Comunicar em todo o lado

A Adelaide Palet do Forte São Jorge de Oitavos, Bairro dos Museus, (ou seja, o comandante Tadeu) voltou a visitar-nos, desta feita, acompanhada por um soldado muito tosco e por um canhão e seus apetrechos . Quando o comandante Tadeu grita “Fogo!”, o soldado Baltazar, sempre cheio de medo, coloca o bota-fogo que faz disparar a bala!

Através de uma réplica das várias peças que constituem um canhão, aprendemos como era disparado este engenho no século XVIII!

Por fim, jogámos um jogo divertido que se chamava Apontar – Disparar em que tentámos afundar os barcos piratas sem atingir os navios amigos.

Colocado no chão da sala, encontra-se uma réplica de um canhão e no quadro interativo está uma fotografia de vários tipos de canhões.

Alguns apetrechos do canhão: balas, cordas, pólvora.

Pormenor das fardas dos soldados.

O soldado Baltazar arrasta o canhão mas sem jeito nenhum.

Os alunos atiram uns sacos cheios de areia para um painel onde se encontram navios de piratas.

E como a comunicação existe na guerra e na paz, comemorámos a semana dos afetos com a leitura do livro Vem e abraça-me, de Michal Snunit, edição Vega, e com a realização do jogo interativo Quem abraça quem ou o que abraça o quê. Por exemplo, a montanha abraça o rio, o sol abraça o arco-íris, a mãe abraça o filho, a borboleta abraça a flor…
Percebemos que a linguagem do abraço é infinita, que cada abraço é único e que podemos e devemos recusar os abraços que não queremos.

A professora faz a leitura do livro e os alunos interagem com ela.

O livro em cima da prancheta da cadeira de um aluno.

Num quadro branco, encontram-se vários quadrados com desenhos semelhantes aos do livro e um aluno retira um deles.

Um aluno a fazer pares de abraços com os quadrados escolhidos.

A mediadora cultural do Museu do Mar Rei Dom Carlos, Eugénia Alves, visitou-nos para dar a conhecer este espaço museológico, situado em Cascais.
Com base na exposição temporária patente ao público nesta data, Alterações climáticas – Os Oceanos do futuro, falámos sobre as alterações climáticas e algumas das suas consequências, assim como sobre a importância dos oceanos e da fauna e flora que os habitam.

No ateliê que se seguiu, criámos uma espécie de aquário de brincar para que, sempre que tivermos saudades do mar, possamos trazê-lo até nós.

Uma sala cheia de alunos atentos à Eugénia a falar sobre os vários assuntos.

No quadro interativo encontra-se um diapositivo com tartarugas marinhas a alimentarem-se de objetos em plástico que confudem com os alimentos que fazem parte da sua alimentação.

No quadro interativo encontram-se oito conselhos que devemos pôr em prática no nosso quotidiano.

Dois aquários feitos pelos alunos: frascos em vidro cheios de líquido verde e azul, com areia no fundo e bonecos que representam peixes a nadar.

Vamos lá comunicar!

O livro fechado e vários cartões brancos com um círculo vermelho de texturas diferentes. Tesoura e compasso em cima da secretária.

Para fazer jus ao tema escolhido pelas escolas de hospital parceiras do projeto TeleAula, Comunicar é preciso, desenvolveu-se uma atividade que teve como principal objetivo proporcionar a aquisição de conhecimentos ao nível da comunicação visual.

A partir da leitura da obra Este livro está a chamar-te, não ouves?, de Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso, os alunos puderam ouvir, cheirar, tocar, caminhar as paisagens de um livro de cantos redondos e, ainda, seguir um círculo vermelho que pode ser tudo o que a nossa imaginação quiser.

Os alunos mais velhos puderam recordar os conceitos de polissemia, poesia visual, significado e significante. Todos construíram os seus círculos vermelhos atribuindo-lhes outros significados que foram muito além de uma simples maçã.

No final, houve tempo para degustar uns macarrons de morango, bem redondinhos e docinhos!

O livro aberto numa ilustração com muitos círculos vermelhos, um estojo de aguarelas coloridas e três folhas em branco

O livro fechado e vários cartões brancos com um círculo vermelho de texturas diferentes

A mão de uma aluna em cima de uma página com um trajeto de círculos vermelhos e azuis

A mão de outra aluna a preencher um espaço de círculos de uma página do livro

Os dedos de uma aluna sobre um percurso de círculos vermelhos que conduzem a uma lagarta.

Uma aluna escolhe um de vários cartões com círculos vermelhos com diferentes texturas

Uma aluna cola um círculo vermelho num cartão branco

Trabalho sobre pontos vermelhos: tomate, nariz de palhaço, joaninhas, romã, semáforo, balões, bola, flores, planeta mercúrio

Trabalho final com desenhos elaborados a partir de um círculo vermelho: Minie, sol, cogumelo, novelo de lã, maçã, sorvete, porco.

