Mais um ano letivo e, este ano, o Plano Anual de Atividades tem como tema “Pequenos gestos, grandes impactos”.
Como sempre, os nossos queridos Parceiros/Amigos, continuam a proporcionar atividades fantásticas às nossas crianças e jovens internados. Aqui fica o registo desses momentos tão prazerosos.
FUNDAÇÃO CALOUSTE GUBENKIAN
Almofada dos desejos
Com as nossas amigas Rita Luiz, Rita Cortez e Andreia Dias, do Centro de Arte Moderna (CAM),fomos desafiados a construir em conjunto um Guardião dos Desejos, a que chamámos “Almofada dos Desejos”. Tudo começou abordando obras dos artistas João Tabarra com a obra “Poço dos murmúrios”, Helena Almeida com a obra “Corte Secreto” e Sara Bichão com a obra “Longínqua”.



Vejam como ficou tão fofa a nossa almofada!

Os Gestos Secretos dos Insetos
Mais uma vez a Rita Luiz, a Rita Cortez e o Samuel trouxeram-nos uma atividade fantástica ligada ao Maravilhoso Mundo dos Insetos. Nesta atividade tivemos a oportunidade de conhecer obras de dois artistas, um Japonês de nome Utamaro e outro Francês de nome René Lalik. Sendo obras muito diferentes, têm em comum a inspiração nos seres maravilhosos que são os insetos, usando o recurso a simetrias. O desafio proposto foi o de cada um criar o seu inseto, passando por diversas técnicas. Alguns registos dessas fases e o fantástico resultado final.














CASTELO DE SÃO JORGE
A Minha Iluminura
A Susana Matos, do Serviço Educativo do Castelo de São Jorge, propôs-nos como desafio a criação de um Estúdio Medieval onde cada um, dando largas à sua imaginação, pôde elaborar a sua própria Iluminura. Antes, percorremos a história da Torre do Tombo, do trabalho desenvolvido pelos escrivães, da importância das Iluminuras à época e do significado da primeira letra de cada texto, a Capitular.

Aqui fica o registo de algumas das Iluminuras realizadas pelos nossos jovens.

Quem vive no Castelo?
Nesta sessão, a Beatriz e a Rita, do Serviço Educativo do Castelo de São Jorge, levaram-nos numa viagem virtual à descoberta dos seres animais e plantas que habitaram e atualmente habitam o Castelo. O Castelo foi erguido no século XI, durante a época islâmica, tendo funcionado como fortificação que constituía o último reduto do sistema defensivo de Lisboa, não sendo concebido para residência. Através de sons e imagens, fomos descobrindo os animais e as plantas que podemos encontrar nas ruinas do castelo que constituem um excelente habitat para muitas espécies. Descobrimos abelhas, morcegos, pavões, pombos, gaivotas, corvos, melros, rolas, pardais, chapins azuis, periquito de colar, ratos e gatos. Nas plantas encontramos jacarandás, laranjeiras, limoeiros, loureiros e muitos arbustos. De épocas passadas ficámos a saber que existiram leões, cavalos, ovelhas, cabras, vacas, porcos e cães. No mapa do Castelo, as nossas crianças e jovens tiveram como desafio distribuir corretamente os animais pelos seus habitats e por fim criar uma grinalda com os animais preferidos de cada um.



MUSEU BORDALO PINHEIRO
Mundo ao Contrário
Pela mão da Teresa Costa, do Centro Educativo do Museu Bordalo Pinheiro, partimos numa viagem pelo mundo imaginário do grande Bordalo Pinheiro, percorrendo as suas variadas facetas de Pintor, Ceramista, Jornalista, Caricaturista e Escritor, ficando a conhecer melhor o seu “Mundo ao Contrário”. Tendo por mote este Mundo ao Contrário, o desafio proposto foi desenhar cenas contrárias à realidade de que não se gosta. Deixamos aqui algumas dessas cenas.




Consoada com Bordalo Pinheiro
A Francesca, do Centro Educativo do Museu Bordalo Pinheiro, veio-nos falar da faceta de Ceramista de Bordalo Pinheiro, considerado um ícone da cerâmica portuguesa e propôs como desafio uma atividade plástica, onde cada um moldou num prato os alimentos que adorava comer na consoada.






Vejam como ficaram bonitinhos os nosso pratos de consoada.

MUSEU DA MARIONETA E TEATRO DE MARIONETAS
Desta vez, o Pedro e a Filipa, do Serviço Educativo do Museu da Marioneta, trouxeram com eles a Companhia de Teatro do Museu das Marionetas Mecânicas e Imagens Animadas, que nos presentearam com um espetáculo de marionetas de uma adaptação do conto de Aquilino Ribeiro, “O Romance da Raposa”, seguindo-se depois a Oficina de realização de marionetas usando como base o prato de papel.



O desafio proposto aos nossos jovens foi o de construírem a marioneta de algumas das personagens do conto.

Olhem como ficaram tão engraçadas!
