Em busca do Património Cultural

Raízes da nossa cultura – A fundação de Roma

Eneias protagoniza a ligação do mundo grego e romano e as suas aventuras fazem parte do nosso património cultural.

Mais uma vez, os nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer as raízes da nossa cultura através do projeto Mitologia que lhes tem permitido conhecer importantes aspetos da Cultura Clássica de uma forma lúdica e divertida.

Mãos sobre imagens de personagens da mitologia clássica

Uma visita muito animada!

A EBI da Bobadela fez-nos uma agradável surpresa! Um grupo de alunos e os seus professores de Educação Tecnológica vieram visitar-nos.

A fábrica da loiça de Sacavém foi o mote para diferentes atividades. Os alunos da Bobadela trouxeram-nos muitas informações sobre esta antiga e importante indústria com imagens dos seus produtos. Conseguimos identificar peças que encontramos em casa das nossas avós…

Com imagens alusivas à fábrica, trouxeram-nos diferentes tangram com os quais foi possível fazermos construções, algumas bem complexas…Tangram concluído com a imagem de um prato Peças de tangram e algumas formas possíveis

Descobrir Lisboa

Lisboa é linda…

Devíamos conhecer melhor esta cidade que tantos turistas atrai.

Praça do Comércio, Marquês de Pombal, Aqueduto das Águas Livres, Castelo de S. Jorge… Cada viagem é uma descoberta!

Os nossos alunos que não conhecem Lisboa ficaram curiosos e entusiasmados.

Dia da Europa

A Europa, berço da cultura “Ocidental”, é, por vezes, desconhecida dos nossos alunos. A propósito do Dia da Europa realizámos várias atividades que nos permitiram conhecer um pouco melhor a Europa e, sobretudo,  os países da União Europeia (UE).

Interpretámos a lenda da Europa e analisámos o mapa da Europa assinalando os países da UE.

A partir dos conhecimentos dos alunos fomos descobrindo imagens dos diferentes países e caraterísticas da sua cultura.

Foi uma viagem que nos deixou com vontade de conhecer mais…

Monumentos europeus

Mapas da europa com símbolos e monumentos dos países

Património ao loooooongo dos tempos

A Escola do Departamento de Pediatria do HSM realizou mais uma TeleAula com a Escola do IPO. Viajámos por Lisboa e ficámos a conhecer alguns dos seus principais monumentos a partir de pequenas curiosidades e desafios. Foi uma sessão cheia de novidades, já que a maioria chegou há pouco tempo de outro país e ainda não conhece a nossa capital.

Professora Diana com aluna a realizar exercícios em TeleAula com IPO

Professora Diana com aluna a realizar exercícios em TeleAula com IPO

Alunos do IPO mostram trabalhos em TeleAula

Professora e aluna com os alunos do IPO em TeleAula

O professor Paulo Torcato visitou-nos novamente… já tínhamos saudades! Tivemos uma sessão num quarto de isolamento em que se fez programação com Scratch. Foi uma sessão alegre, ativa e cheia de empenho e trabalho. No final, a nossa aluna jogou um jogo construído por ela.

Aluna e professor programam em Scratch

Aluna programa em Scratch

Aluna programa em Scratch

Numa outra sessão, o professor trouxe-nos mBots para programar. Conseguimos ensinar estes robots simpáticos a andar, a parar e a “ver” obstáculos 🙂 Alunos de 5 países tiveram a oportunidade de programar um robot pela primeira vez.

Professores e alunos exploram os mbots

Professores e alunos programam os mbots

Professores e alunos brincam com os mbots

A Sandra e a Catarina vieram com a grande especialista em DINOSSAURIUS, a Inês, falar sobre estes animais já extintos.

Ficámos a saber que atualmente ainda existem animais que coabitaram o nosso planeta com eles (por exemplo, as formigas, tartarugas e tubarões) e outros que são seus descendentes (as aves!).

