Entre livros e museus

Entre livros e museus enriquecemos o nosso património cultural. Vejam como!

Noite dos Livros do Harry Potter

No dia 1 de fevereiro de 2018 celebrou-se mundialmente a Noite dos Livros do Harry Potter. Recebemos o Instituto de Magia Português que com alguns dos seus membros veio dinamizar com a nossa comunidade um encontro com a leitura e com o mundo do afamado personagem.

Sendo este ano dedicado ao tema Monstros Fantásticos,  tivemos  oportunidade de conhecer alguns excertos dos livros da coleção Harry Potter e de explorar alguns personagens verdadeiramente fantásticos.

Esta iniciativa teve o patrocínio da Editorial Presença, a quem agradecemos, bem como ao Instituto de Magia Português pelo seu entusiasmo e empenho.

Pássaro que voa

Recebemos Carla Madeira, tradutora, que nos veio apresentar a obra de Claudio Hochman Pássaro que voa.

Lindamente ilustrado por uma jovem de 11 anos, o livro contém, além da beleza colorida dos desenhos, a riqueza de umas dezenas de vidas contadas no seu essencial na primeira pessoa. São contos de encontros e de desencontros. Em comum – o voo – o voo de quem? o voo para onde? voo com volta, ou não? A obra, centrada na temática da migração, foi lançada em 2016 e tem estado exposta em vários locais, tendo também já sido dramatizada. Encontra-se organizada em duas partes, “Desencontros” e “Encontros”, acrescidas de um epílogo. À cabeça de cada história encontramos um nome próprio, sendo que uns se repetem e outros há que são únicos, cada qual com sua voz.

Houve lugar a voarmos um bocadinho nessas asas e a contarmos um pouco dos nossos voos, desenhando ou escrevendo.

Para saber mais pode seguir a página de Facebook Pássaro que Voa.

Agradecemos a iniciativa da Carla por nos ter dado a conhecer este livro com uma temática tão atual e com ilustrações tão inspiradoras.

O Almada está a chegar

Negreiros chegou, entre luzes e sombras, e a magia aconteceu perante os nossos olhos. Três representantes do núcleo de Educação – Escolas e outras instituições educativas – da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveram uma oficina alusiva à obra do artista dando-nos a conhecer a sua biografia, histórias e lanternas mágicas .

A Sofia envergou um colete, do próprio Almada, do qual retirou objetos – uma fotografia, um pacote de açúcar, uma mascarilha, entre outros – a partir dos quais nos explicou aspetos da vida pessoal e artística de Almada Negreiros. Vimos depois uma apresentação contendo algumas obras, como figurinos para teatro, banda desenhada, textos, escultura, desenhos e pinturas, que demonstraram bem a multidisciplinaridade do seu trabalho.

Focámos então a nossa atenção na obra A lanterna mágica e viajámos até aos primórdios do cinematógrafo e ao universo das sombras chinesas. A Margarida deu-nos a observar algumas imagens com as quais nos interpelou acerca dos seus significados (eram desenhos recortados e pintados e, mais tarde, foram fotografados em placas de vidro pintadas). Enquanto dávamos sugestões acerca daquilo que Almada Negreiros poderia ter pensado e a Andreia fazia o registo, a Margarida mostrou os materiais a que poderíamos recorrer para criar a nossa própria história – cartolinas pretas, acetato incolor e celofane colorido. Elaborámos então os quadros de sombras e transparências que foram sendo projetados e  fotografados pela Sofia.

O resultado final fica disponível para visualização com o vídeo Almada Negreiros – as nossas Lanternas Mágicas.

Agradecemos à Andreia, à Margarida e à Sofia por esta manhã tão divertida!

Painéis de São Vicente de Fora

Ficámos a conhecer mais em pormenor a obra de Nuno Gonçalves Painéis de São Vicente de Fora. Este conjunto de seis quadros encontra-se exposto no Museu Nacional de Arte Antiga e foi-nos apresentado pela Adelaide que nos trouxe também objetos incríveis que nos transportaram ao interior da própria obra  (cerca de 1470) e à época retratada, de D. Afonso V.

