Açúcares e robots

Os alunos da Escola do Hospital de Santa Maria investigaram sobre bebidas açucaradas.

Uma coisa é ver no rótulo, outra é ver, pesar e constatar!


A Sandra do Pavilhão do Conhecimento fez-nos uma visita e trouxe-nos o Colete da Ciência… um colete com 11 bolsos e cada um com uma experiência!

Foi uma tarde muito bem passada com grandes desafios e até com explosões!


Numa TeleAula com o Pavilhão do Conhecimento, construímos um robot pintor com a Sandra e outros sozinhos. Foi fácil porque só tivemos de usar um pequeno motor, uma pilha e materiais à nossa escolha.



 Podem ver o nosso robot pintor em ação!


  
Também fizemos uma TeleAula com a Escola do IPO e identificámos os continentes de origem de alguns alimentos. Foi muito interessante e divertido!

Projeto de Aproximação ao Livro e à Leitura

O grande imitador
A receita da bruxa
O solar

No âmbito do Projeto da Aproximação ao Livro e à Leitura, partimos dos livros Uma mão cheia de rimas para primos e primas e O livro das rimas traquinas de José Jorge Letria, desafiámos os nossos alunos a escolher algumas ilustrações (acima), de Pedro Cavalheiro e Luís Manuel Gaspar, respetivamente, e a darem largas à imaginação! Deste desafio resultaram trabalhos muito interessantes.
  • Versão em vídeo do nosso aluno Alécio
  • Versão do nosso aluno Sérgio 
“Para meninas traquinas que não deixam a chucha…”

  • Versão do nosso aluno Ricardo
“A grande flor da Neide”

  • Versão da nossa aluna Jaíne
“O circo”

Da imagem fizemos conversa, da conversa fizemos escrita, da escrita fizemos leitura.

“A maior flor do mundo”

Depois de visionarmos o filme de animação “A maior flor do mundo” sobre o conto homónimo de José Saramago, contámos a história à nossa maneira.

O Afonso, à luz da Ciência e da Literatura (conteúdos letivos abordados nas disciplinas de Ciências e de Português), escreveu o seguinte texto:

O ambiente é a união entre os seres vivos e o meio que os rodeia.
Neste conto, o espaço onde decorre a ação é uma floresta com muitas árvores e várias espécies vegetais e animais como, por exemplo, um escaravelho, borboletas e flores coloridas. Há também uma aldeia, a Vila Flor, que tem uma pequena urbanização em construção, Urbanização das Flores, onde vivem famílias, assim como a personagem principal, o Tiago, com os seus pais, o João e a Maria.
O narrador, chamado José, é participante e um cientista que anda a observar e a tirar apontamentos sobre o meio ambiente que o rodeia.
Para serem da mesma espécie os indivíduos devem reproduzir-se entre si e originar descendentes férteis, por isso as personagens da história pertencem a espécies diferentes. Umas são mais importantes do que outras. Umas interagem bem com o meio ambiente, outras mal. O narrador apenas observa, não faz mal à natureza.
O Tiago e o pai João fazem mal à natureza. O pai arranca uma árvore que dava sombra a uma flor que viviam em cooperação, o que vai dar origem a uma alteração na vida da flor. O Tiago apanha um escaravelho e mete-o numa caixa, tirando-o do seu habitat.
Escaravelho, borboletas e seres humanos deviam viver em cooperação mas, neste conto, os humanos destroem os ecossistemas, arrancando árvores o que leva à desertificação do planeta.
Se um habitat é um local com condições adequadas para uma espécie viver, encontro vários como a floresta com um rio à volta, muitas árvores verdes que dão sombra à vegetação rasteira e a flores. Nesta floresta, ouve-se o som de pássaros e do vento a passar entre as árvores.
A vila é um outro habitat diferente, castanho, azul, verde e tem casas baixas com jardins para os humanos. Um habitat pode ter vários nichos ecológicos, por exemplo, na floresta, o escaravelho vive junto ao solo do qual retira o seu sustento para sobreviver e a borboleta mais junto das flores. O solo, as flores, uma árvore são espaços mais pequenos na floresta onde estas espécies vivem, por isso são nichos ecológicos.
A ação do conto passa-se quase toda na Floresta do Tiago que se encontra rodeada por um rio – um ecossistema aquático.
O Tiago é uma personagem valente porque salvou a flor de ser morta pelo calor excessivo do Sol, os fatores abióticos. A flor precisava de água, um outro fator abiótico, para sobreviver. O Tiago vai ao rio buscar água na concha da sua mão vezes sem conta e deita-a no solo onde estão as raízes da flor que começa a beber e a acordar aos poucos. Ganha vida e cresce até ficar gigante.
O Tiago é um herói, porque foi corajoso, pensou no sofrimento da flor e percebeu que a natureza deve ser tratada e protegida pelos humanos.
Por fim, ele deitou-se junto da sua amiga que agradece, oferecendo-lhe uma pétala para se tapar, enquanto dorme um pouco.
As pessoas da Urbanização, quando o Sol nasce, juntam-se para olhar a flor grande que os cumprimenta no horizonte. A verdade é que nunca, mas nunca mais, fizeram mal à Floresta do Tiago, porque aprenderam a lição: devemos respeitar as outras espécies (vegetais e animais) e viver em cooperação com elas.


