Património Sempre Presente…

Nova visita aos Namban-Jin – Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)

Através de um exercício de observação pormenorizado dos famosos Biombos Namban, dos pintores  Kamo Naizen e Kano Domi, e com a ajuda da Rita Gonçalves do MNAA, revisitámos a chegada das naus portuguesas a esse país longínquo que é o Japão, ao porto de Nagasáqui, no séc XVI. Nesta viagem levámos novos viajantes a descobrir quem eram e como se vestiam os vários intervenientes desta aventura, como eram as naus,  qual a sua valiosa carga, entre outras curiosidades. Aproveitámos  o balanço e espreitámos um pouco mais da cultura japonesa dos nossos dias.

Aqui deixamos registado algum do  vocabulário resultante desta sessão para conhecimento de todos:

Namban-Jin = Bárbaros que vêm do sul

Bombachas = Calças curtas e largas

Kurafuné = Barco Negro

Samurai = Guerreiro japonês

Karpa = Peixe da Boa Sorte

Momidje = Árvores que dão flor de cor amarela e vermelha típicas do Japão

Sushi = Um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne e de peixe em arroz avinagrado

HelloKitti = Desenho animado criado no Japão

Mangá ou manga = Banda desenhada no estilo japonês (várias mangas dão origem a animes)

E ainda palavras japonesas que fazem parte do português:

Biombo = Byobu
Quimono = Kimono = Veste típica do Japão
Judo = Judo
Caratê – Karate

Mais uma vez agradecemos à Rita ter-nos proporcionado uma manhã tão interessante e curiosa  através das histórias dos Namban-Jin!

Clube de Educação Tecnológica da EBI da Bobadela já é nosso património

Como já é da tradição no 3º período, desta vez o encontro TeleAula foi ao vivo…

Partindo da história da Fábrica de Porcelana de Sacavém, os nossos alunos montaram painéis representativos dos famosos padrões usados nas pinturas das porcelanas, utilizando para isso as sete peças do Tangram.  Para o sucesso desta atividade,  contámos com a preciosa ajuda do grupo de alunos e professores do Clube de Educação Tecnológica da Escola Básica Integrada da Bobadela (C.E.T.), que previamente prepararam todo o material necessário e dinamizaram a sessão.

Sucederam-se ainda mais atividades, que passaram pela composição do tangram com imagens alusivas às louças de Sacavém e a resolução  de desafios matemáticos e figuras usando as sete peças do tangram.

Foi uma TeleAula ao vivo Muito Dinâmica e Divertida!

MUITOS PARABÉNS  a todos os elementos do  C.E.T. que tanto contribuíram  para que tal fosse possível!

Dia Mundial da Criança

O  final de ano letivo não seria o mesmo se não se comemorasse este dia.

O núcleo pedagógico do Hospital de Dona Estefânia sugeriu atividades para esta comemoração, por solicitação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central. O Serviço de Apoio Escolar ao 2º/3º ciclos e secundário propôs cinema. Esta atividade iria complementar as outras atividades do programa. Desenvolvemos duas sessões, a primeira como aperitivo, logo no dia 30 de maio, e a segunda sessão no próprio dia 1 de junho. O filme foi votado e escolhido pelos espetadores.

Pois é, ele foi  cineminha, um jogo de tabuleiro dinamizado pelo núcleo educacional do Museu da Cidade de Lisboa, pinturas faciais e teatro trazidas  pelos alunos do 1º e 2º anos do Curso de Apoio à Família e Comunidade da Casa Pia de Lisboa. A brincar e de forma bem divertida este grupo conseguiu apelar à reciclagem do lixo, contribuindo para a consciencialização de que, através de pequenos gestos como esse,  todos somos responsáveis por mantermos/conservarmos e lutarmos por um PLANETA MELHOR e MAIS LIMPO.

Visitas de estudo pelo património

Na Escola do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria, para além do trabalho escolar realizado com cada um dos nossos alunos,  continuamos a ter umas “visitas de estudo” bem interessantes.

Claro que nestas visitas, ao contrário do que acontece nas escolas regulares, nós não nos deslocamos, abrimos as portas da nossa sala e do nosso computador a quem gosta de nos visitar.