A Adelaide mostrou a madeira de carvalho de que os painéis foram feitos e explicou a maneira como eram misturados certos ingredientes para fazer a tinta usada – a têmpera. Até nos mostrou como os estudiosos descobriram que por baixo da pintura estavam desenhos que o artista optou por cobrir. Tentámos contar o número de pessoas representadas, um desafio interessante, e concluímos serem exatamente sessenta. E cabem todas numa superfície de cerca de dois metros de altura com diferentes larguras, entre os sessenta e os cento e vinte e oito centímetros!

Observámos cada painel e aprendemos o nome pelo qual cada um deles é conhecido e pode ser referenciado (da esquerda para a direita): Painel dos Frades, Painel dos Pescadores, Painel do Infante, Painel do Arcebispo, Painel dos Cavaleiros, Painel da Relíquia.

Para compreendermos ainda melhor a importância desta obra partilhamos duas curiosidades que demonstram o impacto que ela pode ter nos nossos dias. O cineasta Manoel de Oliveira realizou no ano de 2010 uma curta metragem Visão Poética e, mais recentemente, uma turma do 11º ano de escolaridade desenvolveu uma versão fotográfica Remake.

Agradecemos à Adelaide e ao Museu Nacional de Arte Antiga por mais esta atividade tão interessante.

Vagueando por diferentes patrimónios

Museu Condes de Castro Guimarães

Recebemos uma vez mais Ana Brás, a mediadora cultural do Museu Condes de Castro Guimarães, do Bairro dos Museus, para a última atividade deste espaço museológico neste ano letivo.

Pegando na história de família da Condessa e da sua colcha de memórias, cada um contribuiu para a construção de uma manta de retalhos, elaborada com quadrados de cartolina que se ligaram com fios de lã, em que cada retalho corresponde a diferentes tipos de património que habitam à nossa volta: material, imaterial, emocional, artístico pessoal, móvel e imóvel.

Cada um de nós tem um acervo patrimonial em casa e na sua memória. E, embora não seja de interesse histórico geral, conta a história da nossa família e de quem somos, pelo que organizámos esse acervo em formato livro com a ajuda das professoras e de alguns familiares.

E uma surpresa estava guardada para o fim: visitámos pessoalmente este Museu e tivemos o privilégio de ser recebidos pela Ana Brás que nos fez uma visita guiada ao Palácio e nos levou a cantos e recantos que estavam fechados ao público!

Ana Brás explica o que é o património cultural

Alunos e professores trabalham na manta de retalhos

Manta de retalhos que representam os vários patrimónios

Ana Brás explica como funcionava a escrita com canetas de penas

Alunos e acompanhantes na entrada do Palácio Condes Castro Guimarães

Escola Cidade dos Afetos

A enfermeira Hortênsia Gouveia, dinamizadora do movimento Escola – Cidade dos Afetos, subordinado ao tema Uma escola de afetos é uma escola de sucesso, visitou a nossa escola de hospital.

Em tom de conversa, partilhámos ideias, sentimentos, experiências sobre assuntos tão importantes como família, a criação de laços de amizade, os sentimentos que dedicamos aos nossos semelhantes e aos animais que nos rodeiam, o respeito por quem vive só e a diferença entre a família de sangue e a família do coração. A nossa maçã dos afetos está em construção e irá figurar numa exposição coletiva.

Enfermeira Hortênsia com os alunos

Pasta de dentes caseira

Tendo sempre em vista a sustentabilidade do Planeta Terra, que é o património mais importante e mais precioso que temos, a professora Sónia ensinou-nos a fazer pasta de dentes caseira. Podemos, assim, reduzir embalagens de plástico que estão a matar a vida nos mares e Oceanos, além de que sabemos a qualidade dos ingredientes que utilizamos que deverão ser sem químicos conservantes.

Recipiente com a pasta de dentes

Marionetas

A Filipa e o Rafael, técnicos museológicos do Museu de Marioneta de Lisboa, visitaram-nos a fim de dinamizar uma oficina que, além de nos fornecer informações sobre as diferentes espécies de marionetas, nos ensinou a construir uma marioneta feita com espuma, tecidos, lã e bolas de pingue-pongue. Foi muito interessante conhecer a diversidade de marionetas que existem espalhadas pelo mundo, os materiais de que são feitas e as diferentes formas de as manipular.

