno na cama a construir a sua marioneta
As mão de um aluno em maca a construir o seu fantoche a partir de uma meia com cola, tesouracartolinas e esponja.

Dia Mundial da Poesia

Comemorámos este dia, ao longo da semana, embora saibamos que todos os dias podem ser dias de poesia. Na disciplina de Português, abordámos o texto poético e as noções de versificação, a conotação e alguns recursos estilísticos e elaborámos poemas a partir de perguntas acerca de um sentimento à nossa escolha. Lemos e ouvimos poemas do livro O Segredo do Papa-formigas de Beatriz Osés, com ilustrações de Miguel Ángel Díez, da editora Kalandraka, e construímos um poema com versos escolhidos dos poemas da autora. O Daniel ainda desenhou à vista, a carvão e a pastel, uma das ilustrações do livro.
O que é a poesia?

Um pedacinho de palavras para ler; algo de bom; uma forma de expressão sentimental e intelectual; palavras que rimam; palavras de pessoas que estão apaixonadas; um texto estruturado com versos que rimam ou não entre si.

Alguns poemas:

A saudade é cinzenta
como um buraco negro.
Sabe a limão,
porque é amarga.

Faz-me sentir frágil
como uma flor de estufa.
E assim a saudade
se assenta.

(Daniel, 17 anos)

O amor é complicado
confuso e demorado.
Se gostarmos de alguém,
temos de lutar
até ao fundo do mar.

O amor é silêncio.
É ficarmos sem palavras.
Sem saber o que dizer.
Sem saber o que fazer.

(Bernardo, 17 anos)

A alegria é amarela.
Sabe a gelado de morango
e cheira a laranja.

A alegria é música.
É o C4Pedro a cantar
aos meus ouvidos.

É estar contente
e sentir o vento
a passar.

(Maimuna, 13 anos)

Gosto de sentir saudade,
porque recordo o meu avô.
A saudade é azul,
cheira bem
e sabe a leite.
É leve como o algodão.

(Inês, 9 anos)

A felicidade é vermelha.
Sabe a água
e cheira a amor.

Gosto da felicidade,
porque é bonita
e faz-me sentir
adorar as pessoas.

Amar as pessoas é bom!
Amo a minha irmã!
Adoro-te, mamã!
O meu papá é querido!

(João, 8 anos) 
O livro "O Segredo do Papa-formigas" aberto num poema que fala sobre o velho tigre e um desenho onde se pode ver um tigre personificado à janela.

O poema coletivo ficou assim:

Esta noite sonhei.
TIC TAC
Conta-me em voz baixa.
TIC TAC
Todos os dias
o papa-formigas
e as formigas ressonam
e vestem o pijama.

Desenho a carvão e a pastel elaborado por um aluno que reproduziu a ilustração do livro.

As nossas viagens…

Projeto Mitologia

Continuamos a nossa viagem pela mitologia com os doze trabalhos de Hércules. 
Os Doze Trabalhos de Hercúles são uma série de episódios arcaicos ligados entre si por uma narrativa contínua, relativa a uma penitência que teria sido cumprida por um dos maiores heróis gregos, Hércules.
Hércules era enviado para matar, subjugar ou encontrar uma planta ou animal mágico para Eristeu, representante de Hera.
Os Trabalhos de Hércules foram reunidos de fontes diferentes mas todos seguem o mesmo modelo e são os seguintes:
  •  Leão da Nemeia
  • A Hidra de Lerna
  • O Javali de Erimanto
  • A Corça de Cerineia
  • Os Pássaros do Lago Estínfalo
  • As Cavalariças do Rei Áugias
  • O Touro de Creta
  • As Éguas de Diomedes
  • O Cinto da Rainha Hipólita
  • Os Bois de Gérion
  • As Maçãs de Ouro das Hespérides
  • O Cão Cérbero 
As Metamorfoses de Ovídio permanecem, até hoje, como um dos trabalhos poéticos mais aclamados sobre mitologia. É o poema mais influente da história da poesia e da arte.
O principal tema são as Metamorfoses, transformações que são relativamente frequentes na mitologia grega.

