Dezembro “em cheio”!

Comunicar através do Som e do Ritmo

Uma vez mais fomos surpreendidos pelos alunos do Clube Tecnológico da EBI da Bobadela com uma atividade muito bem preparada e muito interessante!

Com a aproximação das comemorações do Novo Ano, construímos dois instrumentos musicais – um de percussão e outro de sopro, com recurso a materiais reciclados – que farão com certeza muita falta na noite de passagem de ano.

Alunos do HDE em TeleAula com alunos da Bobadela

Construção de instrumento musical com cápsuals de café

Instrumento musical com cápsuals de café

Construção de instrumento musical pelos alunos da Bobadela

Construção de instrumentos musicais pelos alunos do HDE

Agradecemos muito aos alunos Iasmin, Bery, Beatriz, Bruna e Daniela, bem como aos professores Carlos V., Carlos e Vitor do Clube Tecnológico que orientaram esta atividade. Já estamos a aguardar ansiosamente pela próxima!

Criatividade aos “sacos”

Este período tivemos a visita do Museu da Marioneta que nos trouxe uma mostra de marionetas feitas de diferentes materiais e originárias de diferentes partes do mundo.

Animador do Museu da Marioneta com aluna

Marioneta crocodilo

Marioneta Rodolfo do nariz vermelho feita com caixa de ovos

 

 

 

Marioneta Minion e alunos

 

 

 

 

 

Alunos do HDE com animadores

 

 

 

 

 

Mostraram-nos também que com um simples saco de papel, cartolinas de diversas cores, tesoura, cola e muita criatividade podíamos construir as nossas marionetas e foi isso que fizemos.

Alunos do HDE criam marionetas

Vejam como ficaram engraçadas!

Alunos do HDE com marionetas que criaram

Agradecemos muito ao Pedro e à Marta a sua disponibilidade e terem-nos proporcionado uma manhã tão divertida!

Uma doce e mágica tarde de chuva

Ombela significa chuva em umbundu. Neste conto, representado de forma mágica pelo grupo Kaô: Embalos do Mundo, Ombela é filha de deuses, a quem é atribuído o poder da criação da chuva. É o seu pai que lhe ensina que a tristeza faz parte da vida e que também se pode chorar de felicidade. Então, quando Ombela chora de tristeza, as lágrimas salgadas enchem os oceanos e quando Ombela chora de felicidade, as lágrimas doces enchem os rios e os lagos.

Grupo Kao e alunos do HDE

Com recurso ao movimento, ao som, a diferentes texturas e à música, fomos literalmente transportados para África com todos os seus sons, cheiros, animais, numa mensagem de esperança e felicidade que terminou com a canção:

“Menina a Felicidade
é cheia de Ar
é cheia de Vento
é cheia de Riso
é cheio de Sol (e de Chuva)
Menina a Felicidade
é cheia de A
é cheia de E
é cheia de I
é cheia de O (e de U)”

Grupo Kao e alunos do HDE

Foi uma doce e mágica tarde de chuva que muito agradecemos à Tânia e ao Rodrigo do grupo Kaô: Embalos do Mundo e às nossas parceiras Andreia e Rita do Núcleo Educativo da Fundação Callouste Gulbenkian que os trouxeram até nós!

Grupo Kao e pacientes do HDE

O Espírito de Natal invadiu-nos…

Este Natal, de forma simples e criativa, decorámos a nossa sala de aula e os nossos quartos. Coroas de Natal, presépios, Pais Natal, postais, tudo feito por nós, com materiais muito simples, mas com muito amor e esperança no futuro!

Alunos com decorações de Natal que criaram

Aqui fica uma pequena mostra das nossas decorações de Natal!

Decorações de Natal sobre o ecrã da escola

Pais Natal

Decorações de Natal na porta da escola

E o que mais importa são os afetos…

Para terminar em beleza o final de período e o final de ano, recebemos a visita dos colegas, da Diretora de Turma e de outros professores do Conselho de Turma da nossa aluna Rebeca. E tudo preparado em segredo!

SURPRESA!!!….

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE        Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

 

 

 

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

Foi uma manhã maravilhosa, de festa, de cumplicidades, mas principalmente de muita alegria e amizade!

Professores e alunos visitam a Rebeca no HDE

Obrigada Educadora Isabel, por teres registado este momento!

Ufa! Chegámos ao fim!

Resta-nos desejar a todos um Excelente Ano de 2019!!! E para continuarmos em festa, aqui fica o som das nossas “vuvuzelas caseiras”!

Viajantes com Arte

A visita dos museus

Farol Museu de Santa Marta

Recebemos a visita do senhor Faroleiro Santa Neto, da Direção de Faróis, que nos contou pormenores da sua vida quotidiana e profissional e nos explicou o significado dos desenhos nas divisas (braçadeiras) e nos bonés utilizados pelos faroleiros portugueses e ainda nos ensinou a fazer a continência.
A Dra. Inês Brandão e a Manuela Pereira (equipa técnica do FMSM) trouxeram consigo a maqueta do farol, alguns instrumentos mais utilizados e dois livros de registos que estivemos a consultar.
Sabiam que o único farol em Portugal com riscas azuis e brancas é o de Santa Marta? Que limpar os amarelos é uma das tarefas de faroleiro? Que a profissão de faroleiro é das mais multifacetadas que existem?

