Comunicar através da arte e do ativismo

A Andreia, a Margarida e a Sofia, do Núcleo de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian, dinamizaram junto de nós uma atividade que nos permitiu ser realizadores de histórias de animação por uma hora.

Analisámos algumas peças pertencentes ao acervo museológico desta Fundação e, logo de seguida, metemos as mãos na massa e criámos vários animais imaginários a partir de sons (alguns muito estranhos!) que a Sofia produzia às escondidas. Entretanto, com a ajuda de materiais especiais, mas simples, como folhas e canetas de acetato, tachas, um retroprojetor e um tablet, cada um de nós realizou um pequeno filme com o seu animal.

Uma aluna desenha o seu animal imaginário, semelhante a um dinossauro, sobre uma folha de acetato.

Sobre a luz emitida por retroprojetor, as mãos de uma aluna compõem os movimentos do seu animal colorido.

Um aluno trabalha a aplicação num tablet que permite fazer a animação do seu animal.

Um aluno observa atentamente a reprodução de um objeto de arte pertencente ao acervo museológico do Museu.

O grupo de alunos e dinamizadoras culturais na sala onde decorreu a atividade.

Comemorámos o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor que, por decisão da UNESCO, se celebra a 23 de abril e o Dia do Autor Português (22 de maio) com uma atividade que pretendeu incentivar o gosto pela leitura e pela escrita assim como o respeito pelos livros e pelos seus autores.

Deste modo, foram mostrados aos alunos vários modelos de suporte de livros que puderam ser manuseados e observados ao pormenor, abordados conceitos como os direitos de autor, a anatomia de um livro e a técnica de leporello (com referência à figura de Don Giovanni e à do seu criado Leporello).

Por fim, cada um de nós criou um livro de autor em miniatura com textos e imagens e uma capa personalizada.

Aqui ficam algumas frases ditas pelos alunos e fotografias que documentam a tarde bem passada.

O livro é uma caixinha de surpresas que nos ensina várias coisas.
O livro é uma coisa para ler, mas eu não gosto de ler.
O livro é um objeto com borboletas.
O livro é folhas escritas ou desenhadas por alguém. Os amantes da leitura gostam de ler.
O livro é um objeto que tem palavras escritas e desenhadas.

O grupo de alunos atento às explicações da professora.

Alguns livros com formatos e tamanhos diferentes. Três alunos a construirem o seu livro miniatura.

Para celebrar o Dia Mundial do Ambiente e o Dia Mundial dos Oceanos, conversámos sobre a espécie invasora Plasticus maritimus, termo científico criado pela bióloga marinha Ana Pêgo para denominar o problema do plástico no planeta Terra.

A atividade Plasticus maritimus foi inspirada no livro homónimo de Ana Pêgo e pretendeu chamar a atenção dos alunos e sensibilizá-los para a importância e proteção dos Oceanos.

O visionamento de vídeos atuais conduziu ao debate e à reflexão acerca dos nossos deveres como cidadãos na contribuição e no compromisso para um planeta mais sustentável.

Foram mostradas versões desplastificadas (como alternativas ao plástico) para palhinhas, sacos de plástico, garrafas de água descartáveis, escovas de dentes, cotonetes, champôs, entre outras.

Este assunto continuou a ser abordado até ao final do ano letivo e culminou com uma exposição no jornal de parede da escola.

Numa mesa pode ver-se o livro Plasticus maritimus e alguns objetos e produtos substituos do plástico: talheres, palhinhas e escova de dentes em bambu, champô sólido e sacos em pano.

A exposição final dos trabalhos realizados pelos alunos com um slogan em destaque criado por um aluno: Para combateres o plástico tens que ser drástico.

A exposição final no jornal de parede: um painel azul (mar) com peixes feitos em papel envolvidos em plástico e outros lixos.

No âmbito do projeto O museu vai ao hospital, recebemos a Tânia Furtado e a Mariana Pinto, mediadoras culturais do Centro Cultural de Cascais, Bairro dos Museus, que dinamizaram uma atividade sobre serigrafia.

Ouvimos contar a interessante história do edifício que hoje alberga o Centro Cultural de Cascais e aprendemos como se faz uma serigrafia e os instrumentos utilizados como, por exemplo, raclete, rede, placas, matriz serigráfica, máquina de luz, fotolito, entre outros.

Por fim, tivemos a oportunidade de experimentar esta técnica de impressão que muito nos agradou.