Uma visita diferente…

A Associação Mensagem d’Ordem trouxe-nos a visita da atriz Sandra Barata Belo e, com ela, uma manhã bem divertida com a leitura e dramatização do livro Histórias que Me Contaste Tu de Manuel António Pina.

Projeto TeleAula

A EBI da Bobadela, mais uma vez, surpreendeu-nos com um jogo!!!
O jogo é feito com materiais reutilizáveis e, com ele, foi possível aprender factos sobre algumas capitais Europeias.
Fomos seguindo as orientações dos alunos do Clube de Educação Tecnológica e dos professores responsáveis, obtivemos sucesso na construção do jogo e divertimo-nos imenso.

Com os alunos do HSM, viajámos pelas cidades mais famosas do mundo.
Descobrimos e identificámos arranha-céus, estátuas, táxis, igrejas, torres, museus, teatros, estações do metropolitano, pontes, comida típica e um relógio.
Que vontade tivemos de fazer as malas e partir para conhecer tudo o que aprendemos!!

A viagem do mosquito

Fizemos uma pequena viagem desde um quarto de isolamento até ao Pavilhão do Conhecimento.
Com a Sandra, construímos um modelo de avião e aprendemos como funcionam e para que servem as diferentes partes dos aviões.


Sempre em festa, a viagem continua…

Seguindo o trilho do projeto e-Twinning “A birthday card for Rebeca”, cujo estrondoso êxito ainda ecoa pelo nosso caminho e que se prolongou pelo S.Valentim adentro, prosseguimos com a nossa viagem simulada por alguns dos países dos quais tem chegado correspondência.

Viagem pelas capitais da Europa

Com a excelente iniciativa e ajuda dos nossos amigos do Clube de Educação Tecnológica (C. E. T.) da Escola Básica Integrada da Bobadela viajámos pelas capitais de alguns países europeus. Foi o clube que concebeu e planificou a atividade e que elaborou e nos forneceu os kits de material necessários para construímos um jogo muito divertido, o qual nos permite brincar e aprender alguns dos nomes das capitais de países da Europa. Seguimos as suas preciosas instruções em TeleAula, por videoconferência, et voilá… os ímanes que nos comandem!

base em aglumerado de madeira, tabuleiro de jogo com o nome dos países, tampas de plástico com etiquetas das capitais, passaportes e ímanes
Explorando o material que compunha o kit

 

Base de jogo, tampas e passaportes concluídos
Passaportes prontos

Demonstração da colagem das tampas a quente
Instruções sobre como colar cada país no tabuleiro de jogo
O jogo está pronto, cada jogador vai preencher o seu passaporte
Quem preencherá primeiro o seu passaporte?
Retrato dos alunos do clube
Clube de Educação Tecnológica, esperamos ver-vos ao vivo!

Concluídas as viagens virtuais, e enquanto não surge oportunidade para uma real viagem internacional, preparemo-nos para o aqui e agora.

A “Mala do dinheiro”

Assinalamos também a viagem da nossa querida Rebeca ao mundo real do Euro (€). Pela primeira vez na sua vida, decidiu o que comprar com a quantia que possuía… e ainda recebeu troco.

Foi um momento muito emocionante para a aluna, como o documentam as imagens.

A tabela de preços
A consulta do preçário

A vitrine da pastelaria
A escolha do produto
A transação
Produtos prontos a levar

Compras feitas

Compras no saco

Um cheirinho a Carnaval

E claro… foliões como somos, não podíamos deixar de assinalar a época carnavalesca! Máscaras, bigodes e bocas, jogos e banquete, com um bolo Brigadeiro que estava uma delícia.

Grupo de mascarados
Foliões, entre máscaras, bocas e bigodes

Viagens para todos os gostos

Celebrámos o Dia dos Namorados viajando pelos lenços dos namorados ou lenços dos pedidos, uma tradição portuguesa que se mantém acesa pela ternura e beleza do tema e da Arte que encerra. Identificámos os erros ortográficos e elaborámos quadras, versos que dedicámos aos nossos amores e amigos.