Alunos, professoras e monitoras com dinossauros e fósseis

Aluno explora fósseis com lupa

Trouxeram-nos, do Pavilhão do Conhecimento, várias réplicas de fósseis, crânios e dentes e nós também fizemos um molde de réplica.

Alunos exploram fósseis de dinossauro de brincar

Dinossauros em moldes

Dinossauros e lupa

E isto e aquilo e aqueloutro? Também são património

É  isto o amor!

Fotografia dos atores e outros membros do grupo Boca Aberta e do Teatro Nacional D. Maria II

Uma das encenações Boca Aberta saiu do salão nobre do Teatro Nacional D. Maria II, passou pelo Hospital Dona Estefânia para se mostrar e criou em nós uma oportunidade de pensar o amor.  Assistimos a metodologias de investigação muito ternurentas e ficámos, em certas cenas, pensativamente, de boca aberta.

Texto informativo que contextualiza o projeto Boca Aberta

Sobre este espectáculo e esta iniciativa, existe a página É isto o amor! – Histórias encenadas para a infância.

Histórias de musear (PIM!)

Fotografia que mostra um momento da ação da História de Musear subordinada ao tema Almada Negreiros

Por intermédio do serviço educativo da Fundação Calouste Gulbenkian, recebemos o projeto Histórias de Musear. Com excertos de textos de Almada Negreiros, como A Invenção do Dia Claro ou Manifesto Anti-Dantas, fomos muito bem conduzidos, a revisitar Almada Negreiros, com afetos, palavras, música, fotografias, um regador sonoro, botas e sapatos, imitação de animais, figuras geométricas, tangerinas e muito verde, PAM!.

Iniciámos com muita ternura:

Mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!

Brincámos inocentemente:

tam
tam-tam
tanque
estanque
tangerina bola
tangerina boia
tangerina ina
tangerininha

 

E na nossa memória também ainda ecoam as expressões mais insólitas, como por exemplo:

O Dantas veste-se mal!
O Dantas usa ceroulas de malha!
O Dantas nu é horroroso!
O Dantas cheira mal da boca!

Graças a estas citações, fizemos uma pequena investigação acerca de quem foi Júlio Dantas e do contexto modernista que levou Almada Negreiros a escrever o Manifesto, que podemos ouvir e ver dito por Mário Viegas no vídeo Manifesto Anti-Dantas – Mário Viegas, com um início em que podemos ouvir o próprio Almada.

Fotografia da vista de costas do grupo que assistiu à peça Histórias de Musear

Redescobrir digitalmente

Por estes dias, os nossos alunos têm redescoberto dois dos retratos que Almada fez de Fernando Pessoa desta forma:

Fotografia de aluno a resolver um puzzle digital no quadro interativo

Convidamo-vos a explorá-los também:


O espaço escolar de Alcoitão

 No ano passado, a Escola Básica nº 2 de Alcoitão, do Agrupamento de Escolas de Alcabideche, mudou o nome para Escola Básica Gracinda Antunes Valido. Esta Escola funciona numa sala de aula única nas instalações do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA).

A terapeuta Gracinda Valido trabalha no CMRA desde 1982 e, no âmbito da alteração da designação da escola, foi o centro de várias reportagens na comunicação social. Destacamos o texto do Diário de Notícias O que há no nome desta escola? Uma vida dedicada à terapia da fala.

A Escola Básica nº 2 de Alcoitão nasceu em 1967, no ano seguinte ao início do funcionamento do CMRA e trabalhava apenas com alunos do 1º ciclo.

No ano 2000, o CANTIC criou o projecto TeleAula: Relações Virtuais de Aprendizagem, iniciativa que juntou os Ministérios da Educação e da Saúde e que permitiu, com a participação financeira da (actual) ANACOM, equipar uma sala do Hospital com tecnologias proporcionando, desta forma, o apoio escolar aos alunos dos 2º e 3º ciclos e secundário.

Alguns anos depois, a redefinição dos espaços hospitalares obrigou à mudança do trabalho com estes alunos para a sala da Escola Básica nº2, situação que se mantém até hoje.

