Dezembro “em cheio”!

Comunicar através do Som e do Ritmo

Uma vez mais fomos surpreendidos pelos alunos do Clube Tecnológico da EBI da Bobadela com uma atividade muito bem preparada e muito interessante!

Com a aproximação das comemorações do Novo Ano, construímos dois instrumentos musicais – um de percussão e outro de sopro, com recurso a materiais reciclados – que farão com certeza muita falta na noite de passagem de ano.

Alunos do HDE em TeleAula com alunos da Bobadela

Construção de instrumento musical com cápsuals de café

Instrumento musical com cápsuals de café

Construção de instrumento musical pelos alunos da Bobadela

Construção de instrumentos musicais pelos alunos do HDE

Agradecemos muito aos alunos Iasmin, Bery, Beatriz, Bruna e Daniela, bem como aos professores Carlos V., Carlos e Vitor do Clube Tecnológico que orientaram esta atividade. Já estamos a aguardar ansiosamente pela próxima!

Criatividade aos “sacos”

Este período tivemos a visita do Museu da Marioneta que nos trouxe uma mostra de marionetas feitas de diferentes materiais e originárias de diferentes partes do mundo.

Animador do Museu da Marioneta com aluna

Marioneta crocodilo

Marioneta Rodolfo do nariz vermelho feita com caixa de ovos

 

 

 

Marioneta Minion e alunos

 

 

 

 

 

Alunos do HDE com animadores

 

 

 

 

 

Mostraram-nos também que com um simples saco de papel, cartolinas de diversas cores, tesoura, cola e muita criatividade podíamos construir as nossas marionetas e foi isso que fizemos.

Alunos do HDE criam marionetas

Vejam como ficaram engraçadas!

Alunos do HDE com marionetas que criaram

Agradecemos muito ao Pedro e à Marta a sua disponibilidade e terem-nos proporcionado uma manhã tão divertida!

Uma doce e mágica tarde de chuva

Ombela significa chuva em umbundu. Neste conto, representado de forma mágica pelo grupo Kaô: Embalos do Mundo, Ombela é filha de deuses, a quem é atribuído o poder da criação da chuva. É o seu pai que lhe ensina que a tristeza faz parte da vida e que também se pode chorar de felicidade. Então, quando Ombela chora de tristeza, as lágrimas salgadas enchem os oceanos e quando Ombela chora de felicidade, as lágrimas doces enchem os rios e os lagos.

Grupo Kao e alunos do HDE

Com recurso ao movimento, ao som, a diferentes texturas e à música, fomos literalmente transportados para África com todos os seus sons, cheiros, animais, numa mensagem de esperança e felicidade que terminou com a canção:

“Menina a Felicidade
é cheia de Ar
é cheia de Vento
é cheia de Riso
é cheio de Sol (e de Chuva)
Menina a Felicidade
é cheia de A
é cheia de E
é cheia de I
é cheia de O (e de U)”

Grupo Kao e alunos do HDE

Foi uma doce e mágica tarde de chuva que muito agradecemos à Tânia e ao Rodrigo do grupo Kaô: Embalos do Mundo e às nossas parceiras Andreia e Rita do Núcleo Educativo da Fundação Callouste Gulbenkian que os trouxeram até nós!

Grupo Kao e pacientes do HDE

O Espírito de Natal invadiu-nos…

Este Natal, de forma simples e criativa, decorámos a nossa sala de aula e os nossos quartos. Coroas de Natal, presépios, Pais Natal, postais, tudo feito por nós, com materiais muito simples, mas com muito amor e esperança no futuro!

Alunos com decorações de Natal que criaram

Aqui fica uma pequena mostra das nossas decorações de Natal!

Decorações de Natal sobre o ecrã da escola

Pais Natal

Decorações de Natal na porta da escola

E o que mais importa são os afetos…

Para terminar em beleza o final de período e o final de ano, recebemos a visita dos colegas, da Diretora de Turma e de outros professores do Conselho de Turma da nossa aluna Rebeca. E tudo preparado em segredo!

