Uma tinta… mágica

Os alunos da Escola do Serviço de Pediatria do IPO experimentaram uma tinta especial!Para pintar com esta tinta, não se usa pincel… mas sim as mãos.

Com esta tinta, os nossos alunos construíram bonecos muito engraçados e imaginativos a partir de materiais recicláveis.

Esta experiência gratificante foi possível com o apoio da Associação Inês Botelho e da Faber Castell.

A EBI da Bobadela lançou-nos um desafio!!!

Através do projeto TeleAula, os nossos alunos construíram um tabuleiro para jogar xadrez.
Mas o objetivo dos alunos da EBI da Bobadela é potenciar este tabuleiro e lançou o desafio!!!
Temos de descobrir outros jogos para adaptarmos ao tabuleiro original.
Estamos entusiasmados com o desafio!!!

O Presépio

Este ano, no Hospital de Santa Maria, as Educadoras pediram a colaboração dos profissionais da Pediatria para a construção do Presépio.
A nossa Escola contribuiu com a capoeira. 




Podem ver como a criatividade coletiva resulta.





Aproveitamos para desejar um bom ano 2014 para todos!

Nasceu um fruto d”A maior flor do mundo”

Painel coletivo “A maior flor do mundo”

Dado o mote pelo CMRA, apenas o nosso herói Argentino respondeu à chamada de Saramago. Mas não esteve sozinho. Dada a grandeza da flor, elaborámos um painel coletivo onde todos foram convidados a participar: através da escrita, do desenho, da pintura e da execução de origami.

Ao longo de semanas fomos compondo, inventando e criando, a partir da leitura e interpretação da obra.

Agradecemos ao CMRA o desafio lançado. E temos outros agradecimentos a fazer… Agradecemos as sementes e o cartão de boas festas que nos enviaram em tão linda encomenda! As sementes viajaram e chegaram ao destino.
Colaboraram nesta atividade os alunos: Argentino, Diana, Cláudia, Fatumata, Jaíne, Luisibério, Micaela, Nicolae, Ozório, Sandra, Sony e Vítor.

Boas festas

Na nossa escola do CMRA, andaram projetos de presépios que elaborámos com cartolinas antigas, imagens e purpurinas. Fizemos um presépio grande tridimensional, uma árvore de Natal com cartões que estavam destinados a ir para o lixo, estrelas e fitas de várias cores. A nossa sala está bonita. Oferecemos a cada departamento do Serviço de Pediatria um presépio pequeno com uma mensagem de boas festas. 

Aos nossos amigos do Hospital Dona Estefânia, além de um presépio, oferecemos várias sementes para a sua horta que colocámos em sacos pequenos e enviámos pelos CTT.

No último dia de aulas, acabámos os trabalhos / fichas / testes para podermos ser avaliados pelos professores das nossas escolas de origem.
Do que mais gostámos? Das quadras populares dedicadas ao Menino Jesus que pesquisámos na internet. Estas quadras foram escritas tal e qual o povo pronunciava as palavras na oralidade, por exemplo, “mê” = meu, “rezão” = razão, “fizeram-le” = fizeram-lhe, “boleta” = bolota, “Jasus” = Jesus. Foi muito divertido ler em voz alta estas quadras tão bonitas.
Qualquer filho de homem pobre
Nasce num céu de cortinas.
Só tu, Menino Jesus,
Nasceste numas palhinhas.

O Menino chora, chora,
Chora com muita rezão:
Fizeram-le a cama curta,
‘Tá c’os pézinhos no chão.

Esta noite, à meia-noite,
Ouvi cantar ao Divino;             
Era a Virgem Maria
Que embalava o seu Menino


Cantai, anjos, ao Menino,
Que a senhora logo vem:
Foi lavá-los cueirinhos
À ribeira de Belém. 

Ó Menino Jasus,
Quem vos pudera valer,         
Com sopinhas da panela
Sem a vossa Mãe saber!  

Ó Menino Jasus,
Quem te deu essa boleta
Foi a minha avó Sant’Ana
Qu’a tinha lá na gaveta. 

Desejamos a todos um santo Natal!

Alunos e professores do Alcoitão

De onde vêm as castanhas…. e outros?

DIA DE SÃO MARTINHO

Nesta altura de frio, os alunos da Escola do Serviço de Pediatria do IPO exploraram a Lenda de São Martinho!

E realizaram atividades de expressão plástica utilizando feijões, arroz, grão, aparas de lápis…
Muita imaginação!!

À DESCOBERTA DA ORIGEM DOS ALIMENTOS!!