Património das Mitologias Clássicas

Durante este período, exploramos o património das mitologias clássicas!

Navegamos pelas aventuras de Jasão e os Argonautas e descobrimos diversos mitos em que pessoas são transformadas em animais ou em plantas.

Jasão e os Argonautas

Jasão era filho do rei Éson e irmão de Éson. Éson usurpou o trono ao irmão e obrigou-o juntamente com a sua mãe a fugirem da cidade de Lolco.

Passados anos, Jasão voltou a Lolco e reivindicou o trono de seu pai. Pélias concordou, desde que Jasão fosse buscar o velo de ouro, que estava escondido numa árvore na Cólquida.

Jasão construiu então um navio, a que chamou Argos, e reuniu uma tripulação de 50 homens que partiram para a Cólquida. Entre os tripulantes estavam Peleu, pai de Aquiles, o médico Asclépio e o poeta Orfeu.

Durante a viagem, Jasão e os argonautas enfrentaram muitos perigos.

Para entrar no Mar Negro, precisavam de passar pelas simplégades, enormes pedras que se fechavam se um navio tentasse passar por elas. Para vencer esse obstáculo, Jasão soltou uma pomba, que passou rapidamente pelas simplégades. No momento em que as simplégades recuavam, o Argos conseguiu passar rapidamente.

Para chegar até o bosque onde estava a árvore com o velo de ouro, Jasão deveria matar um dragão e semear um campo com os dentes do dragão. Quando os dentes fossem semeados, de cada um deles sairia um soldado armado. Com a ajuda da bruxa Medeia, Jasão tornou-se invulnerável ao fogo do dragão. Matou-o e semeou os dentes. Quando os soldados surgiram da terra, Jasão escondeu-se e atirou uma pedra a um deles. Sem saberem de onde a pedra tinha saído, os soldados engalfinharam-se e mataram-se uns aos outros.

Cumprindo a promessa, Jasão casou-se com Medeia e apoderou-se do velo de ouro. Na viagem de volta, os argonautas precisaram de atravessar a região onde viviam as sereias, criaturas metade mulher e metade peixe que atraíam os marinheiros para a morte com o seu belo canto. No entanto, o canto de Orfeu era mais belo e, graças à arte do grande poeta, os argonautas conseguiram resistir às sereias e voltar a Tessália.

Metamorfoses

Nas diversas Mitologias Clássicas são diversos os mitos em que pessoas são transformadas em animais ou, mais frequentemente, em plantas. Apesar de uma tal mudança ser ainda impossível no mundo de hoje, o seu propósito literário é simples.

A criação destes mitos assenta na necessidade da humanidade em compreender e aceitar o mundo que a rodeia. Assim, a existência de diversos animais, bem como plantas e fenómenos terrenos, era justificada através desses mitos, possibilitando aos Antigos uma fácil compreensão de todas essas realidades.

Um dos mitos mais apreciado pelos nossos alunos foi o mito de Narciso e de Eco.  Narciso e Eco foram punidos pelos deuses. Narciso viria a ser transformado na flor a que hoje dá o nome. Eco teve uma estranha condenação: jamais teria a oportunidade de falar em primeiro lugar, mas teria sempre a última palavra.

Água e ar também são património

No dia mundial da ÁGUA, que se celebra anualmente a 22 de março, a Escola do Departamento de Pediatria do HSM realizou uma videoconferência com a Evelina do Pavilhão do Conhecimento para nos falar deste bem tão precioso.

Falámos sobre a importância da água como património a proteger, realizámos várias experiências, respondemos a um quiz sobre o tema e demos algumas sugestões para poupar água.

Alunos em videoconferência fazem experiências com água

Alunos em videoconferência fazem experiências com água

Alunos fazem experiências com água

A Sandra e o Tiago trouxeram do Pavilhão do Conhecimento um conjunto de experiências com o AR.  Falámos sobre pressão e gravidade e a sua influência… no nosso planeta e também fora dele!