A Sandra, em mais uma sessão do Projeto Ciência faz bem à Saúde,  trouxe-nos do Pavilhão do Conhecimento uma mala cheia de experiências: construímos máquinas de rabiscos, fizemos explosões de cores, vimos foguetões e submarinos em funcionamento, alterámos a nossa percepção com lentes prismáticas e até fizemos uma espetada de balões! Foi uma tarde muito bem passada 🙂

Sandra, do Pavilhão do Conhecimento, com a sua mesa de materiais

Alunos do HSM a fazerem espetadas de balões Aluno com lentes prismáticas

Num outro dia, a Sandra fez uma videoconferência connosco a partir do Pavilhão do Conhecimento com uma proposta de gastronomia molecular.

Dedicámos a nossa sessão a fazer caviar azul, verde e vermelho 🙂 Foi bastante divertido!

Alunos e professora em videoconferência com a Sandra

Aluno deita gotas de corante num copo

Alunos deitam gotas de corante num copo

Copos com corante vermelho, verde e azul e colher com bolinhas de diferentes cores

Também visitámos, em TeleAula com a escola do IPO, alguns castelos de Portugal. Percebemos quais as suas funções e descobrimos curiosidades muito interessantes sobre alguns deles:

  • Existem castelos roqueiros… que nada têm a ver com Rock and Roll!;
  • Martim Moniz sacrificou a própria vida ficando “entalado” na porta do castelo de Lisboa
  • D. Fuas Roupinho era o nome de um alcaide no Castelo de Porto de Mós.

Foi uma bela aula de história que nos deu um roteiro interessante para visitar!

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno lê um pequeno texto em TeleAula com o IPO

Aluno com mapa e questões em TeleAula com o IPO

Aluno em TeleAula com o IPO

Famílias e famílias

Entre o património natural e o património artístico nacionais, ficámos a conhecer melhor duas famílias especiais e, através delas, as características da subespécie Canis lupus signatus e os aspetos curiosos da pintura a óleo Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

Em defesa do Signatus

Recebemos uma ação de divulgação do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico em que nos foi dada oportunidade de desmistificar muitas das histórias que se contam sobre os lobos. A mascote Signatus veio ajudar-nos a perspetivar melhor as explicações recebidas.

A Drª Isabel Ambrósio e a mascote Signatus falam sobre os lobos

Ouvimos uma versão cientificamente atualizada da história do Capuchinho Vermelho, bem como outras informações pertinentes, e também aproveitámos para colocar as nossas próprias questões.Aluno trabalha sobre a informação aprendida a respeito dos lobos

Adorámos saber como os lobos comunicam entre si e a riqueza dos diversos sinais que usam para fazê-lo. Em família de lobos há ralhetes como nas famílias humanas!

A Drª Isabel Ambrósio lê aos meninos e à mascote Signatus uma versão do Capuchinho Vermelho

Muito obrigada à Drª Isabel Ambrósio e à mascote Signatus por nos terem dado a conhecer uma renovada visão do lobo ibérico e da necessidade de o proteger e de não o perseguir.

À descoberta de um retrato

Em 1816 não se falava em fotografia, não se falava em selfies nem em photoshop. Mandar fazer um retrato não estava ao alcance de qualquer um e pintá-lo era uma obra de planeamento, minúcia e astúcia artísticas, como tivemos oportunidade de aprender com a visita da Marta do Museu Nacional de Arte Antiga e o fantástico jogo das diferenças que nos trouxe.

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira

O pintor Domingos Sequeira demonstrou a sua mestria na pintura Retrato de Família do 1º Visconde de Santarém.

À maneira de um fotógrafo ou de um designer gráfico dos nossos dias, também o pintor procurou corresponder às melhores expectativas do seu cliente de forma a dar a imagem de grandeza e importância que se pretendia deixar para a posteridade, trabalhando a perspectiva, a luz e cada elemento para essa valorização.

O quadro de Domingos Sequeira

O resultado apresenta-se quase como um instantâneo da vida real, com o movimento das crianças, a desarrumação dos papéis, o inusitado…

E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Marta apresenta o quadro de Domingos Sequeira, colocando aos alunos a questão: E se um retrato de família não fosse só um retrato de família?

Com este mote lançado explorámos a pintura e, em equipas, procurámos desvendar os pormenores que a compõem e que, de outro modo, poderiam passar-nos despercebidos.