Através de uma TeleAula com os alunos do Hospital de Santa Maria, os  nossos alunos divertiram-se  a descobrir a origem dos alimentos. Tiveram grandes surpresas!
Por exemplo, as castanhas são …..

Açúcares e robots

Os alunos da Escola do Hospital de Santa Maria investigaram sobre bebidas açucaradas.

Uma coisa é ver no rótulo, outra é ver, pesar e constatar!


A Sandra do Pavilhão do Conhecimento fez-nos uma visita e trouxe-nos o Colete da Ciência… um colete com 11 bolsos e cada um com uma experiência!

Foi uma tarde muito bem passada com grandes desafios e até com explosões!


Numa TeleAula com o Pavilhão do Conhecimento, construímos um robot pintor com a Sandra e outros sozinhos. Foi fácil porque só tivemos de usar um pequeno motor, uma pilha e materiais à nossa escolha.



 Podem ver o nosso robot pintor em ação!


  
Também fizemos uma TeleAula com a Escola do IPO e identificámos os continentes de origem de alguns alimentos. Foi muito interessante e divertido!

Projeto de Aproximação ao Livro e à Leitura

O grande imitador
A receita da bruxa
O solar

No âmbito do Projeto da Aproximação ao Livro e à Leitura, partimos dos livros Uma mão cheia de rimas para primos e primas e O livro das rimas traquinas de José Jorge Letria, desafiámos os nossos alunos a escolher algumas ilustrações (acima), de Pedro Cavalheiro e Luís Manuel Gaspar, respetivamente, e a darem largas à imaginação! Deste desafio resultaram trabalhos muito interessantes.
  • Versão em vídeo do nosso aluno Alécio
  • Versão do nosso aluno Sérgio 
“Para meninas traquinas que não deixam a chucha…”

  • Versão do nosso aluno Ricardo
“A grande flor da Neide”

  • Versão da nossa aluna Jaíne
“O circo”

Da imagem fizemos conversa, da conversa fizemos escrita, da escrita fizemos leitura.

“A maior flor do mundo”

Depois de visionarmos o filme de animação “A maior flor do mundo” sobre o conto homónimo de José Saramago, contámos a história à nossa maneira.

O Afonso, à luz da Ciência e da Literatura (conteúdos letivos abordados nas disciplinas de Ciências e de Português), escreveu o seguinte texto:

O ambiente é a união entre os seres vivos e o meio que os rodeia.
Neste conto, o espaço onde decorre a ação é uma floresta com muitas árvores e várias espécies vegetais e animais como, por exemplo, um escaravelho, borboletas e flores coloridas. Há também uma aldeia, a Vila Flor, que tem uma pequena urbanização em construção, Urbanização das Flores, onde vivem famílias, assim como a personagem principal, o Tiago, com os seus pais, o João e a Maria.
O narrador, chamado José, é participante e um cientista que anda a observar e a tirar apontamentos sobre o meio ambiente que o rodeia.
Para serem da mesma espécie os indivíduos devem reproduzir-se entre si e originar descendentes férteis, por isso as personagens da história pertencem a espécies diferentes. Umas são mais importantes do que outras. Umas interagem bem com o meio ambiente, outras mal. O narrador apenas observa, não faz mal à natureza.
O Tiago e o pai João fazem mal à natureza. O pai arranca uma árvore que dava sombra a uma flor que viviam em cooperação, o que vai dar origem a uma alteração na vida da flor. O Tiago apanha um escaravelho e mete-o numa caixa, tirando-o do seu habitat.
Escaravelho, borboletas e seres humanos deviam viver em cooperação mas, neste conto, os humanos destroem os ecossistemas, arrancando árvores o que leva à desertificação do planeta.
Se um habitat é um local com condições adequadas para uma espécie viver, encontro vários como a floresta com um rio à volta, muitas árvores verdes que dão sombra à vegetação rasteira e a flores. Nesta floresta, ouve-se o som de pássaros e do vento a passar entre as árvores.
A vila é um outro habitat diferente, castanho, azul, verde e tem casas baixas com jardins para os humanos. Um habitat pode ter vários nichos ecológicos, por exemplo, na floresta, o escaravelho vive junto ao solo do qual retira o seu sustento para sobreviver e a borboleta mais junto das flores. O solo, as flores, uma árvore são espaços mais pequenos na floresta onde estas espécies vivem, por isso são nichos ecológicos.
A ação do conto passa-se quase toda na Floresta do Tiago que se encontra rodeada por um rio – um ecossistema aquático.
O Tiago é uma personagem valente porque salvou a flor de ser morta pelo calor excessivo do Sol, os fatores abióticos. A flor precisava de água, um outro fator abiótico, para sobreviver. O Tiago vai ao rio buscar água na concha da sua mão vezes sem conta e deita-a no solo onde estão as raízes da flor que começa a beber e a acordar aos poucos. Ganha vida e cresce até ficar gigante.
O Tiago é um herói, porque foi corajoso, pensou no sofrimento da flor e percebeu que a natureza deve ser tratada e protegida pelos humanos.
Por fim, ele deitou-se junto da sua amiga que agradece, oferecendo-lhe uma pétala para se tapar, enquanto dorme um pouco.
As pessoas da Urbanização, quando o Sol nasce, juntam-se para olhar a flor grande que os cumprimenta no horizonte. A verdade é que nunca, mas nunca mais, fizeram mal à Floresta do Tiago, porque aprenderam a lição: devemos respeitar as outras espécies (vegetais e animais) e viver em cooperação com elas.