O Senhor Faroleiro Santa Neto abre a porta da escola
O Senhor Faroleiro Santa Neto fardado e a Dra. Inês conversam com uma aluna
Dois alunos, um em pé e outro em cadeira de rodas, fazem a continência com os bonés na cabeça e as divisas colocadas nos ombros
A Dra. Inês apresenta a maqueta do Farol de Santa MartaUma caixa pequena da maqueta com miniaturas de uma cama, mesa, fogão que simulam a casa de um faroleiro
A maqueta do Farol de Santa Marta vista de cima e uma fotografia antiga com os netos de um faroleiro

Centro Cultural de Cascais

As mediadoras culturais deste espaço, Mariana Pinto e Tânia Furtado, ofereceram-nos uma sessão dedicada à técnica de aguarela baseada na exposição do grande pintor português Alfredo Roque Gameiro. Esta atividade educativa deu frutos para continuarmos, ao longo da semana, a pintar e a redigir o nosso autorretrato para uma futura exposição no jornal de parede da nossa escola.

Parede da sala da escola com dois retratos a aguarela emoldurados

Alunos a trabalhar em conjunto com mães e mediadoras culturais

Aluna em cadeira de rodas a pintar com aguarela

Mão de aluna com pincel a trabalhar no seu retrato

Museu da Marioneta

Os técnicos de museologia, Filipa Camacho e Pedro Valente, dinamizaram um ateliê de elaboração de fantoches a partir de uma meia. Soubemos segredos das marionetas e a sua história ao longo dos tempos, manipulámos marionetas de todos os feitios e formas. Sabiam que a sombra tem cor?

Aluno deitado numa maca apresenta o seu fantoche já concluído
Os técnicos do Museu da Marioneta apresentam um fantoche feito a partir de um pano do pó e os alunos observam o momento divertido
Um dinossauro marioneta é manipulado pelo Pedro e uma aluna estica o dedo em direção à boca do bicho que está aberta de forma feroz
Outra marioneta manipulada pelo Pedro com uma grande dentadura abre a boca em direção a uma aluna
O Pedro ajuda um aluno na cama a construir a sua marioneta
As mão de um aluno em maca a construir o seu fantoche a partir de uma meia com cola, tesouracartolinas e esponja.

Dia Mundial da Poesia

Comemorámos este dia, ao longo da semana, embora saibamos que todos os dias podem ser dias de poesia. Na disciplina de Português, abordámos o texto poético e as noções de versificação, a conotação e alguns recursos estilísticos e elaborámos poemas a partir de perguntas acerca de um sentimento à nossa escolha. Lemos e ouvimos poemas do livro O Segredo do Papa-formigas de Beatriz Osés, com ilustrações de Miguel Ángel Díez, da editora Kalandraka, e construímos um poema com versos escolhidos dos poemas da autora. O Daniel ainda desenhou à vista, a carvão e a pastel, uma das ilustrações do livro.
O que é a poesia?

Um pedacinho de palavras para ler; algo de bom; uma forma de expressão sentimental e intelectual; palavras que rimam; palavras de pessoas que estão apaixonadas; um texto estruturado com versos que rimam ou não entre si.

Alguns poemas:

A saudade é cinzenta
como um buraco negro.
Sabe a limão,
porque é amarga.

Faz-me sentir frágil
como uma flor de estufa.
E assim a saudade
se assenta.

(Daniel, 17 anos)

O amor é complicado
confuso e demorado.
Se gostarmos de alguém,
temos de lutar
até ao fundo do mar.

O amor é silêncio.
É ficarmos sem palavras.
Sem saber o que dizer.
Sem saber o que fazer.

(Bernardo, 17 anos)

A alegria é amarela.
Sabe a gelado de morango
e cheira a laranja.

A alegria é música.
É o C4Pedro a cantar
aos meus ouvidos.

É estar contente
e sentir o vento
a passar.

(Maimuna, 13 anos)

Gosto de sentir saudade,
porque recordo o meu avô.
A saudade é azul,
cheira bem
e sabe a leite.
É leve como o algodão.

(Inês, 9 anos)

A felicidade é vermelha.
Sabe a água
e cheira a amor.

Gosto da felicidade,
porque é bonita
e faz-me sentir
adorar as pessoas.

Amar as pessoas é bom!
Amo a minha irmã!
Adoro-te, mamã!
O meu papá é querido!

(João, 8 anos) 
O livro "O Segredo do Papa-formigas" aberto num poema que fala sobre o velho tigre e um desenho onde se pode ver um tigre personificado à janela.

O poema coletivo ficou assim:

Esta noite sonhei.
TIC TAC
Conta-me em voz baixa.
TIC TAC
Todos os dias
o papa-formigas
e as formigas ressonam
e vestem o pijama.

Desenho a carvão e a pastel elaborado por um aluno que reproduziu a ilustração do livro.