“Viajar é mudar a roupa da alma”

Viagens por dentro da Ciência e da Literatura

A turma do 6º C, da Escola Básica de Alcabideche, visitou-nos, acompanhada da professora Alexandra, com o intuito de partilhar experiências científicas com os alunos do Alcoitão.
Além da visualização de preparações definitivas no microscópio, foram também realizadas experiências como Corrida de Balões, Ilusão Canário, Balão Mágico, Escrita Mágica, Impressões Digitais, Bolas Saltitonas, Cromatografia em Papel e Vulcão.
Para terminar em cheio, tivemos um momento de convívio com direito a lanche!

Vários alunos na sala observam uma experiência que está a ser descrita pela professora; um aluno em cadeira de rodas levanta o braço para tirar dúvidas.
Cromatografia em papel e dúvidas
Um aluno em cadeira de rodas faz a experiência da escrita mágica sob orientação da professora.
Escrita mágica

Cinco alunos de Alcabideche fazem a experiência das Bolas Saltitonas.
Os alunos de Alcabideche fazem a experiência das Bolas Saltitonas
Dois alunos de Alcabideche elaboram a experiência do vulcão em erupção.
A experiência do Vulcão

No dia 1 de junho, celebrámos o Dia Mundial da Criança com a apresentação de um teatro de sombras. O texto dramático A lenda das sombras chinesas e do Imperador que recitava Camões foi elaborado pelos alunos mais velhos do 6º e 8º anos, a partir da lenda chinesa que narra a génese das sombras chinesas. Este texto dramático apresenta alguns excertos da lírica camoniana que tiveram como objetivo familiarizar os alunos com a obra do poeta português. No final do espetáculo, a plateia ainda teve direito a algumas curiosidades do mundo do teatro como, por exemplo, a função das pancadas de Molière.

Numa mesa encontram-se pedaços de cartolina e de papel celofane, madeiras e um livro de Luís de Camões.
A mesa de trabalho
Um aluno aparafusa a caixa do teatro de madeira.
A montar o teatro de madeira
Um aluno corta cartolina preta para fazer os cenários.
A construir os cenários
A sala com cadeiras vazias e o teatro de madeira com as sombras ao fundo, antes de começar.
Antes de começar
Uma plateia de muita gente, desde crianças e jovens a mães e terapeutas.
A plateia
A professora e um aluno manipulam as marionetas e outra professora fotografa o espetáculo.
Durante o espetáculo

 

A visita dos Museus

O Museu do Mar Rei D. Carlos fechou com chave de ouro as sessões de atividades propostas no âmbito da parceria estabelecida entre o projeto TeleAula, do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, e o projeto Envolve-te, do Bairro dos Museus. As mediadoras culturais trouxeram-nos o ateliê Trabalhos com escamas e espinhas de peixe mas, antes, pudemos ouvir histórias da família do rei D. Carlos bem como caraterísticas e particularidades de algumas espécies marinhas, mais precisamente do tubarão. Tivemos o privilégio de observar um tubarão bebé conservado em clorofórmio (acervo do Museu) assim como um espécime verdadeiro trazido do mercado da vila de Cascais.
Colorimos espinhas e escamas com corantes alimentares e realizámos trabalhos coloridos invulgares.
A sala transformou-se num laboratório de Ciência e Arte!

Eugénia dá informações aos alunos presentes sala.
A ouvir os ensinamentos da mediadora cultural Eugénia
Um aluno observa com uma lupa a pele de um tubarão / cação.
Um aluno observa à lupa um espécime de tubarão verdadeiro
Em cima de uma secretária veem-se escamas brancas e um golfinho e um tubarão em plástico.
Como respiram os mamíferos marinhos e os tubarões
Eugénia tem na mão uma mica onde se vê dentro duas bolsas de ovos de tubarão.
Eugénia mostra duas bolsas de ovos de tubarão encontradas na Praia da Poça
Dois alunos tocam na pele do tubarão trazido do mercado da vila.
A sentir a pele do tubarão
Os alunos t~em à sua volta escamas de todas as cores e passam cola pelos moldes de sardinhas.
Mãos à obra!
Um aluno mexe com um pincel o corante alimentar misturado com água dentro de um frasco. Em cima da mesa encontra-se o frasco com o tubarão conservado em clorofórmio.
A colorir as escamas
Um aluno assina o seu trabalho: uma sardinha coberta com escamas de peixe de várias cores.
Assinatura final