O Rafael, que está no 2º ano de escolaridade, elaborou o seguinte texto:

Era uma vez um menino que foi com o pai apanhar uma árvore.
O pai apanhou a árvore e debaixo dela estava uma flor que ficou sem sombra.
Nesse sítio, o menino viu um escaravelho e apanhou-o para o estudar. Colocou-o numa caixa com buracos para o escaravelho respirar. Quando chegaram a casa, o escaravelho aproveitou para fugir, quando o menino o estava a mostrar à sua mãe.
O rapaz correu atrás dele e saiu de casa sem autorização.
Andou, andou, andou e encontrou uma borboleta em vez do escaravelho. Começou a seguir a borboleta e foi ter a um sítio muito seco. Nesse sítio, encontrou a flor murcha, porque estava com muita sede. Ele decidiu salvá-la com água. Foi buscar a água ao rio e levou a água nas mãos. A flor começou a beber e a crescer imenso mas, na realidade, é impossível uma flor crescer daquele tamanho, mas aquela era mágica e ficou enorme. Regou-a muitas vezes e ficou muito cansado. Adormeceu e a flor tirou uma pétala para ser o cobertor dele.
Os pais olharam e não encontraram o filho. Foram ao bosque e viram que o filho estava a dormir ao pé da flor e levaram-no para casa.
As pessoas daquela cidade ficaram muito surpreendidas com o tamanho da flor.
A partir desse dia, a família foi sempre lá ver a flor e, se calhar, iam regá-la.

E se vocês também escrevessem o conto à vossa maneira como pede o escritor José Saramago?


Trabalho elaborado pelos alunos João Afonso e Rafael e pelos professores Sónia Bártolo e Fernando Martins 

Educação Alimentar

A Escola do Serviço de Pediatria do IPOLFG acompanha as crianças e jovens promovendo, em parceria com as suas escolas de origem, a progressão escolar e a inclusão social e educação.
A par do desenvolvimento do currículo, fomentamos atividades de caráter transversal com as quais procuramos desenvolver a cooperação, a socialização e o conhecimento.
Um dos temas que consideramos importantes é a educação alimentar. Procuramos promovê-la a partir de diferentes recursos.


No dia 16 de outubro, comemorámos o Dia Mundial da Alimentação.
Indo de encontro ao gosto de cada aluno, promovemos a confeção fictícia de uma refeição saudável, tendo em consideração o que aprendemos com a roda dos alimentos.

Os nossos alunos realizaram o trabalho tendo em consideração que devemos comer maior quantidade de alimentos pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que se encontram nos grupos de menor dimensão.


Afinal a comida saudável… pode ser muito saborosa!
Sem esquecer, que de vez em quando, podemos fazer uns excessos!!!!



Dentro do mesmo tema, também fizemos uma TeleAula com a Escola do Hospital de Santa Maria. Uma TeleAula dinâmica e muito divertida!

Nós somos o que comemos!?

Na escola do Hospital de Santa Maria, partimos do ditado nós somos o que comemos e fomos investigar!

Explorámos a Roda dos Alimentos e construímos cartazes com os alimentos que devemos consumir e com os que devemos evitar.



Moldámos em plasticina os alimentos preferidos.

Colocámos alimentos de todos os grupos no nosso prato.

Construímos o Jogo dos Alimentos que partilhámos em TeleAulas com a escola do IPO e com o Colégio Cesário Verde.


Também recebemos a visita da Glória que nos ensinou a fazer vários origamis!