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Monitores do Pavilhão do Conhecimento e aluna fazem experiências com o ar

Património produzido, património divertido

Basquetebol em TeleAula

Por videoconferência com o Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela, construímos uma tabela de basquetebol.

Alunos em TeleAula

Alunos e professoras constroem tabela de basquete

Alunos em TeleAula

Pormenor de construção da tabela de basquete

Pormenor de construção da tabela de basquete
No final, registou-se em vídeo a alegria dos 3 pontos.
E agora, um desafio ao IPOLFG: Que tal encestarmos ao desafio?

Houve ainda tempo nesta TeleAula para uma atividade bónus: um desafio matemático.


Qual o vosso resultado? A nossa aluna Vera já o resolveu… e bem! Está de parabéns!

Let’s Play Colours para a HOPE

O congresso anual da associação sem fins lucrativos HOPE (Hospital Organisation of Pedagogues in Europe) vai este ano ter lugar na Polónia. Através da plataforma eTwinning recebemos um convite para um projeto que desafia os nossos alunos a prepararem trabalhos para serem expostos no congresso, usando apenas as cores azul, verde e vermelha.
Os trabalhos já seguiram por correio.

O Almada voltou

O serviço de educação da Fundação Calouste Gulbenkian voltou ao nosso convívio e trouxe novamente consigo o convidado José de Almada Negreiros.

À luz do que tinha acontecido na primeira sessão desta oficina, também desta  resultou um um vídeo iluminado.

Agradecemos a todos a colaboração. Sem ela, este património não se constituiria nem seria tão divertido.

Navegar pelo Património

Espetáculo de luz negra

Uma equipa do Serviço Educativo e Cultural do Bairro dos Museus, Museu do Mar Rei Dom Carlos, deslocou-se à nossa escola de hospital para apresentar uma peça de teatro de luz negra baseada na Lenda da Boca do Inferno, uma das lendas mais emblemáticas de Cascais.

Depois do espetáculo, pudemos manipular os fantoches e perceber como e de que são feitos, trocámos ideias com os manipuladores/atores e, ainda, recebemos de presente um peixinho vermelho que será a mascote da nossa escola.Alguns alunos em cadeira e em cama ouvem os manipuladores de marionetas

Nos bastidores, os atores com as marionetas

Duas marionetas de cores garridas e fluorescentes falam uma com a outra

As mediadoras culturais ensinam os alunos a manipular as marionetas

Uma mediadora cultural oferece uma marioneta, um peixe vermelho, a uma aluna

Senhor polvo

Na segunda visita do Museu do Mar Rei Dom Carlos, a Eugénia e a Rita dinamizaram uma atividade educativa sobre uma das espécies marinhas mais pescadas nas águas do mar de Cascais, o polvo.

Aprendemos algumas características interessantes da morfologia deste animal e desvendámos alguns dos seus segredos: tem o sangue azul, é solitário e um engenhoso artista da camuflagem e apresenta três corações e nove cérebros.

Pudemos tocar num polvo verdadeiro comprado na feira de Cascais, observá-lo com o auxílio de lupas e saber os seus hábitos de vida e o modo como é pescado pelo ser humano.

Ouvimos a história Uma Música para Dançar, de Eugénia Soares Lopes, ilustrada com pinturas de Adriana Pardal, que fala de um polvo e dos seus companheiros no fundo do mar.

Ficámos a saber que o mar se encontra poluído com plásticos e microplásticos que destroem a vida marinha e que contaminam as praias e a nossa alimentação num ciclo assustador.

Por fim, divertimo-nos com jogos de adivinhas e de descoberta de objetos escondidos num simulacro de uma grande rocha, o Apalpário. Ainda houve tempo para aprendermos a técnica do papel marmoreado, com a qual vamos pintar os nossos polvos de cartão.

Os alunos ouvem a Rita a contar uma história

Um aluno observa um polvo com uma lupa

Um alcatruz, armadilha em rede, e o Apalpário

As mediadoras culturais mostram um alcatruz

Simulacro de rocha com buracos e objetos dentro para os alunos adivinharem

Aluna coloca papel de aguarela num tabuleiro com água

Exemplos de papel marmoreado

Fernando Pessoa

A equipa do Serviço Educativo da Casa Fernando Pessoa, Cátia e Teresa, visitou a nossa escola para dar a conhecer alguns aspetos da vida e obra de Fernando Pessoa.