Se não fosse a hora do jantar, teríamos ficado a fazer serigrafias pela noite fora!

Uma fotografia do grupo participante na atividade: uma sala cheia de alunos e alguns funcionários do Centro.

Os objetos para fazer serigrafia colocados em cima de uma mesa e prontos a ser utilizados.

Um aluno mostra a su serigrafia feita: a fachada do Centro Cultural de Cascais a vermelho e a azul sobrepostas.

Uma aluna a fazer a sua serigrafia com a raclete sob a supervisão de duas mediadoras culturais.

Uma aluna a secar com um secador de cabelo a sua serigrafia.

Uma fotografia do grupo de alunos, professora e mediadora cultural com os trabalhos realizados.

A importância de bem comunicar

A sala com os mediadores culturais a dinamizarem a atividade e os alunos a ouvirem nas suas secretárias.

A Andreia, o Rui e o Ricardo, do Museu Calouste Gulbenkian, vieram visitar-nos e ofereceram-nos uma tarde inesquecível repleta de conhecimentos, Arte e diversão.
Diz que disse, assim se chamava a atividade em que descrevemos um elefante ao Ricardo que o desenhou segundo o nosso ponto de vista, à semelhança do que faziam os antigos marinheiros quando regressavam de terras e mares nunca dantes navegados. Sim, que em tempos idos, não havia telemóveis nem máquinas fotográficas ou de filmar, por isso os desenhos que encontramos em livros e objetos de decoração são fruto do que alguém dizia que tinha visto.
O resultado foi estranho: o elefante tinha algo de elefante, mas não era um elefante! Ora vejam:

Desenho a carvão de um elefante com uma tromba muito pequena como uma cobra, orelhas com o formato de folhas de papel, chapéu de coco, dentes curvados para cima e óculos.

Percebemos que devemos ser mais precisos e exatos nas descrições que fazemos e nas palavras que utilizamos, pois podemos ser mal interpretados.
Desenhar o caquesseitão, segundo a descrição que aparece no livro de Fernão Mendes Pinto, Peregrinação, foi um trabalho difícil mas muito divertido!

do tamanho de uma grande pata, muito pretos, conchados pelas costas, com uma ordem de espinhos pelo fio do lombo do comprimento de uma pena de escrever e com asas da feição das do morcego, com pescoço de cobra e uma unha, a modo de esporão de galo na testa, com rabo muito comprido pintado de verde e preto, como são os lagartos desta terra

Pintura de um aluno: uma espécie de ave castanha e bico cor de laranja, com altos no dorso e cauda curva e levantada.

Pintura de um aluno: animal de quatro patas com rosto indefinido, parecido com um leão.

Desenho de uma aluna: uma espécie de ave sem asas de várias cores como um arco-íris.

Desenho a carvão de uma aluna: uma espécie de ave com corpo redondo e espinhos no dorso e cauda de cavalo. As asas parecem umas barbatanas.

Pintura de um aluno: uma espécie de ave com cauda de cão, espinhos no dorso e com várias cores.

Realizámos uma visita de estudo à Casa das Histórias Paula Rego, Bairro dos Museus, numa parceria entre o Serviço Educativo e a escola  do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, no âmbito do projeto O museu vai ao hospital.

Neste caso, fomos nós ao museu para observarmos e estudarmos in loco a tapeçaria A batalha de Alcácer-Quibir e alguns quadros desta enigmática pintora chamada Paula Rego. Foram tantas as histórias que escutámos e tantas as interpretações que fizemos!

Criámos desenhos de animais imaginários assim como um animal coletivo que foi gravado em linóleo com uma goiva e, depois, impresso numa prensa. Todos ajudámos a Joana, a mediadora cultural do museu, nesta tarefa que se revelou muito difícil!

Aprendemos sobretudo algumas regras e recomendações para visitar o espaço do museu: não falar alto, tirar fotografias sem flash, não tocar nas obras expostas e respeitar as opiniões de cada um.

Uma aluna faz sulcos numa folha de linóleo com uma goiva, enquanto os outros a observam atentamente.

A mediadora cultural, Joana, mostra o produto final do trabalho realizado pelos alunos: uma gravura que representa um animal imaginário em vermelho.

Uma fotografia do grupo em frente a três quadros de grandes dimensões de Paula Rego.

