Conhecimentos de ontem, hoje e amanhã

Os alunos assistem à aula, dada pela professora, subordinada ao tema "Anacronismos, arcaísmos e neologismos".Aprender palavras novas é fundamental para nos tornarmos mais cultos e sabedores da nossa Língua.

Subordinada ao tema Anacronismos, arcaísmos e neologismos, desenvolveu-se uma atividade à volta de um jogo de memória visual, de um poema de Jean Debruynne que foi analisado e interpretado e de um trabalho prático em que foram criadas situações anacrónicas sobre imagens de quadros de pintores famosos.

Cada um de nós referiu palavras que gostaria que fossem anacronismos e criou neologismos para hoje e amanhã.

Algumas frases e ideias brilhantes:

Eu gostava que a palavra dor não existisse, tanto a dor física como a dor de alma.

Quando eu tiver 64 anos, quero que a palavra racismo seja um anacronismo.

Medo, perda, poluição, doença, guerra, bullying, Trump, Covid 19 e depressão foram alguns dos anacronismos sugeridos.

Alguns dos neologismos inventados para o futuro:

Plasticel – plástico biodegradável

Tremoterapia – tratamento da doença de Parkinson

Telecompaixão – compaixão à distância de um clique

Amolegria – sentimento de amor e alegria

Os alunos assistem à aula, dada pela professora, subordinada ao tema "Anacronismos, arcaísmos e neologismos".

Em cima da mesa representações de quadros antigos e de revistas para fazer os recortes.

Em cima da mesa representações de quadros antigos e de revistas para fazer os recortes.

Dois trabalhos: uma paisagem com caravelas e naus e a colagem de um helicóptero e de um avião; um retrato antigo de uma senhora com colagem de óculos, perfumes e relógios.

Representação de uma pintura de um retrato antigo de um homem com colagem de relógio, de um cigarro, uma fotografia de corrida de ciclismo e o nome da revista "O mundo da fotografia".

Representação do famoso quadro "As Respigadoras", do século XIX, com colagem de um automóvel, avião, fita métrica, cadeeiro elétrico, entre outros anacronismos.

Duas pinturas antigas, retratos com colagens de um dinossauro, de colunas de som, de um frigorífico, de um balde de plástico...

Representação do quadro "As Meninas", de Velázquez, com colagens de um computador e uma máquina de fazer sumos elétrica..

Uma aluna escreve os neologismos para o futuro e os anacronismos para quando tiver 64 anos.

O jornal de parede com os trabalhos expostos.

Ana Brás, a mediadora cultural do Museu Condes de Castro Guimarães, Bairro dos Museus, levou-nos a uma visita virtual pelo interior e exterior deste espaço museológico. A lenda da Boca do Inferno, trabalhada nas aulas de Português, foi o ponto de partida para esta viagem fantástica e plena de conhecimentos.
Ficaram muitas ideias no ar, por isso esta lenda ainda vai dar que falar.

Projetada no quadro interativo encontra-se a Ana Isabel a explicar-nos a história do Museu.

O edifício do castelo que abriga o Museu Condes de Castro Guimarães.

Uma vista aérea da zona onde se encontra o museu e o local, Boca do Inferno.

Com inspiração na leitura do livro de Sandra Duarte Tavares, Fala sem erros, da Porto Editora, decorreu uma atividade de grupo em que foram dadas respostas a algumas das maiores dúvidas da língua portuguesa.

Os alunos assistem à sessão de esclarecimento através de um power point projetado no quadro interativo.

Os livros que foram o mote para esta atividade: "Fala sem erros" e "SOS Língua Portuguesa.

Uma ficha de Português sobre ortografia para verificação das aprendizagens: a diferença entre Ah, à e há.

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