Os macarrons de morango em cima de um pano com círculos vermelhos.

Comemorámos, no dia 5 de fevereiro, o Dia da Internet Mais Segura, com uma videoconferência entre a nossa escola e a escola do Hospital Dona Estefânia.
À volta de um jogo amigável entre colegas, conversámos e testámos os nossos conhecimentos sobre os cuidados a ter sempre que utilizamos a Internet, alguns dos perigos que nos espreitam e o que devemos fazer para nos defendermos de predadores, bullying e outros ataques.

Quatro jovens encontram-se à frente do quadro interativo onde está escrito Dia da internet mais segura.

Recebemos a visita da mediadora cultural do Bairro dos Museus, Adelaide Palet, que nos apresentou o comandante Tadeu, residente no Forte São Jorge de Oitavos.

Este comandante severo e com ar de poucos amigos explicou-nos como viviam os soldados do Forte no séc. XVIII, como ocupavam o seu tempo, os trabalhos que faziam, o que vestiam e o que comiam. Desvendou ainda alguns dos seus segredos bem guardados no baú.

A sala repleta de jovens e pais esperam pela chegada do comandante.

O comandante faz uma espécie de continência, mas parece observar o mar ao longe.

O comandante lê uma folha com as provisões para o forte.
Ler/escutar a narrativa da obra literária Sexta-feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier, será sempre uma experiência gratificante de leitura.
Mais gratificante se torna quando oferecemos aos alunos a possibilidade de experienciar objetos e modos de vida decorrentes da história narrada.
Deixamos um breve registo de alguns destes momentos de grande partilha e aprendizagem.

A professora lê uma história a um aluno por entre umas árvores de papel.

Uma mesa onde encontramos um livro aberto num cavalete, canetas antigas, um óculo, bússola e tinteiros.

Uma aluna olha pela janela através de um óculo antigo.

Uma aluna escreve com uma caneta antiga de pena e aparo.

Um aluno aponta para a palavra Speranza, o nome da ilha de Robinson

O nosso Natal

O trabalho final dentro de um tabuleiro natalício pronto para oferecer.

Já passou, nós sabemos, mas queremos deixar algumas imagens que revelam um pouco do nosso Natal.
Lembram-se da imagem que deixámos na última publicação? Houve quem adivinhasse e, sim, elaborámos presépios em miniatura dentro de latas de comida para gato. Utilizámos massa fimo que seca ao ar e pintámos com tinta acrílica.
Depois, fomos aos departamentos do serviço pediátrico e desejámos a todos um Feliz e Santo Natal!

Mãos de uma aluna a construir as figuras do presépio

Aluna a pintar figuras do presépio

Aluna com figura pintada

As figuras dos presépios agrupadas e prontas a serem colocadas dentro das latas

Uma aluna desenha os olhos e a boca na cabeça do Menino Jesus

Uma aluna dispõe aas figuras dentro da lata

Duas alunas entreajudam-se a colocar as figuras dentro das latas

O trabalho final dentro de um tabuleiro natalício pronto para oferecer

O livro Ilumina, de Rita Correia, em edição de autor, é um livro de capa preta que até poderia assustar. Mas não foi esse o objetivo desta atividade educativa! Pretendeu-se que as alunas que nela participaram explorassem sem medo o escuro do livro, encontrassem as ideias que o vão gradualmente iluminando e ainda inventassem outras ideias mais luminosas.
E porque no livro há uma árvore que é semeada, vai crescendo e iluminando as suas páginas, introduzimos também algumas histórias sobre a origem da árvore de Natal, as suas características perenes de pinheiro e ainda houve a oportunidade de analisar uma pinha, e degustar um pinhão depois de o explorar.
Por fim, as alunas criaram um pinheiro de Natal, escolhendo os presentes dos raios do sol que se encontram no livro da Rita Correia, com base no que mais gostariam de oferecer aos familiares e amigos.

O livro "Ilumina" à espera de ser explorado pelas alunas

As mãos das alunas a abrirem o desenho de um coração de uma página do livro

O livro de folhas negras - uma árvore vai crescendo à medida que a história evolui

As alunas procuram imagens nas páginas do livro que se vai tornando mais claro e colorido

Uma página do livro que é um muro onde alguém escreveu"Construir pontes, não muros".

A secretária coberta com materiais para pintar e colar os raios de um sol que têm escrito palavras como humildade, paciência, força, coragem, entre outras.

