O espaço escolar de Alcoitão

 No ano passado, a Escola Básica nº 2 de Alcoitão, do Agrupamento de Escolas de Alcabideche, mudou o nome para Escola Básica Gracinda Antunes Valido. Esta Escola funciona numa sala de aula única nas instalações do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA).

A terapeuta Gracinda Valido trabalha no CMRA desde 1982 e, no âmbito da alteração da designação da escola, foi o centro de várias reportagens na comunicação social. Destacamos o texto do Diário de Notícias O que há no nome desta escola? Uma vida dedicada à terapia da fala.

A Escola Básica nº 2 de Alcoitão nasceu em 1967, no ano seguinte ao início do funcionamento do CMRA e trabalhava apenas com alunos do 1º ciclo.

No ano 2000, o CANTIC criou o projecto TeleAula: Relações Virtuais de Aprendizagem, iniciativa que juntou os Ministérios da Educação e da Saúde e que permitiu, com a participação financeira da (actual) ANACOM, equipar uma sala do Hospital com tecnologias proporcionando, desta forma, o apoio escolar aos alunos dos 2º e 3º ciclos e secundário.

Alguns anos depois, a redefinição dos espaços hospitalares obrigou à mudança do trabalho com estes alunos para a sala da Escola Básica nº2, situação que se mantém até hoje.

Os vários patrimónios

Para comemorar a chegada do novo ano, realizámos uma atividade de boas-vindas através da construção de mandalas com materiais diversificados como erva-príncipe, lentilhas, flores e frutos  secos, alfazema, canela e amêndoas laminadas, entre outros.

Duas secretárias, uma com os materiais dentro de frascos e sacos de papel e a outra com as mãos de uma aluna a trabalhar.

Uma mandala feita com folhas e frutos secos, flores e lentilhas intitulada A Paz no Mundo

Uma secretária com duas mandalas: uma terminada e a outra a ser construída por uma aluna.

Uma mandala intitulada Inspiração feita com erva-príncipe, canela e flores.

Através da  atividade intitulada A Colcha de Retalhos da Condessa, dinamizada pela mediadora cultural, Ana Brás, do Bairro dos Museus, Museu Condes de Castro Guimarães, ficámos a perceber que existem vários tipos de patrimónios (natural, cultural, material, imaterial, móvel e imóvel).

Ouvimos a história da colcha da avó da condessa e as histórias que esta contém (ou continha) até deixarem de ser contadas e se perderem. Conhecemos virtualmente o Museu, as histórias das duas famílias que o habitaram e os seus objetos.

Está em construção uma manta de retalhos com as memórias de todos nós e, ainda, um livro individual do nosso património que está a ser construído em contexto sala de aula. Em breve, mostraremos o trabalho completo.

A sala de aula com uma imagem projetada no quadro interativo e alunos a observarem a mediadora cultural a falar.

A mediadora cultural a contar a história da colcha da condessa e a manta colocada sobre uma secretária ao seu lado.

As mãos de uma aluna a desenhar um coração numa cartolina quadrada.

As mãos de uma aluna a desenhar um emoji sorridente numa cartolina quadrada.

O conjunto dos retalhos feitos pelos alunos sobre a manta de retalhos colorida.

Estivemos com professores e alunos da Escola Básica José Cardoso Pires numa videoconferência subordinada ao tema Segurança na Internet que abordou assuntos pertinentes e atuais sobre as vantagens e desvantagens da internet, assim como os perigos que devemos evitar.

Os alunos observam o monitor do computador onde se encontram os colegas da outra escola a falar.

Para celebrar o aniversário de uma aluna internada, a sua escola de origem esteve também em videoconferência, num encontro que proporcionou a troca de palavras entre quem não se via há muito tempo e o conhecimento dos novos alunos e professores da turma.

A aniversariante fala para os colegas da sua escola e é observada por duas terapeutas e uma colega de hospital.

Queremos mostrar o poema coletivo que dedicámos ao lobo ibérico porque achamos importante que as pessoas olhem para este animal com outros olhos.

O lobo ensina os mais novos
Como os humanos ensinam os seus filhos.
O lobo não é mau
Apenas caça para comer e sobreviver.
Nós, humanos, é que destruímos o seu habitat
e ele não tem onde viver.
Lobo, não deixes de ser quem és!
Não ligues às coisas más
que dizem sobre ti!
Continua a ser selvagem
Bonito
Corajoso
E amigo dos teus companheiros.
Nós, humanos,
Temos muito que aprender contigo!