SURPRESA!!!….

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE        Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

 

 

 

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

Foi uma manhã maravilhosa, de festa, de cumplicidades, mas principalmente de muita alegria e amizade!

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

Obrigada Educadora Isabel, por teres registado este momento!

Ufa! Chegámos ao fim!

Resta-nos desejar a todos um Excelente Ano de 2019!!! E para continuarmos em festa, aqui fica o som das nossas “vuvuzelas caseiras”!

Novembro Mágico

Festarola Halloween

Tem sido muito o envolvimento a nível curricular, por isso a chegada do Halloween constituiu um pretexto para todos desanuviarmos um pouco…

Iniciámos a  comemoração do dia decorando a sala e a mesa de “gostosuras”.

Seguiu-se a realização de uma sessão de origamis, dinamizada pelas nossas colegas educadoras, onde foi possível, efetuando as dobragens corretas obter abóboras encantadas e morcegos voadores.

        

Por fim, chegou o desfile das “gostosuras” para delicia dos presentes. Ele foram dedos, múmias, fantasmas, caixões, tangerinas diabólicas, teias de aranha e outros seres fantásticos.


Ninguém fez dieta neste dia e todos se divertiram muito!


Até para o ano com mais gostosuras e travessuras!

Arca dos Contos

No âmbito das atividades previstas realizar no projeto Comunicar é preciso, temos vindo a utilizar várias estratégias de escrita criativa, uma das quais apresentamos aqui no blogue, a Arca dos Contos .

Daqui resultaram textos para publicar no site textos com 77 palavras e outras histórias.                                                                                                                                    Aqui ficam alguns exemplos:

 

 

COMUNICANDO PELO MUNDO …

À Boleia do Cavaleiro da Dinamarca

A partir da leitura do livro O Cavaleiro da Dinamarca, da escritora Sofia de Mello Breyner, conseguimos comunicar com outros lugares, culturas, línguas, envolvemo-nos na bela história de amor de Vanina e Guidobaldo e concluímos como são importantes a família, os amigos e as nossas origens.

Alunos organizam sequência de imagens

Colagem de sequência de imagens na parede

Dessa exploração resultaram, entre outras atividades, a elaboração pelos alunos de um roteiro descritivo da viagem de tão destemido cavaleiro.

Sequência de imagens com lugares e paisagens do Cavaleiro da Dinamarca

Sodade de Nha Terra

Inspirados pela viagem do Cavaleiro, viajámos pelas nossas origens; regressámos ao local que nos viu nascer, à família, às nossas ‘raízes’, dando origem a textos originais e outros trabalhos como acrósticos com o nome das nossas terras, que revelam claramente a ‘sodade de nha terra’!

Aqui fica apenas uma amostra do trabalho realizado!

Acrósticos (Angola, Beja, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe)

 

O outono chegou mesmo

Quando todos julgávamos que o verão ficaria para sempre, eis que de mansinho o outono se foi instalando.

Assinalámos por isso a data da sua entrada realizando alguns trabalhos sobre esta estação.

Acróstico sobre o Outono Acróstico sobre o OutonoFolha de plátano com poema escrito em volta

 

 

 

 

 

 

Já viram como a nossa porta ficou tão catita?!

Porta da escola com poemas e folhas de plátano

Um Novo Ano Letivo Chegou

Entre  Apresentações, Símbolos, Memórias e Desejos …


Tão rápido quanto acabou, aí está o novo ano letivo. Trouxe com ele não só velhos amigos, mas também novidades, uma nova professora e novos alunos. Resolvemos, por isso, quebrar o gelo do desconhecido e para todos nos conhecermos melhor, realizar algumas atividades divertidas na sua abertura.