O Rafael, que está no 2º ano de escolaridade, elaborou o seguinte texto:

Era uma vez um menino que foi com o pai apanhar uma árvore.
O pai apanhou a árvore e debaixo dela estava uma flor que ficou sem sombra.
Nesse sítio, o menino viu um escaravelho e apanhou-o para o estudar. Colocou-o numa caixa com buracos para o escaravelho respirar. Quando chegaram a casa, o escaravelho aproveitou para fugir, quando o menino o estava a mostrar à sua mãe.
O rapaz correu atrás dele e saiu de casa sem autorização.
Andou, andou, andou e encontrou uma borboleta em vez do escaravelho. Começou a seguir a borboleta e foi ter a um sítio muito seco. Nesse sítio, encontrou a flor murcha, porque estava com muita sede. Ele decidiu salvá-la com água. Foi buscar a água ao rio e levou a água nas mãos. A flor começou a beber e a crescer imenso mas, na realidade, é impossível uma flor crescer daquele tamanho, mas aquela era mágica e ficou enorme. Regou-a muitas vezes e ficou muito cansado. Adormeceu e a flor tirou uma pétala para ser o cobertor dele.
Os pais olharam e não encontraram o filho. Foram ao bosque e viram que o filho estava a dormir ao pé da flor e levaram-no para casa.
As pessoas daquela cidade ficaram muito surpreendidas com o tamanho da flor.
A partir desse dia, a família foi sempre lá ver a flor e, se calhar, iam regá-la.

E se vocês também escrevessem o conto à vossa maneira como pede o escritor José Saramago?


Trabalho elaborado pelos alunos João Afonso e Rafael e pelos professores Sónia Bártolo e Fernando Martins 

Educação Alimentar

A Escola do Serviço de Pediatria do IPOLFG acompanha as crianças e jovens promovendo, em parceria com as suas escolas de origem, a progressão escolar e a inclusão social e educação.
A par do desenvolvimento do currículo, fomentamos atividades de caráter transversal com as quais procuramos desenvolver a cooperação, a socialização e o conhecimento.
Um dos temas que consideramos importantes é a educação alimentar. Procuramos promovê-la a partir de diferentes recursos.


No dia 16 de outubro, comemorámos o Dia Mundial da Alimentação.
Indo de encontro ao gosto de cada aluno, promovemos a confeção fictícia de uma refeição saudável, tendo em consideração o que aprendemos com a roda dos alimentos.