Viajantes com Arte

A visita dos museus

Farol Museu de Santa Marta

Recebemos a visita do senhor Faroleiro Santa Neto, da Direção de Faróis, que nos contou pormenores da sua vida quotidiana e profissional e nos explicou o significado dos desenhos nas divisas (braçadeiras) e nos bonés utilizados pelos faroleiros portugueses e ainda nos ensinou a fazer a continência.
A Dra. Inês Brandão e a Manuela Pereira (equipa técnica do FMSM) trouxeram consigo a maqueta do farol, alguns instrumentos mais utilizados e dois livros de registos que estivemos a consultar.
Sabiam que o único farol em Portugal com riscas azuis e brancas é o de Santa Marta? Que limpar os amarelos é uma das tarefas de faroleiro? Que a profissão de faroleiro é das mais multifacetadas que existem?

O Senhor Faroleiro Santa Neto abre a porta da escola
O Senhor Faroleiro Santa Neto fardado e a Dra. Inês conversam com uma aluna
Dois alunos, um em pé e outro em cadeira de rodas, fazem a continência com os bonés na cabeça e as divisas colocadas nos ombros
A Dra. Inês apresenta a maqueta do Farol de Santa MartaUma caixa pequena da maqueta com miniaturas de uma cama, mesa, fogão que simulam a casa de um faroleiro
A maqueta do Farol de Santa Marta vista de cima e uma fotografia antiga com os netos de um faroleiro

Centro Cultural de Cascais

As mediadoras culturais deste espaço, Mariana Pinto e Tânia Furtado, ofereceram-nos uma sessão dedicada à técnica de aguarela baseada na exposição do grande pintor português Alfredo Roque Gameiro. Esta atividade educativa deu frutos para continuarmos, ao longo da semana, a pintar e a redigir o nosso autorretrato para uma futura exposição no jornal de parede da nossa escola.

Parede da sala da escola com dois retratos a aguarela emoldurados

Alunos a trabalhar em conjunto com mães e mediadoras culturais

Aluna em cadeira de rodas a pintar com aguarela

Mão de aluna com pincel a trabalhar no seu retrato

Museu da Marioneta

Os técnicos de museologia, Filipa Camacho e Pedro Valente, dinamizaram um ateliê de elaboração de fantoches a partir de uma meia. Soubemos segredos das marionetas e a sua história ao longo dos tempos, manipulámos marionetas de todos os feitios e formas. Sabiam que a sombra tem cor?

Aluno deitado numa maca apresenta o seu fantoche já concluído
Os técnicos do Museu da Marioneta apresentam um fantoche feito a partir de um pano do pó e os alunos observam o momento divertido
Um dinossauro marioneta é manipulado pelo Pedro e uma aluna estica o dedo em direção à boca do bicho que está aberta de forma feroz
Outra marioneta manipulada pelo Pedro com uma grande dentadura abre a boca em direção a uma aluna
O Pedro ajuda um aluno na cama a construir a sua marioneta
As mão de um aluno em maca a construir o seu fantoche a partir de uma meia com cola, tesouracartolinas e esponja.

Dia Mundial da Poesia

Comemorámos este dia, ao longo da semana, embora saibamos que todos os dias podem ser dias de poesia. Na disciplina de Português, abordámos o texto poético e as noções de versificação, a conotação e alguns recursos estilísticos e elaborámos poemas a partir de perguntas acerca de um sentimento à nossa escolha. Lemos e ouvimos poemas do livro O Segredo do Papa-formigas de Beatriz Osés, com ilustrações de Miguel Ángel Díez, da editora Kalandraka, e construímos um poema com versos escolhidos dos poemas da autora. O Daniel ainda desenhou à vista, a carvão e a pastel, uma das ilustrações do livro.
O que é a poesia?

Um pedacinho de palavras para ler; algo de bom; uma forma de expressão sentimental e intelectual; palavras que rimam; palavras de pessoas que estão apaixonadas; um texto estruturado com versos que rimam ou não entre si.