Jogámos o jogo dos símbolos, passeámos por muitas das nossas memórias, percorremos muitas terras distantes, de Angola, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Guiné e construímos o nosso Pote dos Desejos para 2018/2019.

Deliciem-se ouvindo a explicação dada por uma das nossas alunas sobre o símbolo que escolheu, dando-nos uma autêntica lição de vida.

Um Bom Ano Letivo para Todos!

A minha escola é meu património

A minha escola é meu património e eu contribuo para o património da minha escola.

Os últimos dias deste ano letivo deram evidência deste facto. Tivemos oportunidade de acompanhar três alunos às suas escolas de origem e constatar como esta reciprocidade se operacionaliza. Foram momentos de partilha e de convívio que deixam na memória uma marca de pertença,  pertença a um tempo e a um espaço no qual  todos fomos agentes e do qual todos recebemos e deixámos algo de herança, herança que se reflete no nosso futuro individual e comunitário.

Escola Básica Integrada Patrício Prazeres

Fomos ver o arraial popular de encerramento do ano letivo. Houve espetáculo com convidados – alunos da Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo do Chapitô –  e com a prata da casa – alunos, animadores e professores.  Ouvimos músicas tradicionais portuguesas e vimos malabarismo, danças e muitas bifanas.

Neste ano letivo, esta foi a segunda visita da nossa aluna à sua escola. Cada oportunidade é acolhida com entusiasmo e é com muita alegria que a vemos circular pelo espaço escolar e receber os cumprimentos dos colegas e dos funcionários. As memórias vitais de mais este convívio apenas perderão protagonismo quando forem suplantadas pelas do próximo encontro.

Até lá!

Escola Básica do 2º/3º Ciclo Manuel da Maia

Assistimos à peça que o grupo de alunos do clube de teatro, com o apoio e orientação dos seus professores, escreveu e interpretou. Nela foram apresentados vários quadros temáticos representativos de situações de vida com grande impacto social e nos indivíduos – violência doméstica, bullying, orientação sexual e BFFs (Best Friends Forever).

Ao longo dos meses anteriores fomos acompanhando o trabalho de escrita de excertos do texto, fomos ouvindo as leituras do nosso aluno e até dando algumas deixas, durante o tempo de tratamento de hemodiálise. O entusiasmo e nervosismo eram enormes, sobretudo porque a data de estreia de aproximava e a alta não era certa. Por tudo isto, não resistimos ao convite para estar entre o público e apreciar o trabalho e dedicação à arte destes jovens e seus professores.

Parabéns a todos, e especialmente ao nosso protagonista!

Escola Secundária D. João V

Fomos convidados a assistir à apresentação dos Temas de Vida, projeto final de curso dos alunos de Ensino Formação de Adultos (EFA) com as valências B2 e B3, que permitiu aos alunos a conclusão do Ensino Básico.

Os formandos davam início à sua apresentação pessoal em Inglês, dedicando depois, já em Língua Portuguesa, atenção às suas origens, ao seu percurso de vida e ao papel da escola na sua valorização pessoal. Uns movidos por sonhos de glória futebolísticos, outros fugindo de um dia-a-dia difícil, outros procurando saúde para si ou para um filho, quase todos deslocados do seu país (Cabo Verde, Guiné-Bissau ou São Tomé e Príncipe), estes formandos terão dado o passo que faltava para poderem aceder à próxima etapa – o ensino secundário.

O aluno que conhecemos há cerca de 8 anos, tem agora 24 e enche-nos de alegria, de esperança e de confiança! Agradecemos-lhe pelo exemplo lindo e  tão valioso de resiliência contra as adversidades da doença e de coragem pela perseverança do estudo, dignificando no fim todos os que consigo colaboraram e a escola como instituição que sempre pode e deve proporcionar a oportunidade de crescimento e sucesso que a cada um for adequado.

Boa sorte!

