Novas parcerias…

Novas parcerias!

O projeto TeleAula tem mais uma parceria!

Pela primeira vez, os nossos alunos realizaram uma teleAula com uma turma do 7.º ano, da Escola Básica de São Vicente Paulo, do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira.

Através de um jogo de adivinhas e de pequenos mistérios, os alunos conheceram-se e divertiram-se muito.

Aqui ficam alguns exemplos:

Ora adivinhem lá!!!!

“O que é, o que é? O que faz o nadador para bater o recorde?”

“Qual é a coisa, qual é ela, que tem escamas e não é peixe, tem coroa e não é rei?”

Jogo da glória de adivinhas

Realizadores por um dia…

Os alunos tiveram a oportunidade de construir uma história animada!

Esta atividade desenvolvida com a Fundação Calouste Gulbenkian revelou-se uma experiência que deixou os alunos e os pais encantados.

Através da construção de um animal imaginário e da escolha dos sons mais adequados, os alunos tiveram a oportunidade de fazer um pequeno filme e aprender um pouco sobre o mundo da realização.

Mãos de aluno com animal imaginário impresso Materiais para criar animais imaginários retroprojecção de animais imaginários retroprojecção de animais imaginários

Comunicar e animar

Neste 3.º período, já tivemos, na Escola do HSM, várias atividades com os nossos parceiros.

O Tiago do Museu da Água conduziu-nos ao mundo maravilhoso da água. Falámos deste bem essencial que vale mais do que ouro e do que cada um de nós pode fazer para ajudar a preservar…

Tiago com professoras, educadoras e alunos

Tiago com professoras, educadoras e alunos

Alunos com cartões de um jogo de memória sobre a mesa

Alunos com cartão de um jogo de memória e cartões sobre a mesa

A Evelina do Pavilhão do Conhecimento ensinou-nos a Matemática do Sapato. Podemos medir o nosso pé, multiplicar o valor por 5, somar 28 e dividir o resultado por 4 e vamos encontrar o número do nosso sapato. Fizemos chinelos em miniatura para porta-chaves.

Mesa com sapatos e materiais de trabalhos manuais

Professora, alunos, Evelina e mesa com materiais de trabalhos manuais

Mesa com materiais de trabalhos manuais

Evelina e mão de aluno com porta-chaves em forma de sapato

Tivemos a visita da Andreia, da Margarida e da Sofia que vieram do Museu Calouste Gulbenkian para nos “animar”. A partir de imagens de obras do museu, tentámos identificar e descobrir os sons de alguns animais e seres fantásticos. Depois, construímos os nossos animais fantásticos a partir dos sons de algumas partes dos seus corpos. Por fim, demos cor e vida a cada um deles… Foi uma animação!

Animadoras do Museu Calouste Gulbenkian mostram imagem a alunos

Alunos a desenhar

Aluno com ferrinhos (insturmento) e aluno a manipular um retroprojector

Animadoras do Museu Calouste Gulbenkian, alunos e professora com pandeireta

Tivemos a visita do professor Paulo Torcato que nos trouxe os nossos amigos robots. Conseguimos ensiná-los a desenhar um quadrado e o número 2, a desviar de obstáculos quando lhes tocavam ou quando os viam e ainda a encontrar determinadas cores… O vermelho foi a cor com mais sucesso. Foi, como sempre, uma tarde bem divertida!

Professor Paulo Torcato com robots e alunos

Alunos com robot e tablets

Aluno com tablet

Professor Paulo Torcato com robots, alunos e tablets

Comunicando, e bem!

Nesta comunicação destacamos três atividades propostas e desenvolvidas pelos nossos parceiros de aventuras, o Núcleo de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Academia do Código.

Diz que disse

Como comunicar a alguém algo que lhe é desconhecido? Começámos a atividade com cada um de nós a descrever ao Ricardo como era um elefante. Depois de desenhado o “nosso elefante” a partir das nossas indicações, observámos várias imagens de outros elefantes de tempos longínquos.

Animadores do Núcleo de Educação da FCG e alunos

Animadores do Núcleo de Educação da FCG mostram a figura de um animal aos alunos

Numa outra atividade, foi proposto que cada um descrevesse ao seu par uma imagem que o outro desconhecia e que teria de desenhar.