As mãos de aluna a colar marioneta de espuma

Um aluno mostra e manipula a sua marioneta

Um aluno experimenta a manipulação de uma marioneta

Conjunto de marionetas feitas pelos alunos

O lanche dos amigos

Comemorámos o Dia de São Valentim com uma atividade educativa denominada O lanche dos amigos. Tivemos direito a um lanche que celebrou a cidade do amor, Paris, com algumas doçarias que pertencem ao património gastronómico desta cidade com bolachas francesas, palmiers, mil-folhas, croissants e, ainda, um bolo de chocolate à francesa feito pela professora Sónia (receita gentilmente cedida por uma senhora portuguesa, emigrante em França).

Ouvimos a história do livro Vem e Abraça-me de Michal Snunit, editora Vega, que nos remeteu para a linguagem dos sentimentos, ensinando-nos a importância do abraço, os diferentes tipos de abraço que podemos encontrar e sentir e o que poderão querer dizer. E, como na Natureza quase tudo se abraça, fizemos um jogo, criado pela professora, com imagens inspiradas nas ilustrações do livro, onde inventámos e filosofámos sobre quem/o quê abraça quem/o quê. Ainda houve tempo para falar da tradição portuguesa que celebra de forma preciosa o amor: os lenços dos namorados.

Por fim, abraçámos e oferecemos corações aos presentes. Ah! Queremos salientar que não foram utilizados plásticos descartáveis! O amor pelo Planeta é fundamental.

A professora lê a história para os alunos e familiares.

Uma aluna numa cama l~e o que diz o coração que lhe foi oferecido por um colega.

Um aluno joga o jogo feito com pequenos cartões amarelos e com imagens para fazer uma abraço.

A mesa com toalha dos lenços dos namorados, garrafa, bolo de chocolate, caixa com bolachas e o livro Vem e abraça-me.

Navegando por diversos mundos…

Academia de Código Júnior

Iniciámos uma parceria com a Academia de Código com a finalidade dos nossos alunos adquirirem competências no âmbito da linguagem criativa que se esconde por detrás das interfaces dos brinquedos tecnológicos.

Ao trabalhar com a Academia do Código, queremos ajudar os nossos alunos a  a aprender a programar e que, através das atividades de programação, estruturem as suas formas de pensar e aprendam a resolver novos problemas.

Apresentação da Academia do Código

Atividades de código no computador

Projeto Mitologia

Aproveitando o Dia dos Namorados, explorámos a temática da amizade partindo de diversas histórias da mitologia grega sobre os amores e os desamores dos deuses caprichosos!!!

Esta sessão teve um sabor especial, na medida em que foi partilhada com os alunos da escola do HSM, que estiveram presentes por videoconferência.

Alunos e professoras em videoconferência

Durante este mês, os nossos alunos, numa outra sessão, também exploraram as peripécias das viagens de Eneias.

Alunos explorando o mapa Imagens das viagens de Eneias

Carnaval

Este ano, o Serviço de Pediatria comemorou o Carnaval com muitas brincadeiras e piratarias!!

Professoras e educadoras mascaradas de piratas

Mosquitos, robots e o dia de S. Valentim

Aviões construídos pelos alunos

Com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento fizemos, na Escola do HSM, o nosso primeiro modelo de avião – o mosquito!

Videoconferência com a Sandra do Pavilhão do Conhecimento

Primeiros passos da construção do avião

Construção do avião com instruções a partir do Pavilhão do Conhecimento

A Sandra orientou-nos e explicou-nos como funcionam e para que servem as diferentes partes do avião.

Mas, mais divertido, foi lançar os nossos mosquitos aqui na nossa escola e ver qual voava mais longe!

Aviões construídos pelos alunos

Teste de voo dos aviões

Recomeçámos as nossas sessões de O robot Ajuda! com o professor Paulo Torcato. Trouxe-nos o robot DOC e programámo-lo para cumprir várias tarefas.

Alunas e professoras com o Robot DOC

Interacção com o Robot DOC

Prof. Paulo Torcato explica o roboto DOC ao público atento

Interacção com o Robot DOC

Interacção com o Robot DOC

Tivemos TeleAula com a Escola do IPO. Apesar das peripécias informáticas gostámos muito de conhecer as histórias por trás do Cupido e do dia de S. Valentim.

Foi uma teleaula com muita alma, amor e… teimosia 🙂

Alunos em videoconferência com o IPO

Alunos em videoconferência com o IPO

Actividade da videoconferência com o IPO