Património Sempre Presente…

Nova visita aos Namban-Jin – Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)

Através de um exercício de observação pormenorizado dos famosos Biombos Namban, dos pintores  Kamo Naizen e Kano Domi, e com a ajuda da Rita Gonçalves do MNAA, revisitámos a chegada das naus portuguesas a esse país longínquo que é o Japão, ao porto de Nagasáqui, no séc XVI. Nesta viagem levámos novos viajantes a descobrir quem eram e como se vestiam os vários intervenientes desta aventura, como eram as naus,  qual a sua valiosa carga, entre outras curiosidades. Aproveitámos  o balanço e espreitámos um pouco mais da cultura japonesa dos nossos dias.

Aqui deixamos registado algum do  vocabulário resultante desta sessão para conhecimento de todos:

Namban-Jin = Bárbaros que vêm do sul

Bombachas = Calças curtas e largas

Kurafuné = Barco Negro

Samurai = Guerreiro japonês

Karpa = Peixe da Boa Sorte

Momidje = Árvores que dão flor de cor amarela e vermelha típicas do Japão

Sushi = Um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne e de peixe em arroz avinagrado

HelloKitti = Desenho animado criado no Japão

Mangá ou manga = Banda desenhada no estilo japonês (várias mangas dão origem a animes)

E ainda palavras japonesas que fazem parte do português:

Biombo = Byobu
Quimono = Kimono = Veste típica do Japão
Judo = Judo
Caratê – Karate

Mais uma vez agradecemos à Rita ter-nos proporcionado uma manhã tão interessante e curiosa  através das histórias dos Namban-Jin!

Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela já é nosso património

Como já é da tradição no 3º período, desta vez o encontro TeleAula foi ao vivo…

Partindo da história da Fábrica de Porcelana de Sacavém, os nossos alunos montaram painéis representativos dos famosos padrões usados nas pinturas das porcelanas, utilizando para isso as sete peças do Tangram.  Para o sucesso desta atividade,  contámos com a preciosa ajuda do grupo de alunos e professores do Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela (C.E.T.), que previamente prepararam todo o material necessário e dinamizaram a sessão.

Sucederam-se ainda mais atividades, que passaram pela composição do tangram com imagens alusivas às louças de Sacavém e a resolução  de desafios matemáticos e figuras usando as sete peças do tangram.

Foi uma TeleAula ao vivo Muito Dinâmica e Divertida!

MUITOS PARABÉNS  a todos os elementos do  C.E.T. que tanto contribuíram  para que tal fosse possível!

Dia Mundial da Criança

O  final de ano letivo não seria o mesmo se não se comemorasse este dia.

O núcleo pedagógico do Hospital de Dona Estefânia sugeriu atividades para esta comemoração, por solicitação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central. O Serviço de Apoio Escolar ao 2º/3º ciclos e secundário propôs cinema. Esta atividade iria complementar as outras atividades do programa. Desenvolvemos duas sessões, a primeira como aperitivo, logo no dia 30 de maio, e a segunda sessão no próprio dia 1 de junho. O filme foi votado e escolhido pelos espetadores.

Pois é, ele foi  cineminha, um jogo de tabuleiro dinamizado pelo núcleo educacional do Museu da Cidade de Lisboa, pinturas faciais e teatro trazidas  pelos alunos do 1º e 2º anos do Curso de Apoio à Família e Comunidade da Casa Pia de Lisboa. A brincar e de forma bem divertida este grupo conseguiu apelar à reciclagem do lixo, contribuindo para a consciencialização de que, através de pequenos gestos como esse,  todos somos responsáveis por mantermos/conservarmos e lutarmos por um PLANETA MELHOR e MAIS LIMPO.

E isto e aquilo e aqueloutro? Também são património.

É  isto o amor!

Fotografia dos atores e outros membros do grupo Boca Aberta e do Teatro Nacional D. Maria II

Uma das encenações Boca Aberta saiu do salão nobre do Teatro Nacional D. Maria II, passou pelo Hospital Dona Estefânia para se mostrar e criou em nós uma oportunidade de pensar o amor.  Assistimos a metodologias de investigação muito ternurentas e ficámos, em certas cenas, pensativamente, de boca aberta.

