Novas vivências

O Mar no Hospital

O mar faz parte do nosso património e veio ao Hospital Dona Estefânia trazido pelo amigo oceanógrafo Francisco Silva.

Com ele ficámos a saber como se formam as ondas, o que é o Canhão da Nazaré e como este está na origem da formação da enorme onda surfada pelo famoso McNamara. Aproveitámos ainda o momento para saber mais sobre a formação e profissão de um oceanógrafo.

Muito obrigada, Francisco!

Namban-Jin

A partir das imagens de um par de biombos, exlorámos pormenores representativos da forma como a chegada dos portugueses foi vista à época, no Japão. Estes hábeis mercadores e marinheiros, chamados “Bárbaros do Sul”/”Namban-Jin”, e o seu exotismo deixaram marcas na cultura japonesa.  Há 500 anos, os  Portugueses chegaram ao Japão. Daí resultaram trocas culturais e comerciais que enriqueceram Oriente e Ocidente. Nas naus, levávamos novidades de outros povos em troca de, sobretudo, prata.

Viajámos até às longínquas paragens do Oriente -Japão – a partir de imagens e objetos trazidos pela Rita Gonçalves do Museu Nacional de Arte Antiga.

Vimos também imagens e objetos do Japão atual e de como o tradicional convive com o moderno.

No final vestimos quatro personagens portugueses retratados nos biombos: o capitão-mor, o missionário, o mercador e o marinheiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vivenciámos  parte da riqueza do nosso património museológico através da exploração destas  enormes e belas peças atribuídas ao pintor Kano Domi (séc. XVI), as quais podem sempre ser apreciadas no museu. Por isso, agradecemos à Rita.

Pessoas, animais e lugares

Professora Sónia no púlpito do Palco do Centro Cultural de Cascais
A professora Sónia a partilhar experiências

Apresentação do Projeto TeleAula

O projeto TeleAula no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão esteve presente na apresentação do Programa ENVOLVE-TE para 2017/2018, que decorreu no Centro Cultural de Cascais, com o objetivo de transmitir e partilhar um pouco do que foi a parceria entre a escola de hospital e o Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus.

Dia Mundial do Animal

Celebrámos o Dia Mundial do Animal, recordando os animais que, em tempos, caminhavam nas nossas florestas, nadavam nos nossos mares e sulcavam os céus do Planeta Terra. A partir da leitura e interpretação da obra de Arianna Papini, Queridos Extintos, travámos conhecimento com vinte animais que já não existem ou estão em vias de extinção. Desses animais, escolhemos três para desenhar e saber informações detalhadas: o puma-oriental, a foca-monge-das-Caraíbas e o dodó. É urgente intervir para que a lista não continue a aumentar. Seguem algumas opiniões dadas pelos alunos, após a realização deste trabalho.

É importante haver um dia do animal para dizermos a toda a gente que devemos cuidar dos animais.

Tenho pena dos animais que já não existem. Nós devemos ter respeito por todos os animais, porque todos são importantes para o nosso Planeta.

Este é o dia em que se celebram os animais, porque os animais têm sentimentos e sofrem como as pessoas.

Tenho pena deles, porque não gosto de ver animais mortos pelas pessoas. Eles mereciam estar vivos. Se morrerem de velhice é diferente.

Temos que ter cuidado com a sobrevivência dos animais no futuro.

Aluna desenha a foca-monge-das-Caraíbas a partir da ilustração da autora do livro
A desenhar a foca
Dodó feito a carvão e colagem de uma ilustração de André da Loba
Desenho a carvão da Foca-monge-das-Caraíbas desenhada e colagens
Foca-monge-das-Caraíbas
Desenho a carvão do puma-oriental e colagens verdes
Puma-oriental feito a carvão e colagem

Dia da Implantação da República

Conhecer as características e a simbologia da bandeira de Portugal foi a nossa forma de celebrar o Dia da Implantação da República. Inventámos a bandeira do nosso nome com os elementos que nos caracterizam e que representam, por isso, a nossa identidade.