Aprender a arte de comunicar

A Eugénia Alves e a Rita Jorge, do Museu do Mar Rei Dom Carlos, Bairro dos Museus de Cascais, visitaram-nos e presentearam-nos com uma bela tarde repleta de conhecimentos acerca de baleias, tubarões e alguns animais bizarros como o tubarão demónio.
Depois de sabermos os seus segredos e tocarmos nas barbas da baleia e na pele do tubarão, participámos num divertido ateliê no qual construímos um animal bizarro constituído por três partes: cabeça, tronco e barbatana caudal. Bom, o resultado ficou à vista no nosso jornal de parede!

Uma aluna toca com a sua mão num exemplar de barbas de tubarão.

A mediadora cultural mostra aos alunos um espécime de tubarão conservado num frasco em clorofórmio.

A mediadora cultural mostra aos alunos dois exemplares da pele de tubarão.

Uma aluna faz colagens em cartões para construir o seu peixe bizarro.

Em cima de uma mesa, encontram-se vários peixes bizarros construídos pelos alunos.

Uma aluna cola pedaços de papel sobre três cartolinas que se encontram unidas com ataches e formam o seu peixe bizarro.

O painel exterior, o nosso jornal de parede, que representa o mar repleto de peixes bizarros.

Continuámos a falar sobre os Oceanos e a sua importância, desta feita para elaborar, durante as aulas, um livro pessoal no qual guardámos as nossas memórias, alguns sentimentos e origamis.

Nem sabíamos que conseguíamos escrever poemas! Afinal foi fácil!

O mar é azul
E sabe a bolas de Berlim.
Cheira bem
Como as flores.

Ouve-se o som
Das ondas do mar
A tocar nos meus pés.

A água do mar
É fria,
Mas eu gosto dela.

Três livros de autor elaborados segundo a técnica de leporelo,

É o mar da Guiné
É o mar de Catchelem
Tem o azul do céu
E tem o azul do mar

Mar do meu coração
Sabe como o azul do sal
Lembras-me os meus irmãos

A água do mar
É quente e deliciosa
É tão bom estar lá com os amigos!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de baleias.

O mar é azul
Como o céu.
Sabe ao sal
Das minhas lágrimas.

Ouve-se o vento
A fazer barulho
Quando há tempestade
No mar.

Lembro-me do mar
Da minha terra,
Calmo quente e brilhante.
Que saudades eu tenho dele!

Um livro de autor aberto com colagens de imagens de peixes, prais, algas e origamis de peixe.

Recebemos a visita de um ex-aluno da nossa escola de hospital, Va Nancassa, para uma conversa agradável acerca do seu percurso de vida desde a vinda da Guiné-Bissau para Portugal até aos dias de hoje.
Foi interessante ouvi-lo falar dos seus momentos mais difíceis e de como conseguiu superá-los, assim como dos momentos em que a sorte e a força de vontade fizeram dele o homem que hoje é.
A sua vida profissional é surpreendente e inspiradora e adorámos ver os trabalhos que realiza no âmbito do design gráfico.
Valeu o aplauso de todos os participantes neste encontro e a frase de um dos alunos mais novos: “O Va é uma pessoa cheia de força!”.

Uma selfie com o aluno Va em primeiro plano, a professora Sónia e mais dois alunos ao fundo.

Uma semana depois, o Va voltou à nossa escola para nos dar uma lição sobre Paint.
Apresentou as funcionalidades das várias ferramentas deste programa: o lápis, a borracha, a lupa, o balde e as formas… Depois, foi pôr mãos à obra e desenhar os nossos próprios “quadros”.

Os alunos encontram-se a trabalhar diante do seu computador e o Va observa e dá instruções.

Desenho elaborado no Paint representando uma menina com formas geométricas.

 

Desenho elaborado no Paint representando uma casa rodeada por estrelas e uma árvore.

 

Um aluno muito concentrado desenha, através do Paint, uma casa com árvores sobre um fundo azul escuro.

Comunicar em todo o lado

A Adelaide Palet do Forte São Jorge de Oitavos, Bairro dos Museus, (ou seja, o comandante Tadeu) voltou a visitar-nos, desta feita, acompanhada por um soldado muito tosco e por um canhão e seus apetrechos . Quando o comandante Tadeu grita “Fogo!”, o soldado Baltazar, sempre cheio de medo, coloca o bota-fogo que faz disparar a bala!

Através de uma réplica das várias peças que constituem um canhão, aprendemos como era disparado este engenho no século XVIII!

Por fim, jogámos um jogo divertido que se chamava Apontar – Disparar em que tentámos afundar os barcos piratas sem atingir os navios amigos.