Um postal com desenhos inspirados nos lenços dos namorados portugueses e o livro "Palavras com beijo dentro"

Um postal com desenhos pintados inspirados nos lenços dos namorados portugueses com o nome Inês

Versos escritos à mão, cada palavra a sua cor, dedicados à mãe: minha mãe é uma flor, a maior deste jardim, obrigada mãezinha por teres sido sempre assim

Uma mão a pintar um postal com desenhos inspirados nos lenços dos namorados portugueses

Um aluno a escolher as cores para pintara o seu postal com desenhos inspirados nos lenços dos namorados portugueses

Decorreu, na passada segunda-feira, a segunda sessão de atividades pedagógicas integradas no segundo módulo proposto e dinamizado pela coordenadora do farol Museu de Santa Marta, Dra. Inês Fialho Brandão, em parceria com o projeto TeleAula. A identificação do Farol de Santa Marta em várias representações topográficas como mapas, cartas náuticas e militares, o seu funcionamento e relação com outros faróis portugueses assim como uma visita virtual pelo interior do farol foram alguns dos aspetos abordados.

Um grupo de alunos ouve com atenção as palavras da Dra. Inês e no quadro encontra-se representado o farol de Aveiro, o mais alto de Portugal

No quadro interativo aparece uma imagem onde se vê a costa portuguesa desde a Guia até ao Bugio assim como as linhas traçadas pelos faróis que indicam o caminho correto para entrar no Porto de Lisboa

Alunos e mães jogam ao jogo de orientação

No dia 15 de fevereiro, recebemos a visita da Casa das Histórias Paula Rego, através das mediadoras culturais do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, Diana Silva e Joana Santos, que nos deram a conhecer este museu monográfico, a artista e a sua obra. Ouvimos uma entrevista da pintora e alguns excertos do seu livro “Nursery Rhymes”, em português “Rimas de Berço”, e observámos a relação dos textos com as ilustrações. Ficámos a conhecer uma das técnicas utilizadas pela pintora, a monotipia, através da elaboração de gravuras em chapas produzidas a partir do interior metalizado de pacotes de leite.

Grupo de alunos e as duas mediadoras culturais num momento de apresentação

nas mesas encontram-se várias ferramentas: vários tipos de pepel, livros, cavalete pequeno, máquina de fazer massa

A mão de uma aluna a retirar a fita cola que prende o seu trabalho de monotipia à secretária

Um aluno movimenta de forma circular a tarlatana sobre a chapa da sua monotipia por forma a retirar o remanescente da tinta

A mão de uma aluna a desenhar com a ponta seca o seu desenho na chapa de metal

A mão de um aluno a desenhar com a ponta seca o seu desenho na chapa de metal

O livro de Paula Rego "Nursery Rhymes a ser apresentado a um aluno da creche

No dia 16 de fevereiro, fizemos uma viagem pelo nosso Sistema Solar com a visita do Planetário Calouste Gulbenkian ao nosso espaço. A Dra. Isabel Borges veio acompanhada de duas assistentes, a Diana e a Inês, que simpaticamente nos ensinaram as distâncias entre os vários Planetas, as características dos cometas, dos asteroides e dos Astros e ainda tivemos o privilégio de falar com uma astronauta. Surpresa das surpresas, cada um de nós, construiu um cometa com bolas de papel de alumínio e tiras de papel que simbolizaram a cauda, mas, para o fim, ficou o que mais estupefação criou: a Dra. Isabel “cozinhou” um cometa!

Um grupo de alunos e técnicos olha para a entrada de um astronauta real na sala da escola

A Dra. Isabel Borges faz a apresentação dos alunos e do Planetário

O astronauta e uma técnica assistente do Planetário levam um conjunto de balões cinzentos e pretos, símbolo da Cintura de Asteroides, até um aluno

Uma aluna faz um esquema numa tira de papel azul da sequência dos Planetas do nosso Sistema Solar

A Dra. Isabel vestida de bata branca e com luvas mexe o interior de um alguidar de onde sai fumo branco que se espalha pela secretária: a cozinhar o cometa

O que resta do cometa "cozinhado": uma massa de pequenos cilindros brancos com resíduos pretos

Para informação adicional e visionamento de filmes sobre estas atividades, consulte a nossa página de facebook.