Texto informativo que contextualiza o projeto Boca Aberta

Sobre este espectáculo e esta iniciativa, existe a página É isto o amor! – Histórias encenadas para a infância.

Histórias de musear (PIM!)

Fotografia que mostra um momento da ação da História de Musear subordinada ao tema Almada Negreiros

Por intermédio do serviço educativo da Fundação Calouste Gulbenkian, recebemos o projeto Histórias de Musear. Com excertos de textos de Almada Negreiros, como A Invenção do Dia Claro ou Manifesto Anti-Dantas, fomos muito bem conduzidos, a revisitar Almada Negreiros, com afetos, palavras, música, fotografias, um regador sonoro, botas e sapatos, imitação de animais, figuras geométricas, tangerinas e muito verde, PAM!.

Iniciámos com muita ternura:

Mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!

Brincámos inocentemente:

tam
tam-tam
tanque
estanque
tangerina bola
tangerina boia
tangerina ina
tangerininha

 

E na nossa memória também ainda ecoam as expressões mais insólitas, como por exemplo:

O Dantas veste-se mal!
O Dantas usa ceroulas de malha!
O Dantas nu é horroroso!
O Dantas cheira mal da boca!

Graças a estas citações, fizemos uma pequena investigação acerca de quem foi Júlio Dantas e do contexto modernista que levou Almada Negreiros a escrever o Manifesto, que podemos ouvir e ver dito por Mário Viegas no vídeo Manifesto Anti-Dantas – Mário Viegas, com um início em que podemos ouvir o próprio Almada.

Fotografia da vista de costas do grupo que assistiu à peça Histórias de Musear

Redescobrir digitalmente

Por estes dias, os nossos alunos têm redescoberto dois dos retratos que Almada fez de Fernando Pessoa desta forma:

Fotografia de aluno a resolver um puzzle digital no quadro interativo

Convidamo-vos a explorá-los também:


Património produzido, património divertido

Basquetebol em TeleAula

Por videoconferência com o Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela, construímos uma tabela de basquetebol.

Alunos em TeleAula

Alunos e professoras constroem tabela de basquete

Alunos em TeleAula

Pormenor de construção da tabela de basquete

Pormenor de construção da tabela de basquete
No final, registou-se em vídeo a alegria dos 3 pontos.
E agora, um desafio ao IPOLFG: Que tal encestarmos ao desafio?

Houve ainda tempo nesta TeleAula para uma atividade bónus: um desafio matemático.


Qual o vosso resultado? A nossa aluna Vera já o resolveu… e bem! Está de parabéns!

Let’s Play Colours para a HOPE

O congresso anual da associação sem fins lucrativos HOPE (Hospital Organisation of Pedagogues in Europe) vai este ano ter lugar na Polónia. Através da plataforma eTwinning recebemos um convite para um projeto que desafia os nossos alunos a prepararem trabalhos para serem expostos no congresso, usando apenas as cores azul, verde e vermelha.
Os trabalhos já seguiram por correio.

O Almada voltou

O serviço de educação da Fundação Calouste Gulbenkian voltou ao nosso convívio e trouxe novamente consigo o convidado José de Almada Negreiros.

À luz do que tinha acontecido na primeira sessão desta oficina, também desta  resultou um um vídeo iluminado.

Agradecemos a todos a colaboração. Sem ela, este património não se constituiria nem seria tão divertido.

Entre livros e museus

Entre livros e museus enriquecemos o nosso património cultural. Vejam como!

Noite dos Livros do Harry Potter

No dia 1 de fevereiro de 2018 celebrou-se mundialmente a Noite dos Livros do Harry Potter. Recebemos o Instituto de Magia Português que com alguns dos seus membros veio dinamizar com a nossa comunidade um encontro com a leitura e com o mundo do afamado personagem.