Mesa com bandeira de Portugal e materiais de desenho
A bandeira de Portugal
Desenho de brasão com flores, corações, borboletas e pessoas
A bandeira da Cristiana
Desenho de brasão com árvore, sol, castelo e coração
A bandeira da Sara

Um cheirinho a outono!!!

Árvore em papel

Outono

O equinócio do outono foi um tema abordado com recurso à expressão plástica e à descoberta de curiosidades peculiares.

Um dia com a Rádio Comercial

Alguns dos nossos alunos tiveram a oportunidade de participar na rubrica Eu é que sei da Rádio Comercial.

As respostas às questões “O que fazes com plasticina?” e “Como é que as vassouras das bruxas voam?” foram muito interessantes!!!

Podem ouvir as respostas engraçadíssimas na página do programa Eu é que sei, da Rádio Comercial.

Implantação da República

No âmbito da comemoração da Implantação da República explorámos o texto Proclamação da República do Livro das Datas de Luísa Ducla Soares.

Na sequência, analisámos A Portuguesa, o texto de Henrique Lopes de Mendonça que é o Hino Nacional e a Bandeira Nacional que substituiu a Bandeira da Monarquia Constitucional.

Uma aluna da Guiné Bissau que participou nas atividades desenvolvidas revelou que, na sua escola de origem, os alunos, diariamente, cantam o Hino Nacional da Guiné Bissau e o Hino de Portugal.

Descobrir os minós… máquinas e mecanismos

Com recurso a materiais manipuláveis, descobrimos combinações possíveis para a formação de dominós, triminós, tetraminós e pentaminós.

Reproduzimos figuras com os pentaminós e com os blocos tridimensionais do tangraminó.

Não foi fácil, mas gostámos do desafio!

Também começámos as nossas sessões com o Pavilhão do Conhecimento e recebemos a visita da Evelina e da Sílvia. Descobrimos que existem máquinas e mecanismos de todas as espécies e feitios cuja função é tornar o trabalho mais fácil. Falámos das máquinas mais simples, como a alavanca, até mecanismos como as engrenagens e as cremalheiras.

Mas bom mesmo foi pôr as máquinas em ação!

Não há escola a mais

Não há escola a mais é o título da comunicação com que participamos no Congresso Multiprofissional do Hospital Dona Estefânia, já amanhã e depois, dois dias intensos, plenos de intervenções variadas, como se pode antever na página do programa do congresso A Cuidar da Criança.

Ao comemorar 140 anos a cuidar da criança, e querendo estar preparados para o futuro, partilhamos a nossa perspectiva enquanto docentes e a nossa experiência no hospital, para afirmar e confirmar que a escola no hospital não está a mais – pode constituir uma mais-valia para a criança/jovem, para a instituição hospitalar e para a própria instituição escolar.

Divulgamos ainda o evento Open Day que se seguirá. Dirigido às crianças, e famílias, o Open Day pretende proporcionar um momento de convívio, enquanto promove a segurança infantil e dá a conhecer aspectos particulares que dignificam e enriquecem esta instituição. Melhor informação pode ser encontrada na página do programa do open day.

A nossa aluna Érica L. colaborou com as comemorações dos 140 anos do nosso hospital com esta representação da Rainha Dona Estefânia.

O meu nome é o meu património

Aluna a tentar compor a palavra esperança com letras magnéticas.

Todas as coisas têm nome“, diz o Toquinho na sua canção. Há os nomes comuns, há os próprios e tantos outros. Uns bonitos, outros nem tanto. Há quem queira mudar o seu nome, mas esse não é o caso das alunas que participaram na atividade de apresentação – A aventura do nome – porque gostam do nome que têm e identificam-se na totalidade com ele. Que bom!
A partir da obra de Rita Correia, O meu nome é…, edição de autor, viajámos à descoberta de um nome que pode ser o de alguém ou de alguma coisa.

