Sentimentos e natureza transformados em obras de arte

A partir da obra de Corinna Luyken, O meu coração, conversámos sobre sentimentos e emoções. Quantas emoções cabem no nosso coração? Vamos pintar a luz e as sombras do nosso coração?

Através da técnica da monotipia e com a reduzida paleta de cores utilizada pela autora nas suas ilustrações, procurámos reproduzir individualmente a forma do nosso coração. E ainda escrevemos um poema coletivo.

O meu coração é duro.
Mas às vezes é cor-de-rosa.
Há dias em que é mole e quente.
Outros dias é grande como a minha mãe.
O meu coração está no peito e nele cabem muitos outros corações.
Nele cabem ainda a felicidade, os oceanos, os catos e os cães.
O meu coração está a bater pum, pum, pum.
Nele cabem gomas, carrinhos, chocolates e beijinhos.
Fecha-se quando a minha mãe se zanga comigo.
Fica pequenino quando estou triste.
O meu coração fecha-se quando tenho saudades.
O meu coração é grande.

Ari, Duarte, Enia, Gonçalo, Helton, Maria, Paulo, Raphael, Rildo

Em cima de uma secretária, estão os materiais que vão ser utilizados na sessão: lápis e canetas amarelas, tintas, o livro de Corinna Luyken, molas e pedras com a forma de coração.

Visão geral da sala com os alunos a ouvirem a professora a ler o livro.

A professora mostra a capa do livro para sugerir o trabalho artístico que se segue.

Um aluno desenha a forma do seu coração.

Um aluno pinta a luz do seu coração: muito amarelo sobre uma impressão negra e cinzenta.

Um aluno mostra a sua monotipia feita em tons escuros.

Alguns trabalhos pendurados a secar.

Uma parte da exposição no jornal de parede.

Mais tarde, falámos de afetos. A partir da leitura da obra de Michal Snunit, Vem e abraça-me, recontámos a história através de um jogo de abraços.

O livro "Vem e abraça-me" de Michal Snunit.

Um aluno joga o jogo dos abraços: a partir de cartas com desenhos de elementos que são mencionados no livro, o aluno deve formar pares que se abraçam.

Uma aluna joga o jogo dos abraços.

Recebemos a visita virtual da mediadora cultural do Centro Cultural de Cascais. A partir da exposição permanente da Coleção da Fundação D. Luís I/Acervo e de uma das exposições temporárias patentes em Janeiro de 2022, Mariana Pinto sugeriu uma reflexão individual sobre a Natureza e a concretização de um trabalho artístico com a utilização da técnica de impressão de luz, cianotipia.

Visão geral da videoconferência.

Uma aluna escolhe um elemento de natureza morta para a sua composição.

Um aluno dispõe sobre a tela uma folha de salsa.

Uma aluna dispõe sobre a tela um flor cor-de-rosa.

Um aluno dispõe uma flor de hibisco na tela.

Os trabalhos a receberem a luz do sol para se transformarem em cianotipias.

Os trabalhos a serem lavados e a transformarem-se em cianotipias.

Os trabalhos dos alunos: penas, folhas, flores. O opaco tornou-se branco com contornos azuis.

Os trabalhos dos alunos: penas, folhas, flores. O opaco tornou-se branco com contornos azuis.

Os trabalhos pendurados a secar, depois de serem lavados.

Os trabalhos dos alunos pendurados a secar depois de terem sido lavados.

Entretanto, vamos continuar a elaborar cianotipias individuais durante o mês de março.

Até breve!

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