Foi entre a mascote/lobo Signatus e o pintor Domingos Sequeira, entre lobos e nobres, com duas famílias muito diferentes que aprendemos mais sobre o nosso património e lhes tirámos o retrato…

Os vários patrimónios

Para comemorar a chegada do novo ano, realizámos uma atividade de boas-vindas através da construção de mandalas com materiais diversificados como erva-príncipe, lentilhas, flores e frutos  secos, alfazema, canela e amêndoas laminadas, entre outros.

Duas secretárias, uma com os materiais dentro de frascos e sacos de papel e a outra com as mãos de uma aluna a trabalhar.

Uma mandala feita com folhas e frutos secos, flores e lentilhas intitulada A Paz no Mundo

Uma secretária com duas mandalas: uma terminada e a outra a ser construída por uma aluna.

Uma mandala intitulada Inspiração feita com erva-príncipe, canela e flores.

Através da  atividade intitulada A Colcha de Retalhos da Condessa, dinamizada pela mediadora cultural, Ana Brás, do Bairro dos Museus, Museu Condes de Castro Guimarães, ficámos a perceber que existem vários tipos de patrimónios (natural, cultural, material, imaterial, móvel e imóvel).

Ouvimos a história da colcha da avó da condessa e as histórias que esta contém (ou continha) até deixarem de ser contadas e se perderem. Conhecemos virtualmente o Museu, as histórias das duas famílias que o habitaram e os seus objetos.

Está em construção uma manta de retalhos com as memórias de todos nós e, ainda, um livro individual do nosso património que está a ser construído em contexto sala de aula. Em breve, mostraremos o trabalho completo.

A sala de aula com uma imagem projetada no quadro interativo e alunos a observarem a mediadora cultural a falar.

A mediadora cultural a contar a história da colcha da condessa e a manta colocada sobre uma secretária ao seu lado.

As mãos de uma aluna a desenhar um coração numa cartolina quadrada.

As mãos de uma aluna a desenhar um emoji sorridente numa cartolina quadrada.

O conjunto dos retalhos feitos pelos alunos sobre a manta de retalhos colorida.

Estivemos com professores e alunos da Escola Básica José Cardoso Pires numa videoconferência subordinada ao tema Segurança na Internet que abordou assuntos pertinentes e atuais sobre as vantagens e desvantagens da internet, assim como os perigos que devemos evitar.

Os alunos observam o monitor do computador onde se encontram os colegas da outra escola a falar.

Para celebrar o aniversário de uma aluna internada, a sua escola de origem esteve também em videoconferência, num encontro que proporcionou a troca de palavras entre quem não se via há muito tempo e o conhecimento dos novos alunos e professores da turma.

A aniversariante fala para os colegas da sua escola e é observada por duas terapeutas e uma colega de hospital.

Queremos mostrar o poema coletivo que dedicámos ao lobo ibérico porque achamos importante que as pessoas olhem para este animal com outros olhos.

O lobo ensina os mais novos
Como os humanos ensinam os seus filhos.
O lobo não é mau
Apenas caça para comer e sobreviver.
Nós, humanos, é que destruímos o seu habitat
e ele não tem onde viver.
Lobo, não deixes de ser quem és!
Não ligues às coisas más
que dizem sobre ti!
Continua a ser selvagem
Bonito
Corajoso
E amigo dos teus companheiros.
Nós, humanos,
Temos muito que aprender contigo!

Bosch, rela e quatro pancadas natalícias

Pintura de Hieronymus Bosch

Pintura As tentações de Santo Antão, de Hieronymus Bosch, no ecrã interactivo

Continuamos a explorar o património artístico do Museu Nacional de Arte Antiga. Desta vez, pasmámos perante o inusitado da mensagem visual do painel Tentações de Santo Antão.

A Irina explica o significado da pintura de Hieronymus Bosch

Trazido pela amiga Irina, tivemos o privilégio de poder admirar e decifrar  uma obra tão famosa do pintor holandês Hieronymus Bosch. Este painel, com cerca de 500 anos, atrai visitantes de todo o mundo. Retrata um mundo imaginário com uma mensagem que significaria que o mundo pode estar ao contrário mas a esperança estará sempre presente.

Foi maravilhoso poder também admirar alguns dos personagens desta composição saltarem para a nossa mesa.A Irina explica o significado de um pormenor da pintura de Hieronymus BoschQuatro criaturas em 3D da pintura As Tentações de Santo Antão

Obrigada, Irina, por nos teres ajudado a descodificar a mensagem!

