Estrelas e constelações

Por estas bandas é habitual partirmos de obras literárias para outros assuntos de carácter científico mas, desta feita, não foi bem assim. Partimos de informações e saberes adquiridos do estudo das Ciências Físico-Químicas para um trabalho cheio de criatividade. Assim sendo, diz a Cristiana:

Gosto de consultar o meu horóscopo, mas não sabia que havia uma relação entre os astros e as previsões sobre a nossa vida. Também não sabia que a Astrologia nada tem a ver com a Astronomia, apenas a palavra astro lhes é comum. Por isso, o título do filme “A Culpa é das Estrelas” de que tanto gostei acusa as estrelas de decidirem a vida das duas personagens da história, se analisarmos a vida à luz da Astrologia.
No entanto, estive a estudar conteúdos de Físico-Químicas e aprendi que a Astronomia é uma palavra que vem do grego astron que significa estrela e nemein que significa chamar; é a Ciência dos astros, dos corpos celestes e da estrutura do Universo. Aprendi que os povos da Antiguidade observavam o céu com admiração e algum medo porque o desconheciam. E que as estrelas têm um ciclo de vida parecido com o nosso: nascem, vivem, envelhecem e morrem. Elas não são apenas uns pequenos pontos luminosos no céu, são bolas de gás gigantescas a arder, com temperaturas muito elevadas e que libertam muita energia que é o que faz brilhar a estrela.
Os povos antigos estudavam as estrelas para se orientarem ou para preverem a mudança das estações. Imaginaram figuras que lhes eram familiares como deuses, animais, heróis através de linhas imaginárias que uniam várias estrelas. As primeiras figuras ou constelações foram criadas há mais ou menos 6000 anos. A maioria das 88 constelações que conhecemos nos nossos dias foram inventadas pelos Gregos e pelos Romanos há cerca de 2000 anos. Cada povo viu aquilo com que convivia na sua vida diária. Resolvi dar outros nomes às constelações que já existem. Escolhi três que achei bonitas: a Escorpião (por ser o meu signo), a Lira e a Ursa Maior.

O que os antigos viram e o que eu vejo

Em seguida criei um céu noturno com estrelas e inventei as minhas constelações.

Desenhei com uma régua as linhas imaginárias que uniram algumas estrelas
As minhas constelações: Casa Maior, Casa Menor, Flor e Coração

Além de outras coisas fascinantes, aprendi que o Sol é a estrela que alumia o nosso sistema solar e que está previsto durar mais cinco mil milhões de anos. Antes de morrer, o Sol aumentará, engolirá todos os planetas que o rodeiam para depois ficar pequeno e desaparecer. O ser humano tem que encontrar rapidamente um outro local para viver na nossa galáxia, a Via Láctea, ou noutra galáxia. O que me preocupa é como vão levar tantas pessoas! Isto deixou-me preocupada!

Explorando a luz…

No mês de maio, continuando a explorar a luz, realizámos muitas experiências com o apoio das nossas estagiárias Margarida e Patrícia!

A primeira experiência tinha como questão-problema “Por que não vemos os objetos no escuro?”
Numa primeira fase, os nossos alunos construíram três caixas para estudar esta questão. 
Apesar de algumas diferenças, estas caixas eram todas fechadas só com um orifício. 
A primeira caixa  continha um objeto não iluminado.
A segunda caixa tinha um objeto iluminado
A terceira caixa tinha um objeto luminoso.

Após a observação pelo orifício, os nossos alunos chegaram à conclusão que só vemos objetos quando estão iluminados ou quando têm luz própria.

A segunda experiência tinha como questão problema “Como se propaga a luz?”
Nesta experiência, num espaço escurecido, os nossos alunos utilizaram um tubo flexível colocado em diferentes posições e um foco de luz, numa das extremidades do tubo.
Observaram que, quando o tubo não estava direito, não conseguiam ver o foco de luz na outra extremidade.