Os nossos alunos realizaram o trabalho tendo em consideração que devemos comer maior quantidade de alimentos pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que se encontram nos grupos de menor dimensão.


Afinal a comida saudável… pode ser muito saborosa!
Sem esquecer, que de vez em quando, podemos fazer uns excessos!!!!



Dentro do mesmo tema, também fizemos uma TeleAula com a Escola do Hospital de Santa Maria. Uma TeleAula dinâmica e muito divertida!

Nós somos o que comemos!?

Na escola do Hospital de Santa Maria, partimos do ditado nós somos o que comemos e fomos investigar!

Explorámos a Roda dos Alimentos e construímos cartazes com os alimentos que devemos consumir e com os que devemos evitar.



Moldámos em plasticina os alimentos preferidos.

Colocámos alimentos de todos os grupos no nosso prato.

Construímos o Jogo dos Alimentos que partilhámos em TeleAulas com a escola do IPO e com o Colégio Cesário Verde.


Também recebemos a visita da Glória que nos ensinou a fazer vários origamis!


Dia da Alimentação

A nossa roda dos alimentos

Depois de semanas dedicadas ao tema da alimentação, cujo dia mundial  se celebrou a 16 de outubro, afixámos a nossa Roda dos Alimentos. Nela se incluíram curiosidades sobre os alimentos e pesquisa sobre alguns cereais.

Estudámos diferentes cereais

Desenvolveram-se outras atividades sobre esta temática. Vimos um vídeo sobre o ciclo do pão e fizemos o nosso próprio pão e compota.

Usámos farinha de trigo, água, um pouco de sal e fermento.
Ficou como não há outro! A Rosinha comeu… e não só ela!
Para a compota usámos tomate, lima e um pouco de açúcar.
E o resultado foi este! Deliciosa compota!

Participaram nestas atividades os seguintes alunos:
Adzuleika, Alécio, Alex, Cady, Delson, Diogo, Filipa, Gabriel, Glória, Keila, Madalena, Micaela, Ozório, Paulo, Rosa e Sony.

Viagem das sementes

Sementes de anona sobre mesa de madeira
Sementes de anona
Neste ano letivo de 2013 /2014, continuamos a nossa viagem das sementes no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.
O Afonso escolheu a anona para investigar e perceber a razão por que é considerada um fruto importante na nossa dieta diária.

ANONA

Nome científico
Annona squamosa
Informações mais importantes
Fruto tropical com um sabor muito agradável e que tem características medicinais
Propriedades da anona
Rica em água, vitamina C e vitaminas do grupo B.
Rica em minerais, como por exemplo, cálcio, fósforo, ferro e potássio. É também uma fonte de hidratos de carbono, por isso fornece energia ao nosso organismo, mas engorda se for comida em excesso ou misturada com açúcar.
Como se trata de um fruto com poderes anticancerígenos, resolvemos semear algumas sementes de anona.
Deixamos algumas imagens para observarem as nossas aulas práticas e teóricas em viagem com as sementes e as plantas.

OUTRAS SEMENTES

Também semeámos sementes de fava, de citrinos e de maçãs.Transplantámos duas tangerineiras que foram semeadas no ano letivo passado.Utilizámos pinças, garrafas com as rolhas furadas que servem de regadores, lupas, sementeiras, terra e uma estufa para gerar mais humidade. A luz e o calor do sol farão o resto do trabalho.

Identificação e escolha das sementes

As várias sementes

Treinar a destreza manual

Semente de fava
E a semente em dois dias germinou a olhos vistos
Recebemos a visita de uma amiga que foi viver para o jardim do hospital
Tangerineiras
Transplante das tangerineiras
Queremos oferecer algumas das nossas plantas aos nossos colegas e professoras do Hospital Dona Estefânia. Estão interessados?

Trabalho elaborado pelos alunos André, Afonso, David, Hélder e Martim
Professores: Fernando Martins e Sónia Bártolo