Histórias com rimas e lobos

A bióloga de mão dada com a mascote fala para os alunos.As mediadoras culturais do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, Diana Silva e Joana Santos, visitaram a nossa escola de hospital para nos dar a conhecer, numa primeira sessão, a Casa das Histórias Paula Rego, assim como certas características que definem o trabalho da artista Paula Rego.

Abordámos rimas de berço inglesas que inspiraram a sua obra Nursery Rhymes e criámos, de uma forma natural, versos em inglês que rimavam entre si e que caminharam de cá para lá e de lá para cá entre os dois grupos de participantes. Por fim, cada grupo musicou espontaneamente os versos do grupo contrário.

Na segunda sessão, abordámos a narrativa presente no trabalho artístico da autora portuguesa, tendo de novo como centro da nossa atenção a obra dedicada às rimas de berço. Foi feita a apresentação da exposição Pra lá e pra cá presente, neste momento, na Casa das Histórias Paula Rego, e do espetáculo de bailado homónimo que decorreu há duas décadas na Fundação Calouste Gulbenkian. Procurámos identificar as personagens e o espaço das histórias que ouvimos e lemos nas gravuras de Paula Rego, em ilustrações antigas e nos excertos do bailado que visionámos. Realizou-se ainda uma breve abordagem à componente transdisciplinar do espetáculo do processo à realização. Por fim, construímos três cadavre exquis: dois sobre a ovelha e um outro subordinado ao tema Carro lançado por um dos alunos presentes.

<na sala da escola os alunos, à volta de uma mesa e um aluno em cama, observam uma ilustração antiga com uma ovelha e a mediadora cultural fala para os participantes.

Tiras de papel branco com rimas em inglês sobre uma cartolina preta.

As mediadoras culturais mostram ilustrações antigas das rimas de berço inglesas.

Um aluno observa atentamente uma ilustração antiga de uma rima d eberço.

Dois alunos desenham a sua parte do cadavre exquis.

O cadavre exquis completo sobre o tema "carro": rodas, caminhos que se entrecruzam, uma rotunda e uma casa entre outros rabiscos.

Observação de uma gravura da artista Paula Rego sobre a rima de berço "Baa baa black sheep".

Uma aluna desenha umas pernas com botas.

os dois cadavre exquis abertos: duas ovelhas completamente diferentes.

Lobo ibérico

A bióloga Isabel Ambrósio e a mascote Signatus, do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI), visitaram a nossa escola de hospital para nos falar desta espécie em vias de extinção.

O canis lupus signatus é uma espécie que representa o Património geográfico de Portugal e deu origem a histórias e lendas onde nem sempre é visto com bons olhos. Mas, após ouvirmos a bióloga Isabel falar acerca da morfologia e do comportamento deste animal, mudámos a nossa opinião.

 Os alunos observam uma imagem do lobo projetada no quadro interativo.

Uma mascote de tamanho humano cumprimenta os alunos presentes sob o olhar atento da bióloga Isabel.

A bióloga de mão dada com a mascote fala para os alunos.

Azulejos, Fernando Pessoa e alimentos saudáveis

Visitámos o Museu Nacional do Azulejo, em Xabregas, e fomos presenteados com uma visita guiada pelos vários espaços do edifício que celebra esta maravilhosa arte tradicional portuguesa. No dia seguinte, relembrámos o que vimos e ouvimos e fizemos um trabalho de expressão artística sobre a exposição de Haru Ishii, uma artista japonesa que vive em Quioto, Das sombras de Quioto à luz de Lisboa.

Alunos em cadeiras de rodas e em pé com a gui do museu observam o painel de azulejos da cidade de Lisboa
A visita guiada no MNAz
Várias tiras verticais com peixes de cores e motivos diferentes alinhados em arte de azulejo.
Uma das obras de Haru Ishii
Mãos dos alunos a tirar as medidas sobre papel de cartolina.
O trabalho dos alunos
Dois alunos em cadeira de rodas e a guia do Museu a falar sobre as obras de Haru Ishii.
A visita guiada à exposição “Das sombras de Quioto à luz de Lisboa”
Cinco trabalhos em papel que imitam o trabaho do azulejo com várias cores e formas.
O trabalho final dos alunos

Celebrámos o mês da alimentação, com trabalhos alusivos ao tema: elaboração da roda dos alimentos, aulas sobre alimentação saudável e uma sessão de degustação de frutos saudáveis de Portugal e não só. O fruto eleito como mais saboroso foi o maracujá.