Os nossos alunos concluíram que a luz se propaga em linha reta. 
Na terceira experiência, a questão-problema foi “Será que todos os materiais se deixam atravessar pela luz?”
Esta experiência foi partilhada com os alunos do HSM, no âmbito do projeto TeleAula.
Os alunos analisaram se viam determinado objeto quando este era tapado com diferentes materiais, como cartão, papel, papel vegetal, papel de acetato, espelho, entre outros. 
Os alunos concluíram que existem materiais que não deixam passar a luz, os materiais opacos. Outros materiais deixam passar totalmente a luz, os materiais transparentes. Existem ainda materiais que deixam passar parcialmente a luz, os materiais translúcidos.

A quarta experiência tinha como questão-problema “Será que a imagem de um objeto é igual em qualquer tipo de espelho?”

Os alunos concluíram que diferentes tipos de espelhos, espelhos côncavos e espelhos convexos, dão origem a imagens diferentes de um mesmo objeto. 
Por fim, apresentamos o nosso cantinho da luz…
E um pequeno pormenor…

TeleAula no HDE – Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela

Uma grande surpresa! Bombástica!

Os nossos Amigos do Clube Tecnológico da Bobadela estão sempre a surpreender-nos com trabalhos magníficos, desta vez não foi diferente! Estivemos animados do princípio ao fim da atividade. Fica aqui o registo de alguns desses momentos vividos!
Organizámos a nossa mesa de trabalho

Recebemos indicações sobre os procedimentos mais corretos
Seguimos atentamente as indicações

O trabalho exige rigor 

Finalmente duas das nossas bombas parecem concluídas…

Por indicação dos nossos parceiros colocámos água corada dentro das nossas bombas de água e ligámos o circuito….Ups! alguma coisa correu mal…fizemos um lago vermelho na nossa mesa de trabalho! A água parece sair por onde não devia…TEMOS FUGA NO SISTEMA!! Toca a limpar tudo!

Bomba a precisar de reparação

Mesmo assim valeu a pena a aula foi mesmo muito divertida! Quanto a nós…prometemos melhorar as nossas imperfeições técnicas!!
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Umas semanas depois…

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Uma parceria que encurta a distância!

Como a generosidade do Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela é tão evidente e digna de apreço, os alunos devidamente acompanhados e autorizados vieram à sala de trabalho do Núcleo de Apoio Escolar ao 2º/3º CEB e ES do HDE demonstrar e ensinar-nos o tanto que já aprenderam nesta área. Assim, pudemos voltar a agradecer a sua dedicação.

Algum do material usado na sessão

Nesta sessão, muito rica, voltámos à bomba de água, vimos como a luz se comporta em meios diferentes como a água e o ar, ficámos com algumas noções como funciona a fibra ótica, vimos uma série de transformações energéticas até à produção de luz,  vimos como produzir movimento aproveitando o efeito de um campo eletromagnético, vimos ainda o efeito de uma luz lazer incidindo sobre um determinado ponto…enfim vimos muito e aprendemos ainda mais!

Uma bomba de água primorosa
No escurinho para ver bem o laser

A energia em transformação
O magnetismo e a eletricidade em ação!


Importantes explicações científicas
Pela ciência …encheram-se muitos balões!

Hoje tivemos uma tarde muito animada e estimulante.

Aos alunos e professores do CLUBE TECNOLÓGICO da EBI da Bobadela  um MUITO OBRIGADA pelo empenho, interesse e dedicação que têm demonstrado ao longo destes anos.

Ciência com minhocas, espelhos e outros materiais

Construímos um vermicompostor com a ajuda da Sandra e da Carla do Pavilhão do Conhecimento.
A vermicompostagem é uma maneira de aproveitar alguns dos desperdícios orgânicos das nossas casas e transformá-los em fertilizante para as nossas hortas e jardins, utilizando as minhocas californianas. E, ao contrário do que temos trabalhado, este processo acontece na ausência da Luz.