Alguns poemas:

A saudade é cinzenta
como um buraco negro.
Sabe a limão,
porque é amarga.

Faz-me sentir frágil
como uma flor de estufa.
E assim a saudade
se assenta.

(Daniel, 17 anos)

O amor é complicado
confuso e demorado.
Se gostarmos de alguém,
temos de lutar
até ao fundo do mar.

O amor é silêncio.
É ficarmos sem palavras.
Sem saber o que dizer.
Sem saber o que fazer.

(Bernardo, 17 anos)

A alegria é amarela.
Sabe a gelado de morango
e cheira a laranja.

A alegria é música.
É o C4Pedro a cantar
aos meus ouvidos.

É estar contente
e sentir o vento
a passar.

(Maimuna, 13 anos)

Gosto de sentir saudade,
porque recordo o meu avô.
A saudade é azul,
cheira bem
e sabe a leite.
É leve como o algodão.

(Inês, 9 anos)

A felicidade é vermelha.
Sabe a água
e cheira a amor.

Gosto da felicidade,
porque é bonita
e faz-me sentir
adorar as pessoas.

Amar as pessoas é bom!
Amo a minha irmã!
Adoro-te, mamã!
O meu papá é querido!

(João, 8 anos) 
O livro "O Segredo do Papa-formigas" aberto num poema que fala sobre o velho tigre e um desenho onde se pode ver um tigre personificado à janela.

O poema coletivo ficou assim:

Esta noite sonhei.
TIC TAC
Conta-me em voz baixa.
TIC TAC
Todos os dias
o papa-formigas
e as formigas ressonam
e vestem o pijama.

Desenho a carvão e a pastel elaborado por um aluno que reproduziu a ilustração do livro.

O museu vai ao hospital e outras viagens

O museu no hospital

Terminámos o ano de 2016 com a apresentação de um concerto de música clássica e iniciámos o ano de 2017 com uma atividade também relacionada com a música – Familiofones. Estas atividades foram oferecidas pelo Museu da Música Portuguesa, Bairro dos Museus, inseridas no projeto O museu vai ao hospital, tendo feito as delícias de quem assistiu e participou.
Concertos comentados decorreu no refeitório do Serviço de Pediatri do CMRA com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras conduzida pelo Maestro Nikolai Lalov e teve como principal objetivo aproximar a música clássica e os instrumentos musicais das crianças, jovens e adultos.
Familiofones esteve a cargo da mediadora cultural do Serviço Cultural e Educativo do Bairro dos Museus, Margarida Antunes, que apresentou uma maleta pedagógica com réplicas de instrumentos musicais que foram manuseados e tocados pelos alunos e encarregados de educação.


Deixamos as nossas opiniões acerca desta atividade:

Estávamos muito curiosos para saber o que se encontrava dentro da caixa que tinha a forma de um acordeão grande.

A Margarida chegou à escola de Alcoitão e mostrou o que estava dentro da caixa: uma viola, uma guitarra portuguesa, um reco-reco, uma ocarina, flautas e um cavaquinho.

Do que eu mais gostei foi do reco-reco e da história da princesa de Aljustrel.

A Margarida foi simpática e teve paciência para nos aturar, porque nós pedíamos os instrumentos musicais todos.

Gostámos de conhecer os instrumentos musicais  e de tocar neles. Queremos que a Margarida volte outra vez ao Alcoitão.

Gostei de tocar com a flauta que se toca com uma mão só.

Eu gostei da Margarida, porque é simpática e trouxe os instrumentos para nós tocarmos.

Para informação adicional sobre estas atividades promovidas pelo Bairro dos Museus, consulte a nossa página de facebook Escola Básica Gracinda Antunes Valido e Projeto TeleAula.

Outras viagens

Entretanto para incentivar o gosto pela leitura e para celebrar o Dia Internacional do Obrigado, 11 de janeiro, desenvolvemos atividades durante uma semana relacionadas com o tema. Criámos a árvore do obrigado que se encontra em frente ao jornal de parede, aprendemos a dizer “obrigado” em várias Línguas, identificámos a forma e a bandeira desses países, visionámos dois filmes que falavam sobre a gratidão e o respeito que devemos ter uns pelos outros e pelo mundo que nos rodeia e ainda escutámos a leitura do conto Obrigado a todos! de Isabel Minhós e Bernardo Carvalho.