Alunos manipulam as criaturas em 3D da pintura As Tentações de Santo Antão

Rela em TeleAula

Alunos montam uma rela seguindo as indicações dadas pelos colegas a distância

Mais uma vez, os nossos colegas do Clube Tecnológico da EBI da Bobadela brindaram-nos com vários kits de madeira que conseguimos montar graças às suas preciosas indicações.

No quadro interativo, alunos da Bobadela mostram como se monta uma rela

Surpresa das surpresas, o resultado final foi um brinquedo popular de percussão, a rela.

Alunos brincam com as relas que montaram

Foi uma sessão barulhenta, mas muito divertida.

Natal às quatro pancadas

As tradições associadas à época natalícia manifestaram-se de diversas formas:

  • Assistimos ao filme “Polar Express”, no escurinho do cinema escolarAlunos assistem ao filme Polar Express
  • Participámos nas estórias divertidas que o Nuno e o Pedro (voluntários do Banco de Portugal) vieram contar

    Sessão de contadores de histórias

  • Recebemos a turma Artes do Espetáculo, do 12º ano,  da Escola Secundária D. Pedro V, que veio representar a peça Natal às Três Pancadas, da autoria de Ângela Ferreira, adaptada e encenada pelo professor Gonçalo Costa Sessão de teatro de Natal Sessão de teatro de Natal
  • E, pelo meio, houve quem se dedicasse a elaborar alguns enfeites de Natal

Enfeites de Natal em massa de modelar

Enfeites de Natal em papel

Ao som da rela [registo sonoro seguinte], dizemos adeus ao ano velho e brindamos ao ano novo!

FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!

Histórias com rimas e lobos

A bióloga de mão dada com a mascote fala para os alunos.As mediadoras culturais do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, Diana Silva e Joana Santos, visitaram a nossa escola de hospital para nos dar a conhecer, numa primeira sessão, a Casa das Histórias Paula Rego, assim como certas características que definem o trabalho da artista Paula Rego.

Abordámos rimas de berço inglesas que inspiraram a sua obra Nursery Rhymes e criámos, de uma forma natural, versos em inglês que rimavam entre si e que caminharam de cá para lá e de lá para cá entre os dois grupos de participantes. Por fim, cada grupo musicou espontaneamente os versos do grupo contrário.

Na segunda sessão, abordámos a narrativa presente no trabalho artístico da autora portuguesa, tendo de novo como centro da nossa atenção a obra dedicada às rimas de berço. Foi feita a apresentação da exposição Pra lá e pra cá presente, neste momento, na Casa das Histórias Paula Rego, e do espetáculo de bailado homónimo que decorreu há duas décadas na Fundação Calouste Gulbenkian. Procurámos identificar as personagens e o espaço das histórias que ouvimos e lemos nas gravuras de Paula Rego, em ilustrações antigas e nos excertos do bailado que visionámos. Realizou-se ainda uma breve abordagem à componente transdisciplinar do espetáculo do processo à realização. Por fim, construímos três cadavre exquis: dois sobre a ovelha e um outro subordinado ao tema Carro lançado por um dos alunos presentes.

<na sala da escola os alunos, à volta de uma mesa e um aluno em cama, observam uma ilustração antiga com uma ovelha e a mediadora cultural fala para os participantes.

Tiras de papel branco com rimas em inglês sobre uma cartolina preta.

As mediadoras culturais mostram ilustrações antigas das rimas de berço inglesas.

Um aluno observa atentamente uma ilustração antiga de uma rima d eberço.

Dois alunos desenham a sua parte do cadavre exquis.

O cadavre exquis completo sobre o tema "carro": rodas, caminhos que se entrecruzam, uma rotunda e uma casa entre outros rabiscos.

Observação de uma gravura da artista Paula Rego sobre a rima de berço "Baa baa black sheep".

Uma aluna desenha umas pernas com botas.

os dois cadavre exquis abertos: duas ovelhas completamente diferentes.

Lobo ibérico

A bióloga Isabel Ambrósio e a mascote Signatus, do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI), visitaram a nossa escola de hospital para nos falar desta espécie em vias de extinção.