Em cima da secretária e sobre um pano de cozinha encontram-se uma romã, bolotas, castanhas ainda dentro dos ouriços, castanha venenosa, mirtilos e maracujás.
Uma mesa bem servida

Recebemos a visita das mediadoras culturais da Casa Fernando Pessoa que nos falaram sobre Almada Negreiros, grande amigo do poeta. A atividade chamava-se Descalçar botas d’elástico e fazer uma revista modernista. A verdade é que não fomos mesmo nada botas de elástico e conseguimos fazer pequenas revistas modernistas cheias de criatividade e imaginação.

Um grupo de alunos dispostos em mesa redonda a escutar a mediadora cultural e a observar uma revista de Almada Negreiros.
A aprender quem foi Almada Negreiros
Uma aluna corta uma tira de papel dobrada como um harmónio com a ajuda de uma das mediadoras culturais.
A fazer uma revista modernista
Cinco das nossas revistas modernistas: O prédio, Sou a lua, A Clarinha, BlaBla e uma sem título.
Algumas das nossas revistas modernistas

Ainda tivemos tempo para aprender os continentes e os oceanos.

Um mapa mundo e um globo terrestre dividido ao meio em cima de uma secretária.
Digam lá, por favor, quantos são os continentes?

Viagens reais entre ilusões e fantasias

Cá estamos nós em plena reta final da nossa viagem deste ano… e que FINAL!!!!!!!

Semana da Criança no HDE

De 30 de maio a 2 de junho, decorreu no HDE a Semana da Criança, evento anualmente coordenado pelo Gabinete de Comunicação do CHLC com a colaboração dos agentes educativos e outras instituições.
Entre as muitas atividades que decorreram durante a semana, jogos, contos, origami, teatro, destacamos duas delas: a Sessão de Magia e Workshop de Balões e o convívio Sonhos Mágicos.

Fomos presenteados com um magnífico espetáculo de Magia, pelos fabulosos mágicos Rovit e Rui Fernandes.
Que divertido foi ver o Mágico Rui “trocando de propósito” as cores dos lenços, baralhando-nos e arrancando grandes risadas.

O Mágico Rovit apareceu calçado com uma meia de cada cor que por artes mágicas viajou de um estendal para os seus pés.

E o momento em que o Micael escolheu ao acaso como queria que ficasse o seu boneco de balão e num passo de Magia, este apareceu mesmo?!…FOI  FENOMENAL!

Aprendemos ainda com os nosso mágicos os passos básicos de como construir esculturas com balões. O Mágico Rovit demonstrou-nos como modelar um cão e uma flor e depois ensinou-nos a construir uma espada.

No final cada um saiu feliz com a sua espada.
No espetáculo Sonhos Mágicos, dinamizado por alunos de duas turmas de cursos profissionais – de técnico de apoio familiar e de apoio à comunidade e de técnico de desporto – de um dos centros educativos da Casa Pia e seus professores, viajámos, a convite das Educadoras do HDE, até ao mundo do Kizomba.
Que felicidade foi ver todos a dançarem e a cantarem… as doenças foram esquecidas e ficaram de fora.
FOI MUITO BOM!!!!

Mas a festa ainda não acabou porque…

Que Bom é Receber os Amigos

No dia 6 de junho, a Rebeca recebeu a visita dos colegas da sua turma 6º A, da EBI Patrício Prazeres, da sua Diretora de Turma, da professora de Português e da professora de Educação Especial.
Mais uma vez, a brincadeira esteve em alta. No Jardim da Bia jogou-se à Cabra-Cega, ao Quantos-Queres, ao Lenço à Barra, ao Galo, entre outros.

Mas se conviver é muito bom, uma boa comidinha vem mesmo a calhar. Eram tantas as iguarias, que o lanchinho transformou-se num Picnicão.

Na despedida, a nossa Rebeca presenteou cada colega com um poema em rima (rima que exprima e que mima) dedicado ao nome de cada um.

Mais uma manhã muito divertida.