Para informação  pormenorizada sobre este livro, consulte a página da editora Planeta Tangerina.
Árvore do obrigado

Árvore do obrigado e os cartões com vários países colados no jornal de parede

Mão de aluno a colocar um coração de papel cor de laranja com o seguinte agradecimento: estar vivo

Cartões com a representação de vários países espalhados em cima de uma mesa e o livro "Obrigado a todos!"

Cinco alunos visionam um filme na sala de aula do Alcoitão
Elaborámos um vídeo sobre este tema que pode visionar no nosso canal do You Tube.
Realizámos uma videoconferência com as professoras e os colegas do Hospital de Dona Estefânia onde abordámos um tema extremamente interessante e atual: como e onde brincamos. Infelizmente, não conseguimos mostrar nenhuma fotografia, mas que foi uma hora bem passada, lá isso foi!

Visita de estudo… à escola

Fomos de viagem à escola de origem da nossa aluna Rebeca, a EBI Patrício Prazeres, em Lisboa.

No átrio da escola

A aluna foi acompanhada pelas professoras e pela sua enfermeira.
Na escola, a aluna esteve com a sua turma em aula, pela primeira vez durante o 2º ciclo de escolaridade. Além do convívio com os colegas de turma, foi também uma oportunidade para a aluna rever ou para conhecer alguns dos seus professores. A atividade proposta foi a escrita e leitura de rimas sobre este dia especial.

Aula especial…

…na biblioteca.

Podem ver um registo dessas produções (desenho, oralidade e escrita), de alunos e de professores:

Autor
Rima ou Não Rima
David
😛 😛 …
Júlio
Estou muito feliz
De te conhecer.
É um dia especial
Que vou viver.

Quando falaram em ti
Não parei de pensar
Que uma menina tão bonita
Ía encontrar.

Rebeca, o teu poema
Foi só carinho.
Espero que algum dia
Consigas ver um golfinho.
Ricardo D.
Eu sou o teu colega Ricardo
Comigo vais passar um bom bocado.

Contigo eu quero estar
Espero que este dia
Nunca mais vá acabar.
Margarida F.
Hoje é um dia especial
Em que me sinto fenomenal.
Gostava que viesses mais vezes para nos vires visitar.
Leonor C.
Estava tão ansiosa
Que nem consegui dormir
És majestosa
Passas o dia a sorrir
Tens a força
De uma guerreira
És um exemplo
Para a minha vida inteira.
Tomás C.
Rebeca, contigo gostamos de estar
Espero que tenhas um dia feliz.
E ainda bem que nos vieste visitar.
Beatriz D.
Hoje é um dia tão feliz
Queria que fosse sempre assim
Eu sou a tua colega Beatriz
Até me apetece saltar num trampolim.
Bruno A.
Vejo em ti uma esperança
É o que todos os dias me dá confiança.
Acredito sem duvidar,
Sei que essa esperança nunca vai tombar.
Miguel
Este dia não é normal
Hoje é especial
A Rebeca connosco vai estar
Gostava que este dia nunca vá acabar.
Filipa
Rebeca, este dia
É muito especial
E está a ser genial.

Chegaste há pouco tempo
E está a ser
Um grande momento.

Rebeca, és uma boneca.
E só espero que rias
E que te divirtas.
Iuri
Hoje é um dia especial
Estamos hoje com a pessoa ideal.

Rebeca, és uma boa amiga
Para ti eu vou cantar uma cantiga.

Desde que vieste
Foste uma boa visitante
E também és uma
Pessoa importante.
Joaquim M.
I
Hoje é um dia especial.
Estamos com a pessoa ideal.
É um dia diferente,
Estamos com uma pessoa que não está cá sempre.
Está sempre com o sorriso no rosto,
Quem gosta dela é porque tem bom gosto.
Com ela o dia nunca é uma seca,
Toda a gente sabe, o seu nome é Rebeca.

II
És uma estrela,
colossal.
Talvez até um cometa.
Ligo a luz que vejo em ti
É fenomenal.
Espero um dia conseguir dar-te uma luz igual.
Edgar
Hoje é um dia especial
Foi um prazer te conhecer
Foste aquela pessoa
Que me fez surpreender.