Em primeiro lugar, ouvimos a canção O meu nome interpretada pela autora do livro, presente no seu blogue Rita Correia Ilustradora.

Depois, caminhámos por entre traços e letras e descobrimos que o nome só podia ser um tesouro. Segundo as alunas, talvez relva, amor, luz, céu, carinho, árvore, sol, mãe, chuva, família, animais, alegria, arco-íris. A página tantas, a Beatriz encontrou uma letra e toca de começar a juntar todas as letras isoladas que encontrávamos. Esta foi a pista utilizada para conseguirmos chegar à solução. Afinal são tantas as palavras que estão dentro do nome Esperança! A letra maiúscula leva-nos a pensar que é o nome de uma mulher, mas também pode ser que este sentimento, por ser tão grande e importante, se deva escrever assim.

Temos esperança que este nome possa estar em todo o lado e viva em todos os corações.

O nome está escondido numa outra pista na capa do livro, mas só com olhos de ver e com a luz do Sol conseguimos vê-lo e foi uma alegria!

A aventura ainda não acabou. Nas próximas aulas iremos continuar a falar de nós e deste livro que tanto nos encantou.

Não pensem que tudo foi brincadeira e mistério, porque relembrámos alguns conteúdos da disciplina de Português, tais como rima, sentido figurado das palavras, recursos expressivos, o nome e as suas subclasses.

A capa do livro "O meu nome é..." de Rita Correia onde se vê o desenho de uma menina com um lápis na mão e um vestido que se transforma em folhas de árvores com palavras.
Capa do livro
As guardas do livro de Rita Correia são compostas por recortes que imitam folhas de árvores. Podemos ler algumas palavras como um tesouro, o vento, o sol, um segredo, uma adivinha, meu e teu.
As guardas ilustradas e com pistas
A mão de aluna procura letras magnéticas.
À procura das letras
Uma quadra e uma ilustração de duas páginas do livro.
O livro aberto
Um detalhe do livro aberto e a palavra ESPERANÇA com letras magnéticas sobre uma secretária.
O nome é Esperança

A viagem chega ao fim

A exposição do trabalho desenvolvido, ao longo do ano letivo 2016/2017, pelo Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, ENVOLVE-TE, decorreu no Centro Cultural de Cascais, durante o mês de junho.
A nossa escola e o projeto TeleAula encontraram-se orgulhosamente presentes nos intervenientes e, embora com trabalhos ainda em curso, podemos dizer que o que foi realizado até agora permitiu concretizar o objetivo proposto “tornar visível a dimensão cultural do espaço educativo e a dimensão educativa do espaço cultural”.
Queremos dar continuidade a este projeto que nos tem permitido partilhar experiências únicas! Muito obrigado, Bairro dos Museus!

Descrição das características do projeto ENVOLVE-TE 2016/2017 em cartaz
Cartaz do projeto

Para finalizar o ano letivo, a Dra. Inês Brandão, do Farol Museu de Santa Marta, trouxe-nos a visita do Sr. Faroleiro Subchefe Santa Neto que nos proporcionou uma tarde repleta de conhecimentos e momentos divertidos.
Aprendemos características dos faróis e farolins, o que fazem os faroleiros no seu quotidiano, os vários cargos e a hierarquia da profissão de faroleiro, entre outras curiosidades interessantes. Adorámos experimentar as divisas e os bonés!

Um grupo de alunos, uma mãe e o faroleiro Santa Neto olham para o quadro onde o filme decorre.
As tarefas de um faroleiro
Um aluno apresenta-se na fotografia com um boné de faroleiro.
O boné e as divisas de faroleiro
Uma aluna com o boné de faroleiro e as divisas posa para a fotografia com o faroleiro Santa Neto que se encontra trajado a rigor.
Uma aluna e o Faroleiro Santa Neto

Realizámos uma videoconferência com os alunos internados no Hospital de Dona Estefânia e com as professoras que os acompanham, Clara e Dulce. Após as devidas apresentações, fizemos um jogo que tinha como base o tema Capitais europeias. Este jogo foi fabricado pelo Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela e foi-nos oferecido pela equipa de apoio escolar do HDE.