Tivemos uma TeleAula com a Sandra e a Sílvia do Pavilhão do Conhecimento e estivemos a fazer várias experiências com materiais. Identificámos os sólidos que flutuam, os que não flutuam e os que se equilibram na água.
Conversámos sobre a influência das massas, das formas e da densidade dos materiais sólidos e líquidos.

Infelizmente, não conseguimos ter a TeleAula com o IPO…
Partilhámos o que deveríamos fazer via telemóvel e descobrimos vários mistérios com a ajuda de espelhos e simetrias.
Deste lado, foi muito divertido e esperamos que na escola do IPO também se tenham divertido!

Luz e Mitologia

Os pontos de Luz no mundo

Continuando na exploração da Luz e indo ao encontro do currículo da Geografia, os nossos alunos estiveram a explorar os pontos mais iluminados do mundo.
Foi uma atividade que despertou muito interesse nos nossos alunos!
A partir deste trabalho perceberam que a Terra, à noite, é um mundo de escuridão, mas também de muita luz.
As áreas mais iluminadas e povoadas situam-se no hemisfério norte, sobretudo ao longo da costa.
Também aprenderam que algumas regiões são pouco iluminadas porque correspondem às zonas desertas do nosso mundo.

Mitologia Grega

No dia 10 de abril recebemos a visita do Pedro e do Eduardo da Faculdade de Letras de Lisboa. Nesta visita exploramos os deuses olímpicos. Os nossos alunos adoraram e querem repetir a experiência!

Na primeira sessão, um dos primeiros deuses de que falámos foi Zeus, o deus dos céus, que salvou os seus irmãos da fúria do pai, que os devorava com medo de ser destronado por um deles. Zeus teve dois irmãos, Hades (deus do submundo) e Posídon (deus dos mares), e três irmãs, Deméter (deusa da agricultura), Hera (deusa do casamento) e Héstia (deusa do fogo da casa).
Zeus casou com Métis, deusa da inteligência, que tinha a capacidade de prever o futuro e de se transformar no que quisesse. Métis previu que um dos filhos de Zeus o iria destronar, assim como aconteceu com o seu pai. Então, quando Métis ficou grávida, Zeus, preocupado, desafiou-a para uma competição: saber qual dos dois seria capaz de se transformar em mais coisas. Um dia, Métis transformou-se numa gota de água e Zeus aproveitou e engoliu-a. Como Métis estava grávida, a filha dos dois acabou por nascer da cabeça do pai. Era Atena, a deusa da sabedoria, e já nasceu crescida e armada.
Mais tarde Zeus casou com Hera. Os dois tiveram quatro filhos: Ares (deus da guerra violenta), Hebe (deusa da juventude), Hefesto (deus ferreiro) e Ilítia (deusa dos partos).
Zeus também teve outros filhos. Os mais conhecidos são: Atena (deusa da sabedoria e da guerra justa), Hermes (deus mensageiro) e os gémeos Ártemis (deusa da caça) e Apolo (deus das artes, da medicina e da profecia).

Palhaços

Os palhaços têm luz dentro de si. Dão-nos luz, por isso foram tema de uma atividade elaborada na escola do CMRA.
A origem da palavra – omino di paglia, homem de palha, as palavras escondidas na palavra – palha e aço, coisas dos palhaços – laços, chapéus, bolas, narizes, pinturas, instrumentos musicais, pinturas de palhaços, palhaços famosos e outros assuntos relacionados com esta personagem que nos faz rir foram motivo de conversa e troca de impressões.
Fizemos palhaços com figuras geométricas (losangos, triângulos, quadrados, retângulos, circunferências) para expor no nosso jornal e, mais tarde, construir uma tela para oferecer aos Doutores Palhaços, da Operação Nariz Vermelho, que todas as semanas nos visitam.