Uma aluna pega numa pinha

Uma aluna com um pinhão na mão

O pinhão fora da casca pronto a ser degustado

A árvore de Natal construída com as palavras dos raios de sol

Um sol pintado que convida as pessoas a tirarem um dos seus raios com a palavra preferida

Comunicar como deve ser

O currículo continua a ser o centro das nossas atenções e motivo de grande azáfama.
Uma aluna do 10º ano de escolaridade teve apoio escolar durante o primeiro período e, na disciplina de Português, redigiu vários textos, sendo de salientar o Passatempo do povo, a propósito do cartoon de Norman Rockwell, que a seguir apresentamos.
Cartoon com várias pessoas a comunicar entre si numa cadeia de mensagens que chegam ao primeiro emissor como uma ofensa à sua pessoa.

Passatempo do povo

Independentemente da hora, do dia, do mês ou do ano, uma das únicas coisas que alimentam as conversas são, de facto, as bisbilhotices.
Um segredo nunca é um segredo. As pessoas sentem a necessidade de partilhar. Sentem a necessidade de inventar e, muitas vezes, opinar sobre o assunto.
O que passa de boca em boca é sempre alterado. Cada um tem a sua versão. Acrescentam-se sempre detalhes ao cenário. Parece que há prazer em inventar sobre a vida dos outros e, raramente, o que é dito corresponde à verdade.
Basicamente, é o que este cartoon descreve. Representa as várias alterações que o segredo vai tendo, até se transformar num boato.
Assim que o sujeito inicial é confrontado, a mentira que lhe é dita é de tal forma obscena que uma pessoa acaba por ficar chocada.
Em todas as coscuvilhices há apenas uma ponta de veracidade, pois o resto é tudo treta.

A mesma aluna recebeu dos seus colegas e da sua professora de Espanhol um vídeo onde todos se apresentaram em castelhano. Além disso, ainda foram explicados alguns conteúdos letivos da disciplina para que se tornasse mais fácil a sua aprendizagem.

A aluna observa com atenção o vídeo onde uma das suas colegas se apresenta.

Entretanto, como o Natal está mesmo a bater à porta, revelamos um pouco dos presentes que estamos a fazer para oferecer aos vários departamentos.

As mãos de uma aluna a moldar uma massa branca.

A mão de aluna a pintar uma bola pequena branca.

Um conjunto de latas redondas pequenas, uma fita branca de trapilho e duas figuras dentro de uma das caixas. Alguém descobre o que estamos a fazer? Em janeiro iremos revelar o trabalho completo.
Desejamos a todos festas felizes. Esta é a nossa árvore de Natal.

Troncos de uma árvore verdadeira e bolas vermelhas em alguns dos ramos.

Diz-me o teu sonho, dir-te-ei quem és

O livro aberto em cima de uma secretária com materiais de trabalho como papel de cartolinas, canetas, barco origami, um livro nuvem.

No primeiro dia de aulas, nada melhor do que falarmos sobre os nossos sonhos para nos conhecermos melhor uns aos outros.

A partir da leitura do livro Sonho com asas, com texto de Teresa Marques e ilustrações de Fátima Afonso, da editora Kalandraka, percorremos o mundo de uma rapariga que sonhava viajar, sinónimo de voar, de ir, de céu e de azul.

E, para viajar, percebemos que a curiosidade, o sonho, o dançar, o cantar e a coragem são já metade do caminho.

Contámos os nossos sonhos, todos eles diferentes uns dos outros, mas em tudo iguais, por fazerem parte da nossa vontade, do nosso querer mais profundo e, às vezes, tão guardado em segredo como se de um tesouro se tratasse. Sim, os nossos sonhos são verdadeiros tesouros!

O meu sonho é… um gelado; voltar a andar; voltar à Guiné, a terra onde nasci; ser uma grande futebolista e uma cantora conhecida; voltar a ser independente; acabar com o mal no mundo; não haver doença no mundo; ter outro cão, porque já tenho dois; saber aproveitar a vida; ultrapassar todas as dificuldades; dar a volta ao mundo.

Cada um de nós está a construir um livro com a forma de uma nuvem e vai desenhar, escrever palavras e frases que documentem estes sonhos.

O livro aberto em cima de uma secretária com materiais de trabalho como papel de cartolinas, canetas, barco origami, um livro nuvem.

Um livro nuvem aberto onde se encontra escrita a frase: Diz-me o teu sonho!

A professora segura o livro da história aberto numa página onde se veem pássaros a voar.

Os alunos e a professora constroem uma nuvem com papel de sulfito.

AS mãos de um aluno que segura o seu livro nuvem e o constrói com um cordel, papel e tesoura.

As mãos de uma aluna a escrever no seu livro nuvem.

A todos, desejamos um bom ano letivo!