Sendo este ano dedicado ao tema Monstros Fantásticos,  tivemos  oportunidade de conhecer alguns excertos dos livros da coleção Harry Potter e de explorar alguns personagens verdadeiramente fantásticos.

Esta iniciativa teve o patrocínio da Editorial Presença, a quem agradecemos, bem como ao Instituto de Magia Português pelo seu entusiasmo e empenho.

Pássaro que voa

Recebemos Carla Madeira, tradutora, que nos veio apresentar a obra de Claudio Hochman Pássaro que voa.

Lindamente ilustrado por uma jovem de 11 anos, o livro contém, além da beleza colorida dos desenhos, a riqueza de umas dezenas de vidas contadas no seu essencial na primeira pessoa. São contos de encontros e de desencontros. Em comum – o voo – o voo de quem? o voo para onde? voo com volta, ou não? A obra, centrada na temática da migração, foi lançada em 2016 e tem estado exposta em vários locais, tendo também já sido dramatizada. Encontra-se organizada em duas partes, “Desencontros” e “Encontros”, acrescidas de um epílogo. À cabeça de cada história encontramos um nome próprio, sendo que uns se repetem e outros há que são únicos, cada qual com sua voz.

Houve lugar a voarmos um bocadinho nessas asas e a contarmos um pouco dos nossos voos, desenhando ou escrevendo.

Para saber mais pode seguir a página de Facebook Pássaro que Voa.

Agradecemos a iniciativa da Carla por nos ter dado a conhecer este livro com uma temática tão atual e com ilustrações tão inspiradoras.

O Almada está a chegar

Negreiros chegou, entre luzes e sombras, e a magia aconteceu perante os nossos olhos. Três representantes do núcleo de Educação – Escolas e outras instituições educativas – da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveram uma oficina alusiva à obra do artista dando-nos a conhecer a sua biografia, histórias e lanternas mágicas .

A Sofia envergou um colete, do próprio Almada, do qual retirou objetos – uma fotografia, um pacote de açúcar, uma mascarilha, entre outros – a partir dos quais nos explicou aspetos da vida pessoal e artística de Almada Negreiros. Vimos depois uma apresentação contendo algumas obras, como figurinos para teatro, banda desenhada, textos, escultura, desenhos e pinturas, que demonstraram bem a multidisciplinaridade do seu trabalho.

Focámos então a nossa atenção na obra A lanterna mágica e viajámos até aos primórdios do cinematógrafo e ao universo das sombras chinesas. A Margarida deu-nos a observar algumas imagens com as quais nos interpelou acerca dos seus significados (eram desenhos recortados e pintados e, mais tarde, foram fotografados em placas de vidro pintadas). Enquanto dávamos sugestões acerca daquilo que Almada Negreiros poderia ter pensado e a Andreia fazia o registo, a Margarida mostrou os materiais a que poderíamos recorrer para criar a nossa própria história – cartolinas pretas, acetato incolor e celofane colorido. Elaborámos então os quadros de sombras e transparências que foram sendo projetados e  fotografados pela Sofia.

O resultado final fica disponível para visualização com o vídeo Almada Negreiros – as nossas Lanternas Mágicas.

Agradecemos à Andreia, à Margarida e à Sofia por esta manhã tão divertida!

Painéis de São Vicente de Fora

Ficámos a conhecer mais em pormenor a obra de Nuno Gonçalves Painéis de São Vicente de Fora. Este conjunto de seis quadros encontra-se exposto no Museu Nacional de Arte Antiga e foi-nos apresentado pela Adelaide que nos trouxe também objetos incríveis que nos transportaram ao interior da própria obra  (cerca de 1470) e à época retratada, de D. Afonso V.