A sala escurecida à espera de audiência
Na sala havia vários adereços do palhaço – um chapéu
Um palhaço sem palhaço escondido na nossa horta
Apresentação da atividade
Os palhaços na apresentação
Troca de impressões
Ouvintes atentos
Identificação dos Doutores Palhaços
Elaboração de palhaços com figuras geométricas
Visionamento do filme “Quidam” do Cirque du Soleil
Mostramos também alguns dos palhaços elaborados pelos nossos alunos. Temos que lhes dar um nome. Aceitamos sugestões, por isso ficam numerados.
Nº 1
Nº 2 e nº 3
Nº 4 e nº 5

Continuando a exploração da Luz… e Carnaval

Carnaval

O Carnaval é uma época muito querida no IPOLFG. Este ano, o tema era “A aldeia dos Smurfs”. 
Três dias de muita animação… 

A Simbologia da Luz

No dia 11 de fevereiro, os nossos alunos e os alunos da Escola do HSM exploraram várias expressões sobre a luz. Através de um jogo de pares todos aprenderam o que significa “dar à luz”, “trazer à luz”, “no apagar das luzes”, entre outras. Uma TeleAula muito “iluminada”!

As cores

Continuando na exploração da luz… estudámos as cores e como se forma o arco-íris. 
Aprendemos que a luz branca é a união de todas as cores e que, ao atravessar o prisma, a luz decompõe-se em várias cores, as cores do arco-íris.
Percebemos que o arco-íris só aparece nos dias de chuva porque as gotas da chuva funcionam como prisma. 
Também explorámos como se podem formar outras cores a partir das cores primárias.

A luz é onda mas também corpúsculo

A luz também é partícula!

Com a nossa aluna Michaela, na sala de tratamento de hemodiálise, continuamos a estudar a luz e, como não podia deixar de ser, falámos de Albert Einstein.
Quando se fala deste cientista pensamos automaticamente na sua famosa equação E=mc2 e na sua Teoria da Relatividade, julgando dever-se a ela o seu prémio Nobel da Física em 1921. Na realidade, o prémio foi-lhe atribuído pela revolucionária interpretação do Efeito Fotoelétrico!
A nossa Michaela  estudou esta experiência e o desenvolvimento de tecnologia eletrónica que ela permitiu, ficando a conhecer muitas das suas aplicações no nosso dia a dia.
Fica aqui, de uma forma muito resumida, a explicação desta experiência (escrita pela nossa Mikas!)
Já anteriormente os cientistas tinham descoberto que uma radiação com determinada energia, ao incidir sobre determinados materiais (especialmente metais) provocava a ejeção de eletrões que poderiam criar uma corrente elétrica (Efeito Fotoeléctrico).
Então, o que introduziu de novo Einstein que lhe valeu o Nobel da Física com esta experiência? Ele introduziu a Teoria Corpuscular da radiação, interpretando o referido efeito fotoelétrico como resultado do choque de partículas de luz (fotões) com os eletrões do material sobre o qual a radiação incidia.
Qual o impacto desta experiência (efeito fotoelétrico) na nossa vida? O impacto é GRANDE. Utiliza-se, por exemplo, nos detetores de fumo, nas portas automáticas e em laboratórios para a contagem de bactérias.
Podemos pensar que ao carregarmos no botão do comando, da nossa garagem, estamos a utilizar o efeito fotoelétrico!

 A luz e os seus (en)feit(e/o)s!

Dos nossos parceiros eTwinning da Finlândia chegou nova correspondência e, entre outras coisas, uma imagem pintada por um aluno e uma fotografia muito bonitas da Aurora Boreal! Vejam lá a nossa sorte!
Pela Finlândia, auroras boreais são tema de correspondência
Fotografia de uma aurora boreal, enviada de Oulu, Finlândia