Colocado no chão da sala, encontra-se uma réplica de um canhão e no quadro interativo está uma fotografia de vários tipos de canhões.

Alguns apetrechos do canhão: balas, cordas, pólvora.

Pormenor das fardas dos soldados.

O soldado Baltazar arrasta o canhão mas sem jeito nenhum.

Os alunos atiram uns sacos cheios de areia para um painel onde se encontram navios de piratas.

E como a comunicação existe na guerra e na paz, comemorámos a semana dos afetos com a leitura do livro Vem e abraça-me, de Michal Snunit, edição Vega, e com a realização do jogo interativo Quem abraça quem ou o que abraça o quê. Por exemplo, a montanha abraça o rio, o sol abraça o arco-íris, a mãe abraça o filho, a borboleta abraça a flor…
Percebemos que a linguagem do abraço é infinita, que cada abraço é único e que podemos e devemos recusar os abraços que não queremos.

A professora faz a leitura do livro e os alunos interagem com ela.

O livro em cima da prancheta da cadeira de um aluno.

Num quadro branco, encontram-se vários quadrados com desenhos semelhantes aos do livro e um aluno retira um deles.

Um aluno a fazer pares de abraços com os quadrados escolhidos.

A mediadora cultural do Museu do Mar Rei Dom Carlos, Eugénia Alves, visitou-nos para dar a conhecer este espaço museológico, situado em Cascais.
Com base na exposição temporária patente ao público nesta data, Alterações climáticas – Os Oceanos do futuro, falámos sobre as alterações climáticas e algumas das suas consequências, assim como sobre a importância dos oceanos e da fauna e flora que os habitam.

No ateliê que se seguiu, criámos uma espécie de aquário de brincar para que, sempre que tivermos saudades do mar, possamos trazê-lo até nós.

Uma sala cheia de alunos atentos à Eugénia a falar sobre os vários assuntos.

No quadro interativo encontra-se um diapositivo com tartarugas marinhas a alimentarem-se de objetos em plástico que confudem com os alimentos que fazem parte da sua alimentação.

No quadro interativo encontram-se oito conselhos que devemos pôr em prática no nosso quotidiano.

Dois aquários feitos pelos alunos: frascos em vidro cheios de líquido verde e azul, com areia no fundo e bonecos que representam peixes a nadar.

Vamos lá comunicar!

O livro fechado e vários cartões brancos com um círculo vermelho de texturas diferentes. Tesoura e compasso em cima da secretária.

Para fazer jus ao tema escolhido pelas escolas de hospital parceiras do projeto TeleAula, Comunicar é preciso, desenvolveu-se uma atividade que teve como principal objetivo proporcionar a aquisição de conhecimentos ao nível da comunicação visual.

A partir da leitura da obra Este livro está a chamar-te, não ouves?, de Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso, os alunos puderam ouvir, cheirar, tocar, caminhar as paisagens de um livro de cantos redondos e, ainda, seguir um círculo vermelho que pode ser tudo o que a nossa imaginação quiser.

Os alunos mais velhos puderam recordar os conceitos de polissemia, poesia visual, significado e significante. Todos construíram os seus círculos vermelhos atribuindo-lhes outros significados que foram muito além de uma simples maçã.

No final, houve tempo para degustar uns macarrons de morango, bem redondinhos e docinhos!

O livro aberto numa ilustração com muitos círculos vermelhos, um estojo de aguarelas coloridas e três folhas em branco

O livro fechado e vários cartões brancos com um círculo vermelho de texturas diferentes

A mão de uma aluna em cima de uma página com um trajeto de círculos vermelhos e azuis

A mão de outra aluna a preencher um espaço de círculos de uma página do livro

Os dedos de uma aluna sobre um percurso de círculos vermelhos que conduzem a uma lagarta.

Uma aluna escolhe um de vários cartões com círculos vermelhos com diferentes texturas

Uma aluna cola um círculo vermelho num cartão branco

Trabalho sobre pontos vermelhos: tomate, nariz de palhaço, joaninhas, romã, semáforo, balões, bola, flores, planeta mercúrio

Trabalho final com desenhos elaborados a partir de um círculo vermelho: Minie, sol, cogumelo, novelo de lã, maçã, sorvete, porco.

Os macarrons de morango em cima de um pano com círculos vermelhos.