A Adelaide mostrou a madeira de carvalho de que os painéis foram feitos e explicou a maneira como eram misturados certos ingredientes para fazer a tinta usada – a têmpera. Até nos mostrou como os estudiosos descobriram que por baixo da pintura estavam desenhos que o artista optou por cobrir. Tentámos contar o número de pessoas representadas, um desafio interessante, e concluímos serem exatamente sessenta. E cabem todas numa superfície de cerca de dois metros de altura com diferentes larguras, entre os sessenta e os cento e vinte e oito centímetros!

Observámos cada painel e aprendemos o nome pelo qual cada um deles é conhecido e pode ser referenciado (da esquerda para a direita): Painel dos Frades, Painel dos Pescadores, Painel do Infante, Painel do Arcebispo, Painel dos Cavaleiros, Painel da Relíquia.

Para compreendermos ainda melhor a importância desta obra partilhamos duas curiosidades que demonstram o impacto que ela pode ter nos nossos dias. O cineasta Manoel de Oliveira realizou no ano de 2010 uma curta metragem Visão Poética e, mais recentemente, uma turma do 11º ano de escolaridade desenvolveu uma versão fotográfica Remake.

Agradecemos à Adelaide e ao Museu Nacional de Arte Antiga por mais esta atividade tão interessante.

Famílias e famílias

Entre o património natural e o património artístico nacionais, ficámos a conhecer melhor duas famílias especiais e, através delas, as características da subespécie Canis lupus signatus e os aspetos curiosos da pintura a óleo Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

Em defesa do Signatus

Recebemos uma ação de divulgação do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico em que nos foi dada oportunidade de desmistificar muitas das histórias que se contam sobre os lobos. A mascote Signatus veio ajudar-nos a perspetivar melhor as explicações recebidas.

A Drª Isabel Ambrósio e a mascote Signatus falam sobre os lobos

Ouvimos uma versão cientificamente atualizada da história do Capuchinho Vermelho, bem como outras informações pertinentes, e também aproveitámos para colocar as nossas próprias questões.Aluno trabalha sobre a informação aprendida a respeito dos lobos

Adorámos saber como os lobos comunicam entre si e a riqueza dos diversos sinais que usam para fazê-lo. Em família de lobos há ralhetes como nas famílias humanas!

A Drª Isabel Ambrósio lê aos meninos e à mascote Signatus uma versão do Capuchinho Vermelho

Muito obrigada à Drª Isabel Ambrósio e à mascote Signatus por nos terem dado a conhecer uma renovada visão do lobo ibérico e da necessidade de o proteger e de não o perseguir.

À descoberta de um retrato

Em 1816 não se falava em fotografia, não se falava em selfies nem em photoshop. Mandar fazer um retrato não estava ao alcance de qualquer um e pintá-lo era uma obra de planeamento, minúcia e astúcia artísticas, como tivemos oportunidade de aprender com a visita da Marta do Museu Nacional de Arte Antiga e o fantástico jogo das diferenças que nos trouxe.

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira

O pintor Domingos Sequeira demonstrou a sua mestria na pintura Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

À maneira de um fotógrafo ou de um designer gráfico dos nossos dias, também o pintor procurou corresponder às melhores expectativas do seu cliente de forma a dar a imagem de grandeza e importância que se pretendia deixar para a posteridade, trabalhando a perspectiva, a luz e cada elemento para essa valorização.

O quadro de Domingos Sequeira

O resultado apresenta-se quase como um instantâneo da vida real, com o movimento das crianças, a desarrumação dos papéis, o inusitado…

E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira, colocando aos alunos a questão: E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Com este mote lançado explorámos a pintura e, em equipas, procurámos desvendar os pormenores que a compõem e que, de outro modo, poderiam passar-nos despercebidos.

Foi entre a mascote/lobo Signatus e o pintor Domingos Sequeira, entre lobos e nobres, com duas famílias muito diferentes que aprendemos mais sobre o nosso património e lhes tirámos o retrato…