O canis lupus signatus é uma espécie que representa o Património geográfico de Portugal e deu origem a histórias e lendas onde nem sempre é visto com bons olhos. Mas, após ouvirmos a bióloga Isabel falar acerca da morfologia e do comportamento deste animal, mudámos a nossa opinião.

 Os alunos observam uma imagem do lobo projetada no quadro interativo.

Uma mascote de tamanho humano cumprimenta os alunos presentes sob o olhar atento da bióloga Isabel.

A bióloga de mão dada com a mascote fala para os alunos.

Oficina, visita e prémio, todos compõem o nosso património pedagógico

 Oficina de Origami

Fotografia do decorrer da atividade

O Halloween, tradição anglo-saxónica com origens no povo Celta, foi a temática da oficina dinamizada pelas Educadoras de Infância do HDE, Isabel, Gina e Cristina. Entre dobras e dobragens, fizemos aparecer morcegos e abóboras, guiados pelas indicações da experiente Educadora Isabel.

Foi uma manhã muito divertida!

Fotografia de apresentação dos trabalhos realizados

Matar Saudades

Fotografia dos cumprimentos dos colegas que passam no corredor

Desde julho que não nos víamos, e ainda não conhecíamos os novos colegas e professores da turma. Agora, no 3º CEB, visitámos a escola da aluna R. Na EBI Patrício Prazeres, assistimos às aulas de História e de Geografia, almoçámos juntos e convivemos um bom bocado.

Fotografia da turma na sala de aula

Fotografia de grupo à mesa do almoço

Depois da ansiedade pela chegada do dia, a alegria de estar na escola!

Fotografia do encontro com um grupo de colegas no corredor

Visita Inesperada

Fotografia da aluna, da professora e do Galo de Barcelos

A propósito da entrega do Prémio Nacional eTwinning na categoria Inclusão, e do respetivo Selo de Qualidade, ao projeto A birthday card for Rebeca, de que já demos conta aqui, recebemos a visita emocionada de uma das professoras participantes no projeto, a professora Cláudia.

Fomos muito mimados!

Fotografia do prémio

Para a cerimónia de entrega dos prémios foram convidadas a professora Ana Madalena, fundadora do projeto, e duas das parceiras, as professoras Cláudia e Marisa.

Fotografia do Selo Europeu de Qualidade eTwinning 2017

Azulejos, Fernando Pessoa e alimentos saudáveis

Visitámos o Museu Nacional do Azulejo, em Xabregas, e fomos presenteados com uma visita guiada pelos vários espaços do edifício que celebra esta maravilhosa arte tradicional portuguesa. No dia seguinte, relembrámos o que vimos e ouvimos e fizemos um trabalho de expressão artística sobre a exposição de Haru Ishii, uma artista japonesa que vive em Quioto, Das sombras de Quioto à luz de Lisboa.

Alunos em cadeiras de rodas e em pé com a gui do museu observam o painel de azulejos da cidade de Lisboa
A visita guiada no MNAz
Várias tiras verticais com peixes de cores e motivos diferentes alinhados em arte de azulejo.
Uma das obras de Haru Ishii
Mãos dos alunos a tirar as medidas sobre papel de cartolina.
O trabalho dos alunos
Dois alunos em cadeira de rodas e a guia do Museu a falar sobre as obras de Haru Ishii.
A visita guiada à exposição “Das sombras de Quioto à luz de Lisboa”
Cinco trabalhos em papel que imitam o trabaho do azulejo com várias cores e formas.
O trabalho final dos alunos

Celebrámos o mês da alimentação, com trabalhos alusivos ao tema: elaboração da roda dos alimentos, aulas sobre alimentação saudável e uma sessão de degustação de frutos saudáveis de Portugal e não só. O fruto eleito como mais saboroso foi o maracujá.

Em cima da secretária e sobre um pano de cozinha encontram-se uma romã, bolotas, castanhas ainda dentro dos ouriços, castanha venenosa, mirtilos e maracujás.
Uma mesa bem servida

Recebemos a visita das mediadoras culturais da Casa Fernando Pessoa que nos falaram sobre Almada Negreiros, grande amigo do poeta. A atividade chamava-se Descalçar botas d’elástico e fazer uma revista modernista. A verdade é que não fomos mesmo nada botas de elástico e conseguimos fazer pequenas revistas modernistas cheias de criatividade e imaginação.