Comemorámos, no dia 5 de fevereiro, o Dia da Internet Mais Segura, com uma videoconferência entre a nossa escola e a escola do Hospital Dona Estefânia.
À volta de um jogo amigável entre colegas, conversámos e testámos os nossos conhecimentos sobre os cuidados a ter sempre que utilizamos a Internet, alguns dos perigos que nos espreitam e o que devemos fazer para nos defendermos de predadores, bullying e outros ataques.

Quatro jovens encontram-se à frente do quadro interativo onde está escrito Dia da internet mais segura.

Recebemos a visita da mediadora cultural do Bairro dos Museus, Adelaide Palet, que nos apresentou o comandante Tadeu, residente no Forte São Jorge de Oitavos.

Este comandante severo e com ar de poucos amigos explicou-nos como viviam os soldados do Forte no séc. XVIII, como ocupavam o seu tempo, os trabalhos que faziam, o que vestiam e o que comiam. Desvendou ainda alguns dos seus segredos bem guardados no baú.

A sala repleta de jovens e pais esperam pela chegada do comandante.

O comandante faz uma espécie de continência, mas parece observar o mar ao longe.

O comandante lê uma folha com as provisões para o forte.
Ler/escutar a narrativa da obra literária Sexta-feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier, será sempre uma experiência gratificante de leitura.
Mais gratificante se torna quando oferecemos aos alunos a possibilidade de experienciar objetos e modos de vida decorrentes da história narrada.
Deixamos um breve registo de alguns destes momentos de grande partilha e aprendizagem.

A professora lê uma história a um aluno por entre umas árvores de papel.

Uma mesa onde encontramos um livro aberto num cavalete, canetas antigas, um óculo, bússola e tinteiros.

Uma aluna olha pela janela através de um óculo antigo.

Uma aluna escreve com uma caneta antiga de pena e aparo.

Um aluno aponta para a palavra Speranza, o nome da ilha de Robinson

O nosso Natal

O trabalho final dentro de um tabuleiro natalício pronto para oferecer.

Já passou, nós sabemos, mas queremos deixar algumas imagens que revelam um pouco do nosso Natal.
Lembram-se da imagem que deixámos na última publicação? Houve quem adivinhasse e, sim, elaborámos presépios em miniatura dentro de latas de comida para gato. Utilizámos massa fimo que seca ao ar e pintámos com tinta acrílica.
Depois, fomos aos departamentos do serviço pediátrico e desejámos a todos um Feliz e Santo Natal!

Mãos de uma aluna a construir as figuras do presépio

Aluna a pintar figuras do presépio

Aluna com figura pintada

As figuras dos presépios agrupadas e prontas a serem colocadas dentro das latas

Uma aluna desenha os olhos e a boca na cabeça do Menino Jesus

Uma aluna dispõe aas figuras dentro da lata

Duas alunas entreajudam-se a colocar as figuras dentro das latas

O trabalho final dentro de um tabuleiro natalício pronto para oferecer

O livro Ilumina, de Rita Correia, em edição de autor, é um livro de capa preta que até poderia assustar. Mas não foi esse o objetivo desta atividade educativa! Pretendeu-se que as alunas que nela participaram explorassem sem medo o escuro do livro, encontrassem as ideias que o vão gradualmente iluminando e ainda inventassem outras ideias mais luminosas.
E porque no livro há uma árvore que é semeada, vai crescendo e iluminando as suas páginas, introduzimos também algumas histórias sobre a origem da árvore de Natal, as suas características perenes de pinheiro e ainda houve a oportunidade de analisar uma pinha, e degustar um pinhão depois de o explorar.
Por fim, as alunas criaram um pinheiro de Natal, escolhendo os presentes dos raios do sol que se encontram no livro da Rita Correia, com base no que mais gostariam de oferecer aos familiares e amigos.

O livro "Ilumina" à espera de ser explorado pelas alunas

As mãos das alunas a abrirem o desenho de um coração de uma página do livro

O livro de folhas negras - uma árvore vai crescendo à medida que a história evolui

As alunas procuram imagens nas páginas do livro que se vai tornando mais claro e colorido

Uma página do livro que é um muro onde alguém escreveu"Construir pontes, não muros".

A secretária coberta com materiais para pintar e colar os raios de um sol que têm escrito palavras como humildade, paciência, força, coragem, entre outras.

