Conhecer e celebrar a Natureza

Na Terra, não somos os únicos a percorrer grandes distâncias. Tal como nós, muitas aves, peixes e mamíferos deslocam-se centenas de quilómetros, em busca de alimento, de terras amenas ou de um bom lugar para ter as suas crias. Estes viajantes incríveis deixam-nos espantados com as distâncias que percorrem, mas não só. Há mais qualquer coisa no modo como viajam que nos pode fazer abrandar e pensar.

Ir e Vir, um livro de Isabel Minhós Martins, com ilustrações de Bernardo P. Carvalho, da Planeta Tangerina, acompanha as viagens extraordinárias das andorinhas-árticas, das borboletas-monarca ou dos gnus africanos, desafiando-nos a refletir sobre o modo pouco discreto como nós, seres humanos, vivemos e nos movimentamos, pondo em risco o frágil equilíbrio do planeta.

A propósito deste livro, conversámos sobre a nossa pegada ecológica, visionámos vídeos que mostram os percursos destes animais fantásticos e de uns patos de plástico que viajavam num cargueiro que sofreu um naufrágio.
Depois, foi pôr as mãos em papelinhos de várias cores e enfeitar as formas dos animais que aparecem na história, à semelhança das fantásticas ilustrações do livro.

Por fim, divertimo-nos com o jogo Quem é o animal? em que tivemos de fazer gestos e, por vezes, sons para imitar o animal que nos calhava.

Uma secretária com o livro colocado num cavalete e com um globo terrestre.

Um aluno corta pedacinhos de papel para colar nos animais.

Um aluno mostra o seu trabalho: uma borboleta-monarca enfeitada com pedaços de papel sobrepostos.

Um aluno escolhe papeis coloridos de uma caixa para enfeitar a forma de um elefante.

Um aluno recorta a forma de uma andorinha-do-ártico.

Uma parte do grupo a trabalhar afincadamente.

A professora ajuda os alunos a colar os papeis.

Um dos trabalhos de grupo: à esquerda, um sol amarelo, uma borboleta, dois gnus e um elefante bastante coloridos.

Outro trabalho de grupo final: uma borboleta, dois cavalos, uma andorinha-do-ártico e dois elefantes bastante coloridos.

Outro trabalho final: num ambiente aquático podemos ver um casal de baleias com a sua cria, um atum e uma andorinha-do-ártico bem coloridos.

Um aluno observa o cartão do animal que vai ter que imitar para os outros descobrirem: polvo.

Outro trabalho final: à direita, um sol amarelo feito com colagens, uma borboleta-monarca, uma tartaruga, e duas zebras.

Para celebrar a chegada do outono, tecemos esta bela estação depois de conversarmos sobre as suas principais características e de observarmos/analisarmos quadros de pintores famosos como Van Gogh, Gauguin, Kandinsky, Monet e Arcimboldo.

Os teares de outono, inspirados num kit educativo cedido pelos Parques&Jardins do Bairro dos Museus, foram elaborados com elementos da Natureza que se encontravam caídos no jardim do Centro de Medicina e de Reabilitação de Alcoitão. Apenas a alfazema foi roubada, desculpa, Natureza! A base dos teares foi feita com cartão de caixas recicladas.
E o que parecia tarefa difícil tornou-se fácil com as perguntas da professora: a elaboração de um poema coletivo sobre o outono.

O outono é amarelo, castanho, laranja, verde e vermelho.
É luz dourada e brilhante.
Sabe a marmelada e castanhas.
Cheira a vento e a folhas secas.
É frio e ameno porque ainda está calor.
O vento levanta folhas e os cabelos das pessoas.
Já precisamos de usar casacos.
O outono é bravo.
Faz-nos sentir bem, por vezes, tristes!
O outono tem o som das folhas pisadas.

As palavras "Tecer o outono" escritas com elementos da natureza sobre cartão de embalagens recicladas.

Elementos da Natureza: folhas secas e algumas ainda verdes, frutos de pilriteiro, flores e folhas de alfazema.

Elementos da natureza: pinhas e ramos de pinheiro bravo.

Folhas com várias formas completamente secas.

Um tear acabado com folhas secas, um tronco pequeno e apontamentos de alfazema e pilriteiro

Um tear acabado com folhas secas e apontamentos de alfazema.

Um tear acabado e geometricamente decorado com folhas secas e apontamentos de alfazema.

Um tear acabado com folhas secas e apontamentos de alfazema e de pilriteiro.

Um tear acabado com folhas secas e um apontamento de alfazema.

Um tear muito simples acabado com folhas secas e apontamentos de alfazema e de pilriteiro.

Um tear um pouco confuso por estar com muitas folhas secas e sobrepostas.

Um tear acabado com folhas secas e apontamentos de alfazema e pilriteiro.

Um tear acabado com folhas secas e apontamentos de alfazema e uma pequena casca de plátano.

O poema coletivo impresso numa folha de papel reciclado e pintado a lápis de cor com quatro folhas outonais.

Fizemos uma sessão de cinema com o visionamento de dois vídeos (um em time-lapse) que mostraram o processo de construção dos ninhos dos pássaros até ao primeiro voo das crias, passando pela alimentação e todo o cuidado que os pais dedicam aos seus filhos. Posteriormente, reproduzimos através de desenho à vista alguns pássaros e os seus ninhos.

Um aluno desenha, partir de uma imagem realista, uma coruja.

Um aluno desenha, a partir de um livro de cromos e de uma ilustração realista, um pássaro.

Continuamos a estudar a história da Terra e as eras geológicas que a compõem.

Uma aluna reproduz as figuras de seres vivos existentes há milhares de anos e que se encontram extintos, como as amonites.

 

Em cima de uma secretária encontram-se os desenhos elaborados pelos alunos e o exemplar de um fóssil de peixe.

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