(Hoje é um dia especial
É um prazer conviver
És aquela pessoa
Que me faz surpreender.)
João Tomás D.
Não há melhor coisa na nossa turma senão a Rebeca,
uma boa colega, que sinto no meu coração.
Hoje é um dia muito especial, em que temos que colaborar, com a nossa cara amiga, Rebeca.
Inês F.
Rebeca,
Este dia é muito especial
E está a ser genial.

Rebeca,
És uma boneca,
tens tão bom gosto
E um belo rosto.
Nicole
Este poema
Para mim é uma canção.
Rebeca,
Estás no meu coração.

Quando te fores embora
Tristes vamos ficar.
Contigo aqui
Gostamos de estar.
José T.
Hoje é um dia muito feliz da minha vida
Estou com a minha amiga Rebeca
E espero que tenha gostado daquela partida
Espero que se sinta bem com estas pessoas
E com mais alguém.
Martim
Não há festa como esta.
Hoje é um bom dia!
Está cheio de alegria!
Estas rimas estou a fazer
Porque a minha colega Rebeca nos veio ver.
Não vos vou mentir
Que ela passa a vida a sorrir.
Ruben
Bem vinda Rebeca
Vai ser uma grande festa
Espero que te sintas feliz
Estamos sempre do teu lado
Afonso M.
Hoje é um dia cheio de alegria
Com tanta algazarra e muita gritaria
E tu Rebeca
Pareces uma boneca.
Fernanda
Rebeca, achei-te muito linda e fofa.
Vejo nos teus olhos tua força de viver,
Um exemplo para qualquer um de nós,
continua com esse sorriso maravilhoso que nos encanta.
João G.
Hoje o dia foi só rir,
Rebeca, espero que te estejas a divertir.

Espero que o dia para ti
Não seja uma seca,
Espero que sejas feliz
Bem vinda, Rebeca.
Rebeca
Hoje é um dia muito especial
Finalmente saí do hospital
Obrigada meus amigos por esta receção
Vão ficar sempre guardados no meu coração.
Clara
Um dia especial
Com pessoas especiais
Não é sonho, é real
São amigos ideais
Ana Madalena
Mas que grande emoção
Mas que dia tão feliz
A Rebeca cá na escola
É tudo o que sempre quis


Depois, das aulas de Português e de História e Geografia de Portugal, fomos almoçar juntos.

De um topo ao…

…outro da mesa.
Houve espaços e tempos para reencontrar amigos…

…e o dia passou tão rápido…
Só mais uma foto para a despedida:

Aqui fica o testemunho escrito da aluna viajante:

A visita à minha escola

Nesse dia tive uma enfermeira só para mim. Foi ela que me ajudou a escolher a roupa, os acessórios e realizou os meus cuidados de higiene.

Por volta das dez horas as professoras, a enfermeira Cristiana e eu  dirigimo-nos para a entrada do hospital, onde nos aguardava uma carrinha para nos levar à escola .

Quando cheguei lá tive uma grande surpresa! Vi o meu nome na entrada da escola, com muitos balões coloridos.

Depois fui a uma sala onde estavam muitos meninos a fazer bolo de iogurte. Durante esse tempo recebi muitas visitas de professores dos outros anos e algumas auxiliares.

Quando os colegas acabaram de fazer o teste estivemos  no recreio a tirar fotos e a conversar uns com os outros.

Na aula de português estivemos na biblioteca. Escrevemos e lemos uns para os outros sobre o que sentíamos neste lindo dia.

Chegou a hora do almoço como de costume estava muito barulho. Apesar disso, foi mais um momento de convívio com os professores e os colegas. O nosso almoço foi peixe com batatas cozidas, sopa de legumes e a minha sobremesa foi arroz doce. Também estivemos a comer bolo de iogurte que os meninos fizeram, bolo de chocolate e bolo de leite condensado.

Antes de ir embora estivemos a tirar mais fotografias na porta da escola e ao pé da árvore.

Foi um dia muito especial e divertido.