Através de uma conversa animada e com a ajuda de fotografias, ficámos a saber pormenores interessantes da vida atribulada do nosso Poeta de bigode, óculos, e chapéu.

Gostámos de saber que teve “amigos imaginários” (heterónimos) e que o menos conhecido deles, criado aos 6 anos de idade, se chamava Chevalier de Pas a quem escrevia cartas. A sua paixão por Ofélia e como se conheceram foi a parte melhor!

Busto de Fernando Pessoa

Aluna na cama brinca com o busto de Fernando Pessoa

Mediadora cultural mostra livro com a foto de Ofélia

Navegando pelo projeto TeleAula

No mundo da construção

No dia 28 de fevereiro, com os alunos da EBI da Bobadela, os nossos alunos construíram um cesto de basquetebol. Foi uma atividade que provocou muitos sorrisos, principalmente para os nossos alunos mais habilidosos!

Muitos cestos foram marcados!!!

Materiais para construção de cesto de basquete Construção do cesto de basqueteCesto de basquete de mesa - resultado final

Explorando construções antigas

No dia 7 de março, em parceria com os alunos da escola do Hospital de Santa Maria, viajámos pelos mais belos castelos de Portugal:

  • Castelo de Guimarães
  • Castelo de Santa Maria da Feira
  • Castelo de Tomar
  • Castelo de Almourol
  • Castelo de Porto de Mós
  • Castelo de Lisboa
  • Castelo de Marvão
  • Castelo de Silves

Uma descoberta do nosso património que nos deixou com muita  vontade de viajar no nosso país.

Alunos à volta da mesa na escolinha Mapa de Portugal com imagens dos castelos

Visitas de estudo pelo património

Na Escola do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria, para além do trabalho escolar realizado com cada um dos nossos alunos,  continuamos a ter umas “visitas de estudo” bem interessantes.

Claro que nestas visitas, ao contrário do que acontece nas escolas regulares, nós não nos deslocamos, abrimos as portas da nossa sala e do nosso computador a quem gosta de nos visitar.

A Sandra, em mais uma sessão do Projeto Ciência faz bem à Saúde,  trouxe-nos do Pavilhão do Conhecimento uma mala cheia de experiências: construímos máquinas de rabiscos, fizemos explosões de cores, vimos foguetões e submarinos em funcionamento, alterámos a nossa percepção com lentes prismáticas e até fizemos uma espetada de balões! Foi uma tarde muito bem passada 🙂

Sandra, do Pavilhão do Conhecimento, com a sua mesa de materiais

Alunos do HSM a fazerem espetadas de balões Aluno com lentes prismáticas

Num outro dia, a Sandra fez uma videoconferência connosco a partir do Pavilhão do Conhecimento com uma proposta de gastronomia molecular.

Dedicámos a nossa sessão a fazer caviar azul, verde e vermelho 🙂 Foi bastante divertido!

Alunos e professora em videoconferência com a Sandra

Aluno deita gotas de corante num copo

Alunos deitam gotas de corante num copo

Copos com corante vermelho, verde e azul e colher com bolinhas de diferentes cores

Também visitámos, em TeleAula com a escola do IPO, alguns castelos de Portugal. Percebemos quais as suas funções e descobrimos curiosidades muito interessantes sobre alguns deles:

  • Existem castelos roqueiros… que nada têm a ver com Rock and Roll!;
  • Martim Moniz sacrificou a própria vida ficando “entalado” na porta do castelo de Lisboa
  • D. Fuas Roupinho era o nome de um alcaide no Castelo de Porto de Mós.

Foi uma bela aula de história que nos deu um roteiro interessante para visitar!

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno lê um pequeno texto em TeleAula com o IPO

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno em TeleAula com o IPO