Um aluno escreve com caneta de pena e aparo num caderno de folhas recicladas.

Na senda do conhecimento

A propósito de colecionismo, a mania ou o passatempo de acumular coisas, ouvimos a professora narrar a história de Diógenes e da sua família.
Diógenes é um livro da editora Kalandraka, de Pablo Albo e Pablo Auladell, que conta a vida de uma família que gosta de colecionar os objetos mais estranhos que possam imaginar: desde búzios até submarinos, não esquecendo as cartas de amor que o tio de Diógenes surripiava aos seus destinatários.
A partir desta obra, fomos investigar na internet o significado de dois objetos: o ábaco e as cartas de amor. Para percebermos o que são cartas de amor viajámos até Fernando Pessoa que nos deu a conhecer o verdadeiro sentido deste objeto. Que lamechas era este escritor! No entanto, foi interessante comparar os vários tipos de namoro: antigamente e na atualidade.
Há quanto tempo não escrevem uma carta de amor? E-mails e sms não contam!

O livro "Diógenes" encontra-se fechado em cima de uma secretária. Nele observamos um jovem com um saco às costas e com uma árvore e um barco dentro.

O livro aberto em cima de uma secretária com a ilustração de um ábaco. Ao lado do livro vemos dois ábacos diferentes.

A mão de um aluno aponta para os ábacos que se encontram sobre uma secretária.

Um aluno manuseia um dos ábacos.

No quadro interativo, observamos um diapositivo com informações acerca do ábaco. Em primeiro plano, um ábaco em cima de uma secretária.

Ao abordarmos o tema da sustentabilidade do nosso Planeta, focámos a nossa atenção na espécie invasora Plasticus maritimus, a partir da obra homónima da bióloga marinha, Ana Pêgo.
Após o visionamento de alguns vídeos e imagens, a professora apresentou alternativas ao plástico e explicou que mais do que reciclar e reutilizar é importante também recusar e reduzir para que possamos adquirir uma “casa” equilibrada e sustentável.

Em cima de uma secretária, v|e-se o livro Plasticus maritimus de Ana Pêgo e à sua volta encontram-se objetos de uso diário como alternativa ao plástico.

Os alunos visionam um Power Point no quadro interativo subordinado ao tema Plasticus maritimus.
A partir das aulas subordinadas ao tema Publicidade, elaborámos anúncios institucionais inspirados nos filmes e nas imagens que visionámos.

Um aluno segura o seu anúncio onde se observa um cavalo-marinho colorido num fundo azul e um balão de fala que diz: Não sujem o mar! Queremos ser felizes!

Um anúncio onde se observa desenhados e coloridos um cavalo-marinho transportando um cotonete, um peixe, uma tartaruga, uma garrafa, um saco plástico e uma lata aberta. O slogan diz: Se quer salvar, tem que parar!!!

Anúncio elaborado no Paint onde se v|e a fotografia de uma tartaruga a comer um saco plástico. O slogan diz: Eles confundem o lixo com comida!

Anúncio elaborado no Paint onde se vê uma foca enrolada em redes de pesca. O slogan diz: Eles também sofrem por nossa causa!

Anúncio onde se observa um golfinho desenhado e pintado com aguarelas e um balão de fala que diz: O mar temos que bem tratar para todos lá brincar!

Numa viagem ao passado e nos intervalos de Frei Luís de Sousa e A Ilha do Tesouro, experimentámos escrever com pena e aparo. Houve quem gostasse mais de escrever assim do que com caneta ou no computador e dissesse que não era deste tempo por esse motivo.

Um aluno escreve com caneta de pena e aparo num caderno de folhas recicladas.

Um aluno experimenta a caneta de pena e aparo para desenhar e escrever.

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