Não podemos esquecer que, para responder a este convite e a boa intenção se concretizar, foi necessário que professores dos dois lados articulassem com várias entidades: o Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres, a Encarregada de Educação, a instituição hospitalar, os bombeiros do Beato e a Junta de Freguesia da Penha de França.
Tratou-se de retribuir uma visita, pois, por iniciativa da diretora de turma, professora Madalena Boléo, a turma visitou o hospital em junho, ao concluir o 5º ano. Nessa altura houve piquenique no jardim, visita à enfermaria e atividade na sala de apoio escolar. Desta forma, a aluna pôde conhecer pessoalmente os colegas que só conhecia a distância.

A turma acompanhada por professores e pais
reuniu-se à sombra no Jardim da Bia

Houve visita à enfermaria e encontro
com os doutores ao serviço da Operação Nariz Vermelho

Na sala de Apoio Escolar, a turma deixou simpáticos registos
para memória deste encontro especial
Ainda houve tempo para treinar a execução do cubo em origami…
…e para uma última fotografia antes da despedida do 5º ano.

Esperamos ter oportunidade de continuar a viajar com os nossos alunos!

Uma viagem de paz até ao Japão

Para celebrar a Paz no Mundo, viajámos até ao Japão. 
Celebramos a Paz todos os dias, porque sem ela não poderíamos ter escola.
Pesquisámos biografias de pessoas que ficaram célebres porque lutaram e lutam pela Paz, como, por exemplo, Martin Luther King, Tenzin Gyatzo (14º Dalai-Lama), Madre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela, Malala Yousafzai, entre outros.
Escrevemos palavras de Paz e sobre a Paz.

A Paz é amarela como o sol.
É um cão a brincar.
É o meu irmão a saltar.
A Paz sabe a bolo de chocolate.
A Paz cheira a relva acabada de cortar.

António 

A Paz é como uma flor,
Por causa do seu esplendor.
A Paz é branca como uma pomba.
Como o amor é uma boa onda.
A Paz é alegre.
É como ficar sem febre.

Guilherme 

A paz é o mar
que ilumina tudo
a paz é uma
pomba a voar
A paz é uma rosa
que é o amor
A paz é liberdade
A paz é mais do que tudo na vida
A paz é crianças a sorrir
Como uma tela
e uma flor
que está sempre a amar
A paz é ir à escola
e aprender
e estar com
os amigos e professores.
Mafalda

A professora Sónia contou-nos a lenda japonesa dos mil tsurus e recebemos a visita da professora Anabela que nos ensinou a construir tsurus em origami.
O tsuru é um pássaro parecido com uma cegonha ou garça, o grou japonês. Além de ser uma ave linda, está em vias de extinção o que nos deixou tristes. No Japão, esta ave faz-se em origami, a técnica japonesa da dobragem de papel, para oferecer às pessoas e desejar mil felicidades, saúde e muitos anos de vida. No entanto, esta tradição tem como base uma história fantástica que fala de um pescador ou camponês que, um dia, salvou um grou da morte. Quando a ave ficou de boa saúde, o homem soltou-a. Passados dias ou meses, apareceu a este homem, uma linda rapariga que lhe ofereceu um tecido valioso e raro. O camponês era ganancioso e vendeu o tecido para ficar rico. Sem vergonha nem piedade, voltou a pedir outro à rapariga que lhe concedeu de novo o desejo. E isto repetiu-se algumas vezes. Por fim, o camponês, achando estranho o comportamento da rapariga que estava cada vez mais abatida, seguiu-a e viu o tsuru que um dia tinha salvo a tecer o tecido com as suas próprias penas. A ave ainda conseguiu transformar-se em mulher e oferecer o tecido, mas morreu logo de seguida. O camponês, arrependido da sua ganância, viveu o resto da sua vida a construir tsurus em origami e a oferecê-los às pessoas.

A nossa primeira videoconferência foi elaborada com os colegas internados no Hospital de Dona Estefânia e as professoras Clara e Dulce. Falámos da nossa vida, da escola, da Paz e do que vamos fazer da próxima vez que comunicarmos.

Estamos a trabalhar o tema da Alimentação Saudável que, na próxima publicação, irá ser abordado com mais atividades. Deixamos um registo fotográfico de uma aula com a professora Alexandra sobre regras para ter uma alimentação saudável.