A revista National Geographic deste mês tem um artigo muito interessante sobre este tema!
Desta favorável coincidência, decorreram algumas conversas com os alunos mais fascinados por estas matérias!
Ficaram a saber que as auroras boreais são um fenómeno que decorre da atividade solar. Em alturas de maior atividade deste nosso Astro, intensifica-se o vento solar (carregado de protões, eletrões…) que em contacto com a magnetosfera terrestre (campo magnético da Terra, o nosso escudo protetor) origina a formação destes magníficos  efeitos luminosos!
As cores podem variar entre verdes e vermelhos, estando este facto  relacionado com a composição do gás que está presente e com a altitude a que se dá este fenómeno, por exemplo: o verde relaciona-se com a presença do gás oxigénio.
Ficaram, também, a saber que este fenómeno pode ser igualmente observado no Pólo Sul e que aí tem a designação de Aurora Austral.
TeleAula com os nossos parceiros da EBI da Bobadela

À semelhança dos nossos amigos do IPOLFG, fizemos uma TeleAula com o nossos parceiros da EBI da Bobadela, e mais uma vez foi um grande sucesso! Para o bom resultado final, que tanto prazer deu aos nossos alunos, muito contribuiu a preciosa orientação dos membros do Clube de Educação Tecnológica, que guiaram os nossos passos e seguiram os nossos gestos ao pormenor. Muito obrigada!
Depois da construção do Periscópio e de falarmos um pouco sobre a utilidade deste instrumento ótico, as nossas alunas mais criativas deram um acabamento final aos seus trabalhos. Fica aqui um belo registo!
Durante a pintura de um dos periscópios

Fogo e água como inspirações temáticas

LUZ

Na continuação da exploração do tema “A Luz”, os nossos alunos, no âmbito do projeto TeleAula, construíram um periscópio em parceria com os alunos da EBI da Bobadela.


O material enviado pela EBI da Bobadela

Numa primeira fase, os nossos alunos tiveram que dobrar a cartolina de acordo com as indicações.

De seguida, tiveram que recortar dois quadrados nas extremidades.
Após as dobragens e recortes, os nossos alunos colaram o cartão de forma a construir um paralelepípedo.
 Numa segunda fase, os alunos voltaram a dobrar, de acordo com as indicações, os dois cartões menores.
 
 Em cada centro dos cartões menores, colaram um espelho.

Por fim, colocaram-nos num ângulo de 45 graus em cada uma das extremidades do paralelepípedo. 
Foi uma atividade de sucesso!
No seguimento desta atividade, de forma a conhecer melhor este instrumento utilizado nos submarinos, fomos explorar um livro que interessou muito os nossos mais pequenos. 
Com a exploração deste livro, aprendemos mais sobre a luz e inventámos um quebra cabeças que temos todo o gosto em partilhar.

As cores e a luz

Esta atividade foi, sem dúvida, uma das que mais gostámos até agora. Aprendemos tanto!

Por que razão vemos as cores? A existência da luz é que nos permite visualizar as cores. Se estivermos numa sala às escuras, não conseguimos ver nada. E ficámos mesmo às escuras! Os mais pequenos tiveram medo!

As cores primáriassão o vermelho, o azule o amareloCom a mistura destas cores obtêm-se as cores secundárias.
Apesar de haver sete cores no arco-íris, é possível usar estas três cores para fazer todas as outras. Chamam-se cores primárias, porque são cores puras, ou seja, cores que não se conseguem com a mistura de outras cores.
Chamam-se cores secundárias, porque se conseguem obter a partir da mistura de duas cores primárias. E fizemos as experiências com as cores. Muito interessante!
Há ainda as cores neutras: o branco e o preto não são cores, mas é assim que nós as vemos. São opostas. Com o branco e o preto obtivemos o cinzento, como podem ver nas fotografias. 
O branco é luz e a soma de todas as cores.
O preto é ausência de luze aparentemente não é feita de nenhuma cor.
Cores quentes são aquelas que nos transmitem a sensação de calor: amarelo, laranja e vermelho.
Cores frias são aquelas que nos transmitem a sensação de frio: azul, violeta, verde.
Isaac Newton foi o primeiro cientista a mostrar que a luz branca é composta por diferentes cores. 
Num dia soalheiro, tapou as janelas do seu quarto, deixando um buraco pequeno que permitia passar um raio de luz do Sol. Pôs um prisma à frente e o prisma curvou a luz num padrão de cores na parede. Chamou a isto o espectro solar. Foi precisamente o que estivemos a fazer, não com o Sol, mas com uma lanterna que é também uma fonte de luz.
A luz é na realidade uma mistura de cores diferentes.
Quando vemos um arco-íris, vemos todas as cores diferentes, separadas por gotas de água no ar. Cada cor de luz tem um comprimento de onda ligeiramente diferente, por isso comporta-se de maneira diferente.
Quando cada cor bate num objeto transparente, como uma gota de chuva, atravessa-o a uma velocidade diferente, fazendo as cores separarem-se e espalharem-se.
Usando um pedaço triangular de vidro – prisma – podemos observar a luz a ser dividida nas suas cores diferentes. Existem sete cores que se dividem sempre pela ordem dos seus comprimentos de onda. O vermelho (o maior) separa-se no ângulo mais largo, seguido das cores laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta.
Existe uma mnemónica para memorizar facilmente a sequência das cores no arco-íris: Vermelho lá vai violeta.
Existem outros nomes para o arco-íris, como por exemplo, arco da velha ou arco-celeste.