Nova viagem pelas capitais europeias com a roleta magnética

Na última TeleAula deste ano letivo, viajámos por algumas das capitais da Europa, com os nossos amigos do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão. Jogámos o Jogo da Roleta Magnética, jogo concebido pelos nossos amigos do Clube de Educação Tecnológica (CET) da Escola Básica Integrada da Bobadela, no segundo período.
O jogo foi renhido, sem vencedores e sem vencidos. Bom mesmo foi viajarmos em conjunto!

Sol e sorrisos para todos!

“Parabéns!” e “Obrigado!” – projetos eTwinning e TeleAula

Temos em mãos projetos que nos dão muito. Tanto que nos enchem a mala, a alma e o coração de alegria, de reflexão, de convívio, enfim… de boas memórias de viagem. Celebrámos um aniversário de vida de uma maneira muito especial, discutimos aspetos da nossa contemporaneidade e convivemos com amigos e parceiros, em presença e a distância.

Projeto eTwinning – “A Birthday Card for R”

A bandeira eTwinning com a aluna e a Diretora de Turma

Por iniciativa da professora diretora de turma da nossa aluna R, temos participado num projeto cujo objetivo simples mas grandioso era apenas desejar Feliz Aniversário! à aluna através do envio por correio postal de um cartão de parabéns.

A aluna junto aos pacotes de mensagens recebidas
O grupo de amigos que estiveram presentes na festa
Pacotes com as três mil mensagens recebidas

Em torno deste objetivo reuniram-se cerca de quinhentos membros, entre professores e alunos, de vinte e dois países europeus, e foram recebidos mais de três milhares de postais.
Este projeto vai muito para além de postais – cartas, fotografias, prendas – e do dia de aniversário, pois desde que a primeira missiva chegou, em meados de outubro, todos os dias são de festa e celebração.
Na plataforma eTwinning, foram-se documentando em segredo os materiais que se enviavam e os que se recebiam. O mais difícil foi manter a surpresa até ao dia do aniversário!

TeleAula – CMRA

Imagens sobre a atualidade que podem suscitar debate

Partindo do nosso Blogue Físico Dá que pensar…, na TeleAula abordámos com as professoras e os alunos de Alcoitão os temas implícitos nas duas imagens que se seguem – Como e onde brincamos.

My parents said I should spend more time outside/ Os meus pais disseram que eu devia passar mais tempo no exterior
No ano de 1996 uma mãe leva o filho, que jogava à bola, por uma orelha para dentro de casa. Em 2016 uma mãe leva o filho, que jogava video-jogos, por uma orelha para fora de casa.
Foi um debate muito vivo e acalorado. Os cotas defendiam a rua, a juventude prefere ficar em casa a jogar.
No final ainda houve tempo para ouvir os nossos amigos de Alcoitão a dizer a palavra Obrigado em diversas línguas, o que foi muito engraçado!

Encontrar o Norte

Parados ou em viagem, convém não “perder o Norte”.
Isto tem especial importância para quem almeja o Pólo Norte ou a Lapónia, em busca do Pai Natal!
Com a colaboração do Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela, construímos as nossas próprias bússolas.
Com materiais simples, aprendemos a distinguir diferentes tipos de íman e metais magnetizáveis, aprendemos a magnetizar a agulha da nossa bússola e revimos os pontos cardeais.
Agradecemos muito ao Clube a preparação dos materiais e as indicações precisas sobre os procedimentos a levar a cabo para chegar a bom “norte”!

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A nortada não tem destruído o nosso mini latifúndio, como podem comprovar…

As sementes do CMRAlcoitão prosperam! O Ano Novo promete!

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Falando em Ano Novo, e como nos portámos bem este ano, fomos em busca do Pai Natal no Hospital de Santa Maria para nos conceder em desejo o realizar de um sonho que perseguimos há muito…

De lá trouxemos uma rena espacial e especial – o Rudolfo.

Não só somos mimados como sabemos mimar! Oferecemo-NOS um lanche natalício:

Partilhamos convosco a dádiva musical, cheia de espírito natalício, que a Orquestra do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves nos trouxe e que vos abrirá o apetite para a quadra.

A todos desejamos um Feliz Natal! *****************************

Mala de memórias – magusto, drama radiofónico e sementeira

Viajar em conjunto é mais agradável, quase todos o diriam. Aprender também.
As três atividades que descrevemos foram buscar sustento na riqueza que a interação entre os participantes criou. Bonito de ver, de viver, de provar, de ouvir, de cheirar, de mexer…

Magusto

Uma aluna deu o mote:
– Professora, não vamos ter magusto como no ano passado?
– Claro! – responderam as professoras.