Uma aluna pega numa pinha

Uma aluna com um pinhão na mão

O pinhão fora da casca pronto a ser degustado

A árvore de Natal construída com as palavras dos raios de sol

Um sol pintado que convida as pessoas a tirarem um dos seus raios com a palavra preferida

Comunicar como deve ser

O currículo continua a ser o centro das nossas atenções e motivo de grande azáfama.
Uma aluna do 10º ano de escolaridade teve apoio escolar durante o primeiro período e, na disciplina de Português, redigiu vários textos, sendo de salientar o Passatempo do povo, a propósito do cartoon de Norman Rockwell, que a seguir apresentamos.
Cartoon com várias pessoas a comunicar entre si numa cadeia de mensagens que chegam ao primeiro emissor como uma ofensa à sua pessoa.

Passatempo do povo

Independentemente da hora, do dia, do mês ou do ano, uma das únicas coisas que alimentam as conversas são, de facto, as bisbilhotices.
Um segredo nunca é um segredo. As pessoas sentem a necessidade de partilhar. Sentem a necessidade de inventar e, muitas vezes, opinar sobre o assunto.
O que passa de boca em boca é sempre alterado. Cada um tem a sua versão. Acrescentam-se sempre detalhes ao cenário. Parece que há prazer em inventar sobre a vida dos outros e, raramente, o que é dito corresponde à verdade.
Basicamente, é o que este cartoon descreve. Representa as várias alterações que o segredo vai tendo, até se transformar num boato.
Assim que o sujeito inicial é confrontado, a mentira que lhe é dita é de tal forma obscena que uma pessoa acaba por ficar chocada.
Em todas as coscuvilhices há apenas uma ponta de veracidade, pois o resto é tudo treta.

A mesma aluna recebeu dos seus colegas e da sua professora de Espanhol um vídeo onde todos se apresentaram em castelhano. Além disso, ainda foram explicados alguns conteúdos letivos da disciplina para que se tornasse mais fácil a sua aprendizagem.

A aluna observa com atenção o vídeo onde uma das suas colegas se apresenta.

Entretanto, como o Natal está mesmo a bater à porta, revelamos um pouco dos presentes que estamos a fazer para oferecer aos vários departamentos.

As mãos de uma aluna a moldar uma massa branca.

A mão de aluna a pintar uma bola pequena branca.

Um conjunto de latas redondas pequenas, uma fita branca de trapilho e duas figuras dentro de uma das caixas. Alguém descobre o que estamos a fazer? Em janeiro iremos revelar o trabalho completo.
Desejamos a todos festas felizes. Esta é a nossa árvore de Natal.

Troncos de uma árvore verdadeira e bolas vermelhas em alguns dos ramos.

Diz-me o teu sonho, dir-te-ei quem és

O livro aberto em cima de uma secretária com materiais de trabalho como papel de cartolinas, canetas, barco origami, um livro nuvem.

No primeiro dia de aulas, nada melhor do que falarmos sobre os nossos sonhos para nos conhecermos melhor uns aos outros.

A partir da leitura do livro Sonho com asas, com texto de Teresa Marques e ilustrações de Fátima Afonso, da editora Kalandraka, percorremos o mundo de uma rapariga que sonhava viajar, sinónimo de voar, de ir, de céu e de azul.

E, para viajar, percebemos que a curiosidade, o sonho, o dançar, o cantar e a coragem são já metade do caminho.

Contámos os nossos sonhos, todos eles diferentes uns dos outros, mas em tudo iguais, por fazerem parte da nossa vontade, do nosso querer mais profundo e, às vezes, tão guardado em segredo como se de um tesouro se tratasse. Sim, os nossos sonhos são verdadeiros tesouros!

O meu sonho é… um gelado; voltar a andar; voltar à Guiné, a terra onde nasci; ser uma grande futebolista e uma cantora conhecida; voltar a ser independente; acabar com o mal no mundo; não haver doença no mundo; ter outro cão, porque já tenho dois; saber aproveitar a vida; ultrapassar todas as dificuldades; dar a volta ao mundo.

Cada um de nós está a construir um livro com a forma de uma nuvem e vai desenhar, escrever palavras e frases que documentem estes sonhos.

O livro aberto em cima de uma secretária com materiais de trabalho como papel de cartolinas, canetas, barco origami, um livro nuvem.

Um livro nuvem aberto onde se encontra escrita a frase: Diz-me o teu sonho!

A professora segura o livro da história aberto numa página onde se veem pássaros a voar.

Os alunos e a professora constroem uma nuvem com papel de sulfito.

AS mãos de um aluno que segura o seu livro nuvem e o constrói com um cordel, papel e tesoura.

As mãos de uma aluna a escrever no seu livro nuvem.

A todos, desejamos um bom ano letivo!