Curiosidade: 

Significado da expressão “coisas do arco da velha”
Utilizamos esta frase, quando nos referimos a coisas inacreditáveis, absurdas, espantosas, estranhas. 

Pensa-se que esta expressão tem origem no Antigo Testamento, porque o arco da velha é o arco-íris, ou arco-celeste e foi um sinal do pacto que Deus fez com Noé:
“Estando o arco nas nuvens, Eu ao vê-lo recordar-Me-ei da aliança eterna concluída entre Deus e todos os seres vivos de toda a espécie que há na terra.” (Génesis 9:16)
Arco-da-velha é uma simplificação de Arco da Lei Velha, uma referência à Lei Divina ou Lei de Deus. 

Há diversas histórias populares que defendem outra origem para esta expressão: a da existência de uma velha no arco-íris, sendo que a curvatura do arco corresponde à curvatura das costas provocada pela velhice. Bom, e há quem diga que onde o arco-íris acaba, há um pote cheio de moedas de ouro. Ideias do arco da velha!!
A sala a ficar cada vez mais escura
Depois da escuridão, acendeu-se uma luz
Objetos utilizados: um frasco com água e uma lanterna
Objetos utilizados: um prisma e uma lanterna
As formas e as cores #1
As formas e as cores #2
As formas e as cores #3
As formas e as cores #4
As formas estranhas que vimos eram lindas!
Nesta forma até conseguimos ver um prisma!
Preparação para o trabalho
As cores primárias
A mistura das cores nos godés
Neste trabalho, a descrição foi feita em inglês para treinar 

A experiência da mistura das cores
Branco para fazer cinzento
Cinzento do mais escuro ao mais claro
O cinzento com umas iniciais secretas (mas o segredo está à vista)


Sabem que existe uma espécie de eucalipto chamado arco-íris?

Nome científico: Eucalyptus deglupta;
Altura: acima de 12 metros;
Luminosidade: sol, muita luz;
Ciclo de vida: perene;
Onde vive: Nova Guiné, Indonésia, Filipinas;
Nomes populares: Eucalipto arco-íris, Eucalipto-da-nova-guiné, Eucalipto-das-filipinas.

Tem um aspeto fora de vulgar, porque parece que o tronco foi pintado por uma criança, mas o que acontece é que, enquanto a árvore cresce, se desenvolve e envelhece, vai mudando as cores do súber que é o revestimento ou casca. Apresenta cores como azul, roxo, vermelho, laranja, verde.
Para sobreviver precisa de muita água, não suporta temperaturas abaixo dos 9º C nem acima dos 30º C e gosta muito de luz.
Afinal não são só os animais que mudam de cor como o camaleão e certos peixes!
Curiosidade: quanto mais cores tiver mais velha é a árvore.


Que bom seria poder visitar uma floresta com estes eucaliptos!