O início da viagem

Iniciámos o ano letivo com a divulgação, na sede do Agrupamento de Escolas de Alcabideche, de alguns projetos, anteriormente apresentados no Encontro Partilhar Vale a Pena.
Com a professora Susana Tavares, representante do CANTIC, a professora Isabel Nunes, da Escola Básica de Alcabideche e a professora Sónia Bártolo da escola do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), o projeto TeleAula e as experiências pedagógicas que o envolvem foram alvo de uma especial atenção por parte da comunidade educativa do referido Agrupamento.
O primeiro dia de aulas aconteceu com a apresentação da professora Sónia e do professor Fernando aos alunos internados no CMRA e vice-versa.
Depois de os professores cantarem o hino da escola, os alunos foram convidados a refletir sobre o tema escola e o seu significado na vida de cada um. Surgiram palavras como crescer, estudar, ser, aprender, algodão, brincar, números, trabalhar, colegas numa chuva de ideias que nos conduziu aos deveres e aos direitos dos alunos neste espaço que se pretende acolhedor e pleno de conhecimentos e criatividade.
Entretanto, falámos sobre o tema A mala do viajante que será abordado ao longo do ano letivo 2016/2017 através de atividades que celebram, em conformidade com a Organização das Nações Unidas, o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. O que é o turismo? O que é ser sustentável? O que é a ONU? O que se pretende com a comemoração deste ano? foram algumas das perguntas a que os professores tentaram responder.
E, porque turismo puxa viagem e viagem puxa sonho, cada um de nós falou da viagem dos seus sonhos.

Neste momento, estamos a projetar o desenho de um logotipo para simbolizar o Ano Internacional do Turismo Sustentável. Deixamos algumas imagens que documentam o nosso trabalho e desejamos a todos os nossos amigos virtuais um feliz ano letivo.

“Horticulámos”

Dos nossos amigos de Alcoitão havíamos recebido sementes (estão lembrados?)…
…que pediam para germinar e espalhar por toda a terra o seu espírito natalício.
***
Decidimos colocá-las na terra…

 

…e rapidamente brotaram e se fizeram notar.

***
Pesquisámos e colocámos as nossas sinaléticas…
…informando sobre cada planta.
***
E agora… é esperar… talvez no próximo ano tenhamos a nossa TÃO ESPERADA HORTINHA, para além desta na sala de aula!

Viagem das sementes

Sementes de anona sobre mesa de madeira
Sementes de anona
Neste ano letivo de 2013 /2014, continuamos a nossa viagem das sementes no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.
O Afonso escolheu a anona para investigar e perceber a razão por que é considerada um fruto importante na nossa dieta diária.

ANONA

Nome científico
Annona squamosa
Informações mais importantes
Fruto tropical com um sabor muito agradável e que tem características medicinais
Propriedades da anona
Rica em água, vitamina C e vitaminas do grupo B.
Rica em minerais, como por exemplo, cálcio, fósforo, ferro e potássio. É também uma fonte de hidratos de carbono, por isso fornece energia ao nosso organismo, mas engorda se for comida em excesso ou misturada com açúcar.
Como se trata de um fruto com poderes anticancerígenos, resolvemos semear algumas sementes de anona.
Deixamos algumas imagens para observarem as nossas aulas práticas e teóricas em viagem com as sementes e as plantas.

OUTRAS SEMENTES

Também semeámos sementes de fava, de citrinos e de maçãs.Transplantámos duas tangerineiras que foram semeadas no ano letivo passado.Utilizámos pinças, garrafas com as rolhas furadas que servem de regadores, lupas, sementeiras, terra e uma estufa para gerar mais humidade. A luz e o calor do sol farão o resto do trabalho.

Identificação e escolha das sementes

As várias sementes

Treinar a destreza manual

Semente de fava
E a semente em dois dias germinou a olhos vistos
Recebemos a visita de uma amiga que foi viver para o jardim do hospital
Tangerineiras
Transplante das tangerineiras
Queremos oferecer algumas das nossas plantas aos nossos colegas e professoras do Hospital Dona Estefânia. Estão interessados?

Trabalho elaborado pelos alunos André, Afonso, David, Hélder e Martim
Professores: Fernando Martins e Sónia Bártolo