O saber não ocupa lugar

Por entre currículos e planos de trabalho das escolas de origem dos alunos, vamos descobrindo e explorando o mundo que nos rodeia de uma forma prática e, por vezes, divertida.

Tornar a poesia de Fernando Pessoa divertida não é tarefa fácil, visto que a sua dor de pensar nos dá que pensar e nos faz desejar também ser uma simples ceifeira, um gato ou uma criança que brinca na rua. A não ser que sejamos como Alberto Caeiro do tamanho do que vemos e não do tamanho da nossa altura. Talvez, deste modo, encontremos um pouco de paz e tranquilidade no meio desta pandemia dolorosa.

Para consolidar a matéria sobre a “Influência de fatores do meio ambiente no desenvolvimento de fungos”, realizámos uma atividade prática que consistiu na introdução de dois pedaços de pão em sacos fechados e guardados numa caixa escura colocada num local quente. Num dos pedaços de pão, foram lançadas dez gotas de água. Diariamente, fomos observando os resultados e registando numa grelha. Ao fim de cinco dias, conseguimos obter os resultados. Resumindo, o pão sujeito à humidade ficou mais rapidamente coberto de microrganismos, ou seja, de fungos, vulgo, bolor.
Deixamos uma reflexão: tentámos fazer esta experiência com pão embalado em saco de plástico e até hoje não houve fungo que lhe aparecesse! Tivemos que optar por pão feito em casa pela professora e, ao fim de três dias, já se via o resultado. Por que será? Ai, os aditivos!!!

Dois pedaços de pão são colocados pela aluna dentro de dois sacos de plástico identificados como A e B.

A aluna pincela o pão do saco B com gotas de água.

A aluna coloca os dois sacos com pão dentro de uma caixa .

A aluna regista numa grelha o que observa nos dois sacos com pão.

A aluna observa com o auxílio de uma lupa o bolor formado no pão que foi sujeito às gotas de água.

Os dois bocados de pão: o do saco A tem menos bolor do que o do saco B (sujeito à humidade) que tem bolor de vários tipos e cores.

A disciplina de Educação Visual produziu trabalhos bonitos como este.

Trabalho com formas geométricas pintadas de várias cores e que produz um efeito de movimento e grandes contrastes.

Ou este.

"Um pouco sobre mim" é o título do trabalho: a frente tem uma folha branca com o buraco de uma fechadura recortado e que deixa entrever uma águia e uma bola de futebol.

O mesmo trabalho com a primeira folha levantada e onde observamos recortes de um carro, um avião, uma águia e uma bola de futebol, um globo terrestre, um livro, a letra H, a palavra política...
A partir de uma aula de Ciência Naturais do 8.º ano, iniciámos um trabalho sobre a História da Terra e as Eras e Períodos Geológicos para o jornal de parede.

Uma aluna pinta o globo terrestre.

Um aluno pinta o mar à volta de um mapa com a representação da Pangeia.
Para finalizar o primeiro período e celebrar o Natal, pintámos presépios em pedras que embrulhámos e oferecemos aos departamentos do Serviço de Pediatria do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.

Uma caixa recheada de pedras brancas com as figuras de Nossa Senhora, São José e Menino Jesus.

Um presépio com três pedras: uma com a figura de Nossa Senhora, outra com a de São José e outra com a do Menino Jesus.

Uma pedra com as figuras de Nossa Senhora, São José e Menino Jesus sobre o pano dourado e castanho que servirá de embrulho..

Embrulhos feitos para oferta.

Uma aluna oferece o presente de Natal a uma médica.

Podcast Era uma vez… numa escola de hospital

E ainda gravámos pequenas entrevistas para o que esperamos sejam os primeiros de muitos episódios de um podcast das Escolas de Hospital. Se quiser experimentar, oiça em Era uma vez… numa escola de hospital, episódio 1

Feliz Natal para todos!

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