O museu vai ao hospital
Os mediadores culturais do Farol Museu de Santa Marta, Jéssica e Fábio, acompanhados pela Beatriz, estagiária do Programa Experimenta, dinamizaram uma atividade sobre este fantástico espaço museológico.
O Farol de Santa Marta, localizado em Cascais, é um dos mais emblemáticos da costa portuguesa. Integrado num antigo forte, este farol continua a orientar navegadores, sendo também hoje um espaço cultural que aproxima a comunidade da história e da importância da sinalização marítima.
Ao longo da sessão, ficámos a conhecer melhor os faróis: como funcionam, qual a sua utilidade e várias curiosidades que enriqueceram o nosso conhecimento geral.
Depois, pusemos mãos à obra e pintámos pratos de papel com as nossas cores favoritas. Em seguida, através da técnica de colagem, construímos o nosso próprio farol, seguindo com atenção as suas cores e forma reais.
Foi um momento de aprendizagem, criatividade e muita diversão!










Vivemos uma experiência criativa e inspiradora com a participação na atividade dinamizada pelas mediadoras culturais Andreia Dias, Rita Cortez-Pinto e Rita Luiz do Museu Calouste Gulbenkian!
Mergulhámos no universo da exposição Arte & Moda, a decorrer no referido espaço museológico, através da observação e descoberta de reproduções de cerâmica Iznik turca e de vestidos deslumbrantes dos estilistas Guo Pei e Jan Taminiau, inspirados na delicadeza das porcelanas chinesas.
A partir de conversas e reflexões sobre o que vimos, chegou o momento de criar: por uma hora, transformámo-nos em estilistas! Com tecido de feltro e trapilho, demos asas à imaginação e elaborámos adereços únicos, decorados com colagem e carimbos.
Foi uma atividade rica em partilha, criatividade e expressão artística.











As mediadoras culturais do Museu da Vila de Cascais, Inês Cerqueira e Joana Constantino, acompanhadas pela estagiária do Programa Experimenta, Mónica Neto, dinamizaram uma atividade criativa sobre sustentabilidade e reciclagem, na qual foram reutilizados tecidos provenientes do desperdício de uma fábrica de estofos. A partir destes materiais, os alunos deram asas à imaginação: pintaram, colaram e criaram composições únicas. O resultado? A construção de uma manta coletiva decorativa, cheia de cor, significado e trabalho em equipa.
Foi uma tarde superdivertida, repleta de aprendizagens e partilhas. O nosso sincero agradecimento ao Museu da Vila pela iniciativa e inspiração.









A mediadora cultural da Casa das Histórias Paula Rego, Diana Silva, ofereceu-nos uma experiência criativa e plena de novas informações inspirada na exposição Meninas Exemplares.
A atividade começou com a leitura do livro Virar o medo ao contrário, de Catarina Sobral, editora Tinta da China, e de um excerto da obra Os Desastres de Sofia, da Condessa de Ségur, que narrava a atribulada “vida” de uma boneca. A partir da troca de ideias, emoções e reflexões com as crianças e jovens participantes, demos vida a bonecas de papel inspiradas nas formas e personagens presentes nas obras da artista Paula Rego.
No final, as meninas — e o menino — criados ganharam movimento e “dançaram” no quadro branco, num momento de imaginação e alegria.
Obrigada, Diana Silva, pela forma tão sensível e envolvente como conduziu esta atividade, tornando a arte um espaço de descoberta, diálogo e criação partilhada.










Em representação dos Jardins da Gulbenkian, a bióloga e ativista Ana Pêgo, criadora do conceito plasticus maritimus e escritora do livro com o mesmo nome, e a mediadora cultural da Fundação Calouste Gulbenkian, Andreia Dias, ofereceram-nos uma tarde divertida e repleta de conhecimentos sobre borboletas. Adorámos saber como é a vida tão breve e maravilhosa de uma borboleta, as cores lindas das suas asas e tantas outras curiosidades. Ouvir contar a história Orelhas de borboleta, de Luisa Aguilar e André Neves, da editora Kalandraka, foi também interessante. Por fim, construímos a nossa borboleta que num bater de asas levou ao mundo várias mensagens.










E que dizer de uma tarde de descobertas, desafios e muita diversão?
Foi com enorme entusiasmo que os mediadores culturais Fábio Esteves e Ângela, do Forte de Santo António da Barra e do Forte de São Jorge de Oitavos, acompanhados pela Beatriz do Programa Experimenta, nos proporcionaram uma experiência única de aprendizagem sobre a história e a importância destas fortificações na defesa da nossa costa ao longo dos séculos.
Através de uma dinâmica centrada nos cinco sentidos, fomos desafiados a testar as nossas capacidades para sermos eleitos “militares do forte”. Divididos em duas equipas — Os Golfinhos e Os Caranguejos —, enfrentámos várias provas sensoriais cheias de criatividade e conhecimento:
Na audição: identificámos diferentes sons, como trovoada, lenha a arder e o trabalhar de um relógio.
No paladar: distinguimos sabores doces e salgados.
No olfato: explorámos aromas de especiarias trazidas pelos navegadores de outros tempos. Mais tarde, estas mesmas especiarias transformaram-se em tintas naturais com a adição de água, permitindo-nos criar livremente as nossas próprias pinturas.
Na visão: descobrimos e reconhecemos imagens de personalidades ligadas à história dos fortes.
No tato: identificámos diversos objetos escondidos em sacos dourados, tais como nozes, areia, feijão, cordas, tecidos e folhas.
Por fim, cada um de nós recebeu o seu merecido diploma de aprovação.
Foi, sem dúvida, uma tarde extremamente enriquecedora, repleta de partilha, cooperação, imaginação e alegria.













Criatividade, consciência e mar azul foram as palavras de ordem da atividade dinamizada pelas mediadoras culturais, Eugénia e Helena, do Museu do Mar, Rei Dom Carlos, de Cascais!
Foi uma verdadeira viagem ao fundo do oceano onde descobrimos tudo sobre dois habitantes fascinantes: o tubarão e a tartaruga marinha. Através de histórias e partilhas, aprendemos sobre a sua morfologia e forma de viver. Escutámos curiosidades e segredos surpreendentes sobre estas espécies.
A poluição marinha, o impacto do plástico na sustentabilidade do planeta Terra e como podemos proteger a vida no mar foram ainda assuntos abordados pelas mediadoras.
Por fim, pusemos as mãos na massa utilizando a técnica da pasta de papel, assim cada participante deu asas à imaginação e construiu quadros tridimensionais incríveis com o seu animal marinho favorito!











Os jovens e crianças internados, neste final de ano letivo, tiveram o privilégio de participar numa atividade dinamizada pelos mediadores culturais Ana Rita e Pedro, do Museu da Música Portuguesa, na qual puderam explorar e experimentar vários instrumentos musicais tradicionais, soltar a voz e cantar alguns temas do nosso cancioneiro.
Um agradecimento muito especial ao Museu da Música Portuguesa e aos mediadores culturais pela dedicação, paciência e por manterem a nossa herança musical viva na mente dos mais novos.







Em colaboração com o Serviço Social e com as Educadoras de Infância
Celebrámos o Dia Mundial da Criança: foram muitos os jogos e diversões durante a manhã.






Passeios e ar livre: Jardim Zoológico, Quinta da Alagoa, Artesanato, Agricultura e Santos Populares.







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