Animadores do Núcleo de Educação da FCG e alunos a desenharem

Aluna a desenhar

 

 

 

 

Finalmente, a partir de uma descrição de Fernão Mendes Pinto (Peregrinação, Capítulo XIV) dos lagartos que tinha observado, cada aluno interpretou através do desenho o que tinha ouvido.

Alunas mostram desenho do animal que criaram

O resultado destas duas atividades foi hilariante, como podem comprovar.

Desenhos dos animais que foram criados   
Desenhos dos animais que foram criados

A brincar percebemos que é importante sermos precisos na nossa comunicação ou corremos o risco de passarmos mensagens erradas ou não passarmos – de todo – a nossa mensagem!

A manhã passou num instante… agradecemos muito ao Ricardo, ao Rui, à Inês e à Andreia por nos terem proporcionado uma atividade tão divertida!

Espelho meu, espelho meu, haverá algum retrato mais belo que EU?

Foto de cara composta por metade da face de mulher idosa e metade de mulher jovem reflectida no espelhop segura pela idosa

O retrato como forma de comunicar foi o desafio lançado nesta atividade. De que modo nos representamos e representamos o outro ao longo dos tempo? Que importância tem guardar retratos de pessoas de que gostamos e registos de momentos da nossa vida? Conseguem os retratos captar a essência das pessoas retratadas e mensagens ocultas que queremos passar aos outros?

Animadora do MNAA e alunos

Através da análise dos mais variados retratos, dos mais antigos aos mais contemporâneos, tentámos responder a estas questões. Hoje a facilidade de nos retratarmos está ao alcance de um “clic” mas nem sempre foi assim. Perduram, no  entanto, as mesmas preocupações no  passado e no presente em que também são pensados todos os pormenores como a roupa, a pose, a luz, entre outros aspetos, de acordo com a mensagem que se pretende transmitir.

Animadora do MNAA e alunos

E demos connosco dedicados à tarefa  de tentar decifrar aquilo que vai para além do retrato e do que é visível, talvez aquilo que é a essência do retratado e do momento, com várias frases sugeridas e, claro, discordámos e rimos muito!

Frases (Vejam, tudo isto é meu; Queres trocar comigo, etc.) impressas em recortes de papel

De seguida, analisámos o retrato do “nosso amado” D. Sebastião e verificámos que os factos históricos são muito diferentes da mensagem que este Rei desejava passar aos seus súbditos; ao contrário da pose do retrato, a sua fragilidade era real e evidente.

Retrato de D. Sebastião

E, no final, fomos convidados a fazer o nosso autoretrato. Um agradecimento muito especial à Marta que, com o seu entusiasmo, conquistou uma plateia de ‘pequenos e crescidos’.

Composição com retratos antigos e fotos recentes

O Código

Desta vez, a Sofia e a Isabella trouxeram-nos duas atividades. Numa partimos à descoberta  de respostas para as questões: “Será que tem tecnologia?”, “Será que é programável?”. Numa outra atividade, foi necessário dar instruções (criar um algoritmo/código) para se conseguir realizar/validar a tarefa do nosso herói digital.

Animadoras da AC com alunos e tablets

Animadoras da AC com alunos e tablets

Esta segunda atividade exigiu muita concentração e precisão para levar a cabo a tarefa mas, com a ajuda de todos, em especial  dos mais pequenos, conseguimos ajudar o nosso herói digital.

Animadoras da AC, alunos e aluno no quadro interactivo

Obrigada, Sofia e Isabella!

E assim iniciámos o 3º Período, com muita comunicação e boa disposição com a operação Nariz Vermelho!

Doutores palhaços com guitarras, aluno e professora no corredor do hospital

 

 

 

 

 

Aprender a arte de comunicar

A Eugénia Alves e a Rita Jorge, do Museu do Mar Rei Dom Carlos, Bairro dos Museus de Cascais, visitaram-nos e presentearam-nos com uma bela tarde repleta de conhecimentos acerca de baleias, tubarões e alguns animais bizarros como o tubarão demónio.
Depois de sabermos os seus segredos e tocarmos nas barbas da baleia e na pele do tubarão, participámos num divertido ateliê no qual construímos um animal bizarro constituído por três partes: cabeça, tronco e barbatana caudal. Bom, o resultado ficou à vista no nosso jornal de parede!

Uma aluna toca com a sua mão num exemplar de barbas de tubarão.

A mediadora cultural mostra aos alunos um espécime de tubarão conservado num frasco em clorofórmio.