Dois alunos sentados e uma aluna na cama com a professora olham para o quadro onde se encontra a imagem dos alunos e professoras do HDE.
Videoconferência entre o CMRA e o HDE

A Joana Barroso e a Catarina Aleluia, mediadoras culturais do Bairro dos Museus, ofereceram-nos uma atividade cheia de cor e cheiro. A natureza entrou na escola em cestas e caixas, espalhou-se pelo chão da sala, pelas secretárias e pelos nossos sentidos. Construímos mandalas, círculos mágicos, com folhas, flores, bagas, ramos e frutos de vários tamanhos e cores. Houve quem começasse a construir o seu círculo de dentro para fora e quem fizesse ao contrário. Cantámos canções, partilhámos sentimentos e emoções para, no final, dizermos adeus às nossas construções que de um momento para o outro se desfizeram. É assim a Natureza: em constante transformação.

As mãos de uma aluna a construir uma mandala com flores, bagas e folhas.
A construir uma mandala
Várias mãos de alunos tiram elementos da natureza de uma caixa.
A escolher os elementos
As mãos de um aluno a construir uma mandala com flores, frutos e folhas.
Uma mandala quase feita
No chão da sala de aula, podemos visualizar o trabalho coletivo reunido numa grande mandala.
O trabalho final

20.º Encontro TeleAula

Mais uma vez, a comunidade TeleAula dos hospitais reuniu na  Escola EB 2,3 José Cardoso Pires com o objetivo de refletir e partilhar  as atividades desenvolvidas no ano que agora findou.

Falámos das pequenas e das grandes viagens, científicas e robóticas numa mala que não se esgotou de surpresas todas elas cheias de entusiasmo e aprendizagens. Também as dificuldades e os condicionalismos foram aqui ponderados de  forma a cooperarmos nesta tarefa desafiante que enfrentamos todos os dias.

     

Para o próximo ano letivo,  definimos  linhas orientadoras  com base no Ano Europeu do Património Cultural. Vamos celebrar a diversidade e a riqueza do nosso património num projeto comum a todas as escolas :”Viver o património”. Prometemos um ano com vivências fortes, passando pelos nossos monumentos e museus,  pelas nossas práticas tradicionais e formas de arte contemporâneas.

Foi um dia cheio de tudo o que nos move no dia a dia:  afetos, disponibilidade, interesse e uma vontade imensa de fazer mais e melhor. As expectativas foram superadas.

Reflexão do ano letivo 2016/2017

O ano letivo 2016/2017 está a terminar!!!

 O acesso ao currículo é um objetivo fulcral dos nossos alunos e respetivas famílias. Em parceria com as escolas de origem de cada um dos nossos alunos procuramos criar condições para o desenvolvimento da aprendizagem e da prossecução da escolaridade.

Os nossos alunos estão de parabéns porque apesar das dificuldades inerentes ao processo difícil que enfrentaram atingiram as suas expetativas em relação à escola.

Paralelamente, foi também um ano cheio de viagens pelo mundo à descoberta de diferentes culturas, paisagens e particularidades. Os diferentes projetos desenvolvidos ao longo deste ano letivo: projeto “TeleAula”, projeto “À descoberta da Mitologia”,  Projeto “A mala do viajante”,  bem como, a concretização das atividades definidas no plano anual de atividades, permitiram abordar transversalmente várias áreas do conhecimento.

Hoje, a pensar no próximo ano letivo, definimos o tema de trabalho e algumas linhas de orientação para o seu desenvolvimento. Através da partilha de ideias e experiências decidimos “Viver o Património” , no âmbito  do Ano Europeu  do Património Cultural.