Assim se preparou o repasto, com toalha outonal, numa mesa em que o marmelo roubou destaque às castanhas, e as variedades de marmelada fizeram os presentes picar o palito várias vezes. Para esta ocasião convidámos os colegas mais pequenos, do 1º CEB e do JI. Houve música e alguma dança – a diva Carmen Miranda teve destaque.

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Drama radiofónico

A aluna M. Ventura trabalhava no seu manual de Português e perante uma proposta de trabalho oral dirigida à turma, rapidamente mobilizou os dois colegas presentes para todas as funções. O assunto, do interesse da maioria (de crianças, de jovens e de adultos), era introduzido por um artigo de opinião, e podia levantar polémica: “Televisor no Quarto”.
Cada um dos três alunos encarnou a sua personagem (filha, pai e mãe) e entregou-se o melhor que pôde à argumentação (filha pró e pais contra), sem exceder 5 minutos e sem perder de vista os três aspetos em avaliação – usar dois argumentos, ser convincente e usar linguagem adequada à situação.
Foi bem além do encomendado…
A propósito deste assunto, recomendamos a seguinte leitura.

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Sementeira

Ainda temos sementes daquelas que os amigos do CMRA nos enviaram.
Ora, lançámos mãos à terra e…

 

Momentos para guardar na mala!

19º Encontro TeleAula

Viajar é a única coisa que compramos que nos torna mais ricos

A reunião anual da rede de escolas de hospital do Projeto TeleAula decorreu no dia 21 de Junho na Escola Básica José Cardosdo Pires, na Amadora.
O CANTIC, o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, o Hospital de Dona Estefânia, o Hospital de Santa Maria e o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil partilharam as actividades, vitórias e desafios de mais um ano de trabalho e de colaboração.
O almoço partilhado foi pretexto para uma mostra de capacidades culinárias e exibição de talentos na área da cozinha vegetariana mas também para pôr outros temas em dia, para continuar a boa disposição e, até, para homenagens e despedidas “até já”.
A parte da tarde foi um brainstorming de ideias para a actividade magna que queremos concretizar no próximo ano lectivo.
Inspirados pela proclamação pelas Nações Unidas do ano de 2017 como Ano Internacional de Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, também nós quisemos viajar e conhecer e, por isso, surgiu o tema condutor do ano – A Mala do Viajante. Todos percebemos que essa mala é física e é virtual, tem dentro um instrumento musical carregados de esperança e de sonhos ou experiências de dor, de expectativa e de alegria que são de cada um; é uma mala onde todos nos encontramos para um convívio ou uma viagem no tempo; é uma mala sem barreiras, inesgotável fonte de músicas, livros, espaços, instrumentos científicos e criaturas que só existem na imaginação; uma mala nova de recomeços ou desgastada pelo uso e coberta de autocolantes e passaportes pesados de carimbos.
Começou mais uma viagem de quem recusa ficar parado com uma mala transportada por crianças que certamente apreciarão a irrequietude dos seus guias.

A TeleAula aquece corações/”Quentinhas e boas”

Faz de conta que temos frio…

Apesar do verão de São Martinho este ano chegar bem quentinho, nós decidimos aquecê-lo ainda mais e na Sala de Apoio Escolar fizemos um magusto!!! Contámos com a presença de alunos de várias enfermarias e ciclos de ensino e das Educadoras de Infância.
Como não tínhamos brasas, nem fogueiras, trouxemos uma velha Patusca! Depois de várias tentativas, com o quadro elétrico a “ir abaixo”, decidimos recorrer ao microondas do Serviço de Adolescentes… e finalmente lá conseguimos. O “bolinho da caneca”, confecionado no momento, também não faltou, assim como um chá quentinho. Pelo meio, e para quem não aprecia o sabor destes petiscos de outono, fizeram-se cartuchos em origami e crucigramas!

Faz de conta que estamos perto…

Este ano temos mais um parceiro para as TeleAulas. Tão perto ficámos da cidade do Porto! Iniciámos ligações por videoconferência com o Hospital de São João e até com o Joãozinho já falámos! Fica aqui o registo desses momentos.

E porque gostamos de manter velhas amizades, continuamos com os nossos parceiros do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão e com a EBI da Bobadela.