A mediadora cultural mostra aos alunos dois exemplares da pele de tubarão.

Uma aluna faz colagens em cartões para construir o seu peixe bizarro.

Em cima de uma mesa, encontram-se vários peixes bizarros construídos pelos alunos.

Uma aluna cola pedaços de papel sobre três cartolinas que se encontram unidas com ataches e formam o seu peixe bizarro.

O painel exterior, o nosso jornal de parede, que representa o mar repleto de peixes bizarros.

Continuámos a falar sobre os Oceanos e a sua importância, desta feita para elaborar, durante as aulas, um livro pessoal no qual guardámos as nossas memórias, alguns sentimentos e origamis.

Nem sabíamos que conseguíamos escrever poemas! Afinal foi fácil!

O mar é azul
E sabe a bolas de Berlim.
Cheira bem
Como as flores.

Ouve-se o som
Das ondas do mar
A tocar nos meus pés.

A água do mar
É fria,
Mas eu gosto dela.

Três livros de autor elaborados segundo a técnica de leporelo,

É o mar da Guiné
É o mar de Catchelem
Tem o azul do céu
E tem o azul do mar

Mar do meu coração
Sabe como o azul do sal
Lembras-me os meus irmãos

A água do mar
É quente e deliciosa
É tão bom estar lá com os amigos!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de baleias.

O mar é azul
Como o céu.
Sabe ao sal
Das minhas lágrimas.

Ouve-se o vento
A fazer barulho
Quando há tempestade
No mar.

Lembro-me do mar
Da minha terra,
Calmo quente e brilhante.
Que saudades eu tenho dele!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Recebemos a visita de um ex-aluno da nossa escola de hospital, Va Nancassa, para uma conversa agradável acerca do seu percurso de vida desde a vinda da Guiné-Bissau para Portugal até aos dias de hoje.
Foi interessante ouvi-lo falar dos seus momentos mais difíceis e de como conseguiu superá-los, assim como dos momentos em que a sorte e a força de vontade fizeram dele o homem que hoje é.
A sua vida profissional é surpreendente e inspiradora e adorámos ver os trabalhos que realiza no âmbito do design gráfico.
Valeu o aplauso de todos os participantes neste encontro e a frase de um dos alunos mais novos: “O Va é uma pessoa cheia de força!”.

Uma selfie com o aluno Va em primeiro plano, a professora Sónia e mais dois alunos ao fundo.

Uma semana depois, o Va voltou à nossa escola para nos dar uma lição sobre Paint.
Apresentou as funcionalidades das várias ferramentas deste programa: o lápis, a borracha, a lupa, o balde e as formas… Depois, foi pôr mãos à obra e desenhar os nossos próprios “quadros”.

Os alunos encontram-se a trabalhar diante do seu computador e o Va observa e dá instruções.

Desenho elaborado no Paint representando uma menina com formas geométricas.

 

Desenho elaborado no Paint representando uma casa rodeada por estrelas e uma árvore.

 

Um aluno muito concentrado desenha, através do Paint, uma casa com árvores sobre um fundo azul escuro.

Mitos e Ciência…

Grandes heróis na tradição e na imaginação…

Através dos nossos parceiros, Projeto Mitologia e Gulbenkian, continuámos a explorar mitos, deuses e heróis.

Em mais uma sessão do Projeto Mitologia, explorámos as aventuras de um herói conhecido de todos… Hércules!

Foi uma boa inspiração para a criação de um conjunto de deuses, nascidos da imaginação dos nossos alunos. Depois de conhecerem tantos deuses e heróis, de ouvirem as suas histórias, conhecerem as suas caraterísticas e poderes… só podiam nascer seres magníficos… cheio de capacidades e capazes de grandes aventuras.

Alunos com materiais de desenho e plasticina

Aluno desenha numa cartolina o corpo de um animal com cabeça de plasticina

Cartolina com ser mitológico de plasticina

Cartolina com ser mitológico desenhado

E um smile…

Entre fios elétricos, leds, pilhas, ímanes, fio de cobre , camarões e madeira de balsa, partimos à descoberta… com a orientação dos alunos da EBI da Bobadela e do professor Carlos Videira.

E fomos surpreendidos com um smile capaz de oscilar em função do campo magnético.

Aluno com um smile e um unsmile e materiais eléctricos para o projecto

Aluno coloca um fio num pedaço de madeira

Moldura com um unsmile e fios eléctricos pretos e vermelhos