Um grupo de alunos dispostos em mesa redonda a escutar a mediadora cultural e a observar uma revista de Almada Negreiros.
A aprender quem foi Almada Negreiros
Uma aluna corta uma tira de papel dobrada como um harmónio com a ajuda de uma das mediadoras culturais.
A fazer uma revista modernista
Cinco das nossas revistas modernistas: O prédio, Sou a lua, A Clarinha, BlaBla e uma sem título.
Algumas das nossas revistas modernistas

Ainda tivemos tempo para aprender os continentes e os oceanos.

Um mapa mundo e um globo terrestre dividido ao meio em cima de uma secretária.
Digam lá, por favor, quantos são os continentes?

Novas vivências

O Mar no Hospital

Fotografia geral do decorrer do evento

O mar faz parte do nosso património e veio ao Hospital Dona Estefânia trazido pelo amigo oceanógrafo Francisco Silva.

Fotografia da simulação das ondas com um secador de cabelo

Com ele ficámos a saber como se formam as ondas, o que é o Canhão da Nazaré e como este está na origem da formação da enorme onda surfada pelo famoso McNamara. Aproveitámos ainda o momento para saber mais sobre a formação e profissão de um oceanógrafo.

Fotografia geral dos intervenientes presentes na sala

Muito obrigada, Francisco!

Namban-Jin

Imagem do biombo representativo da chegada da embarcação portuguesa à costa japonesa

Imagem representativa do biombo que ilustra a chegada dos portugueses ao Japão

A partir das imagens de um par de biombos, exlorámos pormenores representativos da forma como a chegada dos portugueses foi vista à época, no Japão. Estes hábeis mercadores e marinheiros, chamados “Bárbaros do Sul”/”Namban-Jin”, e o seu exotismo deixaram marcas na cultura japonesa.  Há 500 anos, os  Portugueses chegaram ao Japão. Daí resultaram trocas culturais e comerciais que enriqueceram Oriente e Ocidente. Nas naus, levávamos novidades de outros povos em troca de, sobretudo, prata.

Viajámos até às longínquas paragens do Oriente -Japão – a partir de imagens e objetos trazidos pela Rita Gonçalves do Museu Nacional de Arte Antiga.

Fotografia que mostra objetos representativos da cultura japonesa

Vimos também imagens e objetos do Japão atual e de como o tradicional convive com o moderno.

No final vestimos quatro personagens portugueses retratados nos biombos: o capitão-mor, o missionário, o mercador e o marinheiro.

Fotografia geral da sala durante a realização da atividade

Imagem do Capitão-Mor tal como retratado nos biombosImagem do Mercador tal como retratado nos biombos

Imagem do Missionário tal como retratado nos biombos

Imagem do Marinheiro tal como retratado nos biombos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vivenciámos  parte da riqueza do nosso património museológico através da exploração destas  enormes e belas peças atribuídas ao pintor Kano Domi (séc. XVI), as quais podem sempre ser apreciadas no museu. Por isso, agradecemos à Rita.

 

Não há escola a mais

"140 anos a cuidar da criança", poster do congresso multiprofissional do Hospital Dona Estefânia

Não há escola a mais é o título da comunicação com que participamos no Congresso Multiprofissional do Hospital Dona Estefânia, já amanhã e depois, dois dias intensos, plenos de intervenções variadas, como se pode antever na página do programa do congresso A Cuidar da Criança.

Faixa decorativa do congresso "140 anos a cuidar da criança"

Ao comemorar 140 anos a cuidar da criança, e querendo estar preparados para o futuro, partilhamos a nossa perspectiva enquanto docentes e a nossa experiência no hospital, para afirmar e confirmar que a escola no hospital não está a mais – pode constituir uma mais-valia para a criança/jovem, para a instituição hospitalar e para a própria instituição escolar.

Faixa decorativa do evento "140 anos a cuidar da criança e da família"

Divulgamos ainda o evento Open Day que se seguirá. Dirigido às crianças, e famílias, o Open Day pretende proporcionar um momento de convívio, enquanto promove a segurança infantil e dá a conhecer aspectos particulares que dignificam e enriquecem esta instituição. Melhor informação pode ser encontrada na página do programa do open day.

Recorte e colagem representando a rainha D. Estefânia

A nossa aluna Érica L. colaborou com as comemorações dos 140 anos do nosso hospital com esta